Entenda sobre uso da eletromiografia e do biofeedback nas aplicações biomecânicas

Com o avanço da tecnologia, os profissionais de fisioterapia têm a oportunidade de experimentar novos equipamentos para otimizar o tratamento e a reabilitação dos seus pacientes. Estamos falando das aplicações biomecânicas que são usadas para analisar meticulosamente cada movimento e possibilitar uma recuperação mais eficiente aos pacientes.

Nesse sentido, o uso da eletromiografia e do biofeedback nas aplicações biomecânicas se faz fundamental. Isso porque, por meio deles, é possível melhorar a atividade motora voluntária, utilizando os resultados esperados pelo profissional e, também, pelo paciente.

Para tornar esse assunto ainda mais claro, explicamos, neste artigo, como a eletromiografia e o biofeedback podem ser usados nas aplicações biomecânicas. Continue a leitura e confira nossas informações!

As aplicações biomecânicas

A biomecânica tem como principal objetivo analisar fisicamente os sistemas biológicos do nosso organismo, examinando os efeitos das forças mecânicas sobre o corpo em movimentos do dia a dia, do esporte e do trabalho.

Em suma, ela estuda a forma como todos os seres vivos se adaptam às leis da mecânica quando realizam movimentos voluntários. Sendo assim, a biomecânica analisa as funções dos sistemas biológicos, como o funcionamento dos músculos, tendões, ligamentos, ossos e cartilagem, dentre outros fatores que influenciam na performance do indivíduo.

Esse método consegue associar a prevenção músculo-esquelética do paciente com as ações da sua rotina, a fim de evitar que esforços desnecessários prejudiquem as estruturas do indivíduo e de racionalizar a sua ação motora.

O uso da eletromiografia e do biofeedback nas aplicações biomecânicas

Tanto a eletromiografia quanto o biofeedback são uma análise do potencial elétrico dos músculos, chamado de potencial de ação do paciente. A diferença entre os dois é o tratamento dos dados.

A eletromiografia é um exame utilizado para mostrar a didática para o paciente e obter uma precisão sobre a atividade elétrica no músculo escolhido. Já no biofeedback, você precisa de uma interação, ou seja, existe uma retroalimentação da terapia que depende do entendimento do paciente.

O uso da eletromiografia e do biofeedback depende do objetivo de biomecânica. Você pode avaliar a relação agonista e antagonista entre os grupos musculares — o que chamamos de coordenação intramuscular —, pode melhorar a relação de sinergismo dos músculos que ajudam a realizar um movimento, pode fazer uma análise da frequência muscular e determinar que tipo de fibras estão predominantes em cada paciente, por exemplo.

Com a eletromiografia, por exemplo, pode-se fazer uma avaliação de uma perna em relação à outra, realizando uma comparação da ativação de um músculo em relação ao outro. Nesse momento, o profissional observa o tempo de sustentação dessa atividade muscular e a fadiga dessa musculatura. Com o biofeedback, ele faz um recrutamento para treinar um grupo específico de músculos e uma avaliação da eficácia terapêutica.

A prática da eletromiografia e do biofeedback tem um respaldo científico por trás, como outros métodos da reabilitação. Então, o profissional associa esses métodos baseados em evidências no tratamento dos pacientes.

No entanto, é válido ressaltar que a eletromiografia e o biofeedback não podem ser utilizados como monoterapia, pois são métodos associados a outros treinamentos. Tudo vai depender muito do diagnóstico do paciente, do prognóstico que ele tem de acordo com a sua lesão, do que já foi realizado e da consciência terapêutica do indivíduo.

Além do mais, é preciso ter um conhecimento teórico e prático para utilizar ambos os recursos, como todo método científico. Nesse sentido, é preciso ter uma base técnica e científica que assegure a melhor eficácia de tratamento para o seu paciente.

A fisioterapia é uma ciência que não é exata. A eletromiografia e o biofeedback lhe dão substrato para mostrar que o seu recurso terapêutico e de avaliação está próximo da melhor proposta para o paciente.

A aplicação dessa metodologia garante uma maior segurança e eficácia no tratamento do paciente. Para toda pergunta relacionada à atividade elétrica, cabem uma avaliação eletromiográfica e um treinamento de biofeedback (conheça as 5 etapas)  . Sendo assim, o importante é você entender o conceito fisiológico.

O fisioterapeuta tem muita dificuldade de entender o que é a eletromiografia e como ele pode utilizá-la na prática clínica. O que isso diferencia no dia a dia do seu consultório? A melhora está no resultado que você vai proporcionar ao seu paciente, de entender quais são os benefícios fisiológicos que aquela terapia ou aquela avaliação estão gerando no indivíduo.

Inclusive, será possível começar a documentar e nortear essas avaliações fisiológicas, que, hoje, são muito qualitativas e pouco didáticas para o enfermo. Dessa forma, o maior beneficiado desse resultado é o paciente.

O método FIBE

O método FIBE é um treinamento baseado em evidências científicas, que contempla algumas das ações de eletromiografia e de biofeedback eletromiográfico. Seu principal foco é tornar a terapia mais eficaz ao fornecer resultados mais objetivos que vão auxiliar o profissional na hora de cuidar da recuperação do paciente.

Ele é dividido em três diferentes áreas: biomecânica, orofacial e pélvica, para aprimorar as formas de atendimento e para monitorar a evolução dos pacientes, de maneira quantitativa.

Para entender como o método FIBE funciona, o profissional escolhe a área de atuação que mais lhe interessa e, assim, realiza a sua inscrição para ter acesso ao curso. Portanto, se você deseja se diferenciar no mercado e oferecer um atendimento de melhor qualidade técnica aos seus pacientes, o método FIBE é o que você precisa para alcançar esses objetivos de maneira eficiente.

As soluções da Miotec

Procurar por empresas que ajudam a tornar o seu cotidiano mais simples e, ao mesmo tempo, auxiliam na entrega de excelentes resultados aos pacientes é fundamental para sair na frente dos seus concorrentes. Entre as principais soluções da Miotec, podemos citar duas muito importantes:

  • New Miotool Wireless: é um sistema sem fio de captação de dados que permite a utilização de sensores de Eletromiografia de Superfície (EMG), força, pressão, ângulo etc. Indicado para fins clínicos e de pesquisa, ele torna a experiência com a EMG mais funcional e prática.

  • Miostab — estabilizador de coluna: constitui-se de uma bolsa insuflável e de um manômetro para medir a pressão. O equipamento fornece informações importantes para analisar se os exercícios de estabilização da coluna foram feitos adequadamente;

Investir nas aplicações biomecânicas é muito importante para entregar a melhor experiência possível aos seus pacientes. Recuperações rápidas e eficientes são ofertadas no mercado nos dias de hoje, por isso, você não pode ficar para trás.

Quer saber o que mais a Miotec tem a lhe oferecer e como ela pode ajudá-lo a sair na frente de seus concorrentes? Entre em contato conosco e conheça nossos equipamentos!

Indicadores de desempenho para clínicas: veja 4 que são essenciais

A gestão de estabelecimentos na área de saúde requer mecanismos para verificar a performance das estratégias adotadas. Os indicadores de desempenho para clínicas são alguns desses tópicos essenciais para garantir uma boa administração e alcançar os resultados desejados.

Melhorando a experiência de gestão, eles são cruciais para mensurar, comparar e identificar os principais métodos corporativos, oferecendo dados estatísticos para o desenvolvimento de toda a parte empresarial.

Quer saber quais são os indicadores de desempenho essenciais para alavancar o seu negócio? Acompanhe o nosso texto e fique por dentro!

Indicadores de desempenho: o que são?

Instrumentos de gestão, os indicadores de desempenho funcionam como ferramentas para monitorar e avaliar os serviços que são realizados em uma clínica. Além de registrar as informações, os índices são organizados para tornar mais fácil a visualização de estatísticas, métricas e ações de administração. Confira alguns deles!

1. Qualidade de atendimento

Embora ao se falar de indicadores pensamos em números, alguns tópicos não podem ser medidos pela quantidade. É o caso do atendimento, que precisa ser analisado de acordo com a satisfação do paciente e a eficácia dos tratamentos operados na clínica.

Nessa análise são investigados o tempo de espera, a porcentagem de realização dos processos, a padronização do serviço e a nota que o paciente dá para o estabelecimento.

2. Faturamento mensal

Relevante especialmente para a administração do lugar, os gestores devem estar atentos ao faturamento mensal que é recolhido. Para um efeito de desempenho, precisam ser registrados os resultados para entender quedas e ascensões na renda, equacionados com outros fatores estratégicos.

Aqui devem ser comparados os índices de circulação de pacientes, custos de manutenção da clínica, exames realizados internamente, entre outros.

3. Taxas de permanência

As faltas e cancelamento podem dizer muito aos gestores sobre os métodos administrativos aplicados em uma clínica. Embora estejamos todos sujeitos a eventualidades, os pacientes que não retornam ao médico nem cumprem seus tratamentos, podem estar insatisfeitos com os serviços oferecidos.

Quando a eficácia é comprovada, é natural que o número de atendimentos seja ampliado e que a procura por consultas aumente. Por isso, identificar o tempo de permanência de cada paciente, o período entre sua primeira consulta e retorno é importante para elaborar essa métrica.

4. Produtividade

Para melhorar os processos internos, os índices de produtividade operam diretamente na realização das tarefas, trazendo informações sobre sua eficiência. Trabalham em conjunto com os indicadores de atendimento, cobrindo desde o serviço da recepção até o acompanhamento dos tratamentos.

Neles, são identificados os números de consultas realizadas, quantos pacientes fizeram exames, qual a porcentagem por médico e o tempo médio em cada consulta.

Os indicadores de desempenho para clínicas médicas podem transformar o quadro de serviços, melhorar o atendimento e estipular melhores métodos de gestão. Possuem um efeito amplo, que serve tanto para a parte administrativa quanto para os processos curativos, a um investimento bastante acessível para o número de benefícios que oferece.

Não deixe de acompanhar as novidades em métodos para melhorar a experiência de gestão em sua clínica. Assine agora a newsletter e receba nosso conteúdo diretamente em sua caixa de e-mail!

Aprenda dicas de como lidar com o ego no mercado de trabalho

Ter credibilidade e autoconfiança são características essenciais de um bom profissional. Todos gostam de ser respeitados pelas realizações e contribuições, e ter a sensação de dever cumprido dá mais ânimo para trabalhar cada vez mais e melhor. Mas, mesmo que um elogio ou reconhecimento seja bom, como devemos lidar com o ego no mercado de trabalho?

Existem situações em que pessoas contam vantagens exageradas para chamar mais atenção para si. Esse tipo de gente costuma ter a presença tóxica, impactando o ambiente de maneira negativa.

Neste artigo, separamos algumas dicas para te ajudar a lidar esse tipo de pessoa e promover um ambiente mais leve e colaborativo entre os profissionais. Boa leitura!

Como identificar profissionais egocêntricos

Não é difícil reconhecer indivíduos com o ego inflado no ambiente de trabalho. Normalmente, eles são muito focados em si mesmo, não conseguem ser empáticos e acham que sempre têm a razão. Essas pessoas também costumam se comparar constantemente, enaltecendo as próprias vantagens e diminuindo os outros.

Esses comportamentos atrapalham a convivência com colegas, influenciando negativamente na produtividade e na competitividade saudável entre os especialistas do ramo. É comum encontrar pessoas que ferem o código de ética da profissão, ao fazer marketing inadequado ou se vangloriar de resultados parciais ou inalcançados.

Dicas para lidar com o ego no mercado de trabalho

Quando um profissional egocêntrico é enfrentado, ele fica contrariado, estabelece conflitos, cria inimizades e torna a convivência precária. O ideal é aprender a contornar a situação e evitar problemas mais graves. Veja agora como fazer isso.

Tente se colocar no lugar do outro

Antes de mais nada, é preciso entender a motivação da pessoa. Isso não significa agir de forma semelhante, mas tentar ver sob a mesma perspectiva e compreender as razões do comportamento egocêntrico. Essa atitude torna fácil saber de onde vem e, consequentemente, reduzir o mal-estar.

Seja gentil

Um indivíduo que se coloca à frente de tudo tem o hábito de manipular outras pessoas. Confrontá-la fará com que ela vire o jogo e aponte o outro como errado. O indicado é agir com gentileza, evitar possíveis intrigas e demonstrar, sem arrogância, que ela não é a única com competências e habilidades.

Foque no seu trabalho

Uma característica do egocêntrico é se colocar acima dos colegas e diminuir os outros. Em situações assim, os afetados costumam questionar a própria competência e minimizar as habilidades. Entretanto, é essencial se concentrar no seu desempenho, nas conquistas e no desenvolvimento profissional, além de manter a autoconfiança e a autoestima acima do ego no mercado de trabalho. É difícil, mas o importante é não dar ouvidos.

Seja exemplo de conduta

Enquanto a pessoa está focada nas próprias conquistas, uma atitude muito benéfica é fazer exatamente o contrário com outros colegas de equipe. Estimule o companheirismo, promova um ambiente de colaboração e execute trabalhos em conjunto que contribuem para o crescimento geral da empresa, do setor ou de determinada área do conhecimento. Lembre-se: uma das melhores qualidades de um profissional é a capacidade de trabalhar em equipe.

Não alimente o ego

Por fim, é primordial se policiar para não reforçar o comportamento da pessoa egocêntrica. Muitas vezes, em conversas informais, pequenas expressões são entendidas como elogios e abrem oportunidades para que se aproveitem de pequenas fragilidades. O melhor a fazer é levar a conversa para o lado impessoal ou mesmo encerrar o quanto antes.

Lidar com o ego no mercado de trabalho é só mais um dos muitos desafios que os profissionais têm de enfrentar. Os vários obstáculos exigem mais do que conhecimento técnico: é preciso ter inteligência emocional para encarar problemas com colegas, equilíbrio para evitar a autossabotagem e desenvoltura para enfrentar situações que não podem ser controladas.

Dessa forma, é comum esconder as fraquezas atrás do ego no mercado de trabalho. Embora seja complicado e exija muita energia, cabe aos colegas ter atitudes para manter o ambiente saudável e, ao mesmo tempo, ter paciência. Caberá ao tempo dar consequências ao comportamento e ensinar boas maneiras de convivência.

Agora que você está mais preparado para as situações estressantes no mercado de trabalho, está na hora de ajudar outros colegas. Compartilhe esse texto nas suas redes sociais para promover mais harmonia e colaboração!

8 fatores essenciais ao escolher um imóvel para sua clínica

A organização interna de um empreendimento de saúde deve sempre levar em conta o público a ser atendido. Para muitos profissionais, essa tarefa pode ser bastante simples, afinal, eles costumam conhecer bem o perfil dos seus pacientes.

No entanto, outros aspectos do próprio imóvel, como sua condição e posição na cidade, muitas vezes, são desconsiderados na hora de procurar um imóvel para sua clínica. E, assim como os clientes, eles são determinantes para o crescimento e sucesso do seu negócio.

Pesquise, faça visitas e considere esses 8 fatores essenciais ao escolher imóvel para sua clínica!

1. Escolha um local de fácil acesso

Característica estratégica para a visualização da sua clínica, a localização deve ter um acesso fácil tanto para os clientes quanto para os fornecedores. Dessa forma, deve conter vagas de estacionamento no próprio ponto ou próximo dele. Além disso, considere que muitas pessoas utilizam o transporte público para se locomoverem, logo, é interessante que o imóvel fique próximo de pontos de ônibus ou de estações de metrô.

Para pacientes que vêm de longe, é importante que o local da clínica fique perto de estabelecimentos de apoio, como agências bancárias e restaurantes. Se quiser facilitar a identificação da sua clínica, observe o imóvel a partir da área pública e, assim, saberá se ele fica visível aos transeuntes.

Uma dica para encontrar uma boa localização é optar por pontos ao lado de empreendimentos que exerçam atividades parecidas com o seu negócio, tomando sempre cuidado com a presença de possíveis concorrentes.

2. Avalie o preço antes de escolher um imóvel para a clínica

O preço do imóvel deve ser compatível com a estrutura oferecida, por isso, avalie cada detalhe que possa influenciar o seu negócio. Um exemplo: em um centro comercial, o aluguel costuma ser mais caro, já que no valor podem estar incluídas algumas taxas de serviço — como de limpeza e localização do ponto.

Se tiver dificuldade para fazer a relação custo-benefício, poderá contar com a ajuda de um profissional corretor para executar a vistoria e apontar as dificuldades ou potencialidades do imóvel. Na necessidade de uma reforma para adequar os ambientes ao seu serviço, o custo total de investimento se torna bem mais alto, portanto, converse com o proprietário sobre a possibilidade de um desconto no preço do imóvel.

3. Faça um planejamento de investimento

Afinal, o que faz um imóvel ser caro ou barato? Além das suas qualidades positivas, o investimento disponível também define se a alternativa é interessante ou não. Portanto, é essencial fazer um planejamento de quanto você tem para investir — tanto em curto quanto em médio prazo.

De forma imediata, avalie valores como a caução do aluguel ou a potencial necessidade de reformas. Todos esses gastos acontecem com a assinatura do contrato, então é preciso ter liquidez para oferecer o valor.

Em médio e longo prazo, considere o impacto do aluguel e da manutenção nos seus ganhos. É importante que o aluguel não comprometa muito o faturamento. Do contrário, o imóvel para sua clínica se torna menos atrativo.

4. Estude o espaço

Faça visitas em diferentes horários do dia para observar aspectos como iluminação natural e ventilação do imóvel. O tamanho também é importante, por isso, vale fazer um estudo de layout com a metragem disponível para saber se a capacidade é suficiente para comportar os trabalhos da clínica.

Considere, nesse estudo inicial, a possibilidade de uma ampliação futura para novos serviços e contratação de mais funcionários. Observe também a conservação dos elementos das salas — portas, janelas, fechaduras, puxadores — e anote possíveis defeitos para conversar com o proprietário.

5. Pesquise sobre a vizinhança

Antes de instalar uma clínica em um ponto desconhecido, faça uma pesquisa sobre a cultura dos habitantes da região. Isso dá uma base para saber se os serviços ofertados são compatíveis com o poder aquisitivo da população. Quanto mais próximo da realidade local, mais benefícios você terá com a divulgação boca a boca.

Faça um levantamento de mercado e veja se os pacientes desejados moram ou frequentam a região que será ocupada.

Outro ponto importante é poder contar com a segurança da vizinhança. Portanto, pergunte aos moradores sobre essas características e obtenha informações valiosas para tomar sua decisão.

Ao fazer a visita em várias épocas do dia, aproveite para conferir tais aspectos. Veja se o entorno é barulhento, se as ruas ficam engarrafadas ou se existe algum desconforto para chegar ou sair do lugar. Desse jeito, você pode planejar a melhor experiência para os seus pacientes.

6. Verifique a estrutura

Pensando no conforto e qualidade dos espaços, verifique a eficiência dos serviços de água, luz e esgoto da propriedade, bem como a possibilidade deste receber a instalação de novos equipamentos e redes de internet e telefone.

Veja, ainda, as questões estruturais. Tenha a certeza de que o local não conta com rachaduras, infiltrações ou outros problemas. Tudo tem que funcionar corretamente, pois, do contrário, os gastos são elevados.

Também é essencial garantir a fácil limpeza do lugar. Por isso, ter tudo em perfeitas condições é indispensável para evitar problemas, como em relação à contaminação de espaços.

7. Verifique a documentação

Na parte burocrática, é preciso garantir que o lugar esteja em funcionamento dentro das condições adequadas. Sem a documentação exigida, o imóvel pode ser interditado e o seu negócio interrompido.

Comece verificando se ele está em situação regular. Para maior segurança, solicite o “Habite-se” da construção ao proprietário, já que esse documento atesta que o imóvel foi concebido de acordo com a legislação municipal vigente.

Confira, ainda, questões como a escritura e a habilitação do espaço para ser utilizado como ambiente comercial. Do contrário, você terá dificuldades para obter o alvará de funcionamento que é exigido.

Veja também a existência de outros laudos e certidões, como de tutela e de débitos negativos. Isso ajuda a garantir que tudo está conforme o esperado e que a aprovação será obtida nas avaliações seguintes.

8. Negocie as condições de contrato

Antes de tomar uma decisão, verifique se é viável fazer a negociação de algumas condições específicas. Dependendo do estado do imóvel ou da necessidade de alterações, é preciso contar com descontos para que a escolha valha a pena.

Sobre as reformas, inclusive, veja se é possível fazer mudanças definitivas, como a modificação de layout ou a transformação da fachada. Isso tem que ser previamente acordado, para evitar que seus esforços sejam em vão.

Não se esqueça de considerar outros aspectos, como o tempo de duração do contrato, os índices de reajustes e até as condições para a rescisão. Tudo tem que estar registrado e precisa ser negociado de forma positiva para ambas as partes. Se não for possível, talvez seja mais interessante buscar outra oportunidade.

Prepare-se com antecedência para fazer uma pesquisa ampla de imóveis disponíveis no mercado. Faça um levantamento dos favoritos e compare os benefícios deles. Assim, você garante que todos os fatores sejam bem avaliados na hora de escolher um imóvel para sua clínica.

Além dessa etapa, há outras fases que são essenciais para quem deseja criar o próprio ambiente de atendimento. Por isso, aproveite que está por aqui e confira nossas dicas para montar um consultório! Boa leitura!

 

Inteligência artificial aplicada à saúde: quais são os benefícios?

Desde a sua origem, a medicina desenvolveu práticas relacionadas a ferramentas para melhorar o desempenho dos processos curativos. A inteligência artificial aplicada à saúde é um demonstrativo da evolução da tecnologia, que complementa o trabalho dos profissionais da área da saúde, trazendo maior controle e capacidade técnica.

O conceito de inteligência artificial, também conhecida como IA, é aplicável para sistemas que usam robôs em funções imitativas de procedimentos e comportamentos humanos. Na área da saúde, designa recursos diagnósticos de comparativos históricos, métodos de pesquisa científica com extenso volume de dados, aparelhos cirúrgicos de grande precisão, entre outros.

A seguir, vamos mostrar os principais benefícios da utilização da inteligência artificial na saúde. Continue a leitura para conferir!

Maior precisão diagnóstica

Os recursos de inteligência artificial aplicada à saúde permitiram que os softwares de identificação de doenças avançassem para um patamar de maior precisão. Capaz de realizar leituras de imagem com maior acuidade, os programas são mais assertivos e velozes.

Assim, alguns equipamentos reconhecem informações difíceis de serem examinadas por recursos humanos, ampliando as noções de diagnóstico pela integração dos mecanismos de automação.

Melhor integração de dados

Ao fazer um histórico manual, a clínica e os profissionais de saúde dependem do trânsito desses registros para que as informações dos pacientes estejam atualizadas e completas. Com o prontuário eletrônico, softwares podem ser programados para cruzar informações clínicas de forma mais elaborada.

Tal função permite uma melhor visualização dos históricos médicos e, consequentemente, ajudam na designação de intervenções.

Aumento das chances de recuperação

A inteligência artificial desenvolve métodos de tratamento baseados em dados ricos, aumentando, assim, as chances de recuperação por paciente. No caso do câncer, por exemplo, a IA é usada para produzir medicamentos por meio de informações sobre genomas, podendo trabalhar com procedimentos personalizados que têm sua eficácia aumentada.

Os exames laboratoriais, analisados profundamente, se tornam capazes de mostrar tumores em estágio inicial, aumentando a probabilidade de cura dos casos.

Otimização do atendimento

A agilidade promovida pelo agenciamento eletrônico de dados de cadastros, exames e agenda de consultas contribui para o atendimento. Com a implementação de tarefas automatizadas, a recepção pode se ater a aspectos mais cuidadosos da relação com o paciente.

Como pode ser coordenado em conjunto com programas de gestão de clínicas e hospitais, funções como marcações de consultas, exames e retornos passam a ser feitos com um grande grau de personalização, tornando todo o suporte e comunicação mais humanizados.

A redução de danos, combinada com a potencialização de recursos personalizados, faz com que as ferramentas digitais sejam de grande relevância para o campo. Embora aparentemente possa demonstrar ser um “bicho de sete cabeças”, os métodos tecnológicos dessa vertente podem ser aplicados facilmente, com treinamentos curtos e eficazes.

Portanto, ampliar os conhecimentos em inteligência artificial aplicada à saúde contribuem para a vida do médico, do paciente, além de trazer mais saúde corporativa para clínicas e hospitais.

Gostou do nosso artigo? Então você também vai se interessar pelo nosso post mostrando o que a robótica pode fazer para a medicina. Até lá!

Fisioterapia preventiva: você sabe qual a importância?

Muitas pessoas ainda acham que fisioterapia é só para quem tem problemas motores. Essa concepção é comum, já que a maioria das pessoas que procuram as clínicas sofreram algum tipo de lesão ou têm alguma doença crônica.

Entretanto, os exercícios fisioterapêuticos também são úteis não apenas como tratamento, mas também como medida profilática, que garante mais condicionamento físico e qualidade de vida. Portanto, se você quer conhecer essa nova tendência e se preparar para atender esse tipo de demanda, continue a leitura e saiba o que é fisioterapia preventiva.

O que é fisioterapia preventiva?

Os exercícios fisioterapêuticos são, normalmente, direcionados à reabilitação de pacientes com limitações motoras decorridas de lesões ou de doenças crônicas. Por sua vez, o princípio da fisioterapia preventiva é adaptar os exercícios de forma a evitar que os problemas ocorram, sobretudo na população de risco, como idosos e esportistas.

O conceito de fisioterapia preventiva está muito ligado à ideia de saúde mais global e multidisciplinar. Por isso, ela é composta por exercícios de alongamento, aliados aos de relaxamento e de respiração.

Quais os benefícios da fisioterapia preventiva para o paciente?

Por meio da prevenção, o fisioterapeuta proporciona mais qualidade de vida e disposição para seus pacientes, tudo isso sem sofrimento e com o mínimo de impactos negativos para a saúde. Entre as principais vantagens estão:

  • evitar problemas relacionados ao excesso de peso, como distensão muscular;
  • prevenir doenças causadas por movimentos repetitivos, como a LER;
  • fortalecer a musculatura de algumas regiões do corpo com exercícios localizados;
  • melhorar a motivação e reduzir dores causadas pelo trabalho;
  • aumentar as taxas de endorfina e dopamina, hormônios responsáveis pela sensação de bem estar;
  • prevenir doenças cardíacas, sobretudo em pessoas da terceira idade;
  • acelerar o metabolismo e contribuir para o emagrecimento;
  • proporcionar mais qualidade de vida, tornando possível o desempenho de atividades que antes não podiam ser realizadas.

Por trazer tantos benefícios para os pacientes e ainda ser um diferencial estratégico no mercado, considere investir hoje mesmo na terapia preventiva.

Quem pode fazer fisioterapia preventiva?

Não existem contraindicações para se submeter a esse novo método; todos podem fazer! Entretanto, existem algumas parcelas da população que têm mais especificidades e, consequentemente, se beneficiam mais dessa abordagem. Confira quais são e se prepare para atender esses pacientes na sua clínica.

Praticantes de esporte

Por se submeterem ao esforço físico por muito tempo e com muita intensidade, os esportistas devem passar por um rigoroso programa de prevenção às lesões musculares. Nesse ponto, a fisioterapia preventiva ajuda a fortalecer os músculos do abdômen, da coluna lombar e do assoalho pélvico, por meio de exercícios que aumentam a resistência e a regeneração muscular. Com isso, fica mais fácil manter o ritmo nos treinamentos.

Trabalhadores de escritórios

Quem trabalha sentado por longos períodos de tempo se beneficia muito da perspectiva profilática na fisioterapia. As empresas estão se conscientizando cada vez mais sobre a importância de incluir o alongamento e técnicas para manter a postura correta ao longo do dia de trabalho. Essa, inclusive, é uma ótima oportunidade de negócio para profissionais que se interessam por oferecer workshops e palestras institucionais.

Idosos

Para as pessoas mais velhas, a fisioterapia preventiva é primordial. Por meio dela, os idosos conseguem condicionar o corpo para desempenhar atividades que, de outra forma, seriam impossíveis de fazer, como uma caminhada mais longa ou um passeio durante o dia. Além de oferecer mais qualidade de vida, o exercício fisioterapêutico também ajuda a prevenir doenças e a manter a saúde mental.

Fazer fisioterapia como forma de prevenção é uma quebra de paradigma, já que o mais comum é que as pessoas façam somente tratamentos corretivos. Por isso, é papel do profissional divulgar os benefícios da fisioterapia preventiva para toda a população, o que ajuda a diversificar sua área de atuação, a fortalecer a categoria dos fisioterapeutas e, sobretudo, a melhorar a qualidade de vida das pessoas!

Agora que você está familiarizado com a fisioterapia preventiva, está na hora de levar essa prática para o seu consultório. Para começar, leia nosso post e veja como os equipamentos tecnológicos contribuem para um atendimento de qualidade. 

Tratamentos aplicados na musculatura orofacial: saiba como funciona

A musculatura orofacial é fundamental para a execução de diversas atividades cotidianas. Além de estar ligada à comunicação, ela também é decisiva para funções como mastigação, deglutição e respiração. Quando algo não ocorre como deveria, é essencial recorrer aos tratamentos aplicados na musculatura orofacial.

Com características específicas, esses tratamentos favorecem a conquista de resultados e a reabilitação dos pacientes em diferentes situações. Conhecê-los é imprescindível para ter uma atuação otimizada em relação à fonoaudiologia.

Portanto, veja o que são os tratamentos aplicados na musculatura e descubra como eles funcionam.

O que são os tratamentos aplicados na musculatura orofacial?

Há diversas patologias que podem afetar a musculatura orofacial. Para pacientes que sofrem com problemas de respiração, por exemplo, pode ser necessário que se submetam a uma cirurgia otorrinolaringológica. Após o procedimento, o paciente requer acompanhamento fonoaudiólogo para reabilitar a função respiratória e aprender a respirar melhor. O mesmo vale, inclusive, para quem não passou por uma operação, mas precisa de reabilitação, pois seus músculos orofaciais estão hipofuncionantes.

Outros casos incluem pessoas que sofrem com algum tipo de paralisia facial periférica,  alterações na articulação temporomandibular, acarretando problemas para mastigar e disfagia, ou seja, dificuldades para deglutir.

Então, os tratamentos aplicados à musculatura orofacial têm como objetivo readequar as funções orofaciais, assim como otimizar as contrações de suas estruturas musculares. Por meio do estímulo da contração adequada e da aprendizagem sobre os movimentos corretos, por exemplo, é possível retomar a funcionalidade dessa área, reabilitando as funções alteradas.

Esses procedimentos devem ser conduzidos por fonoaudiólogos especialistas na área, que atualmente dispõem das ferramentas inovadoras e adequadas para conseguir o melhor resultado no tratamento.  Desta forma, o indivíduo em tratamento pode recuperar seu bem-estar e a qualidade de vida.

Como funciona o tratamento?

Assim como acontece em qualquer caso, não existe uma receita pronta para os tratamentos aplicados na musculatura orofacial. Cada um serve a um propósito, e é preciso considerar aspectos individualizados para prosseguir com a maneira ideal de agir. Para entender melhor, veja como funciona essa etapa e quais são os seus pontos principais.

Investigação e diagnóstico

Tudo começa com uma avaliação para identificar quais são as necessidades específicas de cada paciente. A avaliação miofuncional clínica é feita com protocolos já validados na área fonoaudiológica  — que trazem segurança para os resultados sobre as funções e motricidade da região orofacial.

Em seguida, é realizada uma avaliação eletromiográfica da superfície. O principal objetivo é conhecer quais são as principais alterações da musculatura e de suas funções. O resultado da eletromiografia de superfície se dá em valores numéricos, os quais facilitam na comparação posterior de cada caso.

Atuação corretiva

Após a identificação de quais são as áreas e as funções que estão comprometidas, é realizado o planejamento de um tratamento específico. De forma tradicional são conhecidos os exercícios musculares apropriados para cada alteração: isométricos; isotônicos e/ou isocinéticos, sempre conduzidos pela fonoaudióloga.

Outra possibilidade — e a mais inovadora — consiste em utilizar o biofeedback. A partir do posicionamento de eletrodos de superfície inseridos na pele e do uso de um equipamento especial, o paciente consegue identificar, em tempo real, o momento de sua contração muscular. Compreendendo, assim, qual a contração desejada e qual é o movimento adequado que alcança essa contração.

Acompanhamento e reavaliação

Como os tratamentos aplicados na musculatura orofacial não são iguais para todos, cada pessoa tem uma resposta diferente. Então, cabe ao profissional de saúde ser capaz de identificar quais são os resultados e o que precisa ser alterado.

As reavaliações servem exatamente para isso. O comum é esperar entre 2 a 4 meses, dependendo da condição, para avaliar os novos resultados. A partir de uma nova eletromiografia, comparando assim com a avaliação inicial do tratamento.

Em comparação aos valores iniciais, identifica-se se houve melhora ou se o quadro permanece estagnado. A partir dessas reavaliações pode-se alterar o protocolo de tratamento.

Quais são os benefícios desse tipo de tratamento?

A consolidação dos impactos nos tratamentos aplicados na musculatura orofacial ainda é escassa na literatura. Faltam estudos abrangentes quanto ao tema — o que leva à carência de conclusões definitivas sobre como eles atuam.

No entanto, o conhecimento empírico obtido pela experiência clínica demonstra que eles são muito eficazes e garantem bons resultados. Na sequência, descubra quais são os principais pontos positivos dessas realizações.

Retomada das funções motoras

As dificuldades de contração na musculatura orofacial, bem como a execução de movimentos incorretos, causam impactos muito negativos na vida do paciente. O desafio com a respiração atrapalha o sono, por exemplo.

Já a paralisia facial compromete a atividade de mastigar, de deglutir ou de comunicar. A retomada das funções, por outro lado, permite resolver todos esses problemas. Há maior qualidade de vida, bem-estar e bons impactos no dia a dia, de forma geral. Para muitos pacientes, essa é a chance de levar uma rotina perfeitamente normal, com uso completo das principais funções e atendimento a necessidades variadas.

Aumento da motivação

Outro grande benefício dos tratamentos aplicados na musculatura orofacial é a motivação gerada pelo acompanhamento de resultados. Por meio da eletromiografia, por exemplo, é possível conhecer a contração muscular em números. Em uma reavaliação, o paciente notará que tem tido bons impactos ao observar um aumento no desempenho.

O uso de mecanismos de biofeedback também permite que os pacientes vejam, na hora, os resultados da contratura muscular . Assim, entendem como podem realizar a movimentação adequada e  aprendem a relaxar esta contratura presente.

Garantia de eficiência

A adoção de recursos de tecnologia nos tratamentos aplicados na musculatura orofacial também faz com que eles sejam muito mais diretos ao ponto. Com o reconhecimento dos padrões, o uso do biofeedback e as abordagens de otimização, os resultados são conquistados em menos tempo.

Com maior eficiência, dá para garantir uma recuperação que não apenas é acelerada, mas, também, consistente. O aprendizado definitivo sobre como usar os músculos da região evita outros quadros no futuro, de modo a gerar a máxima satisfação por parte de quem se submete ao tratamento.

Melhor posicionamento profissional

Há vantagens, inclusive, para o profissional que recorre a essas tecnologias. Graças aos resultados obtidos, é possível se consolidar no mercado, atrair mais pacientes e conseguir um melhor desempenho na carreira.

A busca por atualização (como por meio de participações em eventos e procura por equipamentos e técnicas), ainda reflete positivamente. Ao final, é possível obter sucesso na clínica.

Os tratamentos aplicados na musculatura orofacial são fundamentais para a retomada de muitas funções. Realizados com a ajuda de tecnologia, geram grandes benefícios tanto para os pacientes quanto para os profissionais.

Já que usar os equipamentos corretos é imprescindível nesses processos, entre em contato com a Miotec e veja como podemos ajudar a ter os melhores do mercado!

Este conteúdo foi produzido a partir da entrevista com a fonoaudióloga Daniele Fontes, mestre pela Faculdade de Medicina de São Paulo e especialista em motricidade orofacial.

Como a tecnologia ajuda na fidelização de pacientes?

Na área da saúde, a tecnologia trouxe contribuições relevantes para a gestão de clínicas, hospitais e consultórios, oferecendo melhores condições para funcionários e clientes. Otimizando processos diagnósticos, preventivos e administrativos, as medidas de inovação auxiliam na fidelização de pacientes, favorecendo o fluxo estável de atividades.

A telemedicina, o biofeedback e a softwares de gestão levam a avanços na rotina de serviços dos estabelecimentos de saúde. Com um atendimento de melhor qualidade, a retenção de pacientes vira tarefa mais fácil, resultando em um quadro constante de movimento.

No texto de hoje, esse é nosso tema. Confira, a seguir, como a tecnologia ajuda a fidelizar pacientes e adote já essas práticas em seu estabelecimento. Boa leitura!

Organização de dados para a fidelização de pacientes

Interação entre setores e pacientes é fundamental para um bom funcionamento. Os prontuários eletrônicos permitem organizar histórico de saúde, hábitos, medicações e tratamentos em um apenas formulário online, acessível a toda equipe responsável.

A sistematização dos dados otimiza a agenda dos profissionais e a rotina dos pacientes, reunindo exames e prescrições para concentrar o tratamento da forma mais dinâmica possível.

Medicina preventiva

Exames com realização periódica podem ser programados por meio de aplicativos e alertas criados pelas ferramentas digitais, facilitando o diagnóstico precoce de doenças.

Com maior riqueza de detalhes nos testes, é possível identificar disfunções em estágio inicial, favorecendo os tratamentos.

Diminuição de erros

Os recursos virtuais trazem maior assertividade para a equipe médica, que passa a contar com um suporte mais eficaz no atendimento.

A facilidade de acesso de materiais como exames, prontuários e relatórios, beneficia o diálogo entre as equipes, que são capazes de concluir procedimentos com o máximo de informações possível em cada caso.

Tratamento por biofeedback

Os equipamentos eletrônicos que fornecem dados relativos aos processos fisiológicos contribuem em grande medida para os tratamentos e doenças crônicas, agudas e crises relacionadas ao estresse.

Aparelhos de biofeedback permitem o desenvolvimento da medicina de comportamento, trazendo mais elementos para fortalecer a relação entre médico e paciente.

Agilidade e visão integral da saúde

A tecnologia possibilita que os processos sejam vistos em complementação ou integrados, dando maior lastro para a elaboração de tratamentos. Os pacientes, assim, sentem-se acolhidos e seguros, podendo acompanhar de perto os trabalhados desenvolvidos.

A praticidade dos exames digitais, por exemplo, agrega rapidez aos atendimentos, já que dispensa impressão e transporte dos documentos para interpretação. Com a automatização de algumas práticas, a equipe ganha produtividade e eficiência.

Uso das principais ferramentas de tecnologia

Determinados equipamentos são responsáveis por significativas melhorias, contribuindo para a fidelização de clientes. Exemplos:

  • eletromiografia: usada para o feedback muscular;
  • eletroencefalograma: quantifica atividade cerebral;
  • aferidor de pulso: usado para medir frequência cardíaca e controle cardiovascular;
  • base de dados: organiza informações cadastrais e prontuários.

A tecnologia pode impulsionar o atendimento da saúde, transformando a fidelização de pacientes em um ponto forte para o movimento dos serviços. Incorporando ferramentas inteligentes, os benefícios se estendem ao corpo de profissionais, médicos, pacientes e colaboradores, otimizando a produtividade e elevando a qualidade.

Gostou do nosso artigo? Quer saber mais dicas sobre fidelização de pacientes? Então inscreva-se agora no nosso Workshop Gratuito!

Qual a relação entre equilíbrio muscular e lesões musculares?

O equilíbrio do corpo é muito importante para a prevenção de lesões musculares, devendo ser priorizado no desenvolvimento de tratamentos de saúde e de programas atléticos. O equilíbrio é um conceito para designar quando as forças dos grupos agem em igualdade, sem diferença entre as partes e sem sobrecarregar nenhuma delas.

As boas práticas com o corpo trazem resultados duradouros e preservam os músculos de desgastes maiores, significando uma harmonização de forças para o bem-estar durante as atividades físicas e na vida cotidiana. Confira as melhores técnicas para favorecer o equilíbrio e evitar lesões musculares lendo este post!

Musculação preventiva

Fortalecer os músculos certos no amparo e sustentação dos principais grupos de força pode ser feito por um trabalho direcionado da musculação. Por exemplo, os dorsais e abdominais podem ajudar a prevenir lesões na coluna.

Aumentar a massa óssea auxilia pessoas da terceira idade no fortalecimento dos músculos e na flexibilidade, o que pode ser conquistado com exercícios proprioceptivos. Eles devem ser orientados por um fisioterapeuta, com especialidade para esse tipo de público.

Avaliação aprofundada

Todo o trabalho para equilibrar os músculos deve ser feito acompanhado por um profissional de fisioterapia, pois ele lança a melhor estratégia para harmonizar as forças do corpo. A identificação precoce de possíveis mecanismos assimétricos de força pode ser realizada com uma boa avaliação médica ortopédica.

Músculos e articulações antagonistas devem ser medidos pela amplitude de flexores, extensores e pelos graus de força excêntricas e concêntricas. Quando há diferença superior a 15% entre as resistências musculares, as chances de lesões são consideradas altas.

Práticas de aquecimento

Preparar o corpo do jeito certo para as atividades físicas pode poupar grandes desgastes musculares. Quanto mais intenso e vigoroso, maior será a necessidade de um aquecimento assistido para não dar chance para as lesões.

No frio, os músculos perdem elasticidade, tornando-se mais vulneráveis aos impactos de práticas intensas. Ao aquecer e/ou alongar a musculatura, promove-se um relaxamento essencial para minimizar o risco das lesões durante os exercícios, aumentando também a resistência.

Acompanhamento de atletas

Nos esportes, os desequilíbrios podem trazer sérias contusões, podendo interferir ou mesmo interromper a carreira de atletas. Para suportar altos impactos, a musculatura deve ser fortalecida e preparada conforme a atividade realizada.

Em fases de treinamento e pré-competições, os fisioterapeutas costumam inserir na rotina de treinos do atleta exercícios excêntricos para manter ou recobrar o equilíbrio de certo grupo muscular. Esse tipo de prática ajuda a fortalecer o corpo e torná-lo mais flexível.

O atleta deve procurar sempre um profissional de formação acadêmica reconhecida para orientar as avaliações de diagnóstico e desenvolver um tratamento individualizado, dando atenção a cada caso para uma evolução mais assertiva.

Modificar alguns hábitos diagnósticos e de preparação para as atividades físicas pode surtir mais resultado do que o esperado. Com o acompanhamento correto, as lesões musculares ficam ainda mais distantes da realidade de atletas e pessoas que praticam atividades físicas diversas.

E então, o que você achou das nossas dicas? Ficou com alguma dúvida? Conte tudo para nós aqui nos comentários. Até mais!

Conheça os equipamentos e técnicas para estabilizar a coluna

As dores nas costas, especialmente no pescoço e na lombar, são muito comuns entre pacientes de todos os tipos. Em média, há 540 milhões de pessoas afetadas por essa queixa. Como profissional da área, é essencial conhecer os equipamentos e técnicas para estabilizar a coluna.

Diante das possibilidades, é possível garantir que os pacientes tenham mais qualidade de vida e bem-estar. Isso também gera uma atuação completa sobre o problema muscular, o que permite conquistar resultados diferenciados.

A seguir, conheça os principais equipamentos e técnicas para estabilizar a coluna e entenda como usar cada um.

Mobilizar ou estabilizar coluna?

A estabilização da região vertebral é um processo muito importante e atua como ferramenta terapêutica. Para que seja possível, são realizados diversos procedimentos que visam o fortalecimento dos músculos — tanto os profundos quanto os abdominais.

Em resposta, há uma estabilização das articulações, o que diminui a sobrecarga. Também é um jeito de reduzir o risco de instabilidade e de desgaste, o que contribui para aliviar o nível de dor na coluna.

No entanto, é preciso pensar na mobilização dessa região. Trabalhar a extensão dos músculos facilita o movimento e garante um resultado melhor em relação à estabilização.

Dependendo do quadro do paciente, portanto, é recomendado utilizar uma abordagem que integre os dois elementos. Com a mobilização seguida da estabilização, por exemplo, é possível conquistar um desempenho ampliado.

Quais são as melhores técnicas?

Em princípio, é imprescindível reconhecer as necessidades do paciente antes de recomendar os exercícios. Há uma série de possibilidades e cada uma é indicada para certa especificidade. Desse modo, cabe ao profissional identificar quais são as exigências fisioterapêuticas de cada quadro.

Uma alternativa bastante comum é o alongamento, conforme matéria da National Institutes of Health. Ele pode contar com a ajuda de equipamentos específicos ou ter apenas o peso do corpo como componente principal. Alongamentos cruzados ou para a lombar bem como certos abdominais trabalham os músculos adequados.

Também há os de contração e de ponte, por exemplo. Eles ajudam a estimular certos grupamentos musculares, o que faz com que a coluna ganhe a força necessária. Na maioria das vezes, essas atividades envolvem a extensão de músculos e o seu reforço ao usar o próprio peso do organismo. Como profissional da área, é fundamental orientar os pacientes a seguir a postura ideal, de modo a evitar lesões.

Como dito, cada paciente tem uma exigência não só quanto aos exercícios, mas quanto às séries, frequências e intensidades. Portanto, é indispensável reconhecer quais são os pontos mais importantes e trabalhar para que problemas individuais sejam corrigidos.

Quais equipamentos devo usar?

Além dos treinamentos, é recomendado utilizar equipamentos variados. Em princípio, há aqueles voltados para a prática de atividades específicas, como aparelhos de pilates. Entre as possibilidades, há as mesas de tração e de flexão, que mobilizam e estabilizam a coluna. Também há recursos de eletroterapia, com ação anti-inflamatória e analgésica.

Entretanto, quando os equipamentos e técnicas para estabilizar a coluna formam o assunto principal, é preciso ir além e pensar no fortalecimento muscular. Nesse sentido, o MioStab é um dos principais métodos.

Ele conta com uma bolsa inflável de material específico que é acoplada a um manômetro. Como resultado, oferece um biofeedback confiável e que ajuda a entender, por exemplo, quais são os efeitos de certos exercícios.

Além disso, é essencial para potencializar o trabalho dos músculos profundos por meio de contrações induzidas e bem controladas. Eles nem sempre são acessados por alguns exercícios e técnicas, então a exigência de algo mais específico é muito importante. O uso é descomplicado e promete máxima eficiência na resolução das dores.

Usar os seus conhecimentos profissionais para aplicá-lo torna-o uma das ferramentas mais importantes no processo de estabilização. Assim, é possível conquistar efeitos positivos em uma grande quantidade de pacientes com diferentes necessidades.

Para o futuro, há algumas tendências que devem ser observadas. Uma das principais possibilidades é a adoção de uma interface amigável ao usuário. Nesse caso, o paciente poderia visualizar a contração do músculo em vez de apenas tê-la mensurada. Como resultado, o biofeedback seria ainda mais preciso, assim como a condução das melhores abordagens.

Quais são os benefícios do MioStab?

Como aparece entre os principais equipamentos e técnicas para estabilizar a coluna, vale a pena conhecer as vantagens específicas do MioStab. Em primeiro lugar, trata-se de um recurso confiável, desenvolvido com uma tecnologia simples mas capaz de oferecer resultados adequados. Com isso, seu uso ajuda a seguir com a melhor forma de tratamento.

Ele também é bastante fácil de usar, tem baixo custo e elevada durabilidade. Trata-se de algo que pode ser utilizado em academias, clínicas, estúdios de pilates ou mesmo no trabalho ou em casa. Com tanta autonomia, os efeitos são muito favorecidos.

Outro aspecto relevante é que ele não busca agir apenas nos sintomas, como a dor ou o inchaço. Pode-se dizer que a maioria dos pacientes sofre com tal efeito por causa da fraqueza da região abdominal, principalmente. Então, o estímulo adequado dos músculos dá origem a um exercício de fortalecimento completo.

Além de ser um recurso indicado para quem tem dores lombares e cervicais, também atua na prevenção. Com o fortalecimento adequado, é possível evitar dores e lesões em quem trabalha no escritório por um longo período, por exemplo.

Por ser muito seguro, permite que pacientes em todas as condições o utilizem. Independentemente de idade, gênero, fase da dor ou nível de fraqueza, ele pode ser empregado. Já que estimula a contração dos músculos profundos, oferece uma estrutura reforçada ao grupo muscular.

Para melhorar, há a possibilidade de usá-lo tanto na região lombar quanto na área cervical. Assim, ajuda a solucionar os principais quadros relacionados. Logo, pessoas que sentem dores em ambos os pontos são favorecidas com uma solução única que proporciona um atendimento completo às necessidades.

Os equipamentos e técnicas para estabilizar a coluna são essenciais para conseguir bons resultados. Entre todos eles, o MioStab se destaca pela união entre ótimos resultados e facilidade de uso. Então, vale a pena considerá-lo como uma alternativa capaz de ajudar os pacientes.

Para fazer a aquisição, visite o site da Miotec e veja quais são os produtos disponíveis.