Prontuário eletrônico: 5 vantagens da utilização do recurso na área da fisioterapia

Utilizar a tecnologia é uma forma de materializar o avanço médico, que se trata de uma transformação indispensável — e inevitável — nos dias atuais. Afinal, todo profissional do setor deseja aperfeiçoar sua atuação e atender melhor seus pacientes.

Os registros que antes eram feitos de forma escrita e repletos de erros, hoje já não existem mais. O prontuário eletrônico é um ótimo exemplo disso. Como ele traz uma documentação obrigatória, deve ser totalmente íntegro e assertivo.

Já incorporado também à fisioterapia, seus benefícios são substanciais. E, para conhecê-los, continue a leitura desse artigo!

1. Economia de tempo

Assim como em qualquer setor de atuação, a área médica procura também economizar tempo e dinheiro para fornecer um atendimento aprimorado aos pacientes. O prontuário eletrônico é uma excelente opção para quem quer eliminar a burocracia dos papéis, que exigem arquivamento e desarquivamento constantes.

Assim, quando os dados de um paciente forem solicitados, isso poderá ser feito em instantes. O tempo gasto na procura passa a ser inexistente, e o tempo de espera daquele paciente também cai drasticamente.

2. Prescrição mais segura

Alergias e reações medicamentosas são uma ameaça constante à saúde de um paciente. O prontuário eletrônico entra em cena mais uma vez para diminuir esse tipo de risco, já que os fisioterapeutas recebem alerta quando uma receita não é adequada para aquela pessoa.

Com as observações listadas, eles podem comparar a medicação prescrita e perceber se alguma complicação está implícita no uso. Esse mesmo alerta acontece quando o paciente apresenta alergia a substâncias, para que a situação seja controlada o quanto antes.

3. Facilidade de comunicação

O prontuário eletrônico também é uma ferramenta que facilita a comunicação entre todos os setores da clínica. Com ele, a recepção interage com a área de faturamento, e o próprio consultório passa a ter muito mais precisão de informações e dados.

O recurso também permite o envio de mensagens para pacientes em datas específicas, através de e-mail ou SMS. Ou seja, em aniversários, datas comemorativas, ou quando houver algum comunicado especial, é possível estabelecer esse contato mais imediato.

4. Mobilidade e agilidade

O prontuário eletrônico integra um sistema em nuvem, e o profissional consegue acessá-lo a qualquer momento e de qualquer lugar, com a ajuda de dispositivos como smartphones e tablets. Além disso, não é preciso se preocupar com processos de manutenção e instalação, o que traz muito mais mobilidade para a ferramenta.

O fisioterapeuta pode, então, realizar monitoramento de casa, de outra unidade de saúde ou até mesmo se estiver em viagem. Isso traz muito mais agilidade e segurança para os cuidados emergenciais, pois, caso uma orientação seja passada por telefone, será totalmente assertiva por ter base em dados reais.

5. Redução de erros

Como envolve pouca ação humana, é fato que o prontuário eletrônico reduz significativamente erros e falhas processuais. Os profissionais não precisam lidar com dificuldades de legibilidade do que foi anotado e nem lidar com registros duplos, o que atrasa bastante o trabalho.

Sendo assim, o recurso se mostra uma excelente forma de melhorar a precisão de diagnósticos, tratamentos e demais intervenções médicas. O desempenho do fisioterapeuta aumenta, e a assistência que ele dá a seus pacientes passa a ser muito mais satisfatória.

E então, essas informações sobre as vantagens do prontuário eletrônico na fisioterapia foram úteis para você? Se sim, não perca tempo e assine agora mesmo a nossa newsletter para receber outros conteúdos como este!

Incontinência fecal: o que é e como tratar?

A incontinência fecal pode afetar pessoas de todas as idades, embora acometa em grande parte as de idade mais avançada. Muito mais comum do que se imagina, ela traz muito constrangimento, afetando a autoestima, a confiança e o comportamento social.

O tratamento é essencial para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, oferecendo meios de resolver a incontinência fecal de forma a recuperar as funções saudáveis do organismo.

Por isso, neste post, vamos mostrar o que é a incontinência fecal, suas causas e os principais tratamentos para esse problema de saúde. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

O que é a incontinência fecal?

Em termos clínicos, a incontinência fecal é definida pela perda involuntária ou quando o indivíduo não possui capacidade de controlar a eliminação, pelo canal anal, de gases ou fezes.

A falta de controle pode ser relacionada desde a pequenas quantidades de gás até ao escapamento de líquidos. Aos primeiros sintomas, é indicado procurar um médico proctologista, que será capaz de identificar as razões do problema e tratá-lo antes que ele se intensifique.

Quais são as principais causas da incontinência fecal? 

Na maioria dos casos, trata-se de um distúrbio da musculatura que surge associado a algum outro fator, como parto, traumas ou doenças que comprometam direta ou indiretamente o sistema anorretal. Fatores neurológicos também podem ocasionar a incontinência, por exemplo, quando há a degeneração de algum nervo ou mutação sistêmica, como no caso de diabéticos.

A inflamação da mucosa real também é capaz de alterar a sensibilidade da área, minimizando a habilidade do reto de reter substâncias e, consequentemente, aumentando a urgência por evacuação. Outros fatores, como cirurgias e medicamentos, podem alterar a velocidade intestinal.

Em crianças muito pequenas, é possível que o funcionamento do esfíncter seja comprometido por fatores ligados ao desenvolvimento. Estresse, causas psicológicas, medos e angústias, por exemplo, são responsáveis por essa alteração.

Como pode ser feito o diagnóstico?

O exame proctológico pode definir as alterações presentes na musculatura, assim como a avaliação complementar do cólon. Este deve ser feito pelo médico especialista, o coloproctologista. 

Exames de imagem, como a ressonância ou a ultrassonografia do canal anal, também identificam o problema, determinando o grau de enfraquecimento da musculatura e indicando o melhor tratamento.

Quais os principais tratamentos disponíveis?

Inicialmente, a recuperação da musculatura anal é condicionada a modificações no trato alimentar, assim como às medicações que o paciente utiliza. São bastante indicados procedimentos que exercitem o recondicionamento do controle anal, como o biofeedback e a eletromiografia, que geralmente oferecem bons resultados.

Nos casos mais graves, pode ser realizado o tratamento cirúrgico de correção ou reforço da musculatura, que deve ser indicada e realizada por um cirurgião coloproctologista.

Milhões de pessoas com problemas intestinais podem sofrer de incontinência fecal. Entretanto, o incômodo social causado por quem possui a doença pode levar à demora para procurar ajuda.  Quando diagnosticada precocemente e com os tratamentos certos, fica muito fácil controlar a incontinência fecal e, assim, devolver qualidade de vida e bem-estar ao paciente.

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Fisioterapia em idosos: o que fazer para melhorar o atendimento a esse público?

Envelhecer é natural e todos vão passar por essa etapa da vida. Contudo, apesar da maturidade emocional, esse processo acarreta em alguns desgastes de saúde, inclusive no que diz respeito à perda e ao controle de movimentos.

Com isso, a fisioterapia em idosos se firma como uma importante aliada: além de atuar com ações preventivas, pode também contribuir para a recuperação de pacientes que já lidam com esses problemas.

E o que fazer para melhorar o atendimento a esse público tão especial? Neste artigo, você encontra dicas essenciais a respeito do assunto. Confira!

Saiba ouvir

Trabalhar com fisioterapia em idosos é um constante exercício de ouvir. Afinal, eles têm anos e anos de experiências e muita história para contar. Ouvi-los durante um procedimento, inclusive, é uma forma de deixá-los mais à vontade, especialmente se a ocasião for mais delicada.

O mesmo vale para comentários e discussões a respeito do diagnóstico que ele recebeu. Ao longo do tempo, o paciente com certeza dividirá relatos de melhoras, quadros de evolução e até mesmo insatisfação caso os resultados demorem um pouco. Então, é essencial ter carinho e paciência para que ele não se sinta desmotivado.

Estabeleça diálogo

Mas não pense que ouvir é suficiente: a fisioterapia em idosos também requer interação para que seja eficiente. Portanto, mostre-se interessado e retribua o diálogo, sempre com foco em responder dúvidas e fornecer explicações acerca do tratamento.

Lembre-se de que alguns idosos podem apresentar dificuldades de audição. Caso perceba esse problema, não hesite em elevar a voz até que ele se sinta confortável e você se faça ser entendido. Essa é uma troca mútua que precisa ser constante para dar certo.

Aconselhe com respeito e cuidado

Por mais experiências que pessoas mais velhas demonstrem, em alguns casos elas precisam receber conselhos. Isso acontece muito na fisioterapia em idosos, pois eles devem receber orientações sobre práticas a evitar e hábitos a adotar para que o tratamento seja positivo.

Isso não significa que você tenha que ser imperativo e usar um tom de ordem. Aqui, é essencial ter cuidado para que o paciente seja receptivo em relação às informações e entenda que o que você fala é em função de sua melhora. Muitos deles podem recusar a princípio, mas aos poucos é possível abrir um caminho mais amplo de comunicação.

Mantenha contato

Na fisioterapia em idosos, é muito importante manter contato com os pacientes. Se eles deixam de frequentar as consultas ou demoram a agendar um retorno, pode ficar mais complicado construir um relacionamento saudável e fornecer um atendimento de qualidade.

Por isso, nunca deixe de telefonar periodicamente, seja para saber como estão, seja para lembrar a necessidade de um agendamento. Quando os pacientes percebem que você se preocupa com a recuperação deles, costumam retribuir na mesma intensidade e todos saem ganhando: eles com mais saúde e você com a certeza de que fez um ótimo trabalho.

Como você pôde entender, a fisioterapia em idosos exige bastante dedicação e tempo. Se esse último item se mostra escasso em sua rotina, não deixe seus pacientes na mão: saiba mais sobre monitoramento remoto e entenda por que investir na área.

Afinal, o que é e como funciona a fisioterapia dermato funcional?

A fisioterapia é o ramo dos cuidados com a saúde responsável por prevenir e tratar distúrbios biomecânicos. Voltada para procedimentos terapêuticos da pele e dos músculos, a fisioterapia dermato funcional, por sua vez, é usada para prevenir e recuperar disfunções de forma a obter resultados e melhoras estéticas.

Como proporciona benefícios para o corpo, esse tipo de tratamento tem como objetivo tratar e prevenir problemas ligados ao bem-estar e à qualidade de vida. Para conhecer um pouco mais sobre essa especialidade, acompanhe o post e veja por que ela pode ser indicada para você também.

O que é a fisioterapia dermato funcional?

Embora também sejam problemas de saúde, a acne, a celulite, o envelhecimento da pele e a gordura localizada dividem o campo das disfunções estéticas. A fisioterapia dermato funcional investiga as principais causas de disfunção e restabelece as características saudáveis e naturais da pele.

Para isso, ela desenvolve tratamentos que cuidam desses distúrbios e devolvem as características saudáveis ao corpo. Veja, a seguir, quais são os principais deles! 

Drenagem linfática

A drenagem linfática favorece a circulação do sangue e a oxigenação das células. Ao eliminar as toxinas do corpo, o procedimento diminui a retenção de líquidos, ajuda a melhorar o aspecto da celulite e, consequentemente, reduz medidas.

Limpeza de pele

Para combater o envelhecimento precoce, a limpeza de pele remove impurezas e devolve o aspecto saudável da pele. Quando faz parte da rotina de cuidados, ajuda a controlar a oleosidade, bem como a combater a acne, e ainda melhora o resultado de cirurgias plásticas.

Ultrassonografia

Muito usado para combater a celulite e diminuir a gordura localizada, o tratamento com ultrassom consiste na massagem das áreas afetadas para diminuir os nódulos de gordura acumulados. O procedimento pode ser feito com ou sem cosméticos.

Em que situações ela é indicada? 

O especialista atua para reabilitar o corpo e a pele após fraturas, hábitos inadequados, deformações causadas por aspectos genéticos e doenças decorrentes de lesões cerebrais. Ele cuida da recuperação do corpo e da postura, e ajuda a minimizar dores após episódios que comprometem a cognição ou quando há redução motora.

O fisioterapeuta pode também proceder preventivamente. Nesse caso, ele oferece, por exemplo, cuidados com a saúde de trabalhadores ou atletas com o objetivo de diminuir o risco de lesões.

Qual a diferença entre ela e a dermatologia? 

Diferentemente do médico dermatologista, o profissional dermato funcional não pode receitar nem ministrar medicamentos. A denominação dermato funcional inclui a restauração e a melhoria do sistema tegumentar. Por isso, passa a ser a parte estética do resultado obtido pelo tratamento.

As ações dermato funcionais devem ser sempre acompanhadas por um dermatologista responsável. E isso inclui a aplicação de peeling e drenagem linfática.

Ao elevar o bem-estar e a qualidade de vida, a fisioterapia dermato funcional vai muito além da estética. Como cuidam do corpo e de suas disfunções, os tratamentos buscam melhorias integradas e resultados duradouros. 

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Robótica na Medicina: quais as principais inovações da área?

As principais inovações de robótica na Medicina estão transformando as consultas e tratamentos médicos. Antes restrita a consultas e avaliações laboratoriais, a tecnologia vem sendo aliada a processos e diagnósticos, otimizando resultados para todas as áreas.

Muito além do prontuário eletrônico, a robótica vem sendo implementada para solucionar desde procedimentos simples até o monitoramento de sinais vitais, com grande confiabilidade. Os dados colhidos servem para diminuir os riscos, identificar possíveis desenvolvimentos de doenças e melhorar os processos cirúrgicos e diagnósticos.

A Medicina do futuro alia o conhecimento técnico com o desenvolvimento humano, gerando uma relação mais companheira entre médico e paciente. Ela auxilia nas pesquisas que tratam das doenças infecciosas, contágios e riscos de acordo com a faixa etária e pode servir para indicar tratamentos para rejuvenescimento, terapias e nutrição.

Confira, neste texto, os principais usos das novas tecnologias na área de saúde.

Uso de inteligência artificial

Simulando algumas atividades humanas, a inteligência artificial é conectada a dispositivos, de modo a desempenharem processos de diagnóstico, estatísticas e resolvendo problemas. Armazenando um banco de dados de pacientes reais, ela cruza resultados, fazendo cálculos que apontam informações com precisão.

A IA é utilizada para transmitir exames via telemedicina e também para fazer triagens e análises antes de atendimentos. Tais ferramentas podem ser usadas em tratamentos contra câncer, por exemplo, e melhorar o atendimento nos centros médicos de pronto atendimento.

Robótica na Medicina: monitoramento em tempo real

Os pacientes que precisam de acompanhamento frequente monitoram as funções coletando os dados de modo contínuo. A robótica auxilia a obtenção dessas informações por meio de tecnologia. Assim, consegue reunir, armazenar ou mesmo enviar os dados para outras pessoas, como médicos e acompanhantes.

Podem ser medidos o nível de oxigenação, de glicose, da pressão arterial ou dos batimentos cardíacos. A captação das informações é feita por aparelhos que podem ser conectados a smartphones, tablets e outros dispositivos eletrônicos, acessados a partir de um simples aplicativo.

Acesso ao banco de dados integrados

Integrando vários dispositivos ligados desde o diagnóstico até o monitoramento de recuperação, os bancos de dados podem ser compartilhados, acompanhando cada mudança em tempo real.

Conectados a aparelhos analógicos e também aos de última geração, os dados podem ser reunidos em uma plataforma única, com uma interface que indicará os resultados. Também podem ser programados alarmes para medicamentos ou realização de exames periódicos.

Realização de cirurgias menos invasivas

Certamente um dos tópicos mais interessantes do uso da robótica na Medicina se dá pelo seu uso cirúrgico. Gerando robôs que trabalham com bastante precisão e menor invasão, a tecnologia colabora para um procedimento de maior segurança.

Os robôs acessam áreas de modo mais controlado, enviando informações o tempo inteiro para o médico cirurgião. Sendo menos agressiva para o corpo, a robótica auxilia na recuperação e no sucesso dos procedimentos.

Embora a robótica na Medicina seja vista como uma contribuição somente no modo evolutivo, ela faz com que a relação entre médico e paciente se torne mais confiante e humanizada. Retirando os processos burocráticos dos profissionais, eles podem se dedicar com mais cuidado ao tratamento e ao acompanhamento dentro de consultórios e cirurgias.

Gostou das inovações? Então não deixe de conferir como a tecnologia pode contribuir com a reabilitação de pacientes.

Como usar a fisioterapia para a saúde da mulher? Saiba mais!

A fisioterapia para saúde da mulher pode beneficiar você em diversos sentidos, pois essa é uma área bem ampla e oferece diversas possibilidades aos profissionais. Nesse momento, você pode aproveitar a evolução da tecnologia para promover o bem-estar de seus pacientes com mais eficiência.

O organismo das mulheres sofre uma constante transformação e, assim, vários problemas de saúde podem afetá-las ao longo de suas vidas e, por isso, elas precisam recorrer a especialistas para eliminar, de uma vez por todas, esses problemas.

Sendo assim, resolvemos escrever este artigo para mostrar a você 3 áreas da fisioterapia voltadas para a saúde da mulher para informá-lo melhor sobre o assunto. Acompanhe!

Fisioterapia para gestantes

Durante a gravidez, a realização de atividades de impacto são extremamente contraindicadas. No entanto, alguns exercícios fisioterápicos leves podem ser indicados para ajudar a gestante a reduzir os riscos. Além disso, hoje em dia existem dispositivos que permitem o aumento da consciência e flexibilidade da musculatura do assoalho pélvico na preparação para o parto.

Nesse momento, fisioterapia pode ajudar até em alguns casos de gravidez de alto risco, pois ela diminui as chances do desenvolvimento de trombose e, também, alivia os efeitos fisiológicos, garantindo a estabilidade do fluxo sanguíneo no útero.

No geral, a fisioterapia ajudará a gestante a ter consciência de suas limitações e potencial e, assim, ela contribui para a diminuição do estresse — um dos grandes vilões da gestação. Além de tudo isso, os inchaços serão diminuídos, assim como os desconfortos e dores.

Mas não pense que os benefícios se estendem apenas à gestação. O pós-parto também pode ser beneficiado com a fisioterapia, pois ela ajudará a diminuir as dores e auxiliará no combate à depressão pós-parto. Ademais, também vai auxiliar na prevenção de disfunções pélvicas.

Fisioterapia para melhorar a vida sexual

A sexualidade é cercada de tabus, os quais podem agravar os problemas de disfunções sexuais. Algumas mulheres, por exemplo, têm dificuldade em atingir o orgasmo, muitas vezes, sentem dores na hora da relação sexual e, com isso, a dificuldade de lubrificação aumenta e a libido também.

Nesse momento, a fisioterapia pode se tornar uma grande aliada da mulher, pois ela ajudará a reeducar o assoalho pélvico, ajudando a paciente a entender como funciona a sua linguagem corporal, harmonizando a função erótica de ambos, aumentando, assim, o prazer e rendimento sexual.

Além disso, a fisioterapia ajuda a combater a dor pélvica crônica, uma doença muito séria que interfere na vida social, conjugal e profissional das mulheres. Nesse momento, o fisioterapeuta indicará exercícios que minimizarão as dores por meio da elevação da liberação de endorfinas, os quais auxiliarão a musculatura da pele a relaxar, a lidar com a dor e restaurar as funções desejadas pela paciente.

Fisioterapia para saúde da mulher na uroginecologia

A incontinência fecal e urinária compromete a qualidade de vida de todas as pessoas, no entanto, ela costuma se manifestar mais em mulheres do que em homens. No tratamento da incontinência fecal e urinária, a fisioterapia contribui para fortalecer o assoalho pélvico por meio de exercícios associados a alguns recursos, como o biofeedback e eletroestimulação.

A fisioterapia para saúde da mulher melhora a qualidade de vida e, assim, proporcionam um maior bem-estar, diminuindo os quadros de depressão, estresse e ansiedade pelo fato de não poder realizar algumas atividades básicas.

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8 dicas que vão ajudar você a montar o seu consultório

Montar um consultório de fisioterapia pode não ser tão simples quanto parece, e o fisioterapeuta precisa estar atento a diversos pontos para não prejudicar a qualidade dos seus serviços. Não basta ser um profissional capacitado, é essencial também ter uma infraestrutura completa, seguir a legislação e, ainda, cuidar de toda a parte administrativa.

Sem dúvida, trabalhar de forma autônoma tem diversos prós, mas, ao mesmo tempo, também apresenta contras. Assim sendo, efetuar um bom planejamento e uma análise detalhada das vantagens e desvantagens de se ter o próprio negócio, a fim de fazê-lo crescer e atrair mais clientes, torna-se indispensável.

No entanto, isso não significa que essa tarefa seja impossível de ser realizada. Ela apenas exige que alguns cuidados sejam adotados para que nada importante fique de fora. Pensando nisso, neste post, trazemos 8 dicas imperdíveis que vão ajudá-lo a montar um consultório de sucesso! Preparado? Então, continue com a gente e confira!

1. Planeje antes de montar um consultório

Não adianta montar um consultório sem saber exatamente o que fazer, como fazer e qual o objetivo a ser atingido. O planejamento é essencial para ajudá-lo a escolher o tipo de público que você atenderá, a definir o local e qual tipo de clínica implantará, a elaborar preços, a pensar nas finanças etc.

Estudar a respeito do estabelecimento que deseja abrir é muito importante na fase do planejamento. Pesquise outros consultórios similares, como funcionam, como é a clientela, o que buscam e como você pode suprir suas necessidades.

Procure saber quais são os requisitos necessários para implementar o novo negócio. Veja quais são os documentos necessários, as certificações exigidas e tudo mais que você ainda precisa providenciar. Essa etapa é fundamental para traçar objetivos e metas e, ainda, estabelecer prazos e organizar melhor tudo o que está por vir.

2. Escolha o local certo

De acordo com o seu planejamento, é possível ter uma ideia dos recursos disponíveis e de quem será o seu público. O local deve estar de acordo com eles, atendendo suas necessidades.

Verifique a acessibilidade do local, se há muitas linhas de ônibus na região, se existe facilidade para estacionar, como é a vizinhança e o comércio ao redor. Além disso, analise as condições de edificação e de estrutura e, inclusive, a questão de documentação do imóvel.

É preciso que seu consultório esteja situado em um lugar acessível para os seus futuros pacientes, mas que não deixe de ter toda a infraestrutura necessária para oferecer o melhor atendimento, como uma sala de recepção, salas para atendimento, banheiros e acesso para deficientes.

O espaço precisa comportar os clientes e, se há planos de expandir rapidamente, é recomendado optar por um prédio maior para não precisar realizar mudanças em um futuro próximo.

3. Atenda a legislação

Qualquer tipo de estabelecimento precisa cumprir uma série de requisitos para funcionar dentro da lei. Entre eles, está o Cadastro Estadual de Vigilância Sanitária, que exige diversas informações sobre o estabelecimento e solicita que se tenha um responsável técnico para liberar o documento de licença de funcionamento.

Além disso, é fundamental cumprir com a legislação de acordo com o porte do negócio. Pode ser preciso ter autorizações e cumprir requisitos de esferas municipais, estaduais e federais.

Para que seu consultório esteja de acordo com a lei, é necessário cumprir todos os requisitos básicos. Então, para começar, você deve, após definir o nome, ir até a Junta Comercial de sua região para informar-se se não há outro empreendimento com a mesma nomenclatura.

É necessário ainda entregar os seguintes documentos à Junta Comercial:

  • cópia do IPTU e contrato de locação registrado em cartório do imóvel onde será o consultório;

  • cópias autenticadas de RG e CPF;

  • comprovante de endereço do responsável pelo negócio; e

  • contrato social da empresa.

Após registro na Junta Comercial, dê entrada no CNPJ, na Receita Federal e, em seguida, cadastre o consultório na prefeitura municipal. Além desses, outros documentos podem ser necessários. Para saber quais são, você poderá ir até o órgão responsável ou ainda contar com a ajuda de um contabilista.

4. Escolha os equipamentos certos

O trabalho do fisioterapeuta exige que diversos equipamentos estejam à sua disposição para que ele possa efetuar suas atividades, a fim de obter os melhores resultados e fazer com que os atendimentos sejam realizados de maneira completa. Nesse caso, é preciso fazer um levantamento de tudo o que você precisará antes de adquirir os seus equipamentos.

Tenha em mente o custo dos aparelhos necessários e quanto você está disposto a investir na aquisição deles. Para isso, elabore um plano de gastos. Além de analisar os custos, estude a respeito dos equipamentos.

Nessa etapa, não é importante apenas ter cuidado ao adquirir os recursos necessários para realizar a ação, mas também verificar a qualidade deles. Cheque a reputação da empresa fornecedora, a opinião de outros usuários e se ela oferece o que há de mais moderno em tecnologia, garantindo os melhores resultados.

Por falar em tecnologia, é importante destacar a relevância dela dentro do consultório. Isso porque, ao contar com equipamentos tecnológicos, você poderá oferecer mais alternativas para que seus pacientes possam ter uma recuperação mais rápida e eficaz.

Isso fará com que seu consultório se destaque da concorrência, pois não são todos os profissionais que enxergam a tecnologia como investimento. Com isso, você sairá na frente deles, garantindo melhores resultados e atendimento de alta qualidade.

5. Faça uma gestão eficiente

Além de atender os pacientes e de escolher o local e os equipamentos mais adequados, é crucial fazer a gestão do consultório — o que inclui controle financeiro, de procedimentos administrativos, entre outros.

Você mesmo pode cuidar de todo esse processo, mas precisará ter conhecimento suficiente para isso. Se achar que essa tarefa vai sobrecarregá-lo, vale a pena terceirizar o serviço.

Nesse contexto, faz-se necessário também pensar sobre a implementação de um software de gestão para cuidar dos registros e dos controles gerais. Utilizando a tecnologia a seu favor, você pode ainda implantar um sistema de marcação de consultas online.

Tenha um bom controle dos pagamentos e, sempre que possível, ofereça facilidades aos clientes, como parcelamentos por meio de cartões de crédito ou carnê do próprio consultório, pois isso poderá ser um grande diferencial para atrair novos pacientes.

Após seguir as dicas, fique atento a alguns pontos básicos como:

  • mantenha uma reserva financeira para pagamento de despesas e imprevistos;

  • sempre que possível, invista em um diferencial;

  • valorize a cordialidade, a educação, a simpatia e o bom atendimento;

  • saiba como lidar com os pequenos conflitos que surgem entre funcionários ou com clientes;

  • ao contratar colaboradores, tome cuidado para que não haja problemas de irregularidades;

  • mantenha seu consultório organizado e com todos os itens necessários para o bom funcionamento;

  • invista em treinamentos e procure se manter atualizado com as novidades da sua área de atuação.

6. Tenha um bom plano de divulgação do seu negócio

O marketing digital é uma estratégia essencial para garantir uma boa divulgação do seu consultório. Por meio dele, é possível alcançar seu público-alvo de maneira eficaz, abordando-o no momento adequado, sem parecer impertinente. A seguir, listamos as melhores práticas para você investir. Acompanhe!

Site

Ter uma presença online é imprescindível para atrair e fidelizar mais pacientes. Isso porque as pessoas mudaram a maneira como procuram pelo que querem comprar. Sempre que precisam adquirir um serviço, principalmente na área da saúde, a primeira coisa que fazem é procurar informações na internet.

Tendo em vista essa mudança de costume, é importante que o seu consultório esteja presente no mundo online. Dessa forma, seus potenciais pacientes poderão ter mais dados sobre seus serviços e, assim, entrar em contato para tirar dúvidas.

Marketing de conteúdo

Apenas um site não é o suficiente para atrair os pacientes. Nesse momento, também torna-se relevante investir em marketing de conteúdo, criando um blog e escrevendo artigos com o objetivo de quebrar as principais objeções do seu público-alvo.

Ao colocar essa estratégia em prática, você fará com que os seus pacientes em potencial procurem por sua empresa, pois quando eles quiserem sanar alguma dúvida nos mecanismos de busca, o seu artigo estará lá para ajudá-los a resolver um problema. Nesse instante, eles compreenderão que você é uma autoridade no assunto e vão procurá-lo para realizar os procedimentos necessários.

Não ficou muito claro? Vamos dar um exemplo: suponhamos que um paciente em potencial está com dores no joelho e, por isso, ele vai até o Google investigar o que pode ser. Ao inserir a palavra-chave “dores no joelho” na barra de pesquisa, o seu artigo aparecerá.

Nesse sentido, ele explicará o que pode ter ocasionado essas dores e, no final, poderá incentivá-lo a procurar um profissional qualificado que, nesse caso, seria você.

SEO (Search Engine Optimization)

Agora, de nada adianta você ter um site e um blog se eles não forem otimizados em SEO. Traduzindo para o português, SEO significa Otimização para Mecanismos de Buscas.

Ao utilizar essa estratégia, as suas postagens e o seu site terão mais chances de aparecer nas primeiras páginas do Google, aumentando as oportunidades de seus pacientes encontrarem seu consultório e optarem pelos seus serviços.

E-mail marketing

Ainda dentro das estratégias de marketing digital, o e-mail marketing aparece como uma das principais ferramentas para fidelizar os clientes. Por meio dela, é possível ter uma relação mais próxima com o seu público-alvo.

Em linhas gerais, produzir e-mail marketing consiste em escrever mensagens personalizadas para enviar novidades e conteúdos e fazer com que o cliente em potencial avance na jornada de compra. Os conteúdos podem ser enviados no formato de newsletters, ter o estilo de carta de vendas ou estar ligados a uma automação por trás de um funil de marketing.

7. Saiba quais são as exigências legais do marketing na área da saúde

Os profissionais da área da saúde podem divulgar seus serviços. No entanto, existem algumas exigências legais às quais você precisa estar atento. Isso é pertinente para que você não gaste tempo tendo que refazer suas campanhas e, muito menos, infrinja algum limite legal — o qual é definido pelo Conselho Federal de Medicina.

8. Fique atento à gestão financeira

Por fim, mas não menos importante, é necessário que você fique atento à gestão financeira. Se ela não for realizada da maneira correta, todos os seus esforços serão em vão. De início, você precisará de um capital de giro para iniciar as suas atividades.

Sendo assim, analise friamente quais serão seus custos com equipamentos, tecnologia, funcionários e aluguel e também defina seu pró-labore, para não correr o risco de misturar as despesas pessoais com as do consultório.

Em seguida, considere se é viável você conquistar o seu capital de giro com dinheiro próprio ou se será necessária a realização de um empréstimo bancário. Se a segunda opção for a mais próxima da sua realidade, fique atento às taxas de juros que serão impostas e escolha a alternativa que mais se adequar à sua situação financeira.

Feito isso, você só precisa fazer um bom fluxo de caixa, ter estratégias para combater a inadimplência e realizar os investimentos necessários para fazer seu consultório crescer.

Tomando esses cuidados, ficará muito mais fácil montar um consultório e atingir o sucesso profissional! Não deixe de colocar em prática cada dica que mencionamos aqui. Com o passar do tempo, você verá seu negócio ganhar o destaque que merece.

E se você ainda tem alguma dúvida sobre o assunto, confira mais informações relevantes no nosso guia de gestão para clínicas de fisioterapia!

guia de gestão para clínicas de fisioterapia

Eletromiografia de superfície: Como Ricardo Padovan conseguiu se diferenciar na fisioterapia ortopédica e esportiva

Com certeza você já ouviu falar da eletromiografia de superfície, certo? Mas você realmente sabe como essa tecnologia pode se tornar um diferencial na fisioterapia ortopédica e esportiva? É importante ressaltar que por meio dela o profissional também pode aumentar a sua receita, ter autonomia na prescrição do tratamento e auxiliar na avaliação funcional.

Para mostrar a você as vantagens da eletromiografia de superfície na prática, vamos apresentar um de nossos cases de sucesso: o fisioterapeuta Ricardo Padovan, formado pelo Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio — CEUNSP e especialista em treinamento e nutrição esportiva, bioquímica e fisiologia pela Unicamp.

Continue a leitura deste case até final e saiba como esse profissional conseguiu se diferenciar utilizando a eletromiografia de superfície na fisioterapia ortopédica e esportiva!

Como Ricardo Padovan conheceu a MIOTEC?

Para início de conversa, precisamos esclarecer que a MIOTEC é uma empresa que desenvolve, fabrica e distribui equipamentos para reabilitação física e melhoria de performance. Todos eles contam com alta tecnologia, são inovadores e com poucos ou nenhum similar no mercado nacional.

Tendo em vista toda essa credibilidade no mercado, Ricardo Padovan encontrou nela o que precisava. Após 4 anos de estudos na área de reabilitação em ortopedia, treinamento, cinesiologia e biomecânica, ele percebeu que grande parte das respostas que buscava estavam ligadas à eletromiografia.

Fisioterapeuta Ricardo Padovan palestrando sobre eletromiografia de superfície no V Simpósio Brasileiro de Pesca com Mosca, em Santo Antônio do Pinhal/SP
Fisioterapeuta Ricardo Padovan palestrando sobre eletromiografia de superfície no V Simpósio Brasileiro de Pesca com Mosca, em Santo Antônio do Pinhal/SP

Em 2004, Ricardo Padovan constatou que os melhores trabalhos nacionais com eletromiografia de superfície eram realizados com aparelhos de EMGs da marca MIOTEC.

Além disso, todos apresentavam uma proposta interessante nas opções de acessórios para serem acoplados ao EMGs, como Goniômetro, Célula de Carga e o Biofeedback.

Como a eletromiografia de superfície o ajudou?

Ricardo Padovan considera a eletromiografia de superfície como o principal fator que o diferenciou da concorrência. Utilizando essa tecnologia desde 2005, ele se tornou um dos pioneiros na utilização da EMG na prática clínica. Por meio dessa ferramenta, ele conseguiu entender o sistema locomotor de uma maneira única, clara e individualizada.

O profissional conta que, desde o início da sua profissão, a EMG o estimulou a ver o paciente como um ser único, dotado de particularidades físicas. Para Ricardo, é necessário ver o paciente como um ser singular, que deve receber um tratamento direcionado às individualidades de cada um.

Quais problemas ele enfrentava antes de poder contar com o eletromiógrafo?

Como o Dr. Ricardo Padovan trabalha com a reabilitação ortopédica e esportiva, muitas vezes, ele ficou sem respostas quando se questionava sobre algumas técnicas que eram utilizadas na reabilitação de seus pacientes, mesmo no entendimento de um gesto esportivo específico ou de um gesto normal da vida diária de um paciente.

Isso porque, desde a sua graduação até mesmo hoje em dia, ele observava muitos protocolos padronizados, como se todos os corpos fossem idênticos, funcionando e respondendo aos estímulos da mesma maneira, ou baseados em estudos de 20 a 30 anos atrás. Muitas vezes, esses estudos eram direcionados a um objetivo diferente daquele que o fisioterapeuta buscava.

A dificuldade era grande. Em muitos casos, ele se via obrigado a embasar seu protocolo de tratamento em estudos paralelos ao seu objetivo e, mesmo reabilitando seus pacientes com embasamento nas melhores referências bibliográficas, não tinha certeza que aquela conduta era a melhor para o caso.

Diante dessas dificuldades, o seu maior sonho era adquirir a eletromiografia de superfície, para trazer muitos dos trabalhos científicos estudados e já realizados para a prática clínica com os seus pacientes.

Quais são os principais usos desse equipamento e como ele ajuda os pacientes?

Depois de muitos anos de estudo, seu primeiro objetivo era entender o funcionamento do sistema locomotor. Foram centenas de eletrodos utilizados para reproduzir muitos experimentos, aprender sobre o recrutamento muscular e sua influência no funcionamento articular do sistema locomotor nas mais variadas situações.

Com o aproveitamento de todos os recursos do EMG da Miotec, é possível mensurar a força e a resistência muscular por meio da célula de carga. Isso ajuda a identificar possíveis desequilíbrios e dar rastreabilidade para o trabalho realizado. Assim, pode-se monitorar suas evoluções, e se necessário, fazer o controle das angulações articulares por meio do goniômetro biarticular.

Análise da força isométrica máxima dos músculos flexores de tronco.

Com o passar do tempo, a eletromiografia de superfície tornou-se parte do seu dia a dia no consultório. Hoje, ela é uma ferramenta quase que obrigatória na avaliação de algumas disfunções musculoesqueléticas, possibilitando diagnósticos mais precisos, além de planos de tratamento direcionados de acordo com a individualidade de cada caso e de cada paciente.

Para o Dr. Ricardo Padovan, esse trabalho, sem dúvida alguma, proporciona ao paciente um tratamento mais adequado, garantindo a qualidade, individualidade e menor tempo de reabilitação, além de quantificar os resultados de maneira rápida e segura.

Como o profissional da área de saúde pode aumentar sua receita e ter mais autonomia com esse equipamento?

O Dr. Ricardo Padovan tem pleno conhecimento de é possível aumentar a receita por meio da utilização da eletromiografia de superfície.

Mesmo que não sendo seu objetivo principal, esse aumento da receita foi uma consequência, pois, além do ganho direto com as avaliações, existe o valor indireto agregado ao trabalho, já que o paciente consegue observar, com facilidade, a qualidade e individualização do tratamento, valorizando o profissional e o tratamento realizado.

Além de tudo, a utilização da eletromiografia de superfície garante ao profissional a autonomia do seu trabalho, por embasar seus planos de tratamento ou protocolos de reabilitação em avaliações individualizadas, trabalhando de acordo com a necessidade de cada paciente.

Ricardo Padovan ainda conta que a eletromiografia de superfície é uma excelente ferramenta, que facilita o entendimento e amplia o conhecimento. Por meio dela, é possível levar o conhecimento restrito de laboratórios para dentro dos consultórios, proporcionando condições de trabalho que antes eram somente vistas nos grandes centros de pesquisa.

O Dr. Ricardo Padovan já atendeu diversos atletas de grande destaque no país, além disso, é recordista em canoagem por mais tempo remando. Isso significa que ele tem autoridade e conhecimento suficientes para falar das vantagens da eletromiografia de superfície, certo?

Você também quer ter acesso a essa tecnologia para oferecer o melhor tratamento na reabilitação de seus pacientes? Entre em contato conosco e saiba o como podemos ajudá-lo nessa missão!

Qual o impacto da produção científica na prática clínica?

Desde a década de 1990, o Brasil vê crescer sua produção científica e tem subido no ranking dos países que mais fazem publicações científicas. Esses artigos são uma forma de registrar descobertas e avanços na área da saúde e colaboram expressivamente para a prática clínica.

Isso porque tornam acessíveis informações que podem fazer diferença no atendimento. Além disso, produzem um impacto real na carreira dos médicos pesquisadores e trazem credibilidade e reconhecimento à área de especialização contemplada pelo estudo.

A existência da produção científica permite a atualização de conteúdos e práticas por parte de estudantes e profissionais. Isso faz a pesquisa ser cada vez mais importante como ferramenta aplicada à clínica. Saiba mais sobre esse tema a seguir! Boa leitura!

Amadurecimento das instituições de saúde

A produção científica proporciona o desenvolvimento de competências que auxiliam diretamente o avanço de práticas, conteúdos e procedimentos metodológicos nas instituições de saúde. Dessa forma, com um mecanismo de embasamento, as instituições tornam-se mais amparadas e instrumentalizadas.

Isso pode favorecer tanto o cotidiano como os âmbitos clínico e administrativo, já que as publicações auxiliam as instituições com ferramentas que traduzem o domínio e a experiência no contexto da saúde.

Interação com pesquisadores e outras culturas

Os profissionais da saúde que se tornam pesquisadores têm a chance de conhecer outras instituições científicas para ampliar e aprofundar seus estudos. O contato com outros pesquisadores e outras culturas pode trazer contribuições muito expressivas para a pesquisa e se tornar um diferencial na carreira.

Por meio de bolsas-sanduíche ou programas de pós-graduação fora do país, o profissional consegue estar a par de processos inovadores ou estudos mais avançados sobre diferentes temas. Isso é possível porque cada instituição acadêmica tem linhas específicas de estudo.

Diminuição de erros e falhas na prática clínica

Os artigos científicos produzidos na atualidade são uma ferramenta eficiente na análise crítica de procedimentos empregados na prática clínica. Quando se conhecem as limitações e os benefícios dos processos, os artigos contribuem para a diminuição de erros e falhas.

Ao tornando o conhecimento mais acessível para outros profissionais da saúde, os fatores prós e contras são avaliados mais seriamente. Assim, é possível compartilhar critérios defasados e propor novas abordagens conforme as descobertas aparecem nos artigos.

Aumento do número de pesquisadores na saúde

Em comparação com os países que têm nível socioeconômico equivalente ao do Brasil, as revistas científicas internacionais ainda têm, em sua maioria, pesquisadores da China, da Índia ou da África do Sul.

Produzir uma pesquisa científica, além do apoio à prática clínica, amplia os resultados brasileiros na área acadêmica. Isso significa maior facilidade de obtenção de recursos para outras pesquisas e, consequentemente, melhorias nos processos médicos atingidos pelos estudos.

A produção científica no campo da saúde não fica restrita ao ambiente acadêmico: ao contrário, é muito importante para a prática clínica e os desenvolvimentos na área de estudo. Procure saber quais são as instituições em sua área de interesse para ter acesso aos artigos mais relevantes.

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Por que atualizar o eletromiógrafo? Saiba neste artigo!

O eletromiógrafo é um dos equipamentos mais importantes para o atendimento fisioterápico e de reabilitação. Com grande tecnologia, oferece uma visão precisa sobre a atuação muscular, contribui para o diagnóstico e para os tratamentos. Como qualquer recurso tecnológico, entretanto, precisa ser melhorado com o passar do tempo. Nesse cenário, atualizar o eletromiógrafo é indispensável.

Apesar da importância dessa tarefa, muitos profissionais ainda têm dúvidas sobre o procedimento — seja como acontece a etapa, seja o porquê de fazê-la. O fato é que sem essa ação o atendimento pode ser comprometido, o que deve ser evitado.

Para que não restem dúvidas, veja os principais motivos para atualizar o eletromiógrafo e saiba como fazer.

Quando é o momento de fazer a atualização?

Nem todo equipamento precisa de uma nova versão, já que um conjunto de fatores deve ser considerado. Paralelamente, deixar que o aparelho exceda o tempo necessário de upgrade compromete a atuação profissional e a saúde dos pacientes. O ideal é verificar, continuamente, alguns aspectos principais e entre eles estão:

Tempo de uso

Quanto maior é o período de atividade do eletromiógrafo, maiores são o desgaste de seus componentes e a defasagem da tecnologia. Embora o equipamento tenha caráter durável, há um prazo máximo de uso com confiabilidade, segurança e consistência com os recursos atuais.

Em geral, aparelhos com 5 ou mais anos de utilização devem ser atualizados para que entreguem os resultados adequados. Se, durante essa fase, a atividade foi especialmente intensa, torna-se importante realizar o upgrade.

Inatividade

Ao mesmo tempo em que o uso motiva a troca, a falta dele é outro fator que leva à necessidade de atualização. Quando os componentes eletrônicos não são utilizados com frequência, o resultado é que os itens não funcionarão em médio e longo prazo como é o caso das baterias que ficam longos períodos sem serem recarregadas.

A grande quantidade de circuitos eletrônicos e recursos especiais exige que o eletromiógrafo esteja sempre em atividade. Por causa desse elemento, o equipamento que estiver parado há mais de um ano precisa ser atualizado.

Funcionamento

Quando os padrões de conexão estão defasados ou quando componentes não funcionam direito, é chegado o momento de fazer a troca. Isso acontece porque os efeitos não são apresentados conforme deveriam, o que causa dúvidas e dificuldades no atendimento.

Nesse quesito, um fator especial tem que ser considerado: a obsolescência. A tecnologia avança rapidamente e o equipamento passa por transformações diversas. O modo de medir a atividade dos músculos e de apresentar os resultados varia com as novas versões, que tendem a ser mais precisas e eficientes.

Com isso, o eletromiógrafo ainda pode funcionar, mas já está atrasado em relação a tecnologias inéditas. Como estudos demonstram, a gestão de ativos tecnológicos tem que considerar esse aspecto quando uma nova versão supera a anterior.

Aparência

Muitas vezes, o equipamento ainda funciona conforme deveria, mas já apresenta sinais de desgaste. É o que ocorre se o aparelho aparece manchado, riscado, amassado ou com outros aspectos que afetam a sua aparência.

Ainda que ele ofereça os resultados esperados, o visual indica que o uso extensivo já causa alguma modificação no item. Desse modo, é necessário realizar a etapa, antes que o ponto de falha e de troca seja atingido.

Quais são as mudanças geradas ao atualizar o eletromiógrafo?

Atualizar o eletromiógrafo leva a transformações facilmente percebidas. Elas servem para deixá-lo ainda melhor e afetam diretamente a maneira como o uso é realizado. Entre os pontos que são mais impactados, estão:

Sensores

Com o avanço da tecnologia, os sensores conseguem realizar uma captação muito precisa e segura. Os materiais condutores têm melhores propriedades e o armazenamento de informações é favorecido. Como resultado, há maior sensibilidade no funcionamento do equipamento, o que contribui para a sua atuação.

Conexões

Já que os sensores se modificam, as conexões eletrônicas do eletromiógrafo também se transformam. Os pontos de contato com a pele, por exemplo, ficam avançados e ganham especial qualidade. Além disso, a integração entre sensores e demais componentes é favorecida, o que ajuda na transferência segura e na leitura adequada dos dados.

Acessórios

Outra mudança que ocorre ao atualizar o eletromiógrafo é a inclusão de acessórios. A elevação do nível tecnológico permite que outros recursos complementares façam parte, como modos inéditos de apresentação ou leitura de dados e novas funções de atuação. Desse jeito, há máxima versatilidade e excelente desempenho.

Design

A identidade visual é uma parte importante para o atendimento fisioterápico. Ter uma boa decoração de clínica transmite a imagem certa para os pacientes e contribui, até mesmo, com a fidelização. Com a atualização, o design ganha uma cara nova e se apresenta de maneira muito mais consistente com as tendências e os interesses correntes.

Por que é importante mantê-lo atualizado?

Atualizar o eletromiógrafo é necessário, acima de tudo, por causa da segurança em atendimento. Um equipamento sem revisão ou defasado talvez ofereça dados imprecisos ou até incorretos, já que os sensores estão desgastados. Inclusive, o aparelho pode causar acidentes, que afetam a credibilidade do profissional.

Por falar nisso, a atuação na clínica ganha confiança quando um recurso atualizado é empregado. O uso de um item moderno, novo e com grande tecnologia não passa despercebido e gera, até mesmo, aumento da satisfação de atendimento. Como consequência, a fidelização é bem menos complexa.

Outro ponto é em relação aos custos. Um equipamento defasado começa a demandar um volume maior de manutenções, tanto preventivas quanto corretivas. Ao somar tal elemento à depreciação, há um aumento dos gastos. Já com um recurso novo é mais fácil e barato manter a operação conforme o esperado.

Como é feito o processo com a Miotec?

Especialista em apresentar o máximo de tecnologia em seus equipamentos, a Miotec oferece, continuamente, novas versões do eletromiógrafo. Ao adquirir um item com a marca, a etapa acontece segundo um processo estruturado.

Tudo começa com uma avaliação do elemento, que pode sofrer um reparo ou troca de componentes danificados. Há, ainda, uma atualização da identidade visual e de diversos itens, como o gabinete, bateria e conectores.

O que também passa por mudanças são os padrões de segurança, que se tornam adaptados às novas necessidades. Os equipamentos com 2 canais são convertidos para 4 canais disponíveis de forma inteiramente segura.

O grande destaque ao atualizar o eletromiógrafo na Miotec, entretanto, é a renovação da garantia do desempenho do produto. Independentemente da data de fabricação, são concedidos novos 6 meses de proteção quanto ao funcionamento.

Ao atualizar o eletromiógrafo, é possível ter um atendimento mais capacitado e seguro. Como resultado, os pacientes ficarão satisfeitos e a atividade ganhará credibilidade. Com a Miotec, o processo se torna ainda melhor, com garantia estendida de 6 meses.

Entre em contato com a Miotec e tenha mais informações sobre a etapa!