Robótica na Medicina: quais as principais inovações da área?

As principais inovações de robótica na Medicina estão transformando as consultas e tratamentos médicos. Antes restrita a consultas e avaliações laboratoriais, a tecnologia vem sendo aliada a processos e diagnósticos, otimizando resultados para todas as áreas.

Muito além do prontuário eletrônico, a robótica vem sendo implementada para solucionar desde procedimentos simples até o monitoramento de sinais vitais, com grande confiabilidade. Os dados colhidos servem para diminuir os riscos, identificar possíveis desenvolvimentos de doenças e melhorar os processos cirúrgicos e diagnósticos.

A Medicina do futuro alia o conhecimento técnico com o desenvolvimento humano, gerando uma relação mais companheira entre médico e paciente. Ela auxilia nas pesquisas que tratam das doenças infecciosas, contágios e riscos de acordo com a faixa etária e pode servir para indicar tratamentos para rejuvenescimento, terapias e nutrição.

Confira, neste texto, os principais usos das novas tecnologias na área de saúde.

Uso de inteligência artificial

Simulando algumas atividades humanas, a inteligência artificial é conectada a dispositivos, de modo a desempenharem processos de diagnóstico, estatísticas e resolvendo problemas. Armazenando um banco de dados de pacientes reais, ela cruza resultados, fazendo cálculos que apontam informações com precisão.

A IA é utilizada para transmitir exames via telemedicina e também para fazer triagens e análises antes de atendimentos. Tais ferramentas podem ser usadas em tratamentos contra câncer, por exemplo, e melhorar o atendimento nos centros médicos de pronto atendimento.

Robótica na Medicina: monitoramento em tempo real

Os pacientes que precisam de acompanhamento frequente monitoram as funções coletando os dados de modo contínuo. A robótica auxilia a obtenção dessas informações por meio de tecnologia. Assim, consegue reunir, armazenar ou mesmo enviar os dados para outras pessoas, como médicos e acompanhantes.

Podem ser medidos o nível de oxigenação, de glicose, da pressão arterial ou dos batimentos cardíacos. A captação das informações é feita por aparelhos que podem ser conectados a smartphones, tablets e outros dispositivos eletrônicos, acessados a partir de um simples aplicativo.

Acesso ao banco de dados integrados

Integrando vários dispositivos ligados desde o diagnóstico até o monitoramento de recuperação, os bancos de dados podem ser compartilhados, acompanhando cada mudança em tempo real.

Conectados a aparelhos analógicos e também aos de última geração, os dados podem ser reunidos em uma plataforma única, com uma interface que indicará os resultados. Também podem ser programados alarmes para medicamentos ou realização de exames periódicos.

Realização de cirurgias menos invasivas

Certamente um dos tópicos mais interessantes do uso da robótica na Medicina se dá pelo seu uso cirúrgico. Gerando robôs que trabalham com bastante precisão e menor invasão, a tecnologia colabora para um procedimento de maior segurança.

Os robôs acessam áreas de modo mais controlado, enviando informações o tempo inteiro para o médico cirurgião. Sendo menos agressiva para o corpo, a robótica auxilia na recuperação e no sucesso dos procedimentos.

Embora a robótica na Medicina seja vista como uma contribuição somente no modo evolutivo, ela faz com que a relação entre médico e paciente se torne mais confiante e humanizada. Retirando os processos burocráticos dos profissionais, eles podem se dedicar com mais cuidado ao tratamento e ao acompanhamento dentro de consultórios e cirurgias.

Gostou das inovações? Então não deixe de conferir como a tecnologia pode contribuir com a reabilitação de pacientes.

Eletromiografia de superfície: Como Ricardo Padovan conseguiu se diferenciar na fisioterapia ortopédica e esportiva

Com certeza você já ouviu falar da eletromiografia de superfície, certo? Mas você realmente sabe como essa tecnologia pode se tornar um diferencial na fisioterapia ortopédica e esportiva? É importante ressaltar que por meio dela o profissional também pode aumentar a sua receita, ter autonomia na prescrição do tratamento e auxiliar na avaliação funcional.

Para mostrar a você as vantagens da eletromiografia de superfície na prática, vamos apresentar um de nossos cases de sucesso: o fisioterapeuta Ricardo Padovan, formado pelo Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio — CEUNSP e especialista em treinamento e nutrição esportiva, bioquímica e fisiologia pela Unicamp.

Continue a leitura deste case até final e saiba como esse profissional conseguiu se diferenciar utilizando a eletromiografia de superfície na fisioterapia ortopédica e esportiva!

Como Ricardo Padovan conheceu a MIOTEC?

Para início de conversa, precisamos esclarecer que a MIOTEC é uma empresa que desenvolve, fabrica e distribui equipamentos para reabilitação física e melhoria de performance. Todos eles contam com alta tecnologia, são inovadores e com poucos ou nenhum similar no mercado nacional.

Tendo em vista toda essa credibilidade no mercado, Ricardo Padovan encontrou nela o que precisava. Após 4 anos de estudos na área de reabilitação em ortopedia, treinamento, cinesiologia e biomecânica, ele percebeu que grande parte das respostas que buscava estavam ligadas à eletromiografia.

Fisioterapeuta Ricardo Padovan palestrando sobre eletromiografia de superfície no V Simpósio Brasileiro de Pesca com Mosca, em Santo Antônio do Pinhal/SP
Fisioterapeuta Ricardo Padovan palestrando sobre eletromiografia de superfície no V Simpósio Brasileiro de Pesca com Mosca, em Santo Antônio do Pinhal/SP

Em 2004, Ricardo Padovan constatou que os melhores trabalhos nacionais com eletromiografia de superfície eram realizados com aparelhos de EMGs da marca MIOTEC.

Além disso, todos apresentavam uma proposta interessante nas opções de acessórios para serem acoplados ao EMGs, como Goniômetro, Célula de Carga e o Biofeedback.

Como a eletromiografia de superfície o ajudou?

Ricardo Padovan considera a eletromiografia de superfície como o principal fator que o diferenciou da concorrência. Utilizando essa tecnologia desde 2005, ele se tornou um dos pioneiros na utilização da EMG na prática clínica. Por meio dessa ferramenta, ele conseguiu entender o sistema locomotor de uma maneira única, clara e individualizada.

O profissional conta que, desde o início da sua profissão, a EMG o estimulou a ver o paciente como um ser único, dotado de particularidades físicas. Para Ricardo, é necessário ver o paciente como um ser singular, que deve receber um tratamento direcionado às individualidades de cada um.

Quais problemas ele enfrentava antes de poder contar com o eletromiógrafo?

Como o Dr. Ricardo Padovan trabalha com a reabilitação ortopédica e esportiva, muitas vezes, ele ficou sem respostas quando se questionava sobre algumas técnicas que eram utilizadas na reabilitação de seus pacientes, mesmo no entendimento de um gesto esportivo específico ou de um gesto normal da vida diária de um paciente.

Isso porque, desde a sua graduação até mesmo hoje em dia, ele observava muitos protocolos padronizados, como se todos os corpos fossem idênticos, funcionando e respondendo aos estímulos da mesma maneira, ou baseados em estudos de 20 a 30 anos atrás. Muitas vezes, esses estudos eram direcionados a um objetivo diferente daquele que o fisioterapeuta buscava.

A dificuldade era grande. Em muitos casos, ele se via obrigado a embasar seu protocolo de tratamento em estudos paralelos ao seu objetivo e, mesmo reabilitando seus pacientes com embasamento nas melhores referências bibliográficas, não tinha certeza que aquela conduta era a melhor para o caso.

Diante dessas dificuldades, o seu maior sonho era adquirir a eletromiografia de superfície, para trazer muitos dos trabalhos científicos estudados e já realizados para a prática clínica com os seus pacientes.

Quais são os principais usos desse equipamento e como ele ajuda os pacientes?

Depois de muitos anos de estudo, seu primeiro objetivo era entender o funcionamento do sistema locomotor. Foram centenas de eletrodos utilizados para reproduzir muitos experimentos, aprender sobre o recrutamento muscular e sua influência no funcionamento articular do sistema locomotor nas mais variadas situações.

Com o aproveitamento de todos os recursos do EMG da Miotec, é possível mensurar a força e a resistência muscular por meio da célula de carga. Isso ajuda a identificar possíveis desequilíbrios e dar rastreabilidade para o trabalho realizado. Assim, pode-se monitorar suas evoluções, e se necessário, fazer o controle das angulações articulares por meio do goniômetro biarticular.

Análise da força isométrica máxima dos músculos flexores de tronco.

Com o passar do tempo, a eletromiografia de superfície tornou-se parte do seu dia a dia no consultório. Hoje, ela é uma ferramenta quase que obrigatória na avaliação de algumas disfunções musculoesqueléticas, possibilitando diagnósticos mais precisos, além de planos de tratamento direcionados de acordo com a individualidade de cada caso e de cada paciente.

Para o Dr. Ricardo Padovan, esse trabalho, sem dúvida alguma, proporciona ao paciente um tratamento mais adequado, garantindo a qualidade, individualidade e menor tempo de reabilitação, além de quantificar os resultados de maneira rápida e segura.

Como o profissional da área de saúde pode aumentar sua receita e ter mais autonomia com esse equipamento?

O Dr. Ricardo Padovan tem pleno conhecimento de é possível aumentar a receita por meio da utilização da eletromiografia de superfície.

Mesmo que não sendo seu objetivo principal, esse aumento da receita foi uma consequência, pois, além do ganho direto com as avaliações, existe o valor indireto agregado ao trabalho, já que o paciente consegue observar, com facilidade, a qualidade e individualização do tratamento, valorizando o profissional e o tratamento realizado.

Além de tudo, a utilização da eletromiografia de superfície garante ao profissional a autonomia do seu trabalho, por embasar seus planos de tratamento ou protocolos de reabilitação em avaliações individualizadas, trabalhando de acordo com a necessidade de cada paciente.

Ricardo Padovan ainda conta que a eletromiografia de superfície é uma excelente ferramenta, que facilita o entendimento e amplia o conhecimento. Por meio dela, é possível levar o conhecimento restrito de laboratórios para dentro dos consultórios, proporcionando condições de trabalho que antes eram somente vistas nos grandes centros de pesquisa.

O Dr. Ricardo Padovan já atendeu diversos atletas de grande destaque no país, além disso, é recordista em canoagem por mais tempo remando. Isso significa que ele tem autoridade e conhecimento suficientes para falar das vantagens da eletromiografia de superfície, certo?

Você também quer ter acesso a essa tecnologia para oferecer o melhor tratamento na reabilitação de seus pacientes? Entre em contato conosco e saiba o como podemos ajudá-lo nessa missão!

Por que atualizar o eletromiógrafo? Saiba neste artigo!

O eletromiógrafo é um dos equipamentos mais importantes para o atendimento fisioterápico e de reabilitação. Com grande tecnologia, oferece uma visão precisa sobre a atuação muscular, contribui para o diagnóstico e para os tratamentos. Como qualquer recurso tecnológico, entretanto, precisa ser melhorado com o passar do tempo. Nesse cenário, atualizar o eletromiógrafo é indispensável.

Apesar da importância dessa tarefa, muitos profissionais ainda têm dúvidas sobre o procedimento — seja como acontece a etapa, seja o porquê de fazê-la. O fato é que sem essa ação o atendimento pode ser comprometido, o que deve ser evitado.

Para que não restem dúvidas, veja os principais motivos para atualizar o eletromiógrafo e saiba como fazer.

Quando é o momento de fazer a atualização?

Nem todo equipamento precisa de uma nova versão, já que um conjunto de fatores deve ser considerado. Paralelamente, deixar que o aparelho exceda o tempo necessário de upgrade compromete a atuação profissional e a saúde dos pacientes. O ideal é verificar, continuamente, alguns aspectos principais e entre eles estão:

Tempo de uso

Quanto maior é o período de atividade do eletromiógrafo, maiores são o desgaste de seus componentes e a defasagem da tecnologia. Embora o equipamento tenha caráter durável, há um prazo máximo de uso com confiabilidade, segurança e consistência com os recursos atuais.

Em geral, aparelhos com 5 ou mais anos de utilização devem ser atualizados para que entreguem os resultados adequados. Se, durante essa fase, a atividade foi especialmente intensa, torna-se importante realizar o upgrade.

Inatividade

Ao mesmo tempo em que o uso motiva a troca, a falta dele é outro fator que leva à necessidade de atualização. Quando os componentes eletrônicos não são utilizados com frequência, o resultado é que os itens não funcionarão em médio e longo prazo como é o caso das baterias que ficam longos períodos sem serem recarregadas.

A grande quantidade de circuitos eletrônicos e recursos especiais exige que o eletromiógrafo esteja sempre em atividade. Por causa desse elemento, o equipamento que estiver parado há mais de um ano precisa ser atualizado.

Funcionamento

Quando os padrões de conexão estão defasados ou quando componentes não funcionam direito, é chegado o momento de fazer a troca. Isso acontece porque os efeitos não são apresentados conforme deveriam, o que causa dúvidas e dificuldades no atendimento.

Nesse quesito, um fator especial tem que ser considerado: a obsolescência. A tecnologia avança rapidamente e o equipamento passa por transformações diversas. O modo de medir a atividade dos músculos e de apresentar os resultados varia com as novas versões, que tendem a ser mais precisas e eficientes.

Com isso, o eletromiógrafo ainda pode funcionar, mas já está atrasado em relação a tecnologias inéditas. Como estudos demonstram, a gestão de ativos tecnológicos tem que considerar esse aspecto quando uma nova versão supera a anterior.

Aparência

Muitas vezes, o equipamento ainda funciona conforme deveria, mas já apresenta sinais de desgaste. É o que ocorre se o aparelho aparece manchado, riscado, amassado ou com outros aspectos que afetam a sua aparência.

Ainda que ele ofereça os resultados esperados, o visual indica que o uso extensivo já causa alguma modificação no item. Desse modo, é necessário realizar a etapa, antes que o ponto de falha e de troca seja atingido.

Quais são as mudanças geradas ao atualizar o eletromiógrafo?

Atualizar o eletromiógrafo leva a transformações facilmente percebidas. Elas servem para deixá-lo ainda melhor e afetam diretamente a maneira como o uso é realizado. Entre os pontos que são mais impactados, estão:

Sensores

Com o avanço da tecnologia, os sensores conseguem realizar uma captação muito precisa e segura. Os materiais condutores têm melhores propriedades e o armazenamento de informações é favorecido. Como resultado, há maior sensibilidade no funcionamento do equipamento, o que contribui para a sua atuação.

Conexões

Já que os sensores se modificam, as conexões eletrônicas do eletromiógrafo também se transformam. Os pontos de contato com a pele, por exemplo, ficam avançados e ganham especial qualidade. Além disso, a integração entre sensores e demais componentes é favorecida, o que ajuda na transferência segura e na leitura adequada dos dados.

Acessórios

Outra mudança que ocorre ao atualizar o eletromiógrafo é a inclusão de acessórios. A elevação do nível tecnológico permite que outros recursos complementares façam parte, como modos inéditos de apresentação ou leitura de dados e novas funções de atuação. Desse jeito, há máxima versatilidade e excelente desempenho.

Design

A identidade visual é uma parte importante para o atendimento fisioterápico. Ter uma boa decoração de clínica transmite a imagem certa para os pacientes e contribui, até mesmo, com a fidelização. Com a atualização, o design ganha uma cara nova e se apresenta de maneira muito mais consistente com as tendências e os interesses correntes.

Por que é importante mantê-lo atualizado?

Atualizar o eletromiógrafo é necessário, acima de tudo, por causa da segurança em atendimento. Um equipamento sem revisão ou defasado talvez ofereça dados imprecisos ou até incorretos, já que os sensores estão desgastados. Inclusive, o aparelho pode causar acidentes, que afetam a credibilidade do profissional.

Por falar nisso, a atuação na clínica ganha confiança quando um recurso atualizado é empregado. O uso de um item moderno, novo e com grande tecnologia não passa despercebido e gera, até mesmo, aumento da satisfação de atendimento. Como consequência, a fidelização é bem menos complexa.

Outro ponto é em relação aos custos. Um equipamento defasado começa a demandar um volume maior de manutenções, tanto preventivas quanto corretivas. Ao somar tal elemento à depreciação, há um aumento dos gastos. Já com um recurso novo é mais fácil e barato manter a operação conforme o esperado.

Como é feito o processo com a Miotec?

Especialista em apresentar o máximo de tecnologia em seus equipamentos, a Miotec oferece, continuamente, novas versões do eletromiógrafo. Ao adquirir um item com a marca, a etapa acontece segundo um processo estruturado.

Tudo começa com uma avaliação do elemento, que pode sofrer um reparo ou troca de componentes danificados. Há, ainda, uma atualização da identidade visual e de diversos itens, como o gabinete, bateria e conectores.

O que também passa por mudanças são os padrões de segurança, que se tornam adaptados às novas necessidades. Os equipamentos com 2 canais são convertidos para 4 canais disponíveis de forma inteiramente segura.

O grande destaque ao atualizar o eletromiógrafo na Miotec, entretanto, é a renovação da garantia do desempenho do produto. Independentemente da data de fabricação, são concedidos novos 6 meses de proteção quanto ao funcionamento.

Ao atualizar o eletromiógrafo, é possível ter um atendimento mais capacitado e seguro. Como resultado, os pacientes ficarão satisfeitos e a atividade ganhará credibilidade. Com a Miotec, o processo se torna ainda melhor, com garantia estendida de 6 meses.

Entre em contato com a Miotec e tenha mais informações sobre a etapa!

Tecnologia na reabilitação de pacientes: qual sua importância?

Nos últimos anos, os avanços tecnológicos mudaram drasticamente o mundo da fisioterapia. Antes, mesmo com tratamento, muitos pacientes com lesões no sistema nervoso ou ortopédicas não conseguiam atingir um mínimo de independência. Porém, o uso da tecnologia na reabilitação vem possibilitando a melhoraria da qualidade de vida dessas pessoas.

Pacientes lesionados por acidentes, AVC (Acidente Vascular Cerebral) e outras doenças, hoje ganham a chance de reduzir ou eliminar dores, melhorar suas funções, reduzir a atrofia muscular e estimular os nervos. A tecnologia, aliada à fisioterapia, proporciona tratamentos mais interativos, envolventes e que realmente motivam o paciente.

Quer saber como a tecnologia pode ajudar na reabilitação de pacientes? Então confira no post de hoje!

Tecnologia na reabilitação: Tecnologia da Informação

A reabilitação é uma parte essencial do processo de recuperação após danos cerebrais, como aqueles causados por AVC, meningite, paradas cardiorrespiratórias e outras. A tecnologia pode desempenhar um papel importante na recuperação dessas pessoas.

Terapias baseadas em TI podem ajudar pacientes, por exemplo, a recuperar uma parte da sua visão perdida e aproveitar ao máximo a visão que permanece após uma lesão cerebral.

Hoje, a maioria das pessoas tem acesso a um computador, smartphone ou tablet. Numerosos aplicativos úteis e ferramentas on-line estão disponíveis para instalar em seu dispositivo. Eles podem ser úteis tanto para pacientes como para cuidadores e familiares. Eis alguns exemplos de aplicativos:

Conversor de texto em fala

Esse tipo de tecnologia possibilita que o paciente com perda da fala consiga se comunicar. Basicamente funciona com a inserção de texto e conversão do mesmo em voz, automaticamente.

É possível encontrar esse serviço gratuito para baixar no celular e é de fácil utilização. O paciente pode utilizar esse tipo de aplicativo para qualquer finalidade, incluindo usos comerciais.

Aplicativos para afasia

Esses aplicativos ajudam a pacientes com afasia e distúrbios de comunicação, como o autismo, doença de Alzheimer e muitos outros distúrbios que podem afetar a fala. Os usuários podem tirar fotos de várias coisas e anexar palavras ou frases.

Isso os ajuda a transmitir informações básicas diárias àqueles que os rodeiam, como por exemplo:

  • “Estou com fome.”
  • “Preciso ir ao banheiro.”
  • “Quero tomar banho.”
  • “Quero passear.”

Gameterapia

A “Gameterapia” é outro tipo de tecnologia com resultados positivos na reabilitação de pacientes, principalmente as crianças com paralisia cerebral (PC). Esses jogos podem ser utilizados para melhorar os movimentos musculares.

A gameterapia também pode ser utilizada para a melhoria do equilíbrio e mobilidade em pacientes idosos, produzindo resultados mais significativos que a fisioterapia tradicional. Estudos mostram que a gameterapia envolve por mais tempo a atenção dos pacientes, fazendo com que eles gastem mais tempo nas seções.

Segundo pesquisadores, alguns fatores-chave no design dos jogos, incluindo a possibilidade de escolha, recompensas e objetivos, também podem levar a uma maior motivação e engajamento dos pacientes.

Tecnologia na reabilitação: Robótica

A robótica é uma das indústrias mais promissoras para a medicina. Os robôs não só podem ser úteis, mas também salvar vidas e torná-las melhores. Seu potencial na reabilitação parece ser ilimitado.

Suas tecnologias terapêuticas podem combinar exercícios de movimento autodirigidos com feedback de desempenho. Assim, são projetadas para aumentar a amplitude de movimentos, força, resistência e facilitar que o paciente inicie movimentos por conta própria.

Dispositivos de feedback para a coordenação motora

Atualmente, essa área criou e desenvolveu dispositivos de feedback de movimento sem fio e softwares de fisioterapia, dedicados à reabilitação funcional das extremidades superior e inferior. Dados biomecânicos quantitativos permitem a avaliação objetiva e acompanhamento do tratamento fisioterápico.

Órteses para controle de movimento

A robótica proporcionou a criação de órteses mais avançadas. Existem órteses atualmente no mercado que permitem aos pacientes, por exemplo, iniciar e controlar os movimentos de um braço parcialmente paralisado, usando seus próprios sinais musculares através da flexão/extensão do cotovelo e função de agarrar.

Dispositivos para envio de sinais elétricos

Esse tipo de dispositivo é capaz de enviar correntes elétricas aos braços ou pernas de um paciente com perda de movimentos. Ele envia sinalização para contrair e realizar movimentos que, de outra forma, seriam impossíveis.

Viu como a tecnologia na reabilita de paciente hoje faz toda a diferença? Se você quer saber mais sobre o assunto, descubra como a tecnologia pode ser uma aliada do profissional!

Saiba a importância de fazer uma revisão do eletromiógrafo!

Fazer a revisão do eletromiógrafo corretamente é essencial para garantir o pleno funcionamento do aparelho, assim como auxiliar no desenvolvimento das estratégias terapêuticas adotadas pelos profissionais da saúde.

A revisão do eletromiógrafo deve ser utilizada como ferramenta de manutenção preventiva.  Para que seja efetivo, o procedimento deve contemplar não somente o aparelho em si, mas também os sensores e os acessórios que o acompanham.

Importante no papel de atualização do equipamento, a revisão deve verificar os sistemas de inovação que podem melhorar a tecnologia do aparelho, de modo a contribuir para que os profissionais estejam com o seu instrumento de trabalho em dia. Confira este artigo e entenda por que a revisão do eletromiógrafo é importante!

Boa leitura!

O que é a revisão do eletromiógrafo?

Utilizado para verificar o funcionamento dos eletromiógrafos das linhas Miotool, New Miotool e seus correlatos, a revisão do equipamento realiza uma minuciosa avaliação para indicar possíveis consertos e melhorias que podem ser feitas para potencializar o desempenho do aparelho.

Por meio de um laudo de serviço são feitos os apontamentos para a realização de reparos e as recomendações de atualização de peças ou componentes. O sistema de identificação de avarias permite colocar o aparelho em pleno funcionamento e detecta os sistemas de inovação disponíveis para o modelo

Em quais casos a revisão nos equipamentos, sensores e acessórios é indicada?

Tanto o uso prolongado quanto a falta de uso gera a necessidade de uma revisão completa no equipamento, nos sensores e nos acessórios. O laudo de revisão e a manutenção preventiva são válidos por 12 meses. Após esse período é indicado realizar uma nova revisão.

Alguns fatores podem ser determinantes para a necessidade de revisar o eletromiógrafo, tais como inatividade do aparelho há mais de seis meses ou indícios de falha no seu funcionamento, por exemplo. Sugere-se a revisão de aparelhos com mais de dois anos de uso ou de fabricação

Como é feita a revisão do eletromiógrafo?

A revisão engloba todos os aspectos relacionados ao eletromiógrafo, desde a sua conexão com o computador até o nível de carga de sua bateria. São averiguados os produtos acessórios como cabo USB, cabo de referência e carregador de bateria, identificando as falhas de desempenho, caso houver.

Uma vez identificados os problemas, é emitido um laudo técnico. Após sua elaboração, o laudo é revisado por engenheiros capacitados, responsáveis por aprovar o parecer.

Depois de liberado, o laudo é encaminhado para o setor comercial — que, a partir deste, emitirá um orçamento, disponibilizando ao cliente as indicações de serviços necessários para a adequação do produto, assim como sugestões de atualização.

Qual é o papel do técnico na revisão do eletromiógrafo?

Treinados e capacitados para executar as tarefas previstas nas instruções de trabalho, o técnico documenta cada procedimento até a emissão do laudo. O parecer técnico indica a conformidade dos produtos com os parâmetros de testes estabelecidos pelo fabricante do produto pela Miotec.

A execução do serviço de revisão atende às exigências normativas, assegurando as boas práticas de produção do equipamento.

Qual é o prazo para a emissão do orçamento de reparos e atualizações?

Em até 3 dias úteis após a emissão da Ordem de Serviço, é emitido um laudo com detalhes dos processos a serem realizados — assim como sobre as peças que devem trocadas, quando há essa necessidade. 

Durante esse prazo, são executados testes para a realização da investigação de avarias e captação de sinais. A partir do laudo elabora-se um orçamento, indicando, assim, o valor para a execução dos reparos indicados pelos técnicos.

Quais são os benefícios da revisão do eletromiógrafo?

Detalhamento dos exames diagnósticos musculares

Relevante na análise clínica dos estados de ativação do músculo, a revisão constante do equipamento assegura que a aquisição dos sinais do eletromiógrafo serão analisadas corretamente.

Independentemente do tipo do aparelho, a eletromiografia deve analisar com precisão a intensidade de sua ativação, a duração da atividade e a variação de cada ciclo. A instrumentação deve estar adequada para captar cada nuance dos sinais, sendo cada vez mais precisa e detalhada.

Comunicação do aparelho com o software

O sinal obtido pelo corpo humano é emitido pelo aparelho de modo analógico, ao passo que sua visualização e medida se dá pelo sinal digital, registrado pela comunicação do equipamento a um computador que contém o software de leitura.

Para que a conversão do estímulo seja registrada corretamente, os parâmetros devem estar ajustados na aquisição do sinal EMG, segundo os componentes (filtros, eletrodo, amplificadores), frequência de amostragem e armazenagem correta dos dados. A revisão faz com que a detecção seja empregada sem ruídos e amplificada da maneira certa.

Softwares constantemente atualizados

Como todo aparelho que utiliza a tecnologia como ferramenta, os programas de diagnóstico por eletromiografia recebem atualizações constantes. Isso significa que periodicamente são lançadas novas versões dos softwares, visando melhorias de captação de sinal, armazenamento e visualização dos dados.

Com a revisão, novos recursos podem ser adicionados, trazendo maior credibilidade tanto para o profissional de saúde quanto para a terapia aplicada. Nesse processo também são minimizadas a ocorrência de bugs, contribuindo para a realização dos exames.

Como a manutenção preventiva auxilia no funcionamento do aparelho?

Realizar a revisão de acordo com as condições previstas pelo fabricante aumenta a vida útil do aparelho e garante o seu pleno funcionamento. Com seus acessórios calibrados corretamente, os exames se tornam mais rigorosos

Por ser uma aliada no trabalho do terapeuta, a tecnologia está naturalmente em um processo contínuo de revisão, necessitando ajustes para garantir compatibilidade com os equipamentos.

Por que entrar em contato com a Miotec?

Oferecendo um serviço de excelência na revisão de seus produtos, a Miotec trabalha com os melhores equipamentos diagnósticos, empenhados em melhorar a condição de uso e a durabilidade dos equipamentos. 

Agora que você já sabe os benefícios da revisão do eletromiógrafo, entre em contato com a Miotec para solicitar o seu orçamento! Basta acessar o site para fornecer seus dados, mandar um e-mail para miotec@miotec.com.br ou ligar nos telefones (51) 3061 1111 e (51) 3227 0023.

Garanta o funcionamento do seu equipamento com os melhores técnicos do mercado! 

Por que é interessante usar eletrodo descartável?

Graças aos avanços da medicina, as terapias de reabilitação muscular estão cada vez mais eficientes, baseando-se, muitas vezes, na captação da atividade elétrica do músculo durante o repouso ou uma contração (a chamada eletromiografia), ou na transferência de energia elétrica por meio de um eletroestimulador.

Esses métodos permitem estudar o comportamento muscular, a qualidade das contrações, verificar o comportamento de alguns órgãos e estimular a produção de endorfina, além de identificar e tratar disfunções. Para isso, a escolha de um eletrodo que fará a captação do sinal muscular é de fundamental importância no processo de avaliação e tratamento do paciente.

Neste post você conhecerá melhor o eletrodo descartável e descobrirá as principais vantagens associadas ao uso desse tipo de suprimento. Confira!

O que é o eletrodo descartável

Os eletrodos são pequenos dispositivos de transmissão. Eles devem ser posicionados de forma rente à pele para criar uma superfície de detecção (ou troca) de energias por meio da sua interface. 

Assim, é possível afirmar que o eletrodo descartável é o acessório responsável pela conexão entre o corpo e o sistema de coleta utilizado em um tratamento, exame ou avaliação.

Esses dispositivos são normalmente vistos em eletrocardiogramas, testes de esforço e outros procedimentos cardiológicos, nos quais o eletrodo é adesivado no peito do paciente para coletar sinais miográficos do organismo.

No entanto, seu uso também é aproveitado em testes neurofisiológicos, atividades de fisioterapia, uroginecologia, fonoaudiologia e diversas outras áreas da saúde.

A Norma Brasileira (NBR) 16628 de 09/2017 é um conjunto de regras divulgadas pela ABNT, que estabelece os requisitos básicos de segurança e de desempenho para todos os eletrodos descartáveis utilizados na eletrocardiografia — ou seja, nos procedimentos relacionados à manutenção da saúde do coração. 

Tipos de eletrodos descartáveis

Existe uma grande variedade de eletrodos no mercado, que podem ser classificados quanto à sua forma, ao tamanho e ao material. No entanto, os dispositivos mais utilizados costumam ser restritos a apenas 3 tipos: superficiais, intracavitários ou invasivos.

Superficiais

Os eletrodos de superfície apenas se diferenciam dos reutilizáveis por sua menor durabilidade, tendo em vista que devem ser trocados a cada sessão. No geral, são os mais comuns de serem vistos, bastante usados em recuperações musculares, procedimentos de eletroestimulação e exames cardiológicos.

Intracavitários

Os eletrodos intracavitários (também conhecidos como “sondas intracavitárias“) são dispositivos anatômicos que devem ser utilizados para avaliação e musculatura do assoalho pélvico — eles são muito comuns na área de urologia e ginecologia.    

Disponíveis tanto em versões permanentes quanto descartáveis como as sondas PelviFit, esses tipos de eletrodos são normalmente feitos de plástico e extremidades metálicas. Os modelos reutilizáveis devem ser esterilizados de acordo com as orientações da legislação vigente.

Invasivos

Os eletrodos que procuram atingir camadas mais profundas dos músculos são denominados invasivos e podem ser comercializados em formatos de agulhas ou fios metálicos. Por apresentarem maior chance de desconforto ao paciente, são usados apenas em casos específicos, como exames de eletroneuromiografia.

Vantagens dos eletrodos descartáveis

Os eletrodos descartáveis são uma excelente solução para clínicas com muitos clientes ou pacientes que precisam remover e substituir eletrodos com frequência. Suas principais vantagens são:

Higiene

O eletrodo descartável só pode ser usado uma única vez. Isso reduz a necessidade de esterilizações frequentes e aumenta a confiança do paciente, que verá que seu dispositivo é limpo e nunca foi usado antes. 

Um estudo publicado pela revista Clinical Neurophysiology comprovou que o uso de dispositivos descartáveis reduz o risco de infecções em pacientes. Como se não bastasse, eles ainda apresentam uma melhor performance em comparação com os reutilizáveis.

Praticidade

O eletrodo descartável é de fácil colocação, já que geralmente dispensa o uso de gel ou fita adesiva. Além disso, é possível obter embalagens com diversas unidades já esterilizadas e compatíveis com inúmeros tipos de conectores.

Essa vantagem também facilita o relacionamento da clínica com a Vigilância Sanitária Estadual, já que a armazenagem de sondas reutilizáveis pode ser mal vista pelos agentes de fiscalização.

De acordo com as normas atuais, a clínica precisa dispor de um cômodo especializado para a assepsia de dispositivos ou ter uma parceria firmada em contrato com alguma empresa que realize esse serviço.

Usabilidade

O eletrodo descartável pode ser usado tanto como um captador de energia (conectado ao eletromiógrafo) quanto como um eletroestimulador, destinado a enviar a carga elétrica que faça a musculatura do paciente a contrair.

Essa versatilidade garante a efetividade de tratamentos para a incontinência urinária, o alívio de dores crônicas, para exercícios de fortalecimento e diversas outras abordagens na área da saúde. Além disso, os formatos de cada dispositivo se adaptam facilmente à anatomia do paciente que fará uso deles.

Custos

O preço de um eletrodo descartável costuma ser bem mais bem atrativo do que o preço do permanente. Mesmo se o valor unitário não apresentasse muitas diferenças, o custo para a esterilização frequente de produtos reutilizáveis pode ser superior à aquisição de embalagens fechadas dos dispositivos já prontos para o uso.

Modelos de eletrodos descartáveis

Os modelos de eletrodos descartáveis mais conhecidos são fabricados por três marcas: 

Meditrace

O eletrodo Meditrace simples é universal, com máxima adesão à pele, rápida estabilização e versões tanto adultas quanto infantis. Seu valor unitário varia entre R$1,50 e R$1,65.

Double Trace

Como o próprio nome já diz, o Double Trace é um eletrodo duplo, com uma distância entre polos de 2cm. Seu custo varia de R$1,80 a R$2,60 por unidade e seu uso é ideal para a eletromiografia de musculaturas pequenas, como as do rosto ou das mãos.

Maxicor

O Maxicor Neonatal é um eletrodo simples, composto por um rebite de prata, espuma adesivada, lâmina protetora e gel condutor sólido. Seu uso também é indicado para musculaturas pequenas. Cada unidade custa R$1,50.

Sonda PelviFit

A Sonda Vaginal/Anal PelviFit é utilizada para realizar a captação do sinal de eletromiografia e biofeedback ou em situações onde se necessite da estimulação muscular da região do períneo. Cada unidade custa R$2,70 e é comercializada em pacote com 10 unidades.

Diferenças entre os modelos

Para a eletromiografia, o uso de dois eletrodos sempre é requisitado. Assim, devem ser aplicados dois dos eletrodos simples. O duplo já vem com duas partes metálicas que garantem uma melhor adaptação para esse procedimento. 

Por outro lado, as marcas simples também podem ser usadas tanto para a realização de eletromiografias quanto para eletrocardiogramas. Por fim, a qualidade de um eletrodo descartável pode ser mensurada pela precisão e pela qualidade de seu sinal (baixa impedância). 

Miotec trabalha apenas com os eletrodos de alto nível, que contam com tecnologia de ponta e boa adesão à pele. Se você deseja conhecer a excelência desses produtos de perto, entre em contato conosco e faça seu orçamento!

Nossa equipe terá muito prazer em atendê-lo!

A importância da tecnologia na recuperação de pacientes

Quanto mais o tempo passa, mais a tecnologia avança. Por se mostrar cada dia mais completa e eficiente, ela se tornou a estratégia ideal para que o profissional de fisioterapia ofereça um atendimento ainda melhor à população.

Com o uso de equipamentos de última geração e softwares específicos, é possível otimizar processos e garantir mais qualidade de vida a quem se submete a tratamentos. Esse cenário ilustra muito bem a importância da tecnologia na recuperação de pacientes.

No entanto, existe muito mais por trás disso: a tecnologia proporciona inúmeros benefícios e resultados positivos na área da saúde. É sobre eles que falaremos neste artigo. Confira!

Qual a importância de investir em tecnologia na recuperação de pacientes?

Atualmente, é possível afirmar que a tecnologia melhora a vida dos pacientes. O melhor exemplo desse fato é o quanto a área de medicina diagnóstica evoluiu. Está cada vez mais fácil identificar problemas e oferecer tratamentos adequados, nos quais o paciente leva um tempo muito menor para se recuperar e não precisa passar por procedimentos invasivos.

Além disso, o tempo usado para exames e para a divulgação de resultados diminui consideravelmente. Essa agilidade deixa os pacientes ainda mais tranquilos e seguros no consultório. Assim, o médico consegue ajudá-los a administrar suas emoções e a entender de forma mais ampla o que está acontecendo no seu organismo.

Como a tecnologia melhora a recuperação dos pacientes?

Assim como a tecnologia oferece meios para que os profissionais realizem seu trabalho com precisão, existem alguns benefícios que atingem diretamente o paciente. Alguns dispositivos e plataformas são desenvolvidos para que eles mesmos possam cuidar mais da própria saúde.

Por meio de aplicativos simples no celular, eles podem medir dados como qualidade do sono, frequência cardíaca e calorias gastas diariamente. Em um processo de recuperação, informações como essas precisam de acompanhamento constante.

Essa autonomia permite que o médico seja comunicado o quanto antes no caso de alguma irregularidade. Os pacientes também passam a ficar mais atentos e conscientes em relação ao próprio corpo.

Quais são os benefícios trazidos para tratamentos e resultados?

Com a tecnologia, os tratamentos estão cada vez mais precisos. Procedimentos delicados são melhorados com bons equipamentos e o médico ainda consegue visualizar sua evolução de maneira nítida.

Dessa forma, sempre que uma intervenção for necessária, não será difícil identificá-la e não haverá espera para que o processo aconteça. O paciente sofre menos com dúvidas, adere ao tratamento com boa vontade e consegue acompanhar de perto tudo o que está sendo realizado.

Com a rápida adesão à tecnologia dentro de consultórios, a alternativa se torna mais acessível. A partir disso, o número de pacientes beneficiados aumenta e os bons resultados se espalham.

Não pense que a tecnologia é algo fora da sua realidade profissional. Pesquise, estude e você certamente encontrará as melhores técnicas e máquinas para aperfeiçoar seu trabalho e trazer melhorias para os seus pacientes. 

Agora que você sabe mais sobre a importância da tecnologia na recuperação de pacientes, esteja sempre informado sobre outros assuntos relacionados. Assine a nossa newsletter e receba outros conteúdos interessantes diretamente em seu e-mail!

Eletromiografia de superfície: nova forma de avaliação de pacientes em UTI

tecnologia vem contribuindo para a medicina e impactando em todos os âmbitos possíveis: desde a qualidade de vida do paciente, até em métodos de tratamentos mais ágeis e eficazes, melhorando, salvando e prolongando vidas. 

Quando o assunto é músculos, vemos cada vez mais uma variedade de novas metodologias que auxiliam os profissionais a identificar patologias, diagnosticar e reabilitar os movimentos do corpo. Aqui, falaremos do eletromiógrafo de superfície, que é uma nova forma de avaliação de pacientes em UTI.

Para isso, convidamos o Helson Costa, fisioterapeuta Rotina da UTI adulto do Hospital Icaraí, que fica em Niterói (RJ). Ele é pós-graduado em Fisioterapia Neurofuncional e, atualmente, mestrando em Ciências Médicas pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Portanto, ninguém melhor do que ele para nos ajudar a entender como o eletromiógrafo de superfície é um método inovador e está impactando a vida dos pacientes. 

Mas antes, vamos entender um pouco melhor esse método:

O que é eletromiografia de superfície?

A Eletromiografia de superfície (EMGs) pode ser compreendida como a tecnologia de avaliação ou monitoramento do comportamento neuromuscular. A partir da captação dos potenciais elétricos que os músculos emitem durante uma atividade, a EMGs é capaz de informar sobre diversas variáveis inerentes à função desse sistema em relação ao tempo.

filtros no exame de Eletromiografia
sinal de eletromiografia – EMG

Há muito tempo utilizada em estudos fisiológicos e biomecânicos nas diversas áreas das ciências de movimento, a tecnologia permite o aprimoramento das práticas clínicas e de pesquisa dos profissionais de saúde. Fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, odontólogosprofissionais esportivos são os que mais utilizam a técnica. Sendo assim, o principal objetivo é inferir um diagnóstico que seja claro quando o tema é contrações musculares.

Os estudos científicos mostram a necessidade, cada vez maior, de se obter métodos e recursos de avaliação física apurados e que informem, quantitativamente, as manifestações diversas do organismo: “O racional aqui está no fato de que, quanto melhor e mais apurado for o sistema de avaliação, melhores serão as estratégias terapêuticas”, diz Helson.

No caso do sistema muscular, seja ele esquelético, seja respiratório, as informações fornecidas auxiliam os profissionais de saúde na compreensão das disfunções que por ventura os pacientes apresentem em consequência das patologias; bem como ajudam na tomada de decisão terapêutica, essenciais à reabilitação ou aprimoramento de habilidades mecânicas e funcionais.

Qual é o papel do fisioterapeuta?

Atualmente, a EMGs faz parte de uma série de aparatos e metodologias de avaliações funcionais musculares. Na terapia intensiva, ela serve tanto para finalidades diagnósticas funcionais quanto instrumentos de tratamento. 

Sobre o papel do fisioterapeuta no processo, Helson comenta: “o fisioterapeuta intensivista, no exercício de suas atribuições, é o responsável pela avaliação, monitoramento e intervenção (preventiva ou terapêutica) do sistema muscular respiratório e esquelético. Após a descoberta da síndrome de restrição prolongada e fraqueza adquirida na internação em UTIs, a avaliação muscular e sua terapêutica passaram a ser o centro das atenções dos profissionais de reabilitação”.  

Assim, com a tecnologia da EMGs, essa monitorização passou a ser efetivamente interessante, pois permitiu ao fisioterapeuta entender mais profundamente a fisiologia dos sistemas musculares. Dessa forma, as estratégias de tratamento dos pacientes se tornaram mais eficazes e com desfechos clínicos mais interessantes. 

Com relação à abordagem respiratória, a EMGs “tem auxiliado muito os profissionais no reconhecimento de esforços excessivos ou assincronias respiratórias. Tem auxiliado também nos processos de reabilitação através do sistema de biofeedback, permitindo a reaprendizagem motora ou a readaptação muscular respiratória. O mesmo tem sido observado no sistema muscular esquelético periférico”, diz o fisioterapeuta.  

O profissional ainda explica que “situações inerentes à internação levam os pacientes a perderem, muitas vezes, suas habilidades motoras, comprometendo sua qualidade de vida. Nesse sentido, o sistema de biofeedback com EMGs promove condições à reabilitação de conexões neuromusculares cerebrais e periféricas, que facilitam a restauração dessas habilidades com preservação das condições mecânicas mais favoráveis”.

Fisioterapeuta Helson Costa proferindo palestra "Novas formas de avaliação em UTI: a eletromiografia de superfície" no V Congresso Carioca de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva.
Fisioterapeuta Helson Costa proferindo palestra “Novas formas de avaliação em UTI: a eletromiografia de superfície” no V Congresso Carioca de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva.

Benefícios em utilizar o Eletromiógrafo de Superfície

Saber, de forma efetiva e consistente, o quanto um grupo muscular pode ser estimulado, a magnitude do seu esforço, ou mesmo a sua tendência à fadiga permitiu aos profissionais de saúde desenvolverem métodos e recursos terapêuticos capazes de restaurarem as funções motoras e respiratórias mais precocemente.

Além disso, com o uso de eletrodos de superfície o processo é indolor e, além de tudo, não invasivo. Outra característica é que não há restrição de idade ou qualquer classificação de paciente.

Com relação às áreas do corpo, o eletromiógrafo de superfície pode ser utilizado nos músculos da face (no caso da área de odontologia, contribuindo para o trabalho de dentistas e fisioterapeutas), músculos de membros inferiores e superiores e também nos músculos que estão envolvidos na respiração.

Dessa forma, “processos como a descontinuação da respiração artificial, a restauração da manutenção postural e o retorno às atividades da vida diária, são acelerados com advento da EMGs”, completa.

Outra vantagem que podemos citar da eletromiografia superficial é que não é necessário utilizar sedativos ou anestesias para realizar o exame, o qual pode ser feito direto no consultório médico. O procedimento pode durar apenas 20 minutos, porém, pode chegar até duas horas, dependendo do caso.

Portanto, podemos dizer que a Eletromiografia de Superfície é essencial para auxiliar os profissionais com dois fatores:

  • interpretação e entendimento de mecanismos biomecânicos e fisiológicos, além de mudanças cinéticas, que ocorrem no início da prática de atividade física;
  • avaliação e compreensão de doenças que podem comprometer o aparelho locomotor e principalmente em exercícios de treinamento de força.

Experiência do cliente com o produto e com o atendimento da MIOTEC

Com relação à sua experiência, Helson comenta:

Nosso serviço de fisioterapia hospitalar aqui em Niterói, Rio de Janeiro, está desenvolvendo pesquisas inovadoras acerca do entendimento e readaptações mecânicas da musculatura respiratória dos pacientes internados na UTI e que façam uso de ventilação artificial. Os resultados preliminares têm sido norteadores das técnicas de fisioterapia respiratória; os desfechos clínicos e funcionais têm sido favoráveis”.

A Miotec ajuda seus clientes fornecendo equipamentos e tecnologias, como o eletromiógrafo de superfície, que auxiliam e melhoram seu trabalho tanto na avaliação quanto no tratamento, contribuindo, portanto, com o crescimento do profissional de forma sustentada, por meio da tecnologia.  

Quer saber mais como estar sempre atualizado com as principais tendências do mercado ou utilizar a tecnologia em suas pesquisas? Contate-nos!

Investimento em tecnologia para terapia: entenda suas vantagens

Os avanços tecnológicos nos permitiram aprimorar as formas como interagimos e lidamos com o mundo. Foram inúmeros os benefícios gerados pelo advento das novas técnicas, principalmente em relação à expectativa de vida, já que foi possível desenvolver meios ainda mais eficazes para cuidar da saúde e aumentar o bem-estar.

Por isso, o investimento em tecnologia tem se tornado cada vez mais importante para desenvolver a medicina, sendo essencial para certas áreas da saúde, como a fisioterapia. Afinal, é constante a evolução de técnicas e equipamentos para o tratamento de traumas.

Deseja conhecer as vantagens do investimento tecnológico para as terapias? Então, continue lendo!

Aumenta a qualidade dos serviços

Com o investimento em tecnologia na área fisioterapêutica, é possível aumentar a qualidade dos serviços devido à eficiência dos recursos disponíveis. Ao utilizar o procedimento de eletromiografia, por exemplo, os tratamentos são feitos de forma mais objetiva, apresentando mais resultados.

Além disso, a tecnologia eleva também a qualidade, uma vez que pode ser utilizada para facilitar a comunicação entre o paciente e o profissional, que por meio de aplicativos podem interagir, o que permite ao especialista fazer um acompanhamento de seu paciente e observar a sua evolução mesmo que a distância.

Facilita o tratamento

Considerando a parte específica dos tratamentos, os avanços tecnológicos permitem que os pacientes tenham acesso a diversas terapias, que vão muito além do que o conhecimento humano pode chegar.

Ademais, é possível tratar até mesmo problemas como fobias por meio de jogos de realidade virtual, demonstrando que os avanços tecnológicos são importantes para mais que os tratamentos físicos. Tal fato é capaz de aumentar a produtividade, tanto do profissional envolvido quanto do tratamento em si.

Auxilia nos diagnósticos

Por se tratar de tecnologias altamente precisas, pode-se destacar que o seu uso é muito eficaz na realização de uma avaliação mais assertiva. Isso porque, muitas vezes, por falta de recursos o profissional não é capaz de identificar algum problema imediatamente.

No entanto, com a utilização de tecnologias, é possível ter diagnósticos mais precisos e que podem direcionar o paciente para o tratamento adequado, sem que ele necessite testar procedimentos que não vão ajudar a amenizar o problema, diminuindo então o tempo de espera.

Gera retorno financeiro

Por fim, o investimento em tecnologia nessa área pode gerar significativo aumento da receita para o profissional, já que mesmo sendo de custo elevado as técnicas e os equipamentos utilizados são capazes de fornecer diversos benefícios aos pacientes.

Dessa forma, com o oferecimento de tratamentos diferenciados e de maior qualidade, é possível valorizar os serviços e estabelecer preços maiores, pois se passa a ter a oportunidade de oferecer melhor atendimento em relação aos concorrentes.

Portanto, vale ressaltar que o investimento em tecnologia é um ótimo aliado dos profissionais da saúde, não somente em relação ao retorno financeiro gerado por ela, mas também devido à capacidade de rápida recuperação e aos resultados que ela pode oferecer às pessoas.

Agora, que já sabe as vantagens de investir na tecnologia para terapias, não deixe de ler outro artigo para conferir quais são os avanços na área da fisioterapia!

Banner Guia Completo da Realidade Virtual na Terapia

Equipamentos tecnológicos: como eles melhoram a terapia?

Os equipamentos tecnológicos têm revolucionado diversas áreas da saúde, como a medicina, a fisioterapia, a terapia esportiva e a fonoaudiologia. Isso porque ainda que os métodos tradicionais sejam eficientes, eles não atendem plenamente às diferentes necessidades das pessoas. Se a sociedade mudou, o mercado precisa acompanhar essas transformações.

Neste texto explicamos as motivações e aplicações mais frequentes da tecnologia nas mais variadas terapias. Confira!

Como esses equipamentos tecnológicos podem ser usados?

É cada vez mais comum o uso de tecnologia em diversos tratamentos, nas mais diferentes áreas da saúde. Na fisioterapia eles são usados para a recuperação de acidentados e pessoas com perda total ou parcial dos movimentos devido a doenças degenerativas.

Os atletas são beneficiados não só em casos de fraturas e lesões, como para recuperar a musculatura após os treinos ou disputas. Os equipamentos também são usados de forma preventiva, evitando o desgaste físico nas competições.

Os softwares, aplicativos e dispositivos ainda estão presentes:

  • em tratamentos para reabilitação da fala e da audição;

  • como auxiliar na melhoria da deglutição;

  • no diagnóstico de doenças graves e crônicas;

  • na terapia de doenças mentais;

  • como coadjuvantes nos tratamentos de câncer.

Quais os tipos de equipamentos mais comuns atualmente?

Os equipamentos utilizados dependem muito da aplicação e da área de cada tratamento. Na fisioterapia, por exemplo, está sendo muito usada a gameterapia. Esse tipo de tratamento usa jogos eletrônicos na reabilitação física de pacientes com dificuldades motoras. Ele ajuda na melhora dos movimentos e na reconquista do equilíbrio e a estimular a atividade cerebral, sendo especialmente eficaz em pacientes com a Doença de Parkinson.

Também são usados softwares de realidade virtual e realidade aumentada, aplicados na musicoterapia. Com o apoio da música e dos sons, o tratamento estimula as funções motoras e cerebrais, sendo muito recomendado para crianças com paralisia cerebral.

Na fonoaudiologia, aplicativos ajudam na correção de disfunções da fala e a aumentar o vocabulário das crianças. No entanto, esse tipo de tecnologia ainda é escassa no Brasil.

Por outro lado, já é bem recorrente a utilização da radiologia nos tratamentos oncológicos e de outras doenças. Nesses casos, a eficiência pode ser aumentada se combinadas a diagnósticos mais precisos alcançados por meio de softwares e equipamentos modernos.

Bons avanços também podem ser encontrados na área da recuperação esportiva. A eletromiografia e o biofeedback eletromiográfico são tecnologias que estão ganhando espaço cada vez mais.

Por que cada vez mais se usa tecnologia na saúde?

Muitas vezes, o paciente em recuperação se encontram bastante debilitados e desmotivados. Esse é o caso, principalmente, de crianças e idosos com doenças graves e até terminais. Assim, a tecnologia não só aumenta a eficiência e a rapidez das terapias, como geram mais engajamento.

Ao se depararem com formas mais criativas de tratamento, os pacientes se sentem mais valorizados e motivados, com maior esperança de melhora. É bom lembrar que o fator emocional pode ser decisivo para o resultado. Nesse sentido, os equipamentos tecnológicos agregam mais qualidade aos métodos tradicionais.

A tecnologia pode fazer muito mais pela área da saúde. Veja como ela pode ser utilizada na valorização do trabalho.

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