Qual o impacto da produção científica na prática clínica?

Desde a década de 1990, o Brasil vê crescer sua produção científica e tem subido no ranking dos países que mais fazem publicações científicas. Esses artigos são uma forma de registrar descobertas e avanços na área da saúde e colaboram expressivamente para a prática clínica.

Isso porque tornam acessíveis informações que podem fazer diferença no atendimento. Além disso, produzem um impacto real na carreira dos médicos pesquisadores e trazem credibilidade e reconhecimento à área de especialização contemplada pelo estudo.

A existência da produção científica permite a atualização de conteúdos e práticas por parte de estudantes e profissionais. Isso faz a pesquisa ser cada vez mais importante como ferramenta aplicada à clínica. Saiba mais sobre esse tema a seguir! Boa leitura!

Amadurecimento das instituições de saúde

A produção científica proporciona o desenvolvimento de competências que auxiliam diretamente o avanço de práticas, conteúdos e procedimentos metodológicos nas instituições de saúde. Dessa forma, com um mecanismo de embasamento, as instituições tornam-se mais amparadas e instrumentalizadas.

Isso pode favorecer tanto o cotidiano como os âmbitos clínico e administrativo, já que as publicações auxiliam as instituições com ferramentas que traduzem o domínio e a experiência no contexto da saúde.

Interação com pesquisadores e outras culturas

Os profissionais da saúde que se tornam pesquisadores têm a chance de conhecer outras instituições científicas para ampliar e aprofundar seus estudos. O contato com outros pesquisadores e outras culturas pode trazer contribuições muito expressivas para a pesquisa e se tornar um diferencial na carreira.

Por meio de bolsas-sanduíche ou programas de pós-graduação fora do país, o profissional consegue estar a par de processos inovadores ou estudos mais avançados sobre diferentes temas. Isso é possível porque cada instituição acadêmica tem linhas específicas de estudo.

Diminuição de erros e falhas na prática clínica

Os artigos científicos produzidos na atualidade são uma ferramenta eficiente na análise crítica de procedimentos empregados na prática clínica. Quando se conhecem as limitações e os benefícios dos processos, os artigos contribuem para a diminuição de erros e falhas.

Ao tornando o conhecimento mais acessível para outros profissionais da saúde, os fatores prós e contras são avaliados mais seriamente. Assim, é possível compartilhar critérios defasados e propor novas abordagens conforme as descobertas aparecem nos artigos.

Aumento do número de pesquisadores na saúde

Em comparação com os países que têm nível socioeconômico equivalente ao do Brasil, as revistas científicas internacionais ainda têm, em sua maioria, pesquisadores da China, da Índia ou da África do Sul.

Produzir uma pesquisa científica, além do apoio à prática clínica, amplia os resultados brasileiros na área acadêmica. Isso significa maior facilidade de obtenção de recursos para outras pesquisas e, consequentemente, melhorias nos processos médicos atingidos pelos estudos.

A produção científica no campo da saúde não fica restrita ao ambiente acadêmico: ao contrário, é muito importante para a prática clínica e os desenvolvimentos na área de estudo. Procure saber quais são as instituições em sua área de interesse para ter acesso aos artigos mais relevantes.

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Por que atualizar o eletromiógrafo? Saiba neste artigo!

O eletromiógrafo é um dos equipamentos mais importantes para o atendimento fisioterápico e de reabilitação. Com grande tecnologia, oferece uma visão precisa sobre a atuação muscular, contribui para o diagnóstico e para os tratamentos. Como qualquer recurso tecnológico, entretanto, precisa ser melhorado com o passar do tempo. Nesse cenário, atualizar o eletromiógrafo é indispensável.

Apesar da importância dessa tarefa, muitos profissionais ainda têm dúvidas sobre o procedimento — seja como acontece a etapa, seja o porquê de fazê-la. O fato é que sem essa ação o atendimento pode ser comprometido, o que deve ser evitado.

Para que não restem dúvidas, veja os principais motivos para atualizar o eletromiógrafo e saiba como fazer.

Quando é o momento de fazer a atualização?

Nem todo equipamento precisa de uma nova versão, já que um conjunto de fatores deve ser considerado. Paralelamente, deixar que o aparelho exceda o tempo necessário de upgrade compromete a atuação profissional e a saúde dos pacientes. O ideal é verificar, continuamente, alguns aspectos principais e entre eles estão:

Tempo de uso

Quanto maior é o período de atividade do eletromiógrafo, maiores são o desgaste de seus componentes e a defasagem da tecnologia. Embora o equipamento tenha caráter durável, há um prazo máximo de uso com confiabilidade, segurança e consistência com os recursos atuais.

Em geral, aparelhos com 5 ou mais anos de utilização devem ser atualizados para que entreguem os resultados adequados. Se, durante essa fase, a atividade foi especialmente intensa, torna-se importante realizar o upgrade.

Inatividade

Ao mesmo tempo em que o uso motiva a troca, a falta dele é outro fator que leva à necessidade de atualização. Quando os componentes eletrônicos não são utilizados com frequência, o resultado é que os itens não funcionarão em médio e longo prazo como é o caso das baterias que ficam longos períodos sem serem recarregadas.

A grande quantidade de circuitos eletrônicos e recursos especiais exige que o eletromiógrafo esteja sempre em atividade. Por causa desse elemento, o equipamento que estiver parado há mais de um ano precisa ser atualizado.

Funcionamento

Quando os padrões de conexão estão defasados ou quando componentes não funcionam direito, é chegado o momento de fazer a troca. Isso acontece porque os efeitos não são apresentados conforme deveriam, o que causa dúvidas e dificuldades no atendimento.

Nesse quesito, um fator especial tem que ser considerado: a obsolescência. A tecnologia avança rapidamente e o equipamento passa por transformações diversas. O modo de medir a atividade dos músculos e de apresentar os resultados varia com as novas versões, que tendem a ser mais precisas e eficientes.

Com isso, o eletromiógrafo ainda pode funcionar, mas já está atrasado em relação a tecnologias inéditas. Como estudos demonstram, a gestão de ativos tecnológicos tem que considerar esse aspecto quando uma nova versão supera a anterior.

Aparência

Muitas vezes, o equipamento ainda funciona conforme deveria, mas já apresenta sinais de desgaste. É o que ocorre se o aparelho aparece manchado, riscado, amassado ou com outros aspectos que afetam a sua aparência.

Ainda que ele ofereça os resultados esperados, o visual indica que o uso extensivo já causa alguma modificação no item. Desse modo, é necessário realizar a etapa, antes que o ponto de falha e de troca seja atingido.

Quais são as mudanças geradas ao atualizar o eletromiógrafo?

Atualizar o eletromiógrafo leva a transformações facilmente percebidas. Elas servem para deixá-lo ainda melhor e afetam diretamente a maneira como o uso é realizado. Entre os pontos que são mais impactados, estão:

Sensores

Com o avanço da tecnologia, os sensores conseguem realizar uma captação muito precisa e segura. Os materiais condutores têm melhores propriedades e o armazenamento de informações é favorecido. Como resultado, há maior sensibilidade no funcionamento do equipamento, o que contribui para a sua atuação.

Conexões

Já que os sensores se modificam, as conexões eletrônicas do eletromiógrafo também se transformam. Os pontos de contato com a pele, por exemplo, ficam avançados e ganham especial qualidade. Além disso, a integração entre sensores e demais componentes é favorecida, o que ajuda na transferência segura e na leitura adequada dos dados.

Acessórios

Outra mudança que ocorre ao atualizar o eletromiógrafo é a inclusão de acessórios. A elevação do nível tecnológico permite que outros recursos complementares façam parte, como modos inéditos de apresentação ou leitura de dados e novas funções de atuação. Desse jeito, há máxima versatilidade e excelente desempenho.

Design

A identidade visual é uma parte importante para o atendimento fisioterápico. Ter uma boa decoração de clínica transmite a imagem certa para os pacientes e contribui, até mesmo, com a fidelização. Com a atualização, o design ganha uma cara nova e se apresenta de maneira muito mais consistente com as tendências e os interesses correntes.

Por que é importante mantê-lo atualizado?

Atualizar o eletromiógrafo é necessário, acima de tudo, por causa da segurança em atendimento. Um equipamento sem revisão ou defasado talvez ofereça dados imprecisos ou até incorretos, já que os sensores estão desgastados. Inclusive, o aparelho pode causar acidentes, que afetam a credibilidade do profissional.

Por falar nisso, a atuação na clínica ganha confiança quando um recurso atualizado é empregado. O uso de um item moderno, novo e com grande tecnologia não passa despercebido e gera, até mesmo, aumento da satisfação de atendimento. Como consequência, a fidelização é bem menos complexa.

Outro ponto é em relação aos custos. Um equipamento defasado começa a demandar um volume maior de manutenções, tanto preventivas quanto corretivas. Ao somar tal elemento à depreciação, há um aumento dos gastos. Já com um recurso novo é mais fácil e barato manter a operação conforme o esperado.

Como é feito o processo com a Miotec?

Especialista em apresentar o máximo de tecnologia em seus equipamentos, a Miotec oferece, continuamente, novas versões do eletromiógrafo. Ao adquirir um item com a marca, a etapa acontece segundo um processo estruturado.

Tudo começa com uma avaliação do elemento, que pode sofrer um reparo ou troca de componentes danificados. Há, ainda, uma atualização da identidade visual e de diversos itens, como o gabinete, bateria e conectores.

O que também passa por mudanças são os padrões de segurança, que se tornam adaptados às novas necessidades. Os equipamentos com 2 canais são convertidos para 4 canais disponíveis de forma inteiramente segura.

O grande destaque ao atualizar o eletromiógrafo na Miotec, entretanto, é a renovação da garantia do desempenho do produto. Independentemente da data de fabricação, são concedidos novos 6 meses de proteção quanto ao funcionamento.

Ao atualizar o eletromiógrafo, é possível ter um atendimento mais capacitado e seguro. Como resultado, os pacientes ficarão satisfeitos e a atividade ganhará credibilidade. Com a Miotec, o processo se torna ainda melhor, com garantia estendida de 6 meses.

Entre em contato com a Miotec e tenha mais informações sobre a etapa!

Área da Saúde: como realizar pesquisas em bases de dados?

Realizar pesquisas em bases de dados é a forma mais rápida e segura para você se informar e produzir argumentos sólidos e de impacto, utilizando a literatura científica.

Contendo um amplo acervo digital de informações e reunindo centenas de livros, revistas científicas e artigos, as bases de dados são sistemas indispensáveis para quem necessita de conteúdos confiáveis, principalmente da área da saúde.

Assim, você pode contar com bases de dados como o SciELO, PubMed e PEDro, as quais possuem um vasto conteúdo sobre ciências médicas em geral, assim como conteúdos mais voltados para alguns profissionais, como no caso do PEDro para fisioterapeutas.

Pensando nisso, apresentamos, ao longo deste artigo, excelentes dicas para aprimorar o seu método de pesquisa. Boa leitura!

Faça consultas por palavra

Para encontrar o que deseja, você deve pensar quais são as palavras chaves necessárias para cada conteúdo. Por exemplo, se você está procurando textos sobre tratamentos fisioterápicos específicos para idosos, deve procurar ambas as palavras, fisioterapia e idosos.

Além disso, para facilitar a sua pesquisa, você deve evitar o uso de letras maiúsculas e também o plural, para que o sistema encontre essas palavras em todos os textos que as contém de forma rápida e sem falhas.

Utilize a indexação para otimizar suas pesquisas em bases de dados

Para tornar sua pesquisa ainda mais efetiva, você deve optar pelo uso dos índices, que são ferramentas que descrevem o conteúdo dos artigos, livros ou revistas, indexando-os conforme os assuntos presentes de maior relevância.

Assim, essa opção facilitará sua pesquisa, à medida empregará conjuntos de dados específicos. Ao procurar, por exemplo, sobre equipamentos utilizados na fonoaudiologia para crianças com paralisia facial, o sistema lhe direcionará para conteúdos já indexados que apresentem essas informações.

Aprenda o significado de alguns símbolos e palavras

Para facilitar as suas pesquisas em bases de dados, você deve saber como utilizar alguns símbolos ou palavras para que ela seja o mais fiel possível com o que você está procurando. Para isso, você deverá utilizar o recurso de busca avançada.

Assim, o uso da palavra “and” sempre deve ser aplicada quando você deseja buscar ambos os termos que você digitou. Voltando ao exemplo dado no primeiro tópico, a sua pesquisa de tratamentos fisioterápicos para idosos deve ser da seguinte maneira: fisioterapia and idosos.

O uso do “or” entre as palavras da sua pesquisa significa que você está procurando ambos os termos, presentes no mesmo artigo ou não. A palavra “not”, por sua vez, indica que você não deseja que certo termo seja buscado.

Por exemplo, se você quer pesquisar sobre os tratamentos fisioterápicos que não incluem os idosos, deve pesquisar: fisioterapia not idosos. Além disso, não utilize mais de um espaço entre as palavras, pois, isso pode prejudicar o sistema e dificultar sua busca.

Símbolos como o “$” podem ser úteis quando você está procurando sobre um tema, como a farmacologia, mas também gostaria de buscar sobre farmacologistas, farmacológico entre outros termos, podendo escrever a palavra assim: farmacolog$.

Agora é só sentar em frente do computador e iniciar as pesquisas em bases de dados da área da saúde! Com as nossas dicas, temos certeza que você encontrará o que deseja com eficiência e agilidade.

Gostou do nosso artigo? Então, leia, também, sobre como transmitir informações da literatura científica com clareza para os seus pacientes!

Tecnologia na reabilitação de pacientes: qual sua importância?

Nos últimos anos, os avanços tecnológicos mudaram drasticamente o mundo da fisioterapia. Antes, mesmo com tratamento, muitos pacientes com lesões no sistema nervoso ou ortopédicas não conseguiam atingir um mínimo de independência. Porém, o uso da tecnologia na reabilitação vem possibilitando a melhoraria da qualidade de vida dessas pessoas.

Pacientes lesionados por acidentes, AVC (Acidente Vascular Cerebral) e outras doenças, hoje ganham a chance de reduzir ou eliminar dores, melhorar suas funções, reduzir a atrofia muscular e estimular os nervos. A tecnologia, aliada à fisioterapia, proporciona tratamentos mais interativos, envolventes e que realmente motivam o paciente.

Quer saber como a tecnologia pode ajudar na reabilitação de pacientes? Então confira no post de hoje!

Tecnologia na reabilitação: Tecnologia da Informação

A reabilitação é uma parte essencial do processo de recuperação após danos cerebrais, como aqueles causados por AVC, meningite, paradas cardiorrespiratórias e outras. A tecnologia pode desempenhar um papel importante na recuperação dessas pessoas.

Terapias baseadas em TI podem ajudar pacientes, por exemplo, a recuperar uma parte da sua visão perdida e aproveitar ao máximo a visão que permanece após uma lesão cerebral.

Hoje, a maioria das pessoas tem acesso a um computador, smartphone ou tablet. Numerosos aplicativos úteis e ferramentas on-line estão disponíveis para instalar em seu dispositivo. Eles podem ser úteis tanto para pacientes como para cuidadores e familiares. Eis alguns exemplos de aplicativos:

Conversor de texto em fala

Esse tipo de tecnologia possibilita que o paciente com perda da fala consiga se comunicar. Basicamente funciona com a inserção de texto e conversão do mesmo em voz, automaticamente.

É possível encontrar esse serviço gratuito para baixar no celular e é de fácil utilização. O paciente pode utilizar esse tipo de aplicativo para qualquer finalidade, incluindo usos comerciais.

Aplicativos para afasia

Esses aplicativos ajudam a pacientes com afasia e distúrbios de comunicação, como o autismo, doença de Alzheimer e muitos outros distúrbios que podem afetar a fala. Os usuários podem tirar fotos de várias coisas e anexar palavras ou frases.

Isso os ajuda a transmitir informações básicas diárias àqueles que os rodeiam, como por exemplo:

  • “Estou com fome.”
  • “Preciso ir ao banheiro.”
  • “Quero tomar banho.”
  • “Quero passear.”

Gameterapia

A “Gameterapia” é outro tipo de tecnologia com resultados positivos na reabilitação de pacientes, principalmente as crianças com paralisia cerebral (PC). Esses jogos podem ser utilizados para melhorar os movimentos musculares.

A gameterapia também pode ser utilizada para a melhoria do equilíbrio e mobilidade em pacientes idosos, produzindo resultados mais significativos que a fisioterapia tradicional. Estudos mostram que a gameterapia envolve por mais tempo a atenção dos pacientes, fazendo com que eles gastem mais tempo nas seções.

Segundo pesquisadores, alguns fatores-chave no design dos jogos, incluindo a possibilidade de escolha, recompensas e objetivos, também podem levar a uma maior motivação e engajamento dos pacientes.

Tecnologia na reabilitação: Robótica

A robótica é uma das indústrias mais promissoras para a medicina. Os robôs não só podem ser úteis, mas também salvar vidas e torná-las melhores. Seu potencial na reabilitação parece ser ilimitado.

Suas tecnologias terapêuticas podem combinar exercícios de movimento autodirigidos com feedback de desempenho. Assim, são projetadas para aumentar a amplitude de movimentos, força, resistência e facilitar que o paciente inicie movimentos por conta própria.

Dispositivos de feedback para a coordenação motora

Atualmente, essa área criou e desenvolveu dispositivos de feedback de movimento sem fio e softwares de fisioterapia, dedicados à reabilitação funcional das extremidades superior e inferior. Dados biomecânicos quantitativos permitem a avaliação objetiva e acompanhamento do tratamento fisioterápico.

Órteses para controle de movimento

A robótica proporcionou a criação de órteses mais avançadas. Existem órteses atualmente no mercado que permitem aos pacientes, por exemplo, iniciar e controlar os movimentos de um braço parcialmente paralisado, usando seus próprios sinais musculares através da flexão/extensão do cotovelo e função de agarrar.

Dispositivos para envio de sinais elétricos

Esse tipo de dispositivo é capaz de enviar correntes elétricas aos braços ou pernas de um paciente com perda de movimentos. Ele envia sinalização para contrair e realizar movimentos que, de outra forma, seriam impossíveis.

Viu como a tecnologia na reabilita de paciente hoje faz toda a diferença? Se você quer saber mais sobre o assunto, descubra como a tecnologia pode ser uma aliada do profissional!

Saiba a importância de fazer uma revisão do eletromiógrafo!

Fazer a revisão do eletromiógrafo corretamente é essencial para garantir o pleno funcionamento do aparelho, assim como auxiliar no desenvolvimento das estratégias terapêuticas adotadas pelos profissionais da saúde.

A revisão do eletromiógrafo deve ser utilizada como ferramenta de manutenção preventiva.  Para que seja efetivo, o procedimento deve contemplar não somente o aparelho em si, mas também os sensores e os acessórios que o acompanham.

Importante no papel de atualização do equipamento, a revisão deve verificar os sistemas de inovação que podem melhorar a tecnologia do aparelho, de modo a contribuir para que os profissionais estejam com o seu instrumento de trabalho em dia. Confira este artigo e entenda por que a revisão do eletromiógrafo é importante!

Boa leitura!

O que é a revisão do eletromiógrafo?

Utilizado para verificar o funcionamento dos eletromiógrafos das linhas Miotool, New Miotool e seus correlatos, a revisão do equipamento realiza uma minuciosa avaliação para indicar possíveis consertos e melhorias que podem ser feitas para potencializar o desempenho do aparelho.

Por meio de um laudo de serviço são feitos os apontamentos para a realização de reparos e as recomendações de atualização de peças ou componentes. O sistema de identificação de avarias permite colocar o aparelho em pleno funcionamento e detecta os sistemas de inovação disponíveis para o modelo

Em quais casos a revisão nos equipamentos, sensores e acessórios é indicada?

Tanto o uso prolongado quanto a falta de uso gera a necessidade de uma revisão completa no equipamento, nos sensores e nos acessórios. O laudo de revisão e a manutenção preventiva são válidos por 12 meses. Após esse período é indicado realizar uma nova revisão.

Alguns fatores podem ser determinantes para a necessidade de revisar o eletromiógrafo, tais como inatividade do aparelho há mais de seis meses ou indícios de falha no seu funcionamento, por exemplo. Sugere-se a revisão de aparelhos com mais de dois anos de uso ou de fabricação

Como é feita a revisão do eletromiógrafo?

A revisão engloba todos os aspectos relacionados ao eletromiógrafo, desde a sua conexão com o computador até o nível de carga de sua bateria. São averiguados os produtos acessórios como cabo USB, cabo de referência e carregador de bateria, identificando as falhas de desempenho, caso houver.

Uma vez identificados os problemas, é emitido um laudo técnico. Após sua elaboração, o laudo é revisado por engenheiros capacitados, responsáveis por aprovar o parecer.

Depois de liberado, o laudo é encaminhado para o setor comercial — que, a partir deste, emitirá um orçamento, disponibilizando ao cliente as indicações de serviços necessários para a adequação do produto, assim como sugestões de atualização.

Qual é o papel do técnico na revisão do eletromiógrafo?

Treinados e capacitados para executar as tarefas previstas nas instruções de trabalho, o técnico documenta cada procedimento até a emissão do laudo. O parecer técnico indica a conformidade dos produtos com os parâmetros de testes estabelecidos pelo fabricante do produto pela Miotec.

A execução do serviço de revisão atende às exigências normativas, assegurando as boas práticas de produção do equipamento.

Qual é o prazo para a emissão do orçamento de reparos e atualizações?

Em até 3 dias úteis após a emissão da Ordem de Serviço, é emitido um laudo com detalhes dos processos a serem realizados — assim como sobre as peças que devem trocadas, quando há essa necessidade. 

Durante esse prazo, são executados testes para a realização da investigação de avarias e captação de sinais. A partir do laudo elabora-se um orçamento, indicando, assim, o valor para a execução dos reparos indicados pelos técnicos.

Quais são os benefícios da revisão do eletromiógrafo?

Detalhamento dos exames diagnósticos musculares

Relevante na análise clínica dos estados de ativação do músculo, a revisão constante do equipamento assegura que a aquisição dos sinais do eletromiógrafo serão analisadas corretamente.

Independentemente do tipo do aparelho, a eletromiografia deve analisar com precisão a intensidade de sua ativação, a duração da atividade e a variação de cada ciclo. A instrumentação deve estar adequada para captar cada nuance dos sinais, sendo cada vez mais precisa e detalhada.

Comunicação do aparelho com o software

O sinal obtido pelo corpo humano é emitido pelo aparelho de modo analógico, ao passo que sua visualização e medida se dá pelo sinal digital, registrado pela comunicação do equipamento a um computador que contém o software de leitura.

Para que a conversão do estímulo seja registrada corretamente, os parâmetros devem estar ajustados na aquisição do sinal EMG, segundo os componentes (filtros, eletrodo, amplificadores), frequência de amostragem e armazenagem correta dos dados. A revisão faz com que a detecção seja empregada sem ruídos e amplificada da maneira certa.

Softwares constantemente atualizados

Como todo aparelho que utiliza a tecnologia como ferramenta, os programas de diagnóstico por eletromiografia recebem atualizações constantes. Isso significa que periodicamente são lançadas novas versões dos softwares, visando melhorias de captação de sinal, armazenamento e visualização dos dados.

Com a revisão, novos recursos podem ser adicionados, trazendo maior credibilidade tanto para o profissional de saúde quanto para a terapia aplicada. Nesse processo também são minimizadas a ocorrência de bugs, contribuindo para a realização dos exames.

Como a manutenção preventiva auxilia no funcionamento do aparelho?

Realizar a revisão de acordo com as condições previstas pelo fabricante aumenta a vida útil do aparelho e garante o seu pleno funcionamento. Com seus acessórios calibrados corretamente, os exames se tornam mais rigorosos

Por ser uma aliada no trabalho do terapeuta, a tecnologia está naturalmente em um processo contínuo de revisão, necessitando ajustes para garantir compatibilidade com os equipamentos.

Por que entrar em contato com a Miotec?

Oferecendo um serviço de excelência na revisão de seus produtos, a Miotec trabalha com os melhores equipamentos diagnósticos, empenhados em melhorar a condição de uso e a durabilidade dos equipamentos. 

Agora que você já sabe os benefícios da revisão do eletromiógrafo, entre em contato com a Miotec para solicitar o seu orçamento! Basta acessar o site para fornecer seus dados, mandar um e-mail para miotec@miotec.com.br ou ligar nos telefones (51) 3061 1111 e (51) 3227 0023.

Garanta o funcionamento do seu equipamento com os melhores técnicos do mercado! 

Conheça as 4 principais bases de dados em saúde

Para quem é recém-formado ou já concluiu a graduação há algum tempo, uma das formas de se manter em sintonia com as novidades do mercado é recorrer à boas fontes de estudo online.

No entanto, é preciso buscar sites confiáveis, que tenham autoridade sobre o conteúdo e respaldo na autoria. Por isso, o artigo de hoje lista as 4 principais bases de dados em saúde.

Primeiramente, vamos falar sobre a importância desses portais para o aprimoramento profissional e para o acompanhamento das tendências e mudanças na área da reabilitação.

Faça uma boa leitura e tenha um ótimo aprendizado!

Entenda a importância das bases de dados em saúde

A área da saúde é uma das que mais exige aprimoramento constante desde a conclusão da graduação, especialmente quando se atua no setor da reabilitação.

Para ser reconhecido como uma referência tanto por seus pacientes quanto pelos colegas, o profissional deve investir na ampliação dos conhecimentos teóricos e práticos, acompanhando a evolução do mercado e o surgimento de novas tecnologias ou tratamentos.

Nesse sentido, as bases de dados em saúde são uma ferramenta de extrema importância para a formação continuada de maneira online.

Trata-se de um recurso disponível 24 horas por dia, que pode ser acessado gratuitamente de qualquer lugar — basta ter acesso à internet.

Entretanto, é preciso buscar portais de reputação comprovada, que ofereçam conteúdo qualificado e relevante, produzido por pesquisadores cuja produção científica contribui, ao longo dos anos, para o fortalecimento do ramo da reabilitação e da área de saúde de forma geral.

Portanto, conheça, a seguir, as 4 principais bases de dados em saúde e saiba onde encontrar informações seguras e atuais, que podem contribuir com o seu crescimento pessoal e profissional.

1. Portal de periódicos da Capes

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) é um órgão do governo federal, vinculado ao Ministério de Educação (MEC), destinado ao fomento dos cursos de mestrado e doutorado em todo o país.

O portal de periódicos da Capes é uma biblioteca virtual que reúne mais de 30 mil títulos da produção científica internacional, com destaque para os jornais e revistas periódicos nos mais diversos setores da saúde.

2. Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE)

MEDLINE é a sigla para o termo em inglês Medical Literature Analysis and Retrieval System Online, que significa Sistema Online de Busca e Análise de Literatura Médica.

Trata-se de uma base de dados em saúde que concentra o acervo da Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA, a US National Library of Medicine’s (NLM).

Estão disponíveis para pesquisa cerca de 11 milhões de textos produzidos nos EUA e em outros 70 países, abrangendo o estudo e pesquisa em medicina, fisioterapia, biomedicina e outras áreas do conhecimento.

3. Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS)

O LILACS pode ser definido como a biblioteca virtual do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, popularmente chamado de BIREME.

O acervo disponível na LILACS é construído de forma colaborativa por meio de uma plataforma do BIREME e reúne toda a literatura acadêmica da área da saúde produzida por pesquisadores latino-americanos desde 1982.

São teses, livros, anais de congressos ou conferências, artigos, publicações governamentais e relatórios técnico-científicos que totalizam mais de 350 mil registros na atualidade.

4. Scientific Electronic Library Online  (SciELO)

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), em parceria com o BIREME, conduziu um projeto de pesquisa que deu origem à SciELO, que na tradução para o português significa Biblioteca Eletrônica Científica Online.

O portal reúne uma vasta coleção de periódicos acadêmicos produzidos no Brasil nas mais diversas áreas do conhecimento, incluindo medicina, fisioterapia e enfermagem.

Agora que você já sabe quais são as principais bases de dados em saúde e como elas são importantes para o acompanhamento das tendências em reabilitação, confira um artigo sobre a importância da tecnologia na recuperação de pacientes.

Você sabe como categorizar uma produção científica?

Saber como categorizar uma produção científica é essencial para entender como funcionam os métodos e as aplicações dos estudos feitos na área do conhecimento. Toda a medicina é fundamentada em evidências, por isso, a pesquisa científica garante a continuidade no desenvolvimento de métodos clínicos curativos.

As escalas de evidência têm como finalidade determinar o tipo de estudo mais adequado para o procedimento clínico, como forma de efetivar melhor os procedimentos na conduta médica. Entenda neste texto os tipos de estudo na área da saúde, compreendendo suas finalidades e aplicação na prática.

Estudos observacionais: método por associação

Os estudos observacionais são realizados principalmente com técnicas de pesquisa baseadas na observação. A análise é feita a partir de correlações ou de associações que são efetuadas em cima de dois ou mais elementos.

Estudos de observação são desenvolvidos no intuito de conectar elementos ligados ao tema como fatores de variação e influência. Os estudos observacionais podem ser ainda:

  • Transversais: análises que levam em conta um recorte de tempo e/ou espaço de determinada categoria a ser estudada;
  • Caso-controle: análises que tratam de estudar casos que já aconteceram e buscam ser compreendidos posteriormente;
  • Coorte: análises prospectivas, ou aquelas que utilizam um grupo específico de pessoas por um tempo determinado.

Estudos de intervenção: causa e efeito

O tipo mais utilizado para diagnosticar dados de causa e efeito, os estudos de intervenção são realizados clinicamente, por meios controlados. Eles são feitos com grupos de pessoas que não possuem nenhuma característica específica, ou seja, são aleatórias.

Nos estudos de intervenção, são acompanhados, no mínimo, dois grupos, em que serão examinados os efeitos de drogas, procedimentos e operações nutricionais.

Revisões sistemáticas: projeção na pesquisa

Para as pesquisas que exigem um quadro clínico mais demarcado, as revisões sistemáticas são as mais adequadas. Os critérios utilizados para essa categoria de pesquisa são bem projetados e estipulados com antecedência.

É bastante comum que as revisões sistemáticas tenham uma base sólida na literatura científica publicada sobre o tema em questão. Os critérios utilizados nas revisões sistemáticas são importantes para a seleção dos artigos e dos parâmetros de comparação, inibindo a influência de linhas oblíquas de estudo.

Meta-análise: precisão e verificação de erros

Em comparação com os outros tipos de estudo, a meta-análise possui grande efetividade para elaborar dados de evidência. Sua configuração permite que os níveis de informação sejam mais precisos, uma vez que são feitos em cima de estudos e métodos realizados anteriormente.

O seu modo de realização combina dados de estudos variados sobre um mesmo tema, a fim de associar e comparar os resultados de cada um. A meta-análise evita que os casos sejam tratados isoladamente, identificando fatores vulneráveis na coleta e no desenvolvimento dos métodos utilizados para a pesquisa científica.

Agora que você compreende como categorizar uma produção científica, ficará mais fácil a leitura dos dados ou mesmo a elucidação dos métodos utilizados para os estudos. Entendendo como funciona a hierarquia das evidências, melhores e mais efetivos são os meios para melhorar a atuação clínica. Não perca mais nenhuma novidade seguindo as nossas páginas no Facebook, Twitter e Instagram!

Por que é interessante usar eletrodo descartável?

Graças aos avanços da medicina, as terapias de reabilitação muscular estão cada vez mais eficientes, baseando-se, muitas vezes, na captação da atividade elétrica do músculo durante o repouso ou uma contração (a chamada eletromiografia), ou na transferência de energia elétrica por meio de um eletroestimulador.

Esses métodos permitem estudar o comportamento muscular, a qualidade das contrações, verificar o comportamento de alguns órgãos e estimular a produção de endorfina, além de identificar e tratar disfunções. Para isso, a escolha de um eletrodo que fará a captação do sinal muscular é de fundamental importância no processo de avaliação e tratamento do paciente.

Neste post você conhecerá melhor o eletrodo descartável e descobrirá as principais vantagens associadas ao uso desse tipo de suprimento. Confira!

O que é o eletrodo descartável

Os eletrodos são pequenos dispositivos de transmissão. Eles devem ser posicionados de forma rente à pele para criar uma superfície de detecção (ou troca) de energias por meio da sua interface. 

Assim, é possível afirmar que o eletrodo descartável é o acessório responsável pela conexão entre o corpo e o sistema de coleta utilizado em um tratamento, exame ou avaliação.

Esses dispositivos são normalmente vistos em eletrocardiogramas, testes de esforço e outros procedimentos cardiológicos, nos quais o eletrodo é adesivado no peito do paciente para coletar sinais miográficos do organismo.

No entanto, seu uso também é aproveitado em testes neurofisiológicos, atividades de fisioterapia, uroginecologia, fonoaudiologia e diversas outras áreas da saúde.

A Norma Brasileira (NBR) 16628 de 09/2017 é um conjunto de regras divulgadas pela ABNT, que estabelece os requisitos básicos de segurança e de desempenho para todos os eletrodos descartáveis utilizados na eletrocardiografia — ou seja, nos procedimentos relacionados à manutenção da saúde do coração. 

Tipos de eletrodos descartáveis

Existe uma grande variedade de eletrodos no mercado, que podem ser classificados quanto à sua forma, ao tamanho e ao material. No entanto, os dispositivos mais utilizados costumam ser restritos a apenas 3 tipos: superficiais, intracavitários ou invasivos.

Superficiais

Os eletrodos de superfície apenas se diferenciam dos reutilizáveis por sua menor durabilidade, tendo em vista que devem ser trocados a cada sessão. No geral, são os mais comuns de serem vistos, bastante usados em recuperações musculares, procedimentos de eletroestimulação e exames cardiológicos.

Intracavitários

Os eletrodos intracavitários (também conhecidos como “sondas intracavitárias“) são dispositivos anatômicos que devem ser utilizados para avaliação e musculatura do assoalho pélvico — eles são muito comuns na área de urologia e ginecologia.    

Disponíveis tanto em versões permanentes quanto descartáveis como as sondas PelviFit, esses tipos de eletrodos são normalmente feitos de plástico e extremidades metálicas. Os modelos reutilizáveis devem ser esterilizados de acordo com as orientações da legislação vigente.

Invasivos

Os eletrodos que procuram atingir camadas mais profundas dos músculos são denominados invasivos e podem ser comercializados em formatos de agulhas ou fios metálicos. Por apresentarem maior chance de desconforto ao paciente, são usados apenas em casos específicos, como exames de eletroneuromiografia.

Vantagens dos eletrodos descartáveis

Os eletrodos descartáveis são uma excelente solução para clínicas com muitos clientes ou pacientes que precisam remover e substituir eletrodos com frequência. Suas principais vantagens são:

Higiene

O eletrodo descartável só pode ser usado uma única vez. Isso reduz a necessidade de esterilizações frequentes e aumenta a confiança do paciente, que verá que seu dispositivo é limpo e nunca foi usado antes. 

Um estudo publicado pela revista Clinical Neurophysiology comprovou que o uso de dispositivos descartáveis reduz o risco de infecções em pacientes. Como se não bastasse, eles ainda apresentam uma melhor performance em comparação com os reutilizáveis.

Praticidade

O eletrodo descartável é de fácil colocação, já que geralmente dispensa o uso de gel ou fita adesiva. Além disso, é possível obter embalagens com diversas unidades já esterilizadas e compatíveis com inúmeros tipos de conectores.

Essa vantagem também facilita o relacionamento da clínica com a Vigilância Sanitária Estadual, já que a armazenagem de sondas reutilizáveis pode ser mal vista pelos agentes de fiscalização.

De acordo com as normas atuais, a clínica precisa dispor de um cômodo especializado para a assepsia de dispositivos ou ter uma parceria firmada em contrato com alguma empresa que realize esse serviço.

Usabilidade

O eletrodo descartável pode ser usado tanto como um captador de energia (conectado ao eletromiógrafo) quanto como um eletroestimulador, destinado a enviar a carga elétrica que faça a musculatura do paciente a contrair.

Essa versatilidade garante a efetividade de tratamentos para a incontinência urinária, o alívio de dores crônicas, para exercícios de fortalecimento e diversas outras abordagens na área da saúde. Além disso, os formatos de cada dispositivo se adaptam facilmente à anatomia do paciente que fará uso deles.

Custos

O preço de um eletrodo descartável costuma ser bem mais bem atrativo do que o preço do permanente. Mesmo se o valor unitário não apresentasse muitas diferenças, o custo para a esterilização frequente de produtos reutilizáveis pode ser superior à aquisição de embalagens fechadas dos dispositivos já prontos para o uso.

Modelos de eletrodos descartáveis

Os modelos de eletrodos descartáveis mais conhecidos são fabricados por três marcas: 

Meditrace

O eletrodo Meditrace simples é universal, com máxima adesão à pele, rápida estabilização e versões tanto adultas quanto infantis. Seu valor unitário varia entre R$1,50 e R$1,65.

Double Trace

Como o próprio nome já diz, o Double Trace é um eletrodo duplo, com uma distância entre polos de 2cm. Seu custo varia de R$1,80 a R$2,60 por unidade e seu uso é ideal para a eletromiografia de musculaturas pequenas, como as do rosto ou das mãos.

Maxicor

O Maxicor Neonatal é um eletrodo simples, composto por um rebite de prata, espuma adesivada, lâmina protetora e gel condutor sólido. Seu uso também é indicado para musculaturas pequenas. Cada unidade custa R$1,50.

Sonda PelviFit

A Sonda Vaginal/Anal PelviFit é utilizada para realizar a captação do sinal de eletromiografia e biofeedback ou em situações onde se necessite da estimulação muscular da região do períneo. Cada unidade custa R$2,70 e é comercializada em pacote com 10 unidades.

Diferenças entre os modelos

Para a eletromiografia, o uso de dois eletrodos sempre é requisitado. Assim, devem ser aplicados dois dos eletrodos simples. O duplo já vem com duas partes metálicas que garantem uma melhor adaptação para esse procedimento. 

Por outro lado, as marcas simples também podem ser usadas tanto para a realização de eletromiografias quanto para eletrocardiogramas. Por fim, a qualidade de um eletrodo descartável pode ser mensurada pela precisão e pela qualidade de seu sinal (baixa impedância). 

Miotec trabalha apenas com os eletrodos de alto nível, que contam com tecnologia de ponta e boa adesão à pele. Se você deseja conhecer a excelência desses produtos de perto, entre em contato conosco e faça seu orçamento!

Nossa equipe terá muito prazer em atendê-lo!

A importância da tecnologia na recuperação de pacientes

Quanto mais o tempo passa, mais a tecnologia avança. Por se mostrar cada dia mais completa e eficiente, ela se tornou a estratégia ideal para que o profissional de fisioterapia ofereça um atendimento ainda melhor à população.

Com o uso de equipamentos de última geração e softwares específicos, é possível otimizar processos e garantir mais qualidade de vida a quem se submete a tratamentos. Esse cenário ilustra muito bem a importância da tecnologia na recuperação de pacientes.

No entanto, existe muito mais por trás disso: a tecnologia proporciona inúmeros benefícios e resultados positivos na área da saúde. É sobre eles que falaremos neste artigo. Confira!

Qual a importância de investir em tecnologia na recuperação de pacientes?

Atualmente, é possível afirmar que a tecnologia melhora a vida dos pacientes. O melhor exemplo desse fato é o quanto a área de medicina diagnóstica evoluiu. Está cada vez mais fácil identificar problemas e oferecer tratamentos adequados, nos quais o paciente leva um tempo muito menor para se recuperar e não precisa passar por procedimentos invasivos.

Além disso, o tempo usado para exames e para a divulgação de resultados diminui consideravelmente. Essa agilidade deixa os pacientes ainda mais tranquilos e seguros no consultório. Assim, o médico consegue ajudá-los a administrar suas emoções e a entender de forma mais ampla o que está acontecendo no seu organismo.

Como a tecnologia melhora a recuperação dos pacientes?

Assim como a tecnologia oferece meios para que os profissionais realizem seu trabalho com precisão, existem alguns benefícios que atingem diretamente o paciente. Alguns dispositivos e plataformas são desenvolvidos para que eles mesmos possam cuidar mais da própria saúde.

Por meio de aplicativos simples no celular, eles podem medir dados como qualidade do sono, frequência cardíaca e calorias gastas diariamente. Em um processo de recuperação, informações como essas precisam de acompanhamento constante.

Essa autonomia permite que o médico seja comunicado o quanto antes no caso de alguma irregularidade. Os pacientes também passam a ficar mais atentos e conscientes em relação ao próprio corpo.

Quais são os benefícios trazidos para tratamentos e resultados?

Com a tecnologia, os tratamentos estão cada vez mais precisos. Procedimentos delicados são melhorados com bons equipamentos e o médico ainda consegue visualizar sua evolução de maneira nítida.

Dessa forma, sempre que uma intervenção for necessária, não será difícil identificá-la e não haverá espera para que o processo aconteça. O paciente sofre menos com dúvidas, adere ao tratamento com boa vontade e consegue acompanhar de perto tudo o que está sendo realizado.

Com a rápida adesão à tecnologia dentro de consultórios, a alternativa se torna mais acessível. A partir disso, o número de pacientes beneficiados aumenta e os bons resultados se espalham.

Não pense que a tecnologia é algo fora da sua realidade profissional. Pesquise, estude e você certamente encontrará as melhores técnicas e máquinas para aperfeiçoar seu trabalho e trazer melhorias para os seus pacientes. 

Agora que você sabe mais sobre a importância da tecnologia na recuperação de pacientes, esteja sempre informado sobre outros assuntos relacionados. Assine a nossa newsletter e receba outros conteúdos interessantes diretamente em seu e-mail!

Literatura científica e pacientes: como explicar didaticamente o que é feito nela

Atualmente, as pessoas têm muito acesso à informação e, independentemente da faixa etária, a maioria delas sempre estão conectadas à internet via smartphones, tablets, notebooks, etc. Por esse motivo é que a literatura científica e pacientes precisam andar lado a lado.

Isso é importante porque o paciente precisa saber, em detalhes, como cada procedimento será realizado e como ele será beneficiado com isso. Porém, nos dias de hoje, a internet é bombardeada por informações que podem confundir e deixá-lo confuso.

Diante disso, é fundamental auxiliar o paciente a fazer essa busca de forma responsável, para que ele consiga utilizar a internet a seu favor. Quer saber como fazer isso?

Para falar sobre o assunto, chamamos a fisioterapeuta Adriane Bertotto, professora no Centro Universitário La Salle (Unilasalle), nas disciplinas de Fisioterapia Pélvica e Fisioterapia Dermato-Funcional, a qual já atuou em clínica na área de fisioterapia pélvica e tem uma vasta experiência nesse ramo.

Continue a leitura deste post, pois você aprenderá como é possível explicar a literatura científica, didaticamente, para o seu paciente. Vamos lá?

Importância da didática para a aprendizagem

Embora o paciente pesquise sobre o seu caso clínico, ele jamais conseguirá chegar a um parecer concreto sem a ajuda de um profissional da área. É por essa razão que a didática é uma estratégia de extrema importância para traduzir a linguagem científica ao paciente.

Ela estabelece uma boa comunicação entre o profissional e o paciente, facilitando a compreensão do caso — por parte do fisioterapeuta—, facilitando a explicação dos procedimentos que serão realizados no tratamento.

Didática na relação entre o profissional da saúde e o paciente

Nos dias atuais, os pacientes são altamente conectados com o mundo virtual, desde as crianças até os idosos. Nesse sentido, recursos como computadores, imagens digitais e, até mesmo, a gamificação ajudam os profissionais a passarem uma imagem positiva e engajadora sobre o tratamento que será realizado

Dessa maneira, o paciente se sente como uma parte ativa da sua própria recuperação e passa a acreditar mais nela. Ademais, o relacionamento interpessoal entre o profissional e o paciente se fortalece, facilitando o entendimento entre as partes.

O fisioterapeuta não precisará tratar o paciente fazendo somente o que ele deseja, pois a didática mostrará, com clareza, a importância de cada tratamento e quais resultados eles oferecem. Por conseguinte, o paciente conseguirá observar o seu próprio progresso com a ajuda dos recursos tecnológicos, os quais poderão ser mostrados de forma educativa, seja por meio de aplicativos ou por tela de biofeedback.

Como a didática auxilia na explicação da literatura científica 

Os métodos utilizados para explicar a literatura científica ao paciente vão auxiliar no seu processo de reabilitação. Isso porque a fisioterapia também precisa funcionar como um procedimento educativo.

Em virtude disso, é preciso explicar, em detalhes e de uma maneira que ele entenda, quais serão as técnicas utilizadas e os benefícios que ele terá com a prática. Ao perceber e compreender que o que ele está fazendo está contribuindo para a sua reabilitação, o paciente sente-se um aliado ao seu próprio tratamento.

Por exemplo, a eletroterapia é um recurso tecnológico utilizado para reabilitar a região pélvica. Nesse momento, é preciso explicar ao paciente que esse equipamento emitirá correntes elétricas em determinada região para auxiliar na sua completa recuperação, a fim de acalmá-lo.

Caso você não dê uma explicação plausível sobre o que será feito e o que ele sentirá, o paciente poderá ficar tenso e, em consequência disso, sua musculatura poderá se contrair, causando dor e atrapalhando a execução de procedimentos sequenciais.

Além disso, a falta de compreensão do que será trabalhado tem outras consequências, como o paciente não ser fidelizado ao tratamento, desacreditar na sua eficácia e, até mesmo, não evoluir como gostaria.

Segundo Adriane Bertotto, “quando conseguimos alcançar e compreender o nível de aprendizado do paciente, ele se torna parceiro, segue as instruções com mais afinco e consegue entender melhor o seu processo de reabilitação. Para isso, é preciso trabalhar no mesmo patamar que ele e garantir que a sua linguagem será compreendida”.

Estratégias para fazer uma explicação científica didática

Com o avanço da tecnologia as estratégias para explicar a literatura científica para pacientes se ampliaram e facilitaram a vida dos profissionais da área da saúde. A seguir, listamos as principais. Acompanhe!

Recursos tecnológicos

Com um simples monitor ou tablet é possível mostrar uma forma anatômica e explicar os efeitos de uma cirurgia ao qual o paciente será submetido e, inclusive, qual é a musculatura envolvida naquele processo, quais partes do corpo serão trabalhadas depois, etc. Esses recursos também são bons para oferecer exemplos de movimentos característicos do corpo.

No mercado existem diversos aplicativos de celular que trabalham com exercícios gráficos e que podem acompanhar — com o uso de imagens digitais — a contração muscular do paciente.

Para facilitar o entendimento dos procedimentos, também é interessante usar figuras de linguagem e exemplos corriqueiros presentes na rotina do paciente. Isso desperta um nível perceptivo que facilita a compreensão da linguagem científica.

Gamificação

Outra estratégia incrível e bem forte na fisioterapia é a gamificação. É evidente que, para o paciente, o game deve ser lúdico; mas para os profissionais, ele tem um aporte mais técnico e científico, com objetivos importantíssimos no que diz respeito ao equilíbrio, trabalho muscular, aprendizado, etc. Assim, é possível trabalhar de forma simplificada e divertida, contribuindo para que a sessão não se torne chata para o paciente, o que auxilia na sua fidelização.

Atividades lúdicas para crianças

Para que você consiga explicar para uma criança como o tratamento será realizado é preciso entrar no mundo dela. Nesse momento, o uso de atividades lúdicas, teatros, desenhos, brinquedos e jogos são muito importantes para tranquilizá-las e fazê-las entender pelo que vão passar.

Ao trazer o paciente para o universo da literatura científica, utilizando linguagens e recursos que já está familiarizado e compreende, ele é inserido naquele contexto com mais facilidade.

Isso vai auxiliar não só o terapeuta, como também o paciente: ele entenderá melhor o que está acontecendo, saberá lidar melhor com o seu tratamento, não ficará frustrado caso algo não dê certo e, o mais importante de tudo, vai adquirir aprendizados.

Lembre-se de que saúde e educação sempre devem andar juntas, por isso é imprescindível explicar a literatura científica ao paciente, de uma maneira simples e compreensível.

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