Saiba a importância de fazer uma revisão do eletromiógrafo!

Fazer a revisão do eletromiógrafo corretamente é essencial para garantir o pleno funcionamento do aparelho, assim como auxiliar no desenvolvimento das estratégias terapêuticas adotadas pelos profissionais da saúde.

A revisão do eletromiógrafo deve ser utilizada como ferramenta de manutenção preventiva.  Para que seja efetivo, o procedimento deve contemplar não somente o aparelho em si, mas também os sensores e os acessórios que o acompanham.

Importante no papel de atualização do equipamento, a revisão deve verificar os sistemas de inovação que podem melhorar a tecnologia do aparelho, de modo a contribuir para que os profissionais estejam com o seu instrumento de trabalho em dia. Confira este artigo e entenda por que a revisão do eletromiógrafo é importante!

Boa leitura!

O que é a revisão do eletromiógrafo?

Utilizado para verificar o funcionamento dos eletromiógrafos das linhas Miotool, New Miotool e seus correlatos, a revisão do equipamento realiza uma minuciosa avaliação para indicar possíveis consertos e melhorias que podem ser feitas para potencializar o desempenho do aparelho.

Por meio de um laudo de serviço são feitos os apontamentos para a realização de reparos e as recomendações de atualização de peças ou componentes. O sistema de identificação de avarias permite colocar o aparelho em pleno funcionamento e detecta os sistemas de inovação disponíveis para o modelo

Em quais casos a revisão nos equipamentos, sensores e acessórios é indicada?

Tanto o uso prolongado quanto a falta de uso gera a necessidade de uma revisão completa no equipamento, nos sensores e nos acessórios. O laudo de revisão e a manutenção preventiva são válidos por 12 meses. Após esse período é indicado realizar uma nova revisão.

Alguns fatores podem ser determinantes para a necessidade de revisar o eletromiógrafo, tais como inatividade do aparelho há mais de seis meses ou indícios de falha no seu funcionamento, por exemplo. Sugere-se a revisão de aparelhos com mais de dois anos de uso ou de fabricação

Como é feita a revisão do eletromiógrafo?

A revisão engloba todos os aspectos relacionados ao eletromiógrafo, desde a sua conexão com o computador até o nível de carga de sua bateria. São averiguados os produtos acessórios como cabo USB, cabo de referência e carregador de bateria, identificando as falhas de desempenho, caso houver.

Uma vez identificados os problemas, é emitido um laudo técnico. Após sua elaboração, o laudo é revisado por engenheiros capacitados, responsáveis por aprovar o parecer.

Depois de liberado, o laudo é encaminhado para o setor comercial — que, a partir deste, emitirá um orçamento, disponibilizando ao cliente as indicações de serviços necessários para a adequação do produto, assim como sugestões de atualização.

Qual é o papel do técnico na revisão do eletromiógrafo?

Treinados e capacitados para executar as tarefas previstas nas instruções de trabalho, o técnico documenta cada procedimento até a emissão do laudo. O parecer técnico indica a conformidade dos produtos com os parâmetros de testes estabelecidos pelo fabricante do produto pela Miotec.

A execução do serviço de revisão atende às exigências normativas, assegurando as boas práticas de produção do equipamento.

Qual é o prazo para a emissão do orçamento de reparos e atualizações?

Em até 3 dias úteis após a emissão da Ordem de Serviço, é emitido um laudo com detalhes dos processos a serem realizados — assim como sobre as peças que devem trocadas, quando há essa necessidade. 

Durante esse prazo, são executados testes para a realização da investigação de avarias e captação de sinais. A partir do laudo elabora-se um orçamento, indicando, assim, o valor para a execução dos reparos indicados pelos técnicos.

Quais são os benefícios da revisão do eletromiógrafo?

Detalhamento dos exames diagnósticos musculares

Relevante na análise clínica dos estados de ativação do músculo, a revisão constante do equipamento assegura que a aquisição dos sinais do eletromiógrafo serão analisadas corretamente.

Independentemente do tipo do aparelho, a eletromiografia deve analisar com precisão a intensidade de sua ativação, a duração da atividade e a variação de cada ciclo. A instrumentação deve estar adequada para captar cada nuance dos sinais, sendo cada vez mais precisa e detalhada.

Comunicação do aparelho com o software

O sinal obtido pelo corpo humano é emitido pelo aparelho de modo analógico, ao passo que sua visualização e medida se dá pelo sinal digital, registrado pela comunicação do equipamento a um computador que contém o software de leitura.

Para que a conversão do estímulo seja registrada corretamente, os parâmetros devem estar ajustados na aquisição do sinal EMG, segundo os componentes (filtros, eletrodo, amplificadores), frequência de amostragem e armazenagem correta dos dados. A revisão faz com que a detecção seja empregada sem ruídos e amplificada da maneira certa.

Softwares constantemente atualizados

Como todo aparelho que utiliza a tecnologia como ferramenta, os programas de diagnóstico por eletromiografia recebem atualizações constantes. Isso significa que periodicamente são lançadas novas versões dos softwares, visando melhorias de captação de sinal, armazenamento e visualização dos dados.

Com a revisão, novos recursos podem ser adicionados, trazendo maior credibilidade tanto para o profissional de saúde quanto para a terapia aplicada. Nesse processo também são minimizadas a ocorrência de bugs, contribuindo para a realização dos exames.

Como a manutenção preventiva auxilia no funcionamento do aparelho?

Realizar a revisão de acordo com as condições previstas pelo fabricante aumenta a vida útil do aparelho e garante o seu pleno funcionamento. Com seus acessórios calibrados corretamente, os exames se tornam mais rigorosos

Por ser uma aliada no trabalho do terapeuta, a tecnologia está naturalmente em um processo contínuo de revisão, necessitando ajustes para garantir compatibilidade com os equipamentos.

Por que entrar em contato com a Miotec?

Oferecendo um serviço de excelência na revisão de seus produtos, a Miotec trabalha com os melhores equipamentos diagnósticos, empenhados em melhorar a condição de uso e a durabilidade dos equipamentos. 

Agora que você já sabe os benefícios da revisão do eletromiógrafo, entre em contato com a Miotec para solicitar o seu orçamento! Basta acessar o site para fornecer seus dados, mandar um e-mail para miotec@miotec.com.br ou ligar nos telefones (51) 3061 1111 e (51) 3227 0023.

Garanta o funcionamento do seu equipamento com os melhores técnicos do mercado! 

Por que é interessante usar eletrodo descartável?

Graças aos avanços da medicina, as terapias de reabilitação muscular estão cada vez mais eficientes, baseando-se, muitas vezes, na captação da atividade elétrica do músculo durante o repouso ou uma contração (a chamada eletromiografia), ou na transferência de energia elétrica por meio de um eletroestimulador.

Esses métodos permitem estudar o comportamento muscular, a qualidade das contrações, verificar o comportamento de alguns órgãos e estimular a produção de endorfina, além de identificar e tratar disfunções. Para isso, a escolha de um eletrodo que fará a captação do sinal muscular é de fundamental importância no processo de avaliação e tratamento do paciente.

Neste post você conhecerá melhor o eletrodo descartável e descobrirá as principais vantagens associadas ao uso desse tipo de suprimento. Confira!

O que é o eletrodo descartável

Os eletrodos são pequenos dispositivos de transmissão. Eles devem ser posicionados de forma rente à pele para criar uma superfície de detecção (ou troca) de energias por meio da sua interface. 

Assim, é possível afirmar que o eletrodo descartável é o acessório responsável pela conexão entre o corpo e o sistema de coleta utilizado em um tratamento, exame ou avaliação.

Esses dispositivos são normalmente vistos em eletrocardiogramas, testes de esforço e outros procedimentos cardiológicos, nos quais o eletrodo é adesivado no peito do paciente para coletar sinais miográficos do organismo.

No entanto, seu uso também é aproveitado em testes neurofisiológicos, atividades de fisioterapia, uroginecologia, fonoaudiologia e diversas outras áreas da saúde.

A Norma Brasileira (NBR) 16628 de 09/2017 é um conjunto de regras divulgadas pela ABNT, que estabelece os requisitos básicos de segurança e de desempenho para todos os eletrodos descartáveis utilizados na eletrocardiografia — ou seja, nos procedimentos relacionados à manutenção da saúde do coração. 

Tipos de eletrodos descartáveis

Existe uma grande variedade de eletrodos no mercado, que podem ser classificados quanto à sua forma, ao tamanho e ao material. No entanto, os dispositivos mais utilizados costumam ser restritos a apenas 3 tipos: superficiais, intracavitários ou invasivos.

Superficiais

Os eletrodos de superfície apenas se diferenciam dos reutilizáveis por sua menor durabilidade, tendo em vista que devem ser trocados a cada sessão. No geral, são os mais comuns de serem vistos, bastante usados em recuperações musculares, procedimentos de eletroestimulação e exames cardiológicos.

Intracavitários

Os eletrodos intracavitários (também conhecidos como “sondas intracavitárias“) são dispositivos anatômicos que devem ser utilizados para avaliação e musculatura do assoalho pélvico — eles são muito comuns na área de urologia e ginecologia.    

Disponíveis tanto em versões permanentes quanto descartáveis como as sondas PelviFit, esses tipos de eletrodos são normalmente feitos de plástico e extremidades metálicas. Os modelos reutilizáveis devem ser esterilizados de acordo com as orientações da legislação vigente.

Invasivos

Os eletrodos que procuram atingir camadas mais profundas dos músculos são denominados invasivos e podem ser comercializados em formatos de agulhas ou fios metálicos. Por apresentarem maior chance de desconforto ao paciente, são usados apenas em casos específicos, como exames de eletroneuromiografia.

Vantagens dos eletrodos descartáveis

Os eletrodos descartáveis são uma excelente solução para clínicas com muitos clientes ou pacientes que precisam remover e substituir eletrodos com frequência. Suas principais vantagens são:

Higiene

O eletrodo descartável só pode ser usado uma única vez. Isso reduz a necessidade de esterilizações frequentes e aumenta a confiança do paciente, que verá que seu dispositivo é limpo e nunca foi usado antes. 

Um estudo publicado pela revista Clinical Neurophysiology comprovou que o uso de dispositivos descartáveis reduz o risco de infecções em pacientes. Como se não bastasse, eles ainda apresentam uma melhor performance em comparação com os reutilizáveis.

Praticidade

O eletrodo descartável é de fácil colocação, já que geralmente dispensa o uso de gel ou fita adesiva. Além disso, é possível obter embalagens com diversas unidades já esterilizadas e compatíveis com inúmeros tipos de conectores.

Essa vantagem também facilita o relacionamento da clínica com a Vigilância Sanitária Estadual, já que a armazenagem de sondas reutilizáveis pode ser mal vista pelos agentes de fiscalização.

De acordo com as normas atuais, a clínica precisa dispor de um cômodo especializado para a assepsia de dispositivos ou ter uma parceria firmada em contrato com alguma empresa que realize esse serviço.

Usabilidade

O eletrodo descartável pode ser usado tanto como um captador de energia (conectado ao eletromiógrafo) quanto como um eletroestimulador, destinado a enviar a carga elétrica que faça a musculatura do paciente a contrair.

Essa versatilidade garante a efetividade de tratamentos para a incontinência urinária, o alívio de dores crônicas, para exercícios de fortalecimento e diversas outras abordagens na área da saúde. Além disso, os formatos de cada dispositivo se adaptam facilmente à anatomia do paciente que fará uso deles.

Custos

O preço de um eletrodo descartável costuma ser bem mais bem atrativo do que o preço do permanente. Mesmo se o valor unitário não apresentasse muitas diferenças, o custo para a esterilização frequente de produtos reutilizáveis pode ser superior à aquisição de embalagens fechadas dos dispositivos já prontos para o uso.

Modelos de eletrodos descartáveis

Os modelos de eletrodos descartáveis mais conhecidos são fabricados por três marcas: 

Meditrace

O eletrodo Meditrace simples é universal, com máxima adesão à pele, rápida estabilização e versões tanto adultas quanto infantis. Seu valor unitário varia entre R$1,50 e R$1,65.

Double Trace

Como o próprio nome já diz, o Double Trace é um eletrodo duplo, com uma distância entre polos de 2cm. Seu custo varia de R$1,80 a R$2,60 por unidade e seu uso é ideal para a eletromiografia de musculaturas pequenas, como as do rosto ou das mãos.

Maxicor

O Maxicor Neonatal é um eletrodo simples, composto por um rebite de prata, espuma adesivada, lâmina protetora e gel condutor sólido. Seu uso também é indicado para musculaturas pequenas. Cada unidade custa R$1,50.

Sonda PelviFit

A Sonda Vaginal/Anal PelviFit é utilizada para realizar a captação do sinal de eletromiografia e biofeedback ou em situações onde se necessite da estimulação muscular da região do períneo. Cada unidade custa R$2,70 e é comercializada em pacote com 10 unidades.

Diferenças entre os modelos

Para a eletromiografia, o uso de dois eletrodos sempre é requisitado. Assim, devem ser aplicados dois dos eletrodos simples. O duplo já vem com duas partes metálicas que garantem uma melhor adaptação para esse procedimento. 

Por outro lado, as marcas simples também podem ser usadas tanto para a realização de eletromiografias quanto para eletrocardiogramas. Por fim, a qualidade de um eletrodo descartável pode ser mensurada pela precisão e pela qualidade de seu sinal (baixa impedância). 

Miotec trabalha apenas com os eletrodos de alto nível, que contam com tecnologia de ponta e boa adesão à pele. Se você deseja conhecer a excelência desses produtos de perto, entre em contato conosco e faça seu orçamento!

Nossa equipe terá muito prazer em atendê-lo!

A importância da tecnologia na recuperação de pacientes

Quanto mais o tempo passa, mais a tecnologia avança. Por se mostrar cada dia mais completa e eficiente, ela se tornou a estratégia ideal para que o profissional de fisioterapia ofereça um atendimento ainda melhor à população.

Com o uso de equipamentos de última geração e softwares específicos, é possível otimizar processos e garantir mais qualidade de vida a quem se submete a tratamentos. Esse cenário ilustra muito bem a importância da tecnologia na recuperação de pacientes.

No entanto, existe muito mais por trás disso: a tecnologia proporciona inúmeros benefícios e resultados positivos na área da saúde. É sobre eles que falaremos neste artigo. Confira!

Qual a importância de investir em tecnologia na recuperação de pacientes?

Atualmente, é possível afirmar que a tecnologia melhora a vida dos pacientes. O melhor exemplo desse fato é o quanto a área de medicina diagnóstica evoluiu. Está cada vez mais fácil identificar problemas e oferecer tratamentos adequados, nos quais o paciente leva um tempo muito menor para se recuperar e não precisa passar por procedimentos invasivos.

Além disso, o tempo usado para exames e para a divulgação de resultados diminui consideravelmente. Essa agilidade deixa os pacientes ainda mais tranquilos e seguros no consultório. Assim, o médico consegue ajudá-los a administrar suas emoções e a entender de forma mais ampla o que está acontecendo no seu organismo.

Como a tecnologia melhora a recuperação dos pacientes?

Assim como a tecnologia oferece meios para que os profissionais realizem seu trabalho com precisão, existem alguns benefícios que atingem diretamente o paciente. Alguns dispositivos e plataformas são desenvolvidos para que eles mesmos possam cuidar mais da própria saúde.

Por meio de aplicativos simples no celular, eles podem medir dados como qualidade do sono, frequência cardíaca e calorias gastas diariamente. Em um processo de recuperação, informações como essas precisam de acompanhamento constante.

Essa autonomia permite que o médico seja comunicado o quanto antes no caso de alguma irregularidade. Os pacientes também passam a ficar mais atentos e conscientes em relação ao próprio corpo.

Quais são os benefícios trazidos para tratamentos e resultados?

Com a tecnologia, os tratamentos estão cada vez mais precisos. Procedimentos delicados são melhorados com bons equipamentos e o médico ainda consegue visualizar sua evolução de maneira nítida.

Dessa forma, sempre que uma intervenção for necessária, não será difícil identificá-la e não haverá espera para que o processo aconteça. O paciente sofre menos com dúvidas, adere ao tratamento com boa vontade e consegue acompanhar de perto tudo o que está sendo realizado.

Com a rápida adesão à tecnologia dentro de consultórios, a alternativa se torna mais acessível. A partir disso, o número de pacientes beneficiados aumenta e os bons resultados se espalham.

Não pense que a tecnologia é algo fora da sua realidade profissional. Pesquise, estude e você certamente encontrará as melhores técnicas e máquinas para aperfeiçoar seu trabalho e trazer melhorias para os seus pacientes. 

Agora que você sabe mais sobre a importância da tecnologia na recuperação de pacientes, esteja sempre informado sobre outros assuntos relacionados. Assine a nossa newsletter e receba outros conteúdos interessantes diretamente em seu e-mail!

Eletromiografia de superfície: nova forma de avaliação de pacientes em UTI

tecnologia vem contribuindo para a medicina e impactando em todos os âmbitos possíveis: desde a qualidade de vida do paciente, até em métodos de tratamentos mais ágeis e eficazes, melhorando, salvando e prolongando vidas. 

Quando o assunto é músculos, vemos cada vez mais uma variedade de novas metodologias que auxiliam os profissionais a identificar patologias, diagnosticar e reabilitar os movimentos do corpo. Aqui, falaremos do eletromiógrafo de superfície, que é uma nova forma de avaliação de pacientes em UTI.

Para isso, convidamos o Helson Costa, fisioterapeuta Rotina da UTI adulto do Hospital Icaraí, que fica em Niterói (RJ). Ele é pós-graduado em Fisioterapia Neurofuncional e, atualmente, mestrando em Ciências Médicas pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Portanto, ninguém melhor do que ele para nos ajudar a entender como o eletromiógrafo de superfície é um método inovador e está impactando a vida dos pacientes. 

Mas antes, vamos entender um pouco melhor esse método:

O que é eletromiografia de superfície?

A Eletromiografia de superfície (EMGs) pode ser compreendida como a tecnologia de avaliação ou monitoramento do comportamento neuromuscular. A partir da captação dos potenciais elétricos que os músculos emitem durante uma atividade, a EMGs é capaz de informar sobre diversas variáveis inerentes à função desse sistema em relação ao tempo.

filtros no exame de Eletromiografia
sinal de eletromiografia – EMG

Há muito tempo utilizada em estudos fisiológicos e biomecânicos nas diversas áreas das ciências de movimento, a tecnologia permite o aprimoramento das práticas clínicas e de pesquisa dos profissionais de saúde. Fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, odontólogosprofissionais esportivos são os que mais utilizam a técnica. Sendo assim, o principal objetivo é inferir um diagnóstico que seja claro quando o tema é contrações musculares.

Os estudos científicos mostram a necessidade, cada vez maior, de se obter métodos e recursos de avaliação física apurados e que informem, quantitativamente, as manifestações diversas do organismo: “O racional aqui está no fato de que, quanto melhor e mais apurado for o sistema de avaliação, melhores serão as estratégias terapêuticas”, diz Helson.

No caso do sistema muscular, seja ele esquelético, seja respiratório, as informações fornecidas auxiliam os profissionais de saúde na compreensão das disfunções que por ventura os pacientes apresentem em consequência das patologias; bem como ajudam na tomada de decisão terapêutica, essenciais à reabilitação ou aprimoramento de habilidades mecânicas e funcionais.

Qual é o papel do fisioterapeuta?

Atualmente, a EMGs faz parte de uma série de aparatos e metodologias de avaliações funcionais musculares. Na terapia intensiva, ela serve tanto para finalidades diagnósticas funcionais quanto instrumentos de tratamento. 

Sobre o papel do fisioterapeuta no processo, Helson comenta: “o fisioterapeuta intensivista, no exercício de suas atribuições, é o responsável pela avaliação, monitoramento e intervenção (preventiva ou terapêutica) do sistema muscular respiratório e esquelético. Após a descoberta da síndrome de restrição prolongada e fraqueza adquirida na internação em UTIs, a avaliação muscular e sua terapêutica passaram a ser o centro das atenções dos profissionais de reabilitação”.  

Assim, com a tecnologia da EMGs, essa monitorização passou a ser efetivamente interessante, pois permitiu ao fisioterapeuta entender mais profundamente a fisiologia dos sistemas musculares. Dessa forma, as estratégias de tratamento dos pacientes se tornaram mais eficazes e com desfechos clínicos mais interessantes. 

Com relação à abordagem respiratória, a EMGs “tem auxiliado muito os profissionais no reconhecimento de esforços excessivos ou assincronias respiratórias. Tem auxiliado também nos processos de reabilitação através do sistema de biofeedback, permitindo a reaprendizagem motora ou a readaptação muscular respiratória. O mesmo tem sido observado no sistema muscular esquelético periférico”, diz o fisioterapeuta.  

O profissional ainda explica que “situações inerentes à internação levam os pacientes a perderem, muitas vezes, suas habilidades motoras, comprometendo sua qualidade de vida. Nesse sentido, o sistema de biofeedback com EMGs promove condições à reabilitação de conexões neuromusculares cerebrais e periféricas, que facilitam a restauração dessas habilidades com preservação das condições mecânicas mais favoráveis”.

Fisioterapeuta Helson Costa proferindo palestra "Novas formas de avaliação em UTI: a eletromiografia de superfície" no V Congresso Carioca de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva.
Fisioterapeuta Helson Costa proferindo palestra “Novas formas de avaliação em UTI: a eletromiografia de superfície” no V Congresso Carioca de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva.

Benefícios em utilizar o Eletromiógrafo de Superfície

Saber, de forma efetiva e consistente, o quanto um grupo muscular pode ser estimulado, a magnitude do seu esforço, ou mesmo a sua tendência à fadiga permitiu aos profissionais de saúde desenvolverem métodos e recursos terapêuticos capazes de restaurarem as funções motoras e respiratórias mais precocemente.

Além disso, com o uso de eletrodos de superfície o processo é indolor e, além de tudo, não invasivo. Outra característica é que não há restrição de idade ou qualquer classificação de paciente.

Com relação às áreas do corpo, o eletromiógrafo de superfície pode ser utilizado nos músculos da face (no caso da área de odontologia, contribuindo para o trabalho de dentistas e fisioterapeutas), músculos de membros inferiores e superiores e também nos músculos que estão envolvidos na respiração.

Dessa forma, “processos como a descontinuação da respiração artificial, a restauração da manutenção postural e o retorno às atividades da vida diária, são acelerados com advento da EMGs”, completa.

Outra vantagem que podemos citar da eletromiografia superficial é que não é necessário utilizar sedativos ou anestesias para realizar o exame, o qual pode ser feito direto no consultório médico. O procedimento pode durar apenas 20 minutos, porém, pode chegar até duas horas, dependendo do caso.

Portanto, podemos dizer que a Eletromiografia de Superfície é essencial para auxiliar os profissionais com dois fatores:

  • interpretação e entendimento de mecanismos biomecânicos e fisiológicos, além de mudanças cinéticas, que ocorrem no início da prática de atividade física;
  • avaliação e compreensão de doenças que podem comprometer o aparelho locomotor e principalmente em exercícios de treinamento de força.

Experiência do cliente com o produto e com o atendimento da MIOTEC

Com relação à sua experiência, Helson comenta:

Nosso serviço de fisioterapia hospitalar aqui em Niterói, Rio de Janeiro, está desenvolvendo pesquisas inovadoras acerca do entendimento e readaptações mecânicas da musculatura respiratória dos pacientes internados na UTI e que façam uso de ventilação artificial. Os resultados preliminares têm sido norteadores das técnicas de fisioterapia respiratória; os desfechos clínicos e funcionais têm sido favoráveis”.

A Miotec ajuda seus clientes fornecendo equipamentos e tecnologias, como o eletromiógrafo de superfície, que auxiliam e melhoram seu trabalho tanto na avaliação quanto no tratamento, contribuindo, portanto, com o crescimento do profissional de forma sustentada, por meio da tecnologia.  

Quer saber mais como estar sempre atualizado com as principais tendências do mercado ou utilizar a tecnologia em suas pesquisas? Contate-nos!

Investimento em tecnologia para terapia: entenda suas vantagens

Os avanços tecnológicos nos permitiram aprimorar as formas como interagimos e lidamos com o mundo. Foram inúmeros os benefícios gerados pelo advento das novas técnicas, principalmente em relação à expectativa de vida, já que foi possível desenvolver meios ainda mais eficazes para cuidar da saúde e aumentar o bem-estar.

Por isso, o investimento em tecnologia tem se tornado cada vez mais importante para desenvolver a medicina, sendo essencial para certas áreas da saúde, como a fisioterapia. Afinal, é constante a evolução de técnicas e equipamentos para o tratamento de traumas.

Deseja conhecer as vantagens do investimento tecnológico para as terapias? Então, continue lendo!

Aumenta a qualidade dos serviços

Com o investimento em tecnologia na área fisioterapêutica, é possível aumentar a qualidade dos serviços devido à eficiência dos recursos disponíveis. Ao utilizar o procedimento de eletromiografia, por exemplo, os tratamentos são feitos de forma mais objetiva, apresentando mais resultados.

Além disso, a tecnologia eleva também a qualidade, uma vez que pode ser utilizada para facilitar a comunicação entre o paciente e o profissional, que por meio de aplicativos podem interagir, o que permite ao especialista fazer um acompanhamento de seu paciente e observar a sua evolução mesmo que a distância.

Facilita o tratamento

Considerando a parte específica dos tratamentos, os avanços tecnológicos permitem que os pacientes tenham acesso a diversas terapias, que vão muito além do que o conhecimento humano pode chegar.

Ademais, é possível tratar até mesmo problemas como fobias por meio de jogos de realidade virtual, demonstrando que os avanços tecnológicos são importantes para mais que os tratamentos físicos. Tal fato é capaz de aumentar a produtividade, tanto do profissional envolvido quanto do tratamento em si.

Auxilia nos diagnósticos

Por se tratar de tecnologias altamente precisas, pode-se destacar que o seu uso é muito eficaz na realização de uma avaliação mais assertiva. Isso porque, muitas vezes, por falta de recursos o profissional não é capaz de identificar algum problema imediatamente.

No entanto, com a utilização de tecnologias, é possível ter diagnósticos mais precisos e que podem direcionar o paciente para o tratamento adequado, sem que ele necessite testar procedimentos que não vão ajudar a amenizar o problema, diminuindo então o tempo de espera.

Gera retorno financeiro

Por fim, o investimento em tecnologia nessa área pode gerar significativo aumento da receita para o profissional, já que mesmo sendo de custo elevado as técnicas e os equipamentos utilizados são capazes de fornecer diversos benefícios aos pacientes.

Dessa forma, com o oferecimento de tratamentos diferenciados e de maior qualidade, é possível valorizar os serviços e estabelecer preços maiores, pois se passa a ter a oportunidade de oferecer melhor atendimento em relação aos concorrentes.

Portanto, vale ressaltar que o investimento em tecnologia é um ótimo aliado dos profissionais da saúde, não somente em relação ao retorno financeiro gerado por ela, mas também devido à capacidade de rápida recuperação e aos resultados que ela pode oferecer às pessoas.

Agora, que já sabe as vantagens de investir na tecnologia para terapias, não deixe de ler outro artigo para conferir quais são os avanços na área da fisioterapia!

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Equipamentos tecnológicos: como eles melhoram a terapia?

Os equipamentos tecnológicos têm revolucionado diversas áreas da saúde, como a medicina, a fisioterapia, a terapia esportiva e a fonoaudiologia. Isso porque ainda que os métodos tradicionais sejam eficientes, eles não atendem plenamente às diferentes necessidades das pessoas. Se a sociedade mudou, o mercado precisa acompanhar essas transformações.

Neste texto explicamos as motivações e aplicações mais frequentes da tecnologia nas mais variadas terapias. Confira!

Como esses equipamentos tecnológicos podem ser usados?

É cada vez mais comum o uso de tecnologia em diversos tratamentos, nas mais diferentes áreas da saúde. Na fisioterapia eles são usados para a recuperação de acidentados e pessoas com perda total ou parcial dos movimentos devido a doenças degenerativas.

Os atletas são beneficiados não só em casos de fraturas e lesões, como para recuperar a musculatura após os treinos ou disputas. Os equipamentos também são usados de forma preventiva, evitando o desgaste físico nas competições.

Os softwares, aplicativos e dispositivos ainda estão presentes:

  • em tratamentos para reabilitação da fala e da audição;

  • como auxiliar na melhoria da deglutição;

  • no diagnóstico de doenças graves e crônicas;

  • na terapia de doenças mentais;

  • como coadjuvantes nos tratamentos de câncer.

Quais os tipos de equipamentos mais comuns atualmente?

Os equipamentos utilizados dependem muito da aplicação e da área de cada tratamento. Na fisioterapia, por exemplo, está sendo muito usada a gameterapia. Esse tipo de tratamento usa jogos eletrônicos na reabilitação física de pacientes com dificuldades motoras. Ele ajuda na melhora dos movimentos e na reconquista do equilíbrio e a estimular a atividade cerebral, sendo especialmente eficaz em pacientes com a Doença de Parkinson.

Também são usados softwares de realidade virtual e realidade aumentada, aplicados na musicoterapia. Com o apoio da música e dos sons, o tratamento estimula as funções motoras e cerebrais, sendo muito recomendado para crianças com paralisia cerebral.

Na fonoaudiologia, aplicativos ajudam na correção de disfunções da fala e a aumentar o vocabulário das crianças. No entanto, esse tipo de tecnologia ainda é escassa no Brasil.

Por outro lado, já é bem recorrente a utilização da radiologia nos tratamentos oncológicos e de outras doenças. Nesses casos, a eficiência pode ser aumentada se combinadas a diagnósticos mais precisos alcançados por meio de softwares e equipamentos modernos.

Bons avanços também podem ser encontrados na área da recuperação esportiva. A eletromiografia e o biofeedback eletromiográfico são tecnologias que estão ganhando espaço cada vez mais.

Por que cada vez mais se usa tecnologia na saúde?

Muitas vezes, o paciente em recuperação se encontram bastante debilitados e desmotivados. Esse é o caso, principalmente, de crianças e idosos com doenças graves e até terminais. Assim, a tecnologia não só aumenta a eficiência e a rapidez das terapias, como geram mais engajamento.

Ao se depararem com formas mais criativas de tratamento, os pacientes se sentem mais valorizados e motivados, com maior esperança de melhora. É bom lembrar que o fator emocional pode ser decisivo para o resultado. Nesse sentido, os equipamentos tecnológicos agregam mais qualidade aos métodos tradicionais.

A tecnologia pode fazer muito mais pela área da saúde. Veja como ela pode ser utilizada na valorização do trabalho.

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Saiba quais os principais filtros utilizados nos exames de Eletromiografia!

Eletromiografia é um método de diagnóstico que é utilizado para avaliar os problemas nervosos e/ou musculares de uma pessoa. Fisioterapeutas, profissionais esportivos, fonoaudiólogos, odontólogos e médicos especializados em diversas áreas são os que mais usam essa técnica e o maior objetivo é encontrar um diagnóstico claro sobre as contrações musculares.

No post de hoje, saberemos um pouco mais sobre esse exame e quais são os principais filtros utilizados no sinal eletromiográfico. Acompanhe!

Quais profissionais usam a Eletromiografia?

No caso dos fisioterapeutas, sua intenção é avaliar padrões de respostas musculares e a correta eficácia de alguns tratamentos. Os profissionais esportivos utilizam esse exame para identificar e recomendar as melhores posições a fim de trabalhar alguns músculos e estabelecer o ponto de fadiga do atleta.

Os fonoaudiólogos monitoram a evolução de um tratamento por meio da Eletromiografia dos músculos da face. Na medicina, o exame possibilita diferenciar uma contração patológica de uma contração fisiológica, as possíveis doenças metabólicas e também, se a origem é inflamatória ou degenerativa.

Já os dentistas encontram auxilio na investigação de dores e para avaliarem o funcionamento dos músculos da ATM (Articulação Têmporomandibular).

Como é feito o exame?

São realizados em consultórios de profissionais de saúde e não é necessário o uso de sedativos ou anestesias. O paciente permanece de 10 minutos até 30 minutos deitado sobre a maca, o tempo variando de acordo com a gravidade do problema de cada caso.

Esse procedimento utiliza eletrodos que avaliam a capacidade das células nervosas em transmitirem os sinais elétricos. Os eletrodos geralmente são em forma de agulha, mas existem os superficiais também. A diferença entre os dois é fácil de ser compreendida:

Eletrodos de agulha

São inseridos na musculatura e enviam sinais ao eletromiógrafo, seguindo o equilíbrio das trocas iônicas de nível celular. É possível captar com mais precisão as informações de unidades isoladas em atividade e também em repouso.

Eletrodos superficiais

Registram as atividades de um conjunto maior de fibras e de forma mais generalizada. Logo em seguida, os sinais captados são amplificados e exibidos na tela de um aparelho de computador.

Mas como funciona esse sistema de captação? Esses sinais (sinal eletromiográfico) são sempre captados com o uso dos eletrodos de um sistema de canais acoplados junto a um amplificador e uma placa de aquisição.

Quais são os filtros no exame de Eletromiografia?

Três filtros são utilizados durante os procedimentos da Eletromiografia e na sala de exame: Filtro Low Pass, Filtro Band Pass e Filtro Band Stop. Somente por meio do uso dos filtros no exame de Eletromiografia é possível atenuar sinais em várias áreas do conhecimento e eliminar os ruídos que podem interferir na frequência do sinal de interesse, pois os filtros limpam os sinais. Aprenda a diferenciá-los:

Filtro Low Pass

Os componentes de alta frequência acima de um determinado valor são eliminados quando esse filtro é utilizado.

Filtro Band Pass

As frequências abaixo e acima dos valores selecionado de corte são removidas durante o uso desse filtro no exame.

Filtro Band Stop

Se o exame for feito com esse filtro, uma frequência específica poderá ser removida com mais facilidade.

Quer conhecer mais sobre os filtros no exame de Eletromiografia e dispositivos tecnológicos para acompanhar a musculatura ? Então conheça os eletromiógrafos da Miotec!

Você sabe por que investir no Vert 3D?

O Vert 3D é um scanner postural da coluna que utiliza a tecnologia 3D de ponta para fazer um exame quantitativo bastante preciso, oferecendo inúmeros benefícios para as clínicas de reabilitação física e seus pacientes.

Entretanto, alguns gestores ainda questionam a utilidade e as vantagens deste tipo de aparelho, sobretudo devido ao desconhecimento sobre seu funcionamento e ao receio de investir em inovação.

Saiba agora quais são as funcionalidades do Vert 3D e porque sua clínica deve fazer dele um diferencial no cuidado diário com os pacientes, aproveitando todos os ganhos relacionados à inovação tecnológica. Confira e esclareça todas as suas dúvidas!

Por que investir em inovação?

Em tempos de grande insegurança econômica e política, o investimento em inovação tornou-se um imperativo de peso para as empresas dos mais diversos segmentos. Com as clínicas de reabilitação física e demais instituições de saúde não seria diferente.

Sendo assim, a automação é um fenômeno cada vez mais presente no dia a dia de consultórios e hospitais, otimizando a realização de procedimentos clínicos e gerenciais, o que traz vantagens tanto para os profissionais quanto para seus pacientes.

O emprego qualificado da tecnologia permite a melhora no atendimento desde a recepção até o pós-consulta, agiliza a realização dos procedimentos e auxilia no acompanhamento do estado de saúde e na prevenção de complicações e enfermidades.

No entanto, um dos aspectos mais positivos da inovação tecnológica na área de saúde é a possibilidade de diagnósticos mais precisos, sendo que o scanner postural da coluna Vert 3D é um dos maiores exemplos dessa realidade, como você entenderá a seguir.

Vert 3D – o que é?

O Vert 3D é o equipamento apropriado para realização de um exame quantitativo da coluna por meio da sua medição topográfica tridimensional, de forma não invasiva e sem exposição a qualquer tipo de radiação.

Trata-se de um sistema computadorizado, desenvolvido com base em tecnologia de ponta, que permite a análise funcional da região, com foco em relevo, inclinação, curvatura e simetria de todos os segmentos cervicais, torácicos e lombares.

Dessa forma, o Vert 3D é um scanner postural 3D da coluna destinado à avaliação diagnóstica e ao acompanhamento clínico de indivíduos com disfunções como:

  • escoliose;
  • lombalgia;
  • lombociatalgia;
  • artrose e outras disfunções da região dorsal.

 

 

Tudo isso é possível graças à utilização de projeções de luz estruturada sobre as costas do paciente avaliado, como explicaremos a seguir.

Como o Vert 3D funciona?

O funcionamento do Vert 3D é baseado no conceito de estereografia por luz estruturada, uma tecnologia recentemente desenvolvida na área da medicina diagnóstica, a qual proporciona o máximo conforto ao paciente.

O indivíduo examinado recebe uma projeção de luz sobre toda a região dorsal, que deve estar desnudada, gerando imagens que são captadas por uma câmera especialmente posicionada para permitir a formação do desenho tridimensional da coluna.

Para garantir a eficiência na emissão dos dados que geram a imagem, são utilizados adesivos marcadores sobre a pele do paciente, posicionados em proeminências ósseas identificadas por meio da palpação.

O software do scanner postural 3D da coluna é constituído de três módulos operacionais que garantem a continuidade e a sincronicidade entre todas as etapas do exame:

  • o módulo óptico, que é composto pelo projetor e pela câmera e faz a emissão da luz estruturada e a captação das imagens tridimensionais;
  • o módulo computacional, responsável pelos cálculos e pela análise matemática de medidas, curvaturas e ângulos, apontando assimetrias;
  • o módulo de interpretação, que é formado pela interface visual do programa e disponibiliza as informações coletadas no monitor para visualização, registro e análise clínica.

Dessa forma, os resultados do exame tridimensional da coluna são apresentados em um modelo que pode ser girado em todas as direções, com ajuda de tabelas, gráficos e mapas de cor que facilitam a identificação dos contornos e relevos da região dorsal, bem como de deformidades e desvios posturais.

Software Vert 3D

Ao final do processo, é emitido um laudo impresso completo, com todas as informações importantes para orientar a reabilitação e o acompanhamento da evolução clínica do paciente. Essa, na verdade, é uma das vantagens do Vert 3D, sobre as quais falaremos agora.

Relatório do Vert 3D

Quais são os benefícios do Vert 3D?

O scanner postural 3D da coluna é um aparelho projetado a partir da evolução da medicina baseada em evidência, conceito que reconhece a importância dos dados quantitativos para o diagnóstico e o tratamento dos pacientes.

Assim, as clínicas de reabilitação física que investem no Vert 3D assumem um posicionamento de vanguarda no mercado da saúde, oferecendo o que há de mais avançado em termos de eficácia no acompanhamento clínico.

Outro benefício para as clínicas é a relação custo-benefício do investimento. Comparativamente ao equipamento similar (disponível somente na Alemanha), o Vert 3D tem custo cerca de três vezes menor, com a mesma qualidade em todas os aspectos do seu uso.

Os profissionais, por sua vez, contam com o suporte de um exame quantitativo altamente preciso, cujo resultado permite a comparação entre os diferentes estágios da intervenção clínica, uma vez que o histórico de cada paciente fica armazenado em um banco de dados exclusivo.

Para os pacientes, a vantagem está na eliminação da necessidade do uso de contrastes ou de radiação para realização do exame, além da ausência de qualquer desconforto durante o todo o procedimento.

Agora que você já sabe o que é scanner postural 3D da coluna e quais as vantagens do seu uso, saiba como a sua clínica pode encontrar o Vert 3D, na última seção do nosso artigo.

Como investir no Vert 3D?

Os gestores que desejam otimizar os resultados da sua clínica de fisioterapia devem partir de um bom plano de negócios, com foco na análise de todos os ganhos possíveis a partir do investimento em tecnologia e inovação.

A Miotec é a empresa brasileira detentora da patente de desenvolvimento do scanner postural 3D da coluna, com disponibilidade para atender todas as clínicas de reabilitação interessadas em adquirir o equipamento.

Na atualidade, instituições localizadas em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia já contam com o Vert 3D, sendo que existe uma cláusula contratual que prevê a exclusividade do produto em um raio de 400 mil habitantes.

Chegando ao final do nosso artigo, é importante lembrar que o Vert 3D não substitui a radiografia ou a ressonância magnética. Os três tipos de exames são complementares e devem ser utilizados para embasar as decisões dos médicos, fisioterapeutas e demais profissionais responsáveis pelo tratamento.

Conheça melhor o scanner postural 3D da coluna e todas as suas funcionalidades acessando a página da Miotec agora mesmo!

Eventos de fisioterapia que você precisar ir em 2019

No decorrer de 2019, diversos eventos voltados para a área de fisioterapia serão realizados no Brasil. Ideais para conhecer as novas técnicas e pesquisas, além de aprofundar os aprendizados no campo da medicina. Estes eventos de fisioterapia são responsáveis por reunir profissionais de todo o país e renomados fisioterapeutas internacionais.

No calendário estão marcados importantes congressos, palestras e simpósios, considerados indispensáveis para a carreira de qualquer fisioterapeuta. Por isso, marcar presença é essencial para o profissional adquirir mais conhecimento e troca de experiências.

Neste ano, dividimos os eventos em 2 categorias: Fisioterapia Geral e Fisioterapia Pélvica.  Gostaria de conhecer quais eventos de fisioterapia já estão confirmados para 2019? Então organize sua agenda e confira as datas!

Eventos de Fisioterapia 2019

VIII Congresso Internacional de Osteopatia (CIOST)

A 8ª edição do Congresso Internacional de Osteopatia acontecerá entre os dias 30 de maio a 02 de junho, no Centro de Convenções Expo Dom Pedro – Campinas/SP.

Este congresso traz o que há de mais novo e atual no cenário mundial da osteopatia com um time de palestrantes nacionais e internacionais de peso. No CIOST deste ano, ocorrerá também o 1º Simpósio de Terapia Manual, debatendo temas relacionados a Neurociência da Dor. Acessar site do congresso.

 

11º Congresso Internacional de Fisioterapia

Organizado pela Sociedade Brasileira de Fisioterapia, esse evento terá o prazer de reunir conferencistas internacionais e nacionais que compartilharão seus conhecimentos atuais sobre a aplicabilidade clínica, destinado a acadêmicos, docentes, profissionais e todos os pesquisadores do campo da fisioterapia em geral.

O 11º Congresso Internacional de Fisioterapia ocorrerá no FIESTA BAHIA HOTEL, na Av. Antônio Carlos Magalhães, 741, Itaigara – Salvador – Bahia

de 19 a 22 de setembro de 2019. As inscrições podem ser realizadas no site do evento.

 

Congresso Internacional e Nacional | Sonafe Brasil 2019

O IX Congresso Brasileiro e VII Congresso Internacional da Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física acontecerá em Fortaleza (CE) nos dias 23 a 26 de Outubro de 2019.

Segundo Albino Luciano Abreu Pereira, presidente do Congresso, é uma oportunidade única para aprendizado e troca de conhecimentos com os maiores nomes nacionais e internacionais da Fisioterapia Esportiva. Veja o Site do evento.

Eventos de Fisioterapia Pélvica 2019

7º Congresso Internacional Inspirar de Fisioterapia Pélvica –  UROGINECOLOGIA FUNCIONAL juntamente com o 7º Congresso Internacional da ABFP

Considerado o evento mais relevante no cenário nacional da área, ocorrerá em Curitiba – PR nos dias 2 a 5 de maio de 2019

Neste ano, o evento terá como tema uma visão integral da pélvis e suas disfunções, contemplando diversos assuntos como as disfunções anorretais, as disfunções neurológicas, os prolapsos, disfunções sexuais e miccionais em homens, mulheres e crianças, com um  programa vasto com profissionais nacionais e internacionais.

Detalhes do congresso podem ser acessados no site oficial.

Já organizou sua agenda para participar desses eventos de fisioterapia? Então compartilhe este artigo nas redes sociais e ajude outros profissionais da área a conhecerem também!  Caso seu evento preferido não esteja aqui, entre em contato informando os dados.

Monitoramento remoto de pacientes: por que investir na área

Estamos na era da tecnologia e ela oferece diversas formas de melhorar o nosso dia a dia — e, principalmente, a nossa saúde. Muitos foram os avanços tecnológicos para a medicina; não apenas na criação de medicamentos e novos aparelhos para exames, mas também no atendimento e acompanhamento dos pacientes. Uma dessas inovações é o monitoramento remoto de pacientes.

No post de hoje, vamos explicar o motivo para investir nesse monitoramento, explicando suas vantagens e em que a tecnologia consiste. Ficou interessada? Então, acompanhe!

O que é monitoramento remoto de pacientes (RPM)?

A sigla RPM vem do inglês para Remote Patient Monitoring, mas, em bom português, significa monitoramento remoto de pacientes e permite que indivíduos com doenças crônicas sejam acompanhados a todo momento pelos médicos responsáveis.

Além de ter um baixo custo, outra vantagem é o fato de reduzir o número de hospitalizações. Assim, os portadores de hipertensão, diabetes e outras patologias conseguem ter uma melhor qualidade de vida.

Para que ocorra o monitoramento, os pacientes precisam utilizar um tipo de pulseira ou qualquer outro dispositivo tecnológico que se encaixa como uma peça de vestuário. Ela fica o tempo todo conectada à internet e, assim, consegue transmitir dados importantes do paciente para o sistema em tempo real.

Dessa forma, qualquer sinal vital que saia do parâmetro normal é enviado como alerta para a equipe de saúde responsável por aquela pessoa. Vários sinais já podem ser monitorados:

  • glicose;
  • índice de oxigenação;
  • batimentos cardíacos;
  • ​pressão arterial.

Esses são os sinais mais básicos. Há outros com tecnologia mais avançada que conseguem medir outros sinais importantes.

Quais as vantagens?

1. Maior economia

É simples pensar que monitorar o paciente e agir de forma preventiva consegue economizar uma série de recursos e tempo dos profissionais de saúde para a clínica.

Quando alguém tem um ataque cardíaco, por exemplo, é necessário utilizar um atendimento de urgência e aplicar diversas drogas. Após isso, o paciente precisará ficar hospitalizado, consumindo recursos do local e a atenção dos profissionais que poderia estar voltada para outras pessoas em estados mais graves — ou mesmo atuando de forma interna, melhorando o atendimento e o fluxo de pacientes.

Com o monitoramento remoto fica muito mais fácil de evitar esse tipo de situação. Por exemplo, se a pressão arterial do indivíduo começa a sair do padrão e vai para números perigosos, rapidamente a equipe de saúde recebe o alerta e, assim, o médico pode intervir antes que o pior aconteça. Isso pode ser feito na própria residência da pessoa, por exemplo.

2. Qualidade de vida

É muito mais cômodo para o paciente ser atendido em sua própria casa e não devemos levar em consideração apenas isso. Ele se sentirá confortável emocionalmente, o que refletirá positivamente na sua saúde naquele momento. Portanto, o atendimento domiciliar é uma tendência para os próximos anos e beneficia os dois lados da moeda.

3. Consumo de medicamentos controlado

Esse talvez seja um dos maiores problemas que os médicos enfrentam em relação aos pacientes. Muitos não consomem na hora correta — ou mesmo passam dias sem tomá-los — e só usam quando sentem que alguma coisa não vai bem. Além disso, muitos não monitoram quando a medicação está perto de acabar e passam alguns dias sem consumi-la antes de adquirir uma nova caixa.

Esse tipo de dispositivo é uma excelente forma de lembrar esses horários e evitar que o paciente adoeça. Ele também oferece um alerta para a equipe de saúde, informando que o medicamento já está perto do fim.

Percebeu como o monitoramento remoto de pacientes guarda inúmeras vantagens? Compartilhe-as nas redes sociais e mostre as novidades do mercado!

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