Inspire-se: Foque no paciente

Olá, tudo bem?

Gerenciar uma clínica ou consultório envolve trabalhar com coisas que estão muito fora do mundo da saúde.

E, em meio a tantas questões de negócios, é fácil se esquecer do fator mais importante para o seu sucesso: o bem-estar e saúde do paciente.

Pensando nisso, o Inspire-se desta semana reúne leituras fundamentais para que repense o atendimento prestado em sua clínica e coloque o paciente novamente em primeiro lugar.

Foque no paciente:

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Tulio Arrial
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Os benefícios da avaliação de pacientes com tecnologia

A avaliação de pacientes com tecnologia tem crescido em diversos campos da saúde. Utilizar recursos tecnológicos durante a anamnese clínica possibilita benefícios que influenciam significativamente nas etapas clínicas posteriores.

Atualmente, a utilização da tecnologia nas clínicas apresenta-se como um diferencial e deve ser o objetivo de muitos gestores para que os serviços da empresa se destaquem nesse concorrido mercado de saúde.

Se você ainda não entendeu a importância da tecnologia na área da saúde, conheça a seguir os benefícios dessa integração e saiba mais! Boa leitura!

Benefícios da avaliação de pacientes com a tecnologia

1. Acurácia no diagnóstico

Atualmente, é possível detectar doenças em estágio inicial, identificar anormalidades funcionais e entender os processos do adoecimento quase que em tempo real. Afinal, alguns equipamentos utilizam tecnologia em 3D ou por varredura dos tecidos.

Devido à modernidade dos recursos tecnológicos também é possível desvendar mecanismos fisiopatológicos até então obscuros, caracterizar corretamente cada processo infeccioso, utilizar os processos elétricos do corpo humano, entre outros.

Além disso, com o advento da telemedicina foi possível ampliar o contato com especialistas da área e obter um diagnóstico mais específico em situações clínicas consideradas insolúveis com as ferramentas disponíveis.

2. Melhoria das condutas

A avaliação de pacientes com tecnologia deu um salto gigantesco para a detecção do diagnóstico mais condizente com os sintomas apresentados pelo paciente e o mesmo pode ser dito a respeito das melhorias nas condutas terapêuticas.

As técnicas cirúrgicas atuais permitem procedimentos minimamente invasivos e as intervenções farmacológicas alcançam tecidos por meio de equipamentos extremamente precisos em sua inserção.

Assim como é visto atualmente, aparelhos para reabilitação musculoesquelética que trabalham grupos funcionais característicos sem sobrecarregar os demais tecidos, visando a recuperação das lesões de forma mais rápida para o paciente.

3. Monitoramento do estado clínico

Ao instituir condutas terapêuticas, é necessário um acompanhamento da situação clínica do paciente. Assim, os aparelhos devem mensurar nuances importantes da condição do paciente para que os profissionais de saúde tomem as medidas necessárias.

Atualmente, os equipamentos conseguem captar mudanças pequenas mas significativas no desempenho muscular dos pacientes. Eles são capazes também de identificar algumas substâncias que predizem doenças.

Dessa maneira, os profissionais conseguem adaptar as intervenções conforme os resultados gerados, possibilitando as modificações quando pertinentes ou mantendo as condutas para não agravar o estado patológico do paciente.

4. Levantamentos de dados em saúde

avaliação de pacientes com tecnologia permite um levantamento de dados sobre as condições de saúde de determinada região. Essa pesquisa servirá de base para estudos epidemiológicos e farmacológicos.

Os dados obtidos via informatização de saúde possibilitarão a identificação de fatores determinantes e condicionantes do processo saúde-doença e do meio ambiente que influencia nesse processo.

Assim, com a utilização do Big Data é possível elaborar um banco de dados para a padronização de condutas clínicas, planejar intervenções precoces para evitar um alastramento das enfermidades e conscientizar a população sobre os riscos inerentes à situação.

A importância de investir em tecnologia na área da saúde

Como você pode ver, além de usarmos a tecnologia para muitas coisas em nossas vidas, ela já está consolidada nos processos relacionados à saúde. Agora que você entende como ela se destaca dentro da avaliação de pacientes, é necessário ampliar o olhar para descobrir as outras vantagens oferecidas pelas novidades tecnológicas do setor.

Veja!

Melhoria no atendimento

Qualquer procedimento de saúde, ainda que pareça simples ao olhar médico, é muito desgastante para o paciente. Portanto, muito além de uma avaliação ágil e precisa, ele deseja que as outras etapas de atendimento também sejam tranquilas para que tudo isso seja um motivo a menos para preocupação.

Assim, o papel da tecnologia é admirável nesse quesito. Por meio de softwares e plataformas é possível otimizar o agendamento de consultas e a conversa com os pacientes, além de permitir registros que facilitam o contato quando há necessidade de um novo atendimento.

A rapidez obtida, então, faz com tudo seja mais rápido tanto para o paciente quanto para os profissionais da saúde.

Aumento da eficiência

Em geral, tratamentos mais longos envolvem o trabalho de diversos profissionais. A tecnologia, então, contribui para que a avaliação do paciente seja repassada de forma mais precisa por meio de dispositivos portáteis, eliminando a necessidade de impressão de papéis ou de trânsito de documentos pelo consultório.

Dessa forma, nenhum tempo é perdido e os pacientes também têm acesso rápido aos resultados. Inclusive, é possível disponibilizar exames pela internet de forma totalmente confidencial e segura — alternativa facilitadora também para médico e paciente.

Auxílio na prevenção

É interessante lembrar que a tecnologia trouxe para o nosso cotidiano os aplicativos de celular. Atualmente, muitos deles são desenvolvidos com foco na prevenção de problemas de saúde e possuem inclusive uma conexão direta com o número de celular do médico.

Uma ferramenta interessante que se aplica neste quesito é o marca-passo monitorado. Assim como o paciente tem acesso ao seu desempenho cardíaco 24 horas por dia, o médico consegue ter o mesmo controle e ser alertado de qualquer anomalia.

Dessa maneira, é mais fácil encaminhar o paciente para atendimento ou fornecer qualquer orientação mais urgente.

Facilita a tomada de decisões

Por fim, é interessante pontuar o quanto a tecnologia facilita a tomada de decisões médicas. Por oferecer resultados e informações precisas, determinar o tipo de tratamento pelo qual o paciente passará ou qual novo caminho deve ser seguido para que se tenha sucesso no procedimento.

Por meio de programas de computador, o mapeamento do DNA e de condições genéticas é muito mais acessível e permite até mesmo que a propensão a outras doenças seja identificada. Com isso, outros procedimentos de prevenção podem ser inseridos na rotina do paciente para assegurar a qualidade de sua saúde.

A avaliação de pacientes com tecnologia — bem como dos demais processos da área médica — é uma condição necessária para melhorar o diagnóstico e o prognóstico do paciente, além de valorizar os profissionais de saúde que investem nessas estratégias.

Por meio da aplicação de ferramentas tecnológicas adequadas e do volume de conhecimento científico de cada profissional de saúde é possível garantir um atendimento integral e efetivo ao paciente.

Esse assunto também é uma excelente oportunidade de ressaltar o papel da tecnologia diagnóstica e a importância de acompanhar seus avanços. Não deixe de se informar sobre essa questão!

Imagem cartoon de uma profissional usando tecnologia, com as frases: Obtenha aqui ebook gratuitamente. Tecnologia na àrea de Fisioterapia Conheça as Mais Importantes

Fisioterapia pélvica: como a tecnologia ajuda o paciente e terapeuta

A fisioterapia pélvica é muito importante para reverter ou diminuir problemas do assoalho pélvico. Podendo ter várias causas, como o enfraquecimento muscular devido à idade, a diminuição dos hormônios e a gravidez, esse é um quadro que merece atenção.

Com o diagnóstico e com o tratamento corretos, o paciente poderá se ver livre da ansiedade, da depressão e do isolamento que são trazidos por problemas como esse. Nesse sentido, a tecnologia pode ajudar.

Com o avanço do desenvolvimento tecnológico, surgem novos equipamentos e mais apropriados, que são usados em todas as áreas da saúde. Como com a fisioterapia uroginecológica não é diferente, vale conhecer as principais opções que podem auxiliar profissionais e pacientes.

Para entender melhor, continue lendo e saiba quais são as opções disponíveis.

Os equipamentos para avaliação e diagnóstico

Uma vez que o indivíduo chegue ao especialista com alguma dificuldade em relação à incontinência urinária ou fecal, assim como distorções sobre os músculos e órgãos pélvicos, é necessário efetuar um diagnóstico.

Nesse momento, a tecnologia pode ajudar por contar com vários equipamentos que oferecem precisão e facilidade de obtenção de resultados. Entre eles, estão:

Perineômetro

O perineômetro é um equipamento que mede, com muita precisão, qual é a força que os músculos do assoalho pélvico possuem. Para tanto, a medição é feita na região do períneo, por meio do uso de pressão.

O seu resultado aparece em mmHg, oferecendo uma visão bem clara e precisa da intensidade de contração muscular da região.

Em mulheres, ele se baseia na inserção de uma sonda no canal vaginal, a qual é inflada até certa medida. A partir daí, é possível medir qual quão intenso é o ato de contrair da paciente.

Uma das grandes vantagens desse elemento é que ele permite o ajuste até níveis de muito baixos, ajudando a realizar um diagnóstico preciso.

Dinamômetro perineal

Já o dinamômetro perineal tem o objetivo de fazer uma medição da força dos músculos, em vez de somente a pressão da contração. Essa análise de resultados é importante porque músculos enfraquecidos levam mais facilmente a disfunções e incontinências, exigindo terapias específicas de fortalecimento.

Essa medição acontece também na área do períneo graças à inserção de uma sonda. Em seguida, o paciente é estimulado a fazer alguns exercícios, de modo que o dinamômetro avalie corretamente qual é a força.

O resultado é dado em Kgf, o que oferece uma visão bem completa e precisa de como anda a saúde de quem se consulta.

Eletromiógrafo

O eletromiógrafo é um equipamento que tem como objetivo captar os impulsos elétricos presentes nos músculos. Essa atividade elétrica é medida em microvolts.

Ou seja, por meio desse elemento, é possível saber se o músculo está ativo, quando isso acontece e com qual intensidade há esse movimento.

Ele funciona por meio de eletrodos e de um equipamento de medição automática muito preciso. Os eletrodos são posicionados no assoalho pélvico, podendo ser colocados na área do períneo.

Com exercícios de máxima contração, é possível entender quanto tempo o paciente consegue segurar o estado, baseando-se em médias das maiores.

Isso favorece uma avaliação para compreender se os músculos têm alguma dificuldade ou se há falhas no período de contração.

Ultrassom

Uma tecnologia bastante consolidada é o ultrassom. Com o apoio de um visor, um gel especial e o aparelho com as ondas eletromagnéticas, é possível avaliar toda a região da pelve.

Geralmente, é feito com a bexiga cheia, o que também ajuda a compreender as questões ligadas à incontinência.

Outro tipo é o transvaginal, em que uma sonda é inserida no canal vaginal para fazer um reconhecimento mais completo da região.

Essa opção é benéfica para tirar dúvidas sobre um diagnóstico, assim como para identificar a presença de tumores ou condições que justifiquem o mau funcionamento do assoalho pélvico.

Os equipamentos para o tratamento de pacientes

Além de ajudar a realizar a identificação do problema, a tecnologia também é útil para auxiliar no tratamento.

Por meio dos recursos certos, a pessoa pode ser orientada pelo fisioterapeuta com maior precisão, levando à eficiência de atuação.

Entre os equipamentos mais adequados para essa etapa de fisioterapia pélvica, estão:

Dispositivos de biofeedback

Os dispositivos de biofeedback oferecem resultados em tempo real em relação ao esforço feito pelo paciente na região pélvica. Eles podem ser de pressão — como é o caso do perineômetro —, manométricos ou eletromiográficos, por exemplo.

Esse último tipo é o mais empregado para o tratamento e tem como objetivo analisar a atividade elétrica do músculo em tempo real.

Por meio de um ambiente lúdico, por exemplo, o fisioterapeuta pode desenvolver uma rotina de exercícios para que o indivíduo execute. Com a análise simultânea ao movimento, dá para saber se a pessoa está fazendo os exercícios corretamente, de modo a instruí-la para agir com efetividade.

Em geral, um dos eletrodos é posicionado na região anal ou vaginal e o outro, no abdômen. Assim, na hora da contração do assoalho pélvico é possível saber se o paciente está usando os músculos da barriga ou do assoalho pélvico.

Eletroestimulador

Para fazer com que os músculos da pelve trabalhem corretamente, uma das possibilidades da fisioterapia pélvica é utilizar o eletroestimulador. Ele se baseia no uso de uma sonda que é posicionada na região anal ou no canal vaginal.

A partir daí, o fisioterapeuta controla e envia pequenos impulsos elétricos para a sonda, os quais atingem os músculos. Em resposta, eles tendem a se contrair.

Com o uso consistente da ferramenta, é uma maneira de fortalecer o assoalho pélvico e, principalmente, de garantir que a atuação seja efetiva, já que a contração é controlada pelo profissional.

A forma de integrar a tecnologia ao tradicional

É importante compreender que o uso da fisioterapia pélvica não surge como substituição a processos tradicionais. A anamnese, por exemplo, continua sendo relevante para que se trace um perfil completo do paciente, favorecendo a investigação das causas do problema e das melhores maneiras de lidar com cada situação.

Além disso, os exames físicos por inspeção, palpação e até pelo toque bidigital no eixo vaginal permanecem sendo válidos. Contudo, é importante compreender que, embora essas etapas deem uma grande orientação para o diagnóstico, elas não são absolutamente precisas.

Por isso, vale a pena integrar o uso de tecnologias, favorecendo processos tradicionais e conseguindo dados mais completos, confiáveis e precisos.

Reconhecendo os recursos tecnológicos disponíveis e como elas podem ajudar a fisioterapia pélvica, é possível criar um atendimento muito melhor para o profissional e para o paciente. Assim, vale a pena integrar essas ferramentas ao que já é tradicionalmente usado, gerando efeitos ainda melhores.

Além de todas as sondas e equipamentos, a PelviFit Trainer promete auxiliar quem sofre com problemas no assoalho pélvico e até o terapeuta. Veja como esse elemento pode é útil e conheça suas vantagens!

Adesão ao tratamento: bom relacionamento com o paciente é essencial

A adesão ao tratamento é um fator extremamente importante para o bom gerenciamento de qualquer tipo de doença. Porém, alguns pacientes não se comprometem a seguir de maneira adequada as indicações médicas. Isso obviamente interfere no esperado processo de melhoria e estabilização de sintomas.

Evidencia-se a necessidade de se criar um bom relacionamento entre terapeuta e paciente, a fim de que ambos tenham em conjunto o controle da doença.

Para esclarecer esse cenário, listamos abaixo alguns pontos para que aquele relacionamento se desenvolva de forma satisfatória, resultando na adesão ao tratamento. Confira!

Esclareça dúvidas de forma clara e objetiva

Esse é o primeiro tipo de contato que permitirá que o paciente se sinta à vontade com seu terapeuta e confie no tratamento proposto.

Explique os termos técnicos quantas vezes for necessário, de forma mais clara possível, para que haja compreensão por parte do receptor. Deixe claras também as opções de tratamento, seus prós e contras, e exponha a sua opinião profissional a respeito delas.

Contorne as situações difíceis, mas jamais deixe a honestidade de lado. Ao entender a situação a ser enfrentada e o que pode ser feito para tornar o período menos complicado, seu paciente demonstrará mais aceitação.

Reforce a importância da adesão ao tratamento

Com o objetivo de fazer com que o paciente se sinta mais seguro quanto ao tratamento que você propôs, a importância dessa adesão deve ficar bastante explícita.

É essencial deixar claro que, assim, as chances de recorrência da doença diminuirão e que uma vida mais saudável será uma realidade próxima.

Tenha sempre em mente palavras de incentivo que mostrem o quanto as pequenas conquistas diárias são um grande passo para os bons resultados do tratamento. Mostre às pessoas que você se importa com elas e comemore sempre que algo positivo for registrado. Seu apoio não deixará dúvidas.

Somente assim o paciente conseguirá ter real visibilidade das vantagens trazidas pela adesão ao tratamento e se sentirá disposto a seguir o que for determinado.

Humanize o seu relacionamento

Manter-se constantemente em consultas e ambientes hospitalares faz com que o processo de adesão ao tratamento do paciente se torne pesado e maçante. Dessa forma, humanizar o seu relacionamento, para que os pacientes tenham uma experiência positiva, é algo importante a ser planejado e assumido.

Lembre-se de que o paciente quer ser ouvido e expressar suas angústias e inseguranças, que devem ser sanadas na medida do possível para que ele se tranquilize.

Toda a equipe deve estar apta a se relacionar com ele, fornecendo um atendimento digno, no qual a compreensão vem em primeiro lugar. Dê atenção aos sentimentos demonstrados, pois eles traduzem muito do que o paciente não consegue colocar em palavras.

Avalie também quais etapas podem ser agilizadas dentro do processo, para que a ansiedade não domine o tratamento e acabe atrapalhando.

Seguir esses passos também é uma forma de fazer com que o paciente valorize o seu trabalho e esforço, enxergando-o também como um ser humano.

Além disso, não se esqueça de manter a postura profissional de praxe, como não se atrasar, não fazer o paciente esperar além do necessário e não demorar a dar retornos. Dessa forma, o relacionamento entre vocês irá muito além dos encontros no consultório e não haverá desistência da adesão ao tratamento.

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Miotec: 15 anos realizando sonhos e transformando vidas

Hoje comemoramos 15 anos de vida! O dia 8 de agosto faz referência a data de abertura que consta no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica.

Cada ano na vida de uma empresa é único e marcante, devendo ser comemorado, ainda mais quando sabemos o quanto foi difícil chegarmos aqui, principalmente atuando em um país onde metade das empresas fecha as portas nos primeiros 4 anos de vida.

Fizemos uma reflexão sobre o que mais nos inspirou e motivou ao longo destes anos, e a resposta foi unânime: Nossa felicidade é ver a transformação que realizamos nos nossos clientes profissionais de saúde e seus pacientes através da nossa tecnologia !

Pensando nisso, este ano resolvemos fazer uma comemoração especial e diferente.  Fizemos um pequeno vídeo relatando um de centenas de casos de transformações que indiretamente nossa tecnologia realizou ao longo dos anos:

E você? Tem alguma história para contar envolvendo a Miotec ? Deixe seu testemunho e mostre que você faz parte desta história:

Como ensinar seu paciente a treinar a contração do assoalho pélvico em casa

O treino e a prática saudável de exercícios são a melhor maneira de fortalecer a musculatura do assoalho pélvico, mas o que recomendar para o paciente quando ele não está na clínica, sendo acompanhado por você? Como ajudá-lo a obter melhores resultados e agilizar o processo de recuperação além de suas sessões regulares?

O assoalho pélvico funciona como uma rede de sustentação dos órgãos localizados na cavidade pélvica como a bexiga, reto, próstata, útero e ovários. No total, são 13 músculos que estão localizados entre o osso púbis e o cóccix, que são responsáveis pela continência urinária e fecal, além de contribuírem para a qualidade nas relações sexuais.

A seguir você encontra algumas formas de ensinar seu paciente a treinar a contração da musculatura do assoalho pélvico em casa de forma simples e eficaz.

 

Exercícios Kegel

Os exercícios Kegel consistem na contração e descontração das musculaturas do assoalho pélvico com o objetivo de restaurar o tônus muscular e a força do músculo de modo a prevenir ou reduzir problemas do assoalho pélvico e melhorar a prática da atividade sexual. 

Estes exercícios foram detalhados pela primeira vez pelo médico Arnold Kegel em 1948, um ginecologista que os inventou para corrigir a fraqueza vaginal sem cirurgia. Embora originalmente pensados para as mulheres, os exercícios de Kegel também podem ser praticados por homens, ajudando até mesmo a prevenir a disfunção erétil.

Um exemplo de um exercício de Kegel é, após realizar a identificação dos músculos do assoalho pélvico com a paciente recomendar que, em casa, a paciente com a bexiga vazia, encontre uma posição confortável, preferencialmente deitada e realize contrações de 5 segundos, mantendo os músculos contraídos e em seguida relaxando por 10 segundos, efetuando repetições desta sequência.

Exercícios com cone vaginal

Cones vaginais são pequenas capsulas de formato anatômico e com um determinado peso que ao serem inseridos na vagina produzem o estímulo necessário para que a mulher contraia a musculatura do assoalho pélvico de forma correta.

É importante definir o peso indicado a sua paciente. Em média o cone correto é aquele que sob contração intensa pode ser segurado de 2 a 8 segundos e com a vagina relaxada caia.

A intensidade dos exercícios irão variar de acordo com os objetivos do tratamento, lembrando que os exercícios com cone vaginal sempre objetiva o ganho de força e portanto deve ser utilizado nesta situação.

Exercícios com Ben Wa

O Ben Wa é uma técnica de origem indiana que consiste em pequenas bolas normalmente ligadas por um cordão que tem o mesmo objetivo dos exercícios de Kegel, ou seja, fortalecer o tônus muscular e a força do assoalho pélvico, além de potencializar o desempenho sexual. 

Os movimentos realizados com o Ben Wa se tornaram popularmente conhecidos como pompoarismo e o objeto em si como bolinhas tailandesas. O Ben Wa pode ser utilizado para duas atividades distintas, são elas: Propriocepção, ou seja, a capacidade de perceber a contração e coordenação motora, que consiste em saber contrair e relaxar corretamente os músculos do assoalho pélvico e abdômen.

Ginástica Hipopressiva (GAH)

Ginástica Hipopressiva (GAH) foi criada na década de 1950 pelo pesquisador belga Marcel Caufriez e combina exercícios da musculatura abdominal, da musculatura do assoalho pélvico e da musculatura peitoral.  A técnica surgiu como uma alternativa para conseguir a tonificação dos músculos abdominais de mulheres no pós-parto.

Com o uso dela conseguimos reduzir a pressão intra-abdominal e fortalecer os músculos internos do abdômen ao mesmo tempo. O períneo também torna-se mais forte com a prática.

Exercícios com educadores vaginais

Tendo o conhecimento de como o músculo se comporta durante uma contração, é possível que a paciente utilize instrumentos “Educadores” que tragam essa informação da contração de forma que fique ao alcance dos olhos, de maneira simples.

Um exemplo disso, é o PelviFit Trainer, que é uma sonda vaginal desenvolvida com o objetivo de fornecer aos pacientes e aos profissionais da saúde uma forma rápida e prática de observar as contrações da musculatura do assoalho pélvico. 

Com design anatômico e de fácil posicionamento no corpo, ela possibilita a realização de exercícios, proporcionando melhoras significativas nos problemas que atingem o assoalho pélvico.

Este dispositivo deve ser inserido na vagina, de forma que a antena fique visível para o paciente e/ou profissional.Quando o paciente realiza a contração de forma correta a antena se movimenta para baixo. Se contração for feita de maneira errada ela se movimenta para cima.

Dessa forma, o Pelvifit Trainer possibilita a execução de diversos exercícios fazendo com que os pacientes ganhem consciência de como contrair corretamente a musculatura.

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 Utilização da sonda PelviFit Trainer

Exercícios com sondas de pressão

Biofeedback Manométrico

As sondas de Biofeedback Pressórico permitem acompanhar o exercício feito pela musculatura através de um manômetro. A utilização é simples, o sistema é constituído por sondas manométricas (Vaginal ou Anal), mangueira para condução de ar e manômetro analógico. Basta realizar a introdução da sonda no paciente e utilizar o manômetro como biofeedback da contração que esta sendo realizada. Esse feedback pode ser dado tanto para o paciente como para o profissional de saúde, podendo ser utilizado em sua clinica ou fornecido ao paciente para exercícios em casa.

Um bom exemplo disto é o dispositivo de biofeedback manométrico PelviAir Unit utilizado nos exercícios de fortalecimento ou relaxamento do assoalho pélvico. Todos os exercícios devem seguir orientação do profissional de saúde.

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Utilização do PelviAir Unit

 

Exercícios com sensores de eletromiografia

Biofeedback Eletromiográfico

Sensores de eletromiografia de superfície captam a atividade elétrica dos músculos em microvolts. A técnica utiliza eletrodos ou sondas vaginais e anais que permitem monitorar de forma mais efetiva a atividade muscular do assoalho pélvico e identificar a capacidade máxima de contração, além do tempo de resposta do músculo e o tempo de contração.

Um profissional poderá auxiliar o paciente a realizar exercícios de contração muscular que ajudarão a desenvolver maior controle da bexiga e a fortalecer os músculos do assoalho pélvico. Entre as vantagens do Biofeedback Eletromiográfico está a capacidade de conseguir isolar os músculos adjacentes, ou seja, ele permite treinar apenas os músculos da região.

A utlização de biofeedback é bastante positiva na reeducação e tratamento das disfunções do assoalho pélvico. Veja aqui um vídeo da doutora Adriane Bertotto, fisioterapeuta pélvica, falando sobre a utilização das tecnologias de eletromiografia e biofeedback. 

Pompoarismo

Milenar, a arte do pompoarismo tem origem indiana, mais especificamente no tantrismo. O verbo pompoar significa contrair e a técnica consiste na contração voluntária dos músculos pélvicos. No Brasil, ganhou mais evidência a partir da década de 70, mas ainda de forma muito restrita.  

Conhecido por aumentar e melhorar o prazer sexual, o pompoarismo também permite exercitar os músculos do assoalho pélvico e trazer outros benefícios ao paciente. Para ajudar a treinar o movimento controlado dos músculos da região são utilizados acessórios como cones, bolas de Ben wa e vibradores.

Durante o exercício o paciente deve contrair fortemente a musculatura do assoalho pélvico, mantendo a contração durante 2 segundos. Depois pode relaxar e descansar por 8 segundos. Essa sequência de exercícios deve ser repetida por 10 vezes consecutivas. O tempo de contração também deve ser ampliado de acordo com o desempenho do paciente. Os exercícios devem ser realizados tanto com a pernas afastadas quanto juntas.

Exercícios para homens

Homens e mulheres apresentam os mesmos músculos no assoalho pélvico, portanto, os exercícios  também devem ser praticados por eles. Uma das formas mais simples é a prática dos exercícios Kegel para fortalecer os músculos da região. O método mais praticado pelos homens é o ato de iniciar e parar, com força, o fluxo de urina quando for urinar. Essa prática permite controlar os músculos do pênis de forma voluntária.

O urologista Dr. Andrew Siegel é o criador do método Private Gym, em que sugere a colocação de pequenos pesos ao redor da base do pênis que permitirão treinar a resistência e o controle dos músculos da região. Quando o homem realiza exercícios para o fortalecimento dos músculos da região, pode alcançar melhoras no controle da incontinência urinária, da ejaculação precoce e da disfunção erétil. 

A prática de exercícios em casa para treinar o assoalho pélvico é positiva tanto para paciente, que em pouco tempo já pode notar melhora em algumas funções dos órgãos da região, assim como para o profissional da saúde que poderá se dedicar às melhores técnicas e orientações para ajudá-lo. Trabalhando em conjunto será mais fácil atingir os resultados e garantir uma vida mais tranquila, saudável e feliz para o paciente.

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4 problemas de saúde causados pelo uso excessivo de celulares

Hoje em dia, usamos os celulares para quase tudo. Seja para responder e-mails, acessar redes sociais, contas bancárias, efetuar pagamentos etc. Os celulares têm se tornado um objeto muito útil na vida das pessoas, porém é preciso tomar certos cuidados para que o uso excessivo deste aparelho não venha causar problemas de saúde.

Neste artigo, vamos mostrar a você 4 problemas de saúde causados pelo uso excessivo de celulares. Continue a leitura e confira!

 

Conheça os problemas de saúde causados pelo uso excessivo de celulares

Sabemos que os celulares são aparelhos muitos proveitosos, mas ao mesmo tempo eles se tornam viciantes. O acesso a esse tipo de aparelho se tornou tão fácil que podemos ver até crianças deixando de lado as brincadeiras mais comuns para ficar diante dos celulares.

O uso excessivo dos celulares provoca:

 

1. Dores no pescoço

Manter sempre a mesma posição do pescoço ao usar o celular pode ocasionar dores. Em alguns casos, a postura inadequada pode ocasionar até mesmo uma fragilidade na região cervical, devido a uma grande tensão gerada na musculatura do pescoço para poder segurar a cabeça. Essa tensão aumenta em casos do uso excessivo e errado dos celulares.

 

2. Dores nos braços e no ombro

O uso excessivo dos celulares traz uma sobrecarga nos braços e ombros, pois as pessoas passam horas e horas digitando. Isso pode ocasionar inflamações nos músculos do ombro e nos braços, causando uma doença chamada tendinite.

Quando você receber uma ligação, evite apoiar o celular no ombro e mantenha a coluna ereta. Evite também deixar o braço sem apoio na hora de usar o celular, pois isso ajuda a diminuir a carga sobre a musculatura.

 

3. Dores na cabeça

O uso desmoderado dos celulares também pode causar dores na cabeça. Essas dores são causadas pelo fato de a pessoa permanecer com a cabeça muito inclinada para o celular.

Uma doença mais grave que pode surgir é a neuralgia occipital. Essa doença inflama os nervos chamados de occipitais, que sobem da coluna vertebral e se dividem por todo o couro cabeludo, ocasionando fortes dores na cabeça.

Essas dores são graves e podem se estender até nos olhos. Elas começam como uma ressaca e depois piora de uma maneira, que faz com que a pessoa não consiga realizar seus afazeres cotidianos, nem mesmo dormir.

 

4. Problemas de postura e coluna

Os problemas de postura e coluna são males que, se não tratados imediatamente, podem se estender por anos. O uso de celulares de maneira inadequada faz com que a nossa coluna sinta uma pressão excessiva devido a posição da cabeça, prejudicando assim a postura e ocasionando dores na coluna.

 

Saiba como cuidar da sua saúde

A nossa saúde preserva a nossa qualidade de vida e não existe nada melhor do que saber que você é uma pessoa saudável e pode fazer o que quiser. Mas para isso, é importante que você saiba se cuidar. Profissionais da saúde indicam que o uso excessivo dos celulares pode ocasionar sérios problemas que você pode evitar com as seguintes atitudes:

 

  • colocar o celular na altura dos seus olhos para não precisar abaixar o pescoço;

  • diminuir o tempo no celular;

  • realizar alongamento e exercícios para relaxar e fortalecer seus músculos;

  • procurar desenvolver novos hábitos para deixar o celular de lado.

Se as dores persistirem ou agravar a situação procure um profissional da saúde, como um fisioterapeuta, que irá tratar corretamente a musculatura afetada utilizando técnicas que permitem uma reabilitação adequada.

Os tópicos abordados neste artigo são muito importantes para você entender quais problemas de saúde são ocasionados pelo uso inadequado desses aparelhos. Por isso, siga as dicas que deixamos aqui em cima e cuide bem da sua saúde.

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