Inspire-se: A principal aposta para sua clínica é..

Bom, o ano está praticamente encerrado.

Mas isso não significa que é hora de parar; para deslanchar sua clínica em 2018, agora é a hora para ficar completamente em dia com as novidades do mercado e as apostas para ter sucesso em Fisioterapia.

Neste cenário, o uso inteligente da tecnologia é a grande aposta para quem quer ter uma clínica diferenciada e cheia de pacientes.

Por isso, os artigos que trouxe hoje falam sobre algumas das oportunidades de inovação trazidas pela tecnologia que você pode usar o quanto antes. 

Principal aposta para sua clínica

Gostou deste post e de nossas dicas ?

Assine nossa Newsletter e receber a próxima edição em primeira mão por e-mail, basta preencher seus dados após clicar no banner abaixo:

Abraços,

-- 
Tulio Arrial
Coordenador de Contas
Tel: (51) 3061.1111 ou (51) 3227.0023

Tecnologia na área da saúde: como ela pode ajudar uma clínica?

Os recursos tecnológicos revolucionam cada vez mais a vida das pessoas nos dias atuais. Nas clínicas essa tecnologia tem trazido muitos benefícios para os profissionais, pois se une à medicina a fim de oferecer o melhor tratamento aos clientes. A presença de equipamentos tecnológicos em uma clínica chama a atenção dos pacientes, o que gera uma confiança nos procedimentos por serem diferenciados e eficientes.

O uso da tecnologia na área da saúde é uma tendência que agrega valor no tratamento, no atendimento e na percepção que o paciente tem da clínica. Não são apenas aparelhos eletrônicos, mas sim métodos de computação eficazes para dar mais qualidade de vida às pessoas, reduzindo o tempo de reabilitação e agilizando resultados.

Essa inovação tecnológica aplicada à saúde tem revolucionado o tratamento de doenças e facilitado o trabalho dos profissionais. Sendo assim, neste post vamos abordar algumas aplicações de tecnologia na saúde e como elas têm influenciado essa área. Boa leitura!

Prevenção

Os exames se tornam mais simples e mais seguros com o grande avanço tecnológico e com as novas descobertas. Desse modo, a precisão dos diagnósticos melhora muito, o que, consequentemente, diminui as chances de erros. Essa melhoria garante que a escolha do tratamento seja a melhor possível para cada patologia.Sendo assim, esse novo método de realizar os exames são eficazes para prevenir que o problema se agrave e para prevenir doenças.

Há alguns anos, para se descobrir uma doença, diversos exames dolorosos e agressivos eram necessários. A tecnologia permite detectar qualquer problema em pouco tempo e sem a necessidade desse tipo de exame invasivo. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética são dois bons exemplos dos grandes avanços tecnológicos na medicina.

Gestão

A prática médica tende a ser muito mais produtiva e prazerosa quando é aliada à tecnologia. Sistemas de gestão facilitam no gerenciamento da clínica, além de oferecer maior qualidade no atendimento dos clientes. 

Ter um sistema como esse é assegurar tranquilidade e transparência para a clínica. Visto que ele realiza a organização de todas as tarefas administrativas, tais como: agendamento de consultas, questões financeiras e prontuários eletrônicos.

Tratamento

Os equipamentos que possuem tecnologia avançada são capazes de realizar procedimentos mais rápidos e mais precisos nos pacientes. Sem contar que, por meio deles, o médico consegue ver o corpo humano de forma nítida e em três dimensões, o que é muito relevante para intervir rapidamente e com pontualidade.

Um bom exemplo de melhoria nos tratamentos é a utilização da tecnologia de imagens 3D e da realidade aumentada para a realização de cirurgias. Esses recursos já estão sendo utilizados nos Estados Unidos. São ferramentas que facilitam o trabalho do médico para analisar regiões delicadas, como olhos e cérebro.

Empoderamento dos Pacientes

Os pacientes também são beneficiados, já que contam com o acesso cada vez mais facilitado a novas plataformas, dispositivos e outros meios de cuidar da saúde. A tecnologia mobile (dispositivos, aplicativos e smartphones desenvolvidos para a saúde), por exemplo, ajuda muito na prevenção e na confiança do tratamento.

Outro bom exemplo são os wearables. São dispositivos vestíveis que medem a quantidade de calorias gastas no dia, frequência cardíaca, quantidade de passos dados e a qualidade do sono do paciente. Desse modo, é possível compartilhar os dados com o médico e acompanhar o tratamento em casa. Claro que não podemos nos esquecer da grande contribuição das redes sociais, como o Facebook, por exemplo, pois permitem que os pacientes tirem dúvidas sobre a saúde pelas plataformas online.

Com a presença da tecnologia na área da saúde, os tratamentos serão mais confiáveis e eficazes, os exames serão realizados de forma rápida e os pacientes serão mais responsáveis e engajados com o tratamento. A utilização de equipamentos inovadores e uma simples interação com os clientes pelas redes sociais, por exemplo, farão a diferença na sua clínica.

Você curtiu este post? Tem algo a acrescentar sobre o assunto? Então deixe um comentário neste texto e compartilhe conosco a sua opinião e as suas ideias.

Tecnologia diagnóstica: a importância de acompanhar os avanços

A Tecnologia diagnóstica vem revolucionando a identificação precoce de doenças, a sensibilidade ao apontar anormalidades fisiológicas e a reabilitação física dos pacientes.
As aplicações da tecnologia para a avaliação clínica dos problemas de saúde mostram o quanto essa ferramenta contribuiu para o aumento da qualidade de vida ou diminuição das intervenções desnecessárias.

Porém, é preciso acompanhar os avanços nessa área, assim como aprimorar os conhecimentos científicos para fornecer um tratamento efetivo, seguro e adequado às condições clínicas do paciente.

Quer entender por que é importante acompanhar as inovações na área da tecnologia diagnóstica? Então, fique por aqui e compreenda esses novos conceitos!

Benefícios clínicos da tecnologia diagnóstica

Por meio dos recursos tecnológicos é possível observar uma disfunção muscular em estágio inicial e instituir medidas que minimizem o impacto para o paciente, que não precisará ficar imobilizado.

Além disso, a tecnologia assegura a monitorização dos achados clínicos na periodicidade recomendada para cada situação de saúde. Em casos de problemas articulares, reabilitação dos membros ou mudanças de postura, devem ser seguidos os protocolos recomendados.

Vantagens econômicas dos avanços tecnológicos

A medida em que as enfermidades são diagnosticadas precocemente e com mais precisão, o tratamento empírico vai se tornando cada vez menos frequente. Isso se reflete na farmacoterapia eficaz e com a minimização dos efeitos adversos.

Sendo assim, os custos relacionados às complicações musculares, desenvolvimento de dores crônicas e uso de muitos medicamentos simultaneamente diminuem drasticamente, gerando um saldo positivo considerável.

Técnicas inovadoras que garantem sucesso na terapia

As ferramentas tecnológicas avançaram muito no campo da fisiologia muscular. Exemplo disso é a eletromiografia, técnica que mostra os registros elétricos gerados pela diferença de potencial nos músculos.

Outras metodologias envolvem um diagnóstico por meio do scanner postural 3D da coluna, esteira eletrônica para treinamento de marcha, plataforma de força e equilíbrio da postura mediante equipamentos de última geração.

Essas tecnologias também auxiliam na reorientação terapêutica, quando necessária, e tendem a reduzir a desmotivação dos pacientes frente a uma terapia de exercícios que eles não estão dispostos a realizar.

Soluções diferenciadas no diagnóstico por imagem

Os recursos tecnológicos possibilitaram uma qualidade de imagem nunca antes observada pelos mais experientes radiologistas. As particularidades dessa estratégia melhoraram o diagnóstico de forma significativa.

Por meio dos exames radiológicos é possível observar em alta definição as anormalidades fisiológicas, verificar o volume de informações geradas em apenas um procedimento, além de reduzir á exposição radiológica durante o exame.

Ademais, a tecnologia tem a grande vantagem de armazenar as imagens em dispositivos próprios ou encaminhar esses dados por meio da nuvem ou digitalização dos resultados, garantindo praticidade para os profissionais de saúde.

A Tecnologia diagnóstica veio para aperfeiçoar a reabilitação física e motora dos pacientes com distúrbios musculares. Por meio dessa inovação é possível identificar precocemente um problema, monitorar as intervenções propostas e reduzir os custos financeiros gerados.

O destaque é dado para a eletromiografia e metodologias diferenciadas de diagnóstico por imagem que, juntas, podem aumentar a chance de melhorias clínicas para o paciente.

E você, já utiliza as ferramentas tecnológicas para fazer o diagnóstico? Está antenada para as inovações nesse ramo? Aproveite e leia também Paciente desmotivado: o que fazer?

Imagem cartoon de uma profissional usando tecnologia, com as frases: Obtenha aqui ebook gratuitamente. Tecnologia na àrea de Fisioterapia Conheça as Mais Importantes

Inspire-se: a tecnologia a favor da sua clínica!

Olá, tudo bem?

O uso da tecnologia na área da saúde não é novidade por aqui. Em outras edições do Inspire-se, nós já compartilhamos alguns artigos sobre o assunto, ressaltando sua importância (e potencial!) para profissionais como você.

No entanto, na medida em que o mercado vai se tornando mais e mais competitivo, o uso estratégico da tecnologia se torna quase que obrigatório para se diferenciar.

O desafio está em entender como fazer isso em sua clínica.

Por isso, separei os conteúdos abaixo especialmente para te dar ideias:

Gostou deste post e de nossas dicas sobre tecnologia?

Assine nossa Newsletter e receber a próxima edição em primeira mão por e-mail, basta preencher seus dados após clicar no banner abaixo:

Abraços,

-- 
Tulio Arrial
Coordenador de Contas
Tel: (51) 3061.1111 ou (51) 3227.0023

Inspire-se: como se preparar para o futuro do mercado?

Olá , tudo bem?

Na última edição do Inspire-se você conferiu algumas dicas para preparar sua gestão para o ano que vem.

Grande parte de qualquer planejamento é a análise do que já passou: você só pode melhorar algo que identificou como erro, certo?

Mas muita gente esquece da segunda parte, que é inovar para melhorar.

Por isso, os artigos de hoje foram separados especialmente para te ajudar a refletir sobre inovação para a sua clínica em 2018:

Gostou deste post e de nossas dicas sobre o futuro do mercado?

Assine nossa Newsletter e receber a próxima edição em primeira mão por e-mail, basta preencher seus dados após clicar no banner abaixo:

 

Abraços,

-- 
Tulio Arrial
Coordenador de Contas
Tel: (51) 3061.1111 ou (51) 3227.0023

Realidade virtual: como ela afeta a reabilitação?

De uns tempos para cá, a realidade virtual vem ganhando espaço em nosso cotidiano. São computadores, videogames, óculos especiais e outros dispositivos que têm como principal proposta fazer com que o indivíduo se sinta imerso em uma espécie de existência fictícia”.

Mas até onde essa vertente da tecnologia pode ajudar também na área da saúde? Por exemplo: imagine um paciente que perdeu movimentos de determinadas parte do corpo e precisa se submeter à fisioterapia. E se esses exercícios pudessem ser monitorados com o uso de cenários de realidade virtual? Não estaria o paciente recebendo estímulos musculares bem maiores?

É por essa razão que a realidade virtual já está sendo utilizada como parte do tratamento para alguns pacientes em reabilitação, sendo uma maneira mais lúdica de aplicar os exercícios comuns à essa fase. Além disso, os aparelhos contam com a tecnologia de sensor Kinect, capaz de escanear e reconhecer os movimentos do indivíduo e inseri-los no contexto.

Para você entender melhor, listamos abaixo alguns benefícios que somente esse sistema de reabilitação pode oferecer. Acompanhe:

Realidade virtual: Motivação para os pacientes

O objetivo do tratamento de reabilitação é estimular os movimentos musculares de modo que o paciente crie uma memória motora. A partir daí, os movimentos passam a ocorrer sem que ele precise “pensar” muito neles.

Esse nível só é alcançado por meio de muita repetição. Entretanto, ficar repetindo movimentos de forma inveterada todos os dias na fisioterapia é um processo que, com o passar do tempo, pode desmotivar o paciente, que passa a acreditar que o tratamento é monótono e pouco produtivo.

É nesse contexto, então, que entra a realidade virtual. Com sua utilização, o paciente recebe um feedback dos seus movimentos e sente como se estivesse saindo da sala de fisioterapia (ou da sua casa) para a vida real. Dentro do ambiente digital, ele interage com objetos e situações diferenciadas que criam uma ideia positiva do processo, fazendo com que ele busque mais precisão em seu desempenho com o passar dos dias.

Equilíbrio estático nos processos

Embora ainda esteja em fase de estudos, médicos e pesquisadores do assunto têm notado uma melhora no equilíbrio estático de pacientes tratados por meio da realidade virtual.

Tanto a velocidade média quanto o deslocamento do centro da pressão apresentam-se diferentes entre pessoas que adotaram o modelo convencional de fisioterapia e outras que utilizam essa nova modalidade.

Essa avaliação é feita com o uso de um aplicativo inserido na própria plataforma que é capaz de mensurar esses dois fatores. É a partir daí que eles podem ser comparados a outros modelos mais convencionais.

Entretenimento com progresso

Pessoas de todas as faixas etárias se rendem aos encantos de uma tecnologia bem aplicada. Os videogames, por exemplo, estão cada vez abandonando mais seu status de brinquedo infanto-juvenil para se tornar uma atração para todas as idades.

Pessoas que sofreram traumas ou acidentes e se encontram em fase de reabilitação ainda não estão aptas a participar de partidas normais. Entretanto, por meio do tratamento com a realidade virtual, as sessões se tornam mais interativas e permitem que pacientes que nutrem uma paixão por videogames se sintam novamente inseridos nos jogos.

Ao mesmo tempo em que a fisioterapia traz resultados mais rápidos, o paciente tem momentos de entretenimento e diversão. O fato de ir à fisioterapia soará mais como um momento agradável, talvez até de lazer (com responsabilidades inclusas, é claro), diferente de outros métodos que se tornam maçantes e o paciente sente que está “saindo de casa para sentir dor”. Não que a dor não possa aparecer em alguns momentos, mas ela será mesclada à sensação de diversão e dever cumprido.

Autonomia na recuperação

A realidade virtual promove maior independência aos pacientes devido a dois fatores: o primeiro tem relação com o equilíbrio adquirido e os resultados que costumam surgir mais depressa, conforme já citamos acima. Já o segundo deriva dos métodos utilizados, que permitem que eles utilizem outras habilidades para atingir seus objetivos de reabilitação.

Há, por exemplo, sistema interligados com mapas que contêm imagens de ruas e avenidas transmitidas via satélite. Nesse caso, enquanto “caminha” pelas ruas, o paciente passa por uma espécie de atualização do que mudou em sua cidade.

É natural que pessoas que perderam os movimentos há algum tempo se, por um milagre, acordassem recuperadas de um dia para outro, provavelmente não saberiam “se virar” na atual configuração do ambiente em que vivem. Por meio desse tipo de sistema, é como se elas recuperassem um pouco a sua autonomia e capacidade de se deslocar por si mesmas.

Isso eleva a autoestima do paciente e se reflete em suas atividades do dia a dia, fazendo com que ele conquiste uma parcela a mais de independência.

Imersão total no ambiente de recuperação

O BioMovi é um aparelho inovador que vem conquistando espaço no campo de reabilitações via realidade virtual. Ele funciona como uma espécie de videogame que transporta o paciente a um cenário virtual. Entretanto, a função do joystick em jogos convencionais é substituída pela contração muscular.

Essa contração é captada pelo aparelho (biofeedback eletromiográfico) e atua no movimento de elementos do jogo, que ainda mostra a pontuação de acordo com a intensidade e eficiência do movimento. Inclusive, um gráfico é exibido para mostrar toda a atividade muscular desempenhada.

Terapeuta acompanhando paciente durante o jogo do BioMovi – Blockbreaker. Paciente deve quebrar os blocos com movimento e atividade elétrica do braço

Durante o procedimento, o paciente é capaz até mesmo de se esquecer que está em uma terapia, visto a total interação em atividades cotidianas que têm parecido tão distantes para ele na vida real.

Nesse caso, o sensor Kinect e os óculos de realidade virtual são utilizados de forma conjunta, a fim de criar todo um cenário onde o paciente vai interagir e acompanhar cada passo da sua evolução, que certamente acontecerá de forma mais rápida.

Como você pôde ver, o uso da tecnologia para melhorar a saúde e processos de reabilitação vem sendo difundido em larga escala. Trata-se de uma forma inteligente de utilizar os recursos que temos disponíveis para promover melhor qualidade de vida para pessoas que perderam funções motoras devido a acidentes, doenças ou traumas.

Entendeu como a realidade virtual é capaz de afetar positivamente os resultados de um tratamento de reabilitação? Viu como ela tem inúmeras vantagens sobre o procedimento normal ao qual estamos acostumados? Para entender melhor, leia também esse nosso artigo que explica de forma mais aprofundada como funciona a tecnologia BioMovi. Até lá!

Os benefícios da avaliação de pacientes com tecnologia

A avaliação de pacientes com tecnologia tem crescido em diversos campos da saúde. Utilizar recursos tecnológicos durante a anamnese clínica possibilita benefícios que influenciam significativamente nas etapas clínicas posteriores.

Atualmente, a utilização da tecnologia nas clínicas apresenta-se como um diferencial e deve ser o objetivo de muitos gestores para que os serviços da empresa se destaquem nesse concorrido mercado de saúde.

Se você ainda não entendeu a importância da tecnologia na área da saúde, conheça a seguir os benefícios dessa integração e saiba mais! Boa leitura!

Benefícios da avaliação de pacientes com a tecnologia

1. Acurácia no diagnóstico

Atualmente, é possível detectar doenças em estágio inicial, identificar anormalidades funcionais e entender os processos do adoecimento quase que em tempo real. Afinal, alguns equipamentos utilizam tecnologia em 3D ou por varredura dos tecidos.

Devido à modernidade dos recursos tecnológicos também é possível desvendar mecanismos fisiopatológicos até então obscuros, caracterizar corretamente cada processo infeccioso, utilizar os processos elétricos do corpo humano, entre outros.

Além disso, com o advento da telemedicina foi possível ampliar o contato com especialistas da área e obter um diagnóstico mais específico em situações clínicas consideradas insolúveis com as ferramentas disponíveis.

2. Melhoria das condutas

A avaliação de pacientes com tecnologia deu um salto gigantesco para a detecção do diagnóstico mais condizente com os sintomas apresentados pelo paciente e o mesmo pode ser dito a respeito das melhorias nas condutas terapêuticas.

As técnicas cirúrgicas atuais permitem procedimentos minimamente invasivos e as intervenções farmacológicas alcançam tecidos por meio de equipamentos extremamente precisos em sua inserção.

Assim como é visto atualmente, aparelhos para reabilitação musculoesquelética que trabalham grupos funcionais característicos sem sobrecarregar os demais tecidos, visando a recuperação das lesões de forma mais rápida para o paciente.

3. Monitoramento do estado clínico

Ao instituir condutas terapêuticas, é necessário um acompanhamento da situação clínica do paciente. Assim, os aparelhos devem mensurar nuances importantes da condição do paciente para que os profissionais de saúde tomem as medidas necessárias.

Atualmente, os equipamentos conseguem captar mudanças pequenas mas significativas no desempenho muscular dos pacientes. Eles são capazes também de identificar algumas substâncias que predizem doenças.

Dessa maneira, os profissionais conseguem adaptar as intervenções conforme os resultados gerados, possibilitando as modificações quando pertinentes ou mantendo as condutas para não agravar o estado patológico do paciente.

4. Levantamentos de dados em saúde

avaliação de pacientes com tecnologia permite um levantamento de dados sobre as condições de saúde de determinada região. Essa pesquisa servirá de base para estudos epidemiológicos e farmacológicos.

Os dados obtidos via informatização de saúde possibilitarão a identificação de fatores determinantes e condicionantes do processo saúde-doença e do meio ambiente que influencia nesse processo.

Assim, com a utilização do Big Data é possível elaborar um banco de dados para a padronização de condutas clínicas, planejar intervenções precoces para evitar um alastramento das enfermidades e conscientizar a população sobre os riscos inerentes à situação.

A importância de investir em tecnologia na área da saúde

Como você pode ver, além de usarmos a tecnologia para muitas coisas em nossas vidas, ela já está consolidada nos processos relacionados à saúde. Agora que você entende como ela se destaca dentro da avaliação de pacientes, é necessário ampliar o olhar para descobrir as outras vantagens oferecidas pelas novidades tecnológicas do setor.

Veja!

Melhoria no atendimento

Qualquer procedimento de saúde, ainda que pareça simples ao olhar médico, é muito desgastante para o paciente. Portanto, muito além de uma avaliação ágil e precisa, ele deseja que as outras etapas de atendimento também sejam tranquilas para que tudo isso seja um motivo a menos para preocupação.

Assim, o papel da tecnologia é admirável nesse quesito. Por meio de softwares e plataformas é possível otimizar o agendamento de consultas e a conversa com os pacientes, além de permitir registros que facilitam o contato quando há necessidade de um novo atendimento.

A rapidez obtida, então, faz com tudo seja mais rápido tanto para o paciente quanto para os profissionais da saúde.

Aumento da eficiência

Em geral, tratamentos mais longos envolvem o trabalho de diversos profissionais. A tecnologia, então, contribui para que a avaliação do paciente seja repassada de forma mais precisa por meio de dispositivos portáteis, eliminando a necessidade de impressão de papéis ou de trânsito de documentos pelo consultório.

Dessa forma, nenhum tempo é perdido e os pacientes também têm acesso rápido aos resultados. Inclusive, é possível disponibilizar exames pela internet de forma totalmente confidencial e segura — alternativa facilitadora também para médico e paciente.

Auxílio na prevenção

É interessante lembrar que a tecnologia trouxe para o nosso cotidiano os aplicativos de celular. Atualmente, muitos deles são desenvolvidos com foco na prevenção de problemas de saúde e possuem inclusive uma conexão direta com o número de celular do médico.

Uma ferramenta interessante que se aplica neste quesito é o marca-passo monitorado. Assim como o paciente tem acesso ao seu desempenho cardíaco 24 horas por dia, o médico consegue ter o mesmo controle e ser alertado de qualquer anomalia.

Dessa maneira, é mais fácil encaminhar o paciente para atendimento ou fornecer qualquer orientação mais urgente.

Facilita a tomada de decisões

Por fim, é interessante pontuar o quanto a tecnologia facilita a tomada de decisões médicas. Por oferecer resultados e informações precisas, determinar o tipo de tratamento pelo qual o paciente passará ou qual novo caminho deve ser seguido para que se tenha sucesso no procedimento.

Por meio de programas de computador, o mapeamento do DNA e de condições genéticas é muito mais acessível e permite até mesmo que a propensão a outras doenças seja identificada. Com isso, outros procedimentos de prevenção podem ser inseridos na rotina do paciente para assegurar a qualidade de sua saúde.

A avaliação de pacientes com tecnologia — bem como dos demais processos da área médica — é uma condição necessária para melhorar o diagnóstico e o prognóstico do paciente, além de valorizar os profissionais de saúde que investem nessas estratégias.

Por meio da aplicação de ferramentas tecnológicas adequadas e do volume de conhecimento científico de cada profissional de saúde é possível garantir um atendimento integral e efetivo ao paciente.

Esse assunto também é uma excelente oportunidade de ressaltar o papel da tecnologia diagnóstica e a importância de acompanhar seus avanços. Não deixe de se informar sobre essa questão!

Imagem cartoon de uma profissional usando tecnologia, com as frases: Obtenha aqui ebook gratuitamente. Tecnologia na àrea de Fisioterapia Conheça as Mais Importantes

Fisioterapia pélvica: como a tecnologia ajuda o paciente e terapeuta

A fisioterapia pélvica é muito importante para reverter ou diminuir problemas do assoalho pélvico. Podendo ter várias causas, como o enfraquecimento muscular devido à idade, a diminuição dos hormônios e a gravidez, esse é um quadro que merece atenção.

Com o diagnóstico e com o tratamento corretos, o paciente poderá se ver livre da ansiedade, da depressão e do isolamento que são trazidos por problemas como esse. Nesse sentido, a tecnologia pode ajudar.

Com o avanço do desenvolvimento tecnológico, surgem novos equipamentos e mais apropriados, que são usados em todas as áreas da saúde. Como com a fisioterapia uroginecológica não é diferente, vale conhecer as principais opções que podem auxiliar profissionais e pacientes.

Para entender melhor, continue lendo e saiba quais são as opções disponíveis.

Os equipamentos para avaliação e diagnóstico

Uma vez que o indivíduo chegue ao especialista com alguma dificuldade em relação à incontinência urinária ou fecal, assim como distorções sobre os músculos e órgãos pélvicos, é necessário efetuar um diagnóstico.

Nesse momento, a tecnologia pode ajudar por contar com vários equipamentos que oferecem precisão e facilidade de obtenção de resultados. Entre eles, estão:

Perineômetro

O perineômetro é um equipamento que mede, com muita precisão, qual é a força que os músculos do assoalho pélvico possuem. Para tanto, a medição é feita na região do períneo, por meio do uso de pressão.

O seu resultado aparece em mmHg, oferecendo uma visão bem clara e precisa da intensidade de contração muscular da região.

Em mulheres, ele se baseia na inserção de uma sonda no canal vaginal, a qual é inflada até certa medida. A partir daí, é possível medir qual quão intenso é o ato de contrair da paciente.

Uma das grandes vantagens desse elemento é que ele permite o ajuste até níveis de muito baixos, ajudando a realizar um diagnóstico preciso.

Dinamômetro perineal

Já o dinamômetro perineal tem o objetivo de fazer uma medição da força dos músculos, em vez de somente a pressão da contração. Essa análise de resultados é importante porque músculos enfraquecidos levam mais facilmente a disfunções e incontinências, exigindo terapias específicas de fortalecimento.

Essa medição acontece também na área do períneo graças à inserção de uma sonda. Em seguida, o paciente é estimulado a fazer alguns exercícios, de modo que o dinamômetro avalie corretamente qual é a força.

O resultado é dado em Kgf, o que oferece uma visão bem completa e precisa de como anda a saúde de quem se consulta.

Eletromiógrafo

O eletromiógrafo é um equipamento que tem como objetivo captar os impulsos elétricos presentes nos músculos. Essa atividade elétrica é medida em microvolts.

Ou seja, por meio desse elemento, é possível saber se o músculo está ativo, quando isso acontece e com qual intensidade há esse movimento.

Ele funciona por meio de eletrodos e de um equipamento de medição automática muito preciso. Os eletrodos são posicionados no assoalho pélvico, podendo ser colocados na área do períneo.

Com exercícios de máxima contração, é possível entender quanto tempo o paciente consegue segurar o estado, baseando-se em médias das maiores.

Isso favorece uma avaliação para compreender se os músculos têm alguma dificuldade ou se há falhas no período de contração.

Ultrassom

Uma tecnologia bastante consolidada é o ultrassom. Com o apoio de um visor, um gel especial e o aparelho com as ondas eletromagnéticas, é possível avaliar toda a região da pelve.

Geralmente, é feito com a bexiga cheia, o que também ajuda a compreender as questões ligadas à incontinência.

Outro tipo é o transvaginal, em que uma sonda é inserida no canal vaginal para fazer um reconhecimento mais completo da região.

Essa opção é benéfica para tirar dúvidas sobre um diagnóstico, assim como para identificar a presença de tumores ou condições que justifiquem o mau funcionamento do assoalho pélvico.

Os equipamentos para o tratamento de pacientes

Além de ajudar a realizar a identificação do problema, a tecnologia também é útil para auxiliar no tratamento.

Por meio dos recursos certos, a pessoa pode ser orientada pelo fisioterapeuta com maior precisão, levando à eficiência de atuação.

Entre os equipamentos mais adequados para essa etapa de fisioterapia pélvica, estão:

Dispositivos de biofeedback

Os dispositivos de biofeedback oferecem resultados em tempo real em relação ao esforço feito pelo paciente na região pélvica. Eles podem ser de pressão — como é o caso do perineômetro —, manométricos ou eletromiográficos, por exemplo.

Esse último tipo é o mais empregado para o tratamento e tem como objetivo analisar a atividade elétrica do músculo em tempo real.

Por meio de um ambiente lúdico, por exemplo, o fisioterapeuta pode desenvolver uma rotina de exercícios para que o indivíduo execute. Com a análise simultânea ao movimento, dá para saber se a pessoa está fazendo os exercícios corretamente, de modo a instruí-la para agir com efetividade.

Em geral, um dos eletrodos é posicionado na região anal ou vaginal e o outro, no abdômen. Assim, na hora da contração do assoalho pélvico é possível saber se o paciente está usando os músculos da barriga ou do assoalho pélvico.

Eletroestimulador

Para fazer com que os músculos da pelve trabalhem corretamente, uma das possibilidades da fisioterapia pélvica é utilizar o eletroestimulador. Ele se baseia no uso de uma sonda que é posicionada na região anal ou no canal vaginal.

A partir daí, o fisioterapeuta controla e envia pequenos impulsos elétricos para a sonda, os quais atingem os músculos. Em resposta, eles tendem a se contrair.

Com o uso consistente da ferramenta, é uma maneira de fortalecer o assoalho pélvico e, principalmente, de garantir que a atuação seja efetiva, já que a contração é controlada pelo profissional.

A forma de integrar a tecnologia ao tradicional

É importante compreender que o uso da fisioterapia pélvica não surge como substituição a processos tradicionais. A anamnese, por exemplo, continua sendo relevante para que se trace um perfil completo do paciente, favorecendo a investigação das causas do problema e das melhores maneiras de lidar com cada situação.

Além disso, os exames físicos por inspeção, palpação e até pelo toque bidigital no eixo vaginal permanecem sendo válidos. Contudo, é importante compreender que, embora essas etapas deem uma grande orientação para o diagnóstico, elas não são absolutamente precisas.

Por isso, vale a pena integrar o uso de tecnologias, favorecendo processos tradicionais e conseguindo dados mais completos, confiáveis e precisos.

Reconhecendo os recursos tecnológicos disponíveis e como elas podem ajudar a fisioterapia pélvica, é possível criar um atendimento muito melhor para o profissional e para o paciente. Assim, vale a pena integrar essas ferramentas ao que já é tradicionalmente usado, gerando efeitos ainda melhores.

Além de todas as sondas e equipamentos, a PelviFit Trainer promete auxiliar quem sofre com problemas no assoalho pélvico e até o terapeuta. Veja como esse elemento pode é útil e conheça suas vantagens!

Evolução do tratamento na fisioterapia: como demonstrar para médico e paciente

A tecnologia caminha a passos largos em várias áreas do conhecimento. E uma das áreas que tem apresentado resultados mais satisfatórios, com certeza, é a fisioterapia.

Prova disso é a evolução do tratamento na fisioterapia, principalmente, em relação às terapias de reabilitação. Afinal, são várias técnicas novas e equipamentos que surgem todos os dias e auxiliam pacientes e médicos nos mais variados ramos.

Entretanto, muitos profissionais da área ainda não sabem como demonstrar este avanço no tratamento fisioterapêutico, tanto para o paciente quanto para o médico. Você é um profissional do ramo de reabilitação que deseja saber como fazer isso? Então, veja a seguir.

Como demonstrar para o médico e o paciente essa evolução?

A avaliação feita por um fisioterapeuta é a chave da conduta terapêutica em um paciente que necessita de reabilitação. E ela tornou-se muito mais precisa e completa com os avanços tecnológicos e técnicos que surgiram nessa área.

Com a evolução nesse tipo de tratamento, o fisioterapeuta e demais profissionais que trabalham com reabilitação podem explorar da melhor forma o real estado físico do paciente, — tornando mais compreensível o que a pessoa relata sobre sua patologia ou lesão.

Assim, os distúrbios musculoesqueléticos são avaliados segundo quesitos de análise da função articular (força e mobilidade muscular), além de seu funcionamento, sendo quantificados e mensurados, complementando a anamnese e o diagnóstico do médico.

Logo, de forma alguma tal conduta visa realizar o diagnóstico que só pode ser estabelecido pelo médico, e sim, o fisioterapêutico, que envolve características e aspectos específicos, — com base na biomecânica, anatomia, fisiologia e cinesiologia — para definir as possíveis etiologias do problema.

Como a evolução do tratamento na fisioterapia contribuiu para melhores resultados?

Não tem importância qual a patologia que atinge o paciente, bem como qual o estado de desenvolvimento dessa doença, a evolução do tratamento na fisioterapia contribui para resultados terapêuticos cada vez mais satisfatórios.

Prova disso são as ferramentas tecnológicas, como o jogo Wii Fit, que pode ser executado em alguns videogames. Essa técnica funciona como um complemento para trabalhar a coordenação, o condicionamento físico e o ponto de equilíbrio dos pacientes.

Assim, o jogo além de fornecer informações sobre o desempenho físico do paciente, de acordo com o deslocamento que o mesmo realiza sobre a plataforma, ele também oferece o aspecto lúdico, segundo afirma o professor do curso de fisioterapia da USP, José Eduardo Pompeu.

E há comprovações científicas de que essa tecnologia promove flexibilidade e ganhos funcionais de movimento de modo eficaz, principalmente em pacientes com mal de Parkinson.

E não apenas o Wii Fit, como tantos outros avanços como o scanner postural, estabilizador de coluna e o biofeedback eletromiográfico comprovam a evolução do tratamento fisioterapêutico.

Portanto, o uso de inovações tecnológicas nas terapias de reabilitação, bem como na avaliação fisioterapêutica, é uma prática cada vez mais comum e trouxe a evolução do tratamento na fisioterapia.

Para tanto, é muito importante que o profissional que trabalhe na área demonstre isso para médicos e pacientes.

Gostou de nosso post sobre como demonstrar tanto para o médico quanto o paciente a evolução do tratamento na fisioterapia? Então, descubra como a tecnologia atua na reabilitação física aqui.

banner-de-ebooks-tecnologia-na-area-da-fisioterapia-1

Gameterapia: como tornar as sessões de biofeedback mais divertidas

Não são raros os pacientes que se entendiam durante uma sessão de terapia tradicional. Para acabar com esse problema, surgiu, no Canadá, a gameterapia.

Se você nunca ouviu falar sobre o assunto, saiba que trata-se da utilização de jogos durante o tratamento. Com eles, o paciente é transportado para uma realidade virtual, onde o objetivo é realizar determinada ação contraindo certos agrupamentos musculares.

Com a gameterapia, as sessões tornam-se mais dinâmicas e divertidas, o que faz com que os pacientes tenham um maior empenho para realizar os exercícios. Quer saber mais detalhes sobre o assunto? Então, continue conosco e confira como tornar as suas sessões de biodeedback mais divertidas e prazerosas — para profissional e paciente!

Mas, afinal, o que é gameterapia?

O conceito de gameterapia surgiu no Canadá por volta de 2006. Trata-se da utilização de videogames, com sensores de movimentos, em sessões fisioterapêuticas, ortopédicas e neurológicas. Atualmente, a novidade é utilizada por profissionais de saúde em vários países, incluindo o Brasil.

Mas, como funcionam as sessões? Bom, geralmente o paciente — ou, nesse caso, o jogador — é acomodado diante de sensores de movimentos que controlam suas ações. As movimentações feitas por ele são refletidas na tela, fazendo com que todo o processo seja controlado e supervisionado pelo profissional da saúde responsável pelo tratamento.

A gameterapia possui inúmeros benefícios, sendo que o principal deles é tornar a reabilitação mais dinâmica e prazerosa. Além disso, é provável que um paciente em uma sessão tradicional de fisioterapia, por exemplo, sinta dores ou desconfortos durante a execução dos exercícios.

Nesse sentido, o videogame funciona como uma distração para a pessoa. Como consequência, as sessões tendem a ser mais leves, divertidas e prazerosas para ela e para o médico.

Como ela pode ajudar as sessões de biofeedback?

Um tratamento com biofeedback utiliza equipamentos capazes de quantificar, identificar e analisar os níveis de contração muscular de um paciente. Geralmente, uma sessão tradicional usa eletrodos superficiais ou intracavitários (sondas) para monitorar a atividade dos músculos do indivíduo.

Com a gameterapia, as sessões serão feitas com um videogame. Como? Por meio de equipamentos especiais, o paciente precisará realizar determinadas ações de um jogo utilizando um agrupamento muscular.

Por exemplo, imagine uma pessoa que está tratando problemas de incontinência urinária. Jogando uma partida de tênis virtual, ela precisará movimentar a bola a partir da contração de certos músculos do assoalho pélvico. Dessa forma, o foco do tratamento passa a ser jogo, tornando as sessões mais lúdicas e divertidas.

Qualquer pessoa pode participar de sessões de gameterapia?

Sim, qualquer pessoa — crianças, adultos e idosos — podem participar das sessões de gameterapia. No entanto, é o terapeuta quem vai estabelecer o período em que os jogos entrarão no tratamento.

Geralmente, a chamada “reabilitação virtual” começa quando o profissional da saúde percebe que o paciente está tendo um bom desempenho nas sessões de biofeedback. Desse modo, ele pode aumentar o grau de dificuldade propondo exercícios com jogos.

Nessa fase, o indivíduo passa a utilizar um agrupamento muscular para executar as ações em uma tela virtual. Ao final do game, os equipamentos fornecem gráficos para que o profissional possa analisar o andamento e a eficácia do tratamento.

São exemplos de jogos:

BioFarm

O jogo se passa em uma fazenda, onde o paciente precisa interagir com o ambiente por meio da sua contração muscular. Mas como saber que ele está utilizando o músculo correto?

Por meio de dispositivos que capturam a intensidade da contração — como o BioMovi — é possível fazer com que a pessoa consiga jogar somente se ela estiver utilizando a musculatura correta!

Além disso, o BioMovi utiliza o Mioglass, um óculos de realidade virtual (com visão 3D) que é capaz de transportar o paciente ao cenário do jogo. Isso torna as sessões ainda mais divertidas, dinâmicas e prazerosas para quem está fazendo o tratamento.

Geralmente, nessa fase, o paciente realiza as contrações de forma automática.

BioSpace VR

No BioSpace VR o paciente fica no meio de uma tempestade de asteroides. Para se livrar deles, ele precisa destruí-los com tiros de canhão. Como o jogador fará isso? Realizando as contrações musculares propostas pelo profissional da saúde!

Quais são os benefícios da gameterapia?

Infelizmente, são muitas as pessoas que se entendiam durante uma sessão de biofeedback tradicional. Isso faz com que elas se sintam desmotivadas a realizar os exercícios propostos de forma eficaz.

Portanto, um dos benefícios mais evidentes da gameterapia é a sua capacidade de tornar as sessões divertidas, o que faz com que a pessoa tenha maior motivação para executar os movimentos de forma correta. Afinal, os jogos têm fases e pontuações.

Com o tempo, a tendência é que o paciente aprenda a controlar o corpo de forma automaticamente — mesmo que ele não saiba como consegue fazer isso.

Além disso, é possível observar os seguintes benefícios:

  • aumento do controle e da força muscular;

  • melhora na capacidade de concentração;

  • aumento da autoestima;

  • alívio do estresse, entre outros.

Em todo o mundo, os resultados da gameterapia têm sido muito satisfatórios. No Canadá, por exemplo, há mais de 20 jogos desenvolvidos especialmente para a fisioterapia.

Já nos Estados Unidos os pesquisadores do Medical College of Georgia têm conseguido bons resultados no tratamento do mal de Parkinson. Além disso, os mesmos médicos afirmam que os jogos são extremamente eficazes no combate a depressão.

No Brasil, a novidade tem sido utilizada como complemento em tratamentos por diversos médicos e clínicas. Atualmente, há empresas sérias — como a Miotec — que desenvolvem biogames capazes de unir o bioofedback e a utilização de jogos.

Como pudemos ver, a gameterapia é uma alternativa que tem se mostrado altamente eficaz na recuperação de crianças, adultos e idosos de todos os sexos. Se utilizada sob supervisão e dentro de um programa de tratamento, a tecnologia é capaz de elevar a qualidade de vida dos pacientes, além de aprimorar as respostas aos tratamentos.

Se você ficou interessado na novidade e quer saber mais detalhes sobre ela, baixe o nosso e-book e descubra tudo o que você precisa saber sobre gameterapia!

banner_de_ebooks-03