Tudo o que você precisa saber sobre o Miostab no tratamento das disfunções do Assoalho Pélvico

As disfunções do assoalho pélvico consistem em uma ampla gama de problemas que surgem quando a musculatura do assoalho pélvico – MAPs e músculos profundos do abdômem não funcionam adequadamente . Controlar a atividade desses músculos torna-se fundamental para atingir sucesso na terapia e o MioStab é essencial para esse controle, entenda o por quê:

 

A atividade sinérgica entre os MAPs e os abdominais possibilita o desenvolvimento de uma pressão de fechamento adequada e importante para manter a continência urinária e fecal. Alguns estudos demonstram que, durante a contração voluntária dos MAP, ocorre uma co-ativação dos músculos transversos abdominal, oblíquo interno, oblíquo externo e reto abdominal, ocasionando um aumento da pressão esfincteriana.

 

Alguns estudos apontam que a co-contração, ou seja, a ativação do músculo transverso abdominal faz com que ocorra, mesmo que involuntariamente (ou reflexamente) a contração dos MAPs. Com base nesse mecanismo, quando a paciente trabalha a musculatura Transverso do Abdômen, pode reflexamente contrair os MAP. Associado ao reflexo, o fisioterapeuta pode sugerir e inserir o comando voluntário; para que o paciente contraia voluntariamente a musculatura do assoalho pélvico.

 

O uso do biofeedback pode impactar positivamente na terapia, pois ajuda no processo de conscientização muscular.  Neste post falaremos sobre a utilização da Unidade Pressórica de Biofeedback – Miostab no tratamento das disfunções do assoalho pélvico. 

 

Equipamento

O MioStab é uma unidade pressórica de biofeedback (UPB) e consiste num equipamento prático e de fácil manuseio; que pode contribuir de modo a complementar as avaliações e terapias utilizadas na prática clínica.

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MioStab

 

Consiste de uma bolsa de pressão que deve ser colocada entre a região do corpo que será monitorada e uma superfície rígida e fixa (maca, cadeira com encosto, parede). A bolsa é conectada a um esfigmomanômetro que registra alterações de pressão na bolsa. É utilizada como um feedback extrínseco tátil, tal como a palpação; por meio do contato da bolsa de pressão com a pele; visual, por meio da observação do manômetro (ou sensor de pressão) do aparelho; e verbal, por meio do comando do avaliador.

 

Indicação

O Miostab possui várias indicações dentro da fisioterapia pélvica:

  • Para mulheres que não tenham boa consciência da musculatura do assoalho pélvico
  • Para mulheres que apresentam grau de força muscular baixa.
  • Para pacientes que já tem contração da musculatura do assoalho pélvico, mas que gostariam de ganhar mais agilidade e ação reflexa, para se sentir mais preparada a realizar a contração em outras tarefas como: corrida, caminhada, exercícios na academia.
  • Pode ser indicado para mulheres com vários perfis de consciência, força e funcionalidade da musculatura
  • Indicação associada a um tratamento localizado : eletroestimulação, biofeedback de EMG, técnicas de conscientização e treino domiciliar com o Miostab

 

Benefícios

O uso do Miostab no tratamento das disfunções do assoalho pélvico apresenta vários benefícios como:

  • Trabalha a co-contração entre o Transverso Abdominal e músculos do assoalho pélvico
  • Fácil manuseio e orientação
  • Paciente se motiva e pode fazer em casa

 

Utilização

O Miostab pode ser  utilizado na avaliação do assoalho pélvico(estabilidade estática, estabilidade dinâmica, força e resistência) e no acompanhamento de exercícios destinados a melhorar a estabilidade da região lombopélvica e cervical.

Na fisioterapia pélvica é utilizado na avaliação e treinamento das musculaturas abdominais mais internas como Transverso Abdominal e Oblíquo Interno

 

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Músculos Transverso Abdominal e Oblíquo Interno

 

O paciente é posicionado em decúbito dorsal, com quadris e joelhos flexionados, e pés apoiados na maca. A bolsa de pressão é inflada e colocada de forma horizontal e centralizada na região estabelecida entre as últimas costelas e as espinhas ilíacas póstero-superiores (EIPS). A bolsa de pressão deve ser inflada até 40 mm/Hg para iniciar o teste, esse valor deve ser ajustado e verificado após o correto posicionamento do paciente.

 

Para realização do teste, o fisioterapeuta deve proceder solicitando ao paciente que respire normalmente e ao expirar contraia a musculatura da região perineal e abdominal, levando o umbigo em direção à coluna tentando apertar a bolsa de pressão. A pressão deve aumentar 10 mm/Hg após a instrução verbal “Iniciar” sendo mantida durante 5 segundos. O registro do valor pressórico obtido no teste deve ser o pico pressórico máximo obtido com a contração mantida por no mínimo 10 segundos, ou ainda, podem ser solicitadas três contrações durante a expiração, mantidas por 10 segundos e registrado o valor médio obtido com base no pico de pressão.

 

Para saber mais baixe gratuitamente nosso Guia de utilização do Miostab na Fisioterapia Pélvica

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O Miostab não pode ser indicado, sem antes realizar uma avaliação da musculatura do assoalho pélvico, pois é comprovado que um assoalho pélvico fraco possui uma co-contração (reflexa ou cinérgica) entre transverso abdominal e assoalho pélvico fraca.  Cabe ao fisioterapeuta pélvico realizar essa avaliação, e se necessário  trabalhar recursos adicionais e técnicas combinadas.

O Miostab auxilia o terapeuta e paciente na co-contração, seja ela reflexa ou voluntária, melhorando a capacidade de treino funcional com a conscientização da musculatura, passando a ser um facilitador na fisioterapia pélvica.

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Gostou do post? Você utiliza algum sistema de biofeedback?

Se tiver alguma sugestão de post deixe no comentários! 🙂

 

Principais Tecnologias na Fisioterapia Pélvica com Adriane Bertotto

Vamos conhecer um pouco mais sobre as tecnologias na fisioterapia pélvica que mencionei no outro vídeo e quais as possibilidades que elas permitem?

Sabemos da importância que o desenvolvimento possuí.  Além do paciente o próprio profissional se beneficia com essas tenologias ao se especializar, potencializando seus resultados ao trabalhar com a reabilitação física.

Aproveitando a relevância do tema, iremos abordar as principais tendências das tecnologias na fisioterapia pélvica e o que elas permitem durante a avaliação ou tratamento, dentre elas estão:

 

  • Eletromiografia
  • Biofeedback Eletromiográfico
  • Biofeedback Pressórico
  • Dinamometria
  • Ultrasson
  • Gameterapia e Realidade Virtual

Lembrando que essas técnologias permitem a otimização das técnicas tradicionais, agregando valor no seu atendimento. Você também pode adotá-las nos tratamentos e acompanhar seus diferenciais de forma a ter um consultório de sucesso!

Assista a este vídeo onde a Fisioterapeuta Adriane Bertotto comenta quais as principais tecnologias e para que elas servem.

Tecnologia na Fisioterapia Pélvica com Adriane Bertotto

Você tem interesse em saber mais sobre fisioterapia pélvica?

Uma área importantíssima para a humanidade, a saúde e seus métodos de trabalho estão sempre em constante mudança e desenvolvimento.
Dentro dela, a fisioterapia é uma das ciências que mais se beneficiam com o lançamento de novas tecnologias para o cuidado de pacientes.
Para os profissionais que atuam nessa especialidade, qualquer técnica que possa potencializar os resultados da reabilitação física é importante e bem-vinda. Logo, abre-se espaço para diferentes práticas e possibilidades.

A tecnologia permite melhorar a avaliação tornando-a mais produtiva, pois além do toque é possível obter melhores informações com tecnologias como o EMG, a dinamometria, a ultrassonografia.

 

O que a tecnologia vai trazer para o fisioterapeuta pélvico?

Hoje com a demanda de trabalho somada as questões financeiras dos pacientes, a tecnologia vai permitir um melhora na prescrição do tratamento fazendo com se otimize o tempo de tratamento gerando um prognóstico mais adequado pra ele, dessa forma é possível transmitir para o paciente a importância do tratamento. As tecnologias permitem também enviar laudos mais fidedignos para os parceiros, como os médicos por exemplo, para ter o acompanhamento exato do tratamento  permitindo um melhor trabalho interdisciplinar.

Assista a este vídeo onde a Fisioterapeuta Adriane Bertotto fala sobre a tecnologia e seus benefícios para o profissional e ao paciente.

 

Eletroterapia: conheça como funciona e sua aplicação para fisioterapia

Não é de hoje que eletroterapia (também conhecida como eletrotermofototerapia) e fisioterapia caminham juntas. Há muito tempo, a estimulação elétrica é conhecida como uma aliada na luta contra a dor.

Desde o século 16, dispositivos elétricos diversos são utilizados para aliviar dores. Além disso, há registros que associam o alívio da dor à proximidade com peixes elétricos que datam da época da Roma Antiga. Hoje, a eletroterapia é um método utilizado como parte integrante de tratamentos fisioterapêuticos e estéticos.

A seguir, apresentaremos, de forma um pouco mais aprofundada, a relação entre eletroterapia e fisioterapia, explicando como a estimulação elétrica funciona e como é utilizada no tratamento fisioterapêutico. Acompanhe!

Como funciona a eletroterapia?

Basicamente, a eletroterapia faz uso de estímulos elétricos com dois objetivos: para interferir na transmissão dos sinais de dor para o cérebro, ou para estimular a contração muscular ao influenciar a atividade elétrica muscular. Para isso, ela estimula músculos e tecidos, fazendo com que eles produzam endorfina, um verdadeiro analgésico natural. A partir daí, as endorfinas são interpretadas pelo cérebro no lugar dos sinais neurais de dor.

A aplicação de correntes elétricas alternadas nos músculos pode, ainda, provocar contrações para prevenir a atrofia muscular e auxiliar no início da recuperação da massa muscular após lesões.

No âmbito estético, os estímulos elétricos são usados para tratar a gordura localizada, promovendo a quebra de gordura, que é, então, eliminada pelo corpo.

O aparelho utilizado e a intensidade da corrente determinam a técnica de eletroterapia aplicada em cada caso.

Vamos considerar as modalidades de tratamento que podem usar eletroterapia e fisioterapia em conjunto.

Quais as modalidades de tratamento simultâneo de eletroterapia e fisioterapia?

É possível aplicar a eletroterapia em conjunto com a fisioterapia para solucionar diferentes problemas. A eletroterapia pode tratar problemas musculares e ósseos por meio de terapia manual, mobilização articular, fortalecimento e alongamento muscular, aplicação de calor ou frio.

A estimulação galvânica

A massagem fisioterapêutica pode ser feita com a chamada EG (estimulação galvânica). A estimulação galvânica, combinada com a fisioterapia, é um tratamento que ajuda a evitar novas lesões. Correntes alternadas aplicadas nos músculos geram intensas contrações.

Durante a Segunda Grande Guerra, descobriu-se que esse procedimento era benéfico, evitando, assim, a atrofia dos músculos. Ele também ajuda a restaurar massa muscular ferida e/ou lesionada.

A EG com voltagem elevada diminui espasmos dos músculos e edemas no tecido mole, o que ajuda a reduzir a intensidade da dor, que é uma das finalidades de qualquer massagem. Também se pode usar a EG com exercícios de amplitude de movimento e de reforço, bem como com a termoterapia e a crioterapia.

A termoterapia

A termoterapia é a abordagem terapêutica através da variação de temperatura nos tecidos-alvo. É possível realizá-la através da aplicação de calor, ou da crioterapia (tratamento por meio de compressas de gelo).

O calor produzido pelo ultrassom (equipamento de eletroterapia do qual falaremos mais adiante) favorece o melhor deslizamento e contratilidade de contraturas dos tecidos conjuntivo e muscular, ampliando a mobilidade e o uso das articulações. Esse tratamento consegue reduzir dores lombares frequentes e crônicas, além de diminuir a amplitude de movimento em um segmento da coluna. Torna-se mais eficiente quando é utilizado conjuntamente com uma série de exercícios graduais e com alongamentos musculares.

A corrente interferencial

Eletroterapia e fisioterapia se juntam, ainda, para tratar o foco da interferencial, que é ótima, é DOR, não estiramento muscular, com a ajuda da IFC (corrente interferencial), que oferece uma frequência de 4.000 Hz, o que permite uma penetração mais profunda na pele.

O resultado é o bloqueio da transmissão dos sinais de dor próximo aos nervos ao mesmo tempo em que há o estímulo à produção de endorfina.

A estimulação elétrica funcional

A estimulação elétrica funcional (FES) é recomendada para treinar os músculos. Ela contrai as fibras musculares por meio de seus estímulos. Nesse caso, a corrente elétrica aplicada é bem baixa.

A corrente russa

A corrente russa é usada também para ativar contrações musculares, fazendo uso de trens de corrente elétrica contínua. Trata-se de uma corrente mais intensa que nem todos os pacientes suportam.

A corrente Aussie

A corrente australiana ou Aussie é usada para produzir relaxamento e fortalecimento nos músculos. Seus efeitos são melhores que os de outras correntes, pois o estímulo resultante é mais confortável.

Os outros tipos de corrente

Existem também outros tipos de correntes incomuns: Farádica (estímulos elétricos de curta duração); Exponencial (atua somente em músculos com problemas) e Diadinâmica (corrente senoidal que estimula a vasodilatação e produz alívio da dor).

Por meio de um pequeno dispositivo, é possível gerar a Neuroestimulação Elétrica Transcutânea (TENS), da qual falaremos mais detalhadamente em um tópico posterior.

Quais são os principais equipamentos utilizados na eletroterapêutica?

Eletroterapia e fisioterapia, quando atuam em conjunto, fazem uso de determinados equipamentos. Veja os principais:

Ultrassom

Na fisioterapia, o ultrassom é utilizado para produzir um movimento em ondas longitudinais na forma de vibração mecânica gerando calor, o que aumenta o metabolismo local, proporcionando um fluxo sanguíneo maior na região.

Com isso, a nutrição e a regeneração tecidual apresentam uma significativa melhora e acontece a liberação de aderências teciduais. Dessa forma, o ultrassom é indicado para tendinites, mialgias, contraturas e tensões musculares, bloqueios articulares e, ainda, para cicatrizes cirúrgicas.

As ondas são capazes de penetrar, mas a absorção vai depender da densidade e da constituição dos tecidos. Regiões com muita queratina — como a planta dos pés, por exemplo — ou com muitos pelos podem dificultar essa absorção.

O ultrassom proporciona dois tipos de ondas terapêuticas:

  • contínuas — sem interrupções, normalmente são indicadas para lesões crônicas;
  • pulsáteis — com interrupções, são indicadas no tratamento de lesões agudas.

Em certos casos e áreas, o ultrassom não é recomendado. Confira alguns exemplos:

  • ouvidos e olhos;
  • testículos, ovários e útero gravídico;
  • neoplasias;
  • processos infecciosos;
  • tromboses e flebites;
  • áreas tratadas com radioterapia.

Ondas curtas

As ondas elétricas de alta frequência geram calor e, em dosagem terapêutica, aquecem os tecidos, aumentando o fluxo sanguíneo e propiciando a diminuição de dores e inflamações.

No caso de doenças crônicas, utiliza-se um aquecimento moderado. Já para processos mais agudos, um aquecimento mais brando pode ser utilizado.

Os efeitos das ondas curtas podem ser percebidos em alguns casos, como:

  • contusões, entorses e contraturas — efeito analgésico;
  • anquilose fibrosa, hipotrofia muscular e rigidez pós-gesso — proporciona maior irrigação sanguínea e possibilita um ganho na mobilidade articular;
  • artropatias inflamatórias degenerativas, como artrite, periartrite escapuloumeral, bursite, espondilite, epicondilite e espondiloartrose — com efeito em processos não agudos;
  • mialgias, lombalgias, miogelose, fibrose e torcicolo — diminui a rigidez da musculatura local.

Laser

Esse recurso fototerápico produz efeito analgésico e anti-inflamatório e, ainda, estimula as células e modula o tecido conjuntivo em processo de regeneração e cicatrização.

O laser é aplicado em alguns casos, como:

  • processos inflamatórios e degenerativos das lesões dos tecidos moles, como tendões, músculos e ligamentos;
  • edemas periarticulares;
  • lesões nervosas periféricas;
  • cicatrização de feridas abertas.

No entanto, o laser também tem suas contraindicações. Ele não pode ser utilizado por pacientes com marcapasso ou prótese metálica. Também não é indicado para mulheres grávidas ou em casos de câncer e trombose venosa.

Neuroestimulação Elétrica Transcutânea

A Neuroestimulação Elétrica Transcutânea (TENS, do inglês Transcutaneous Electrical Nerve Stimulation) é usada para alívio da dor em processos crônicos ou agudos. No âmbito do tratamento fisioterapêutico, a TENS é uma das técnicas mais utilizadas e, por isso, será detalhada a seguir.

No que consiste a TENS?

A TENS é uma técnica eletroterapêutica comumente utilizada para minimizar dores relacionadas à artrite, a dores lombares e a nevralgias, entre outras.

A técnica faz uso de um pequeno dispositivo elétrico (em geral, movido à bateria), que controla a intensidade dos estímulos a serem aplicados, enquanto pequenos eletrodos colados à pele na região em que ocorre a dor fazem com que a corrente chegue até os músculos.

Se a frequência dos impulsos elétricos for alta, o estímulo deve ser direcionado a fibras nervosas sem dor, para que elas bloqueiem os sinais nervosos de dor enviados ao cérebro. Nesse caso, a aplicação dos estímulos pode ser feita por longos períodos, porém, os resultados — o alívio da dor — têm duração curta.

Com frequências mais baixas, os impulsos elétricos estimulam a produção de endorfina, provocando o alívio da dor. Apesar de o resultado ser mais duradouro, essa aplicação de estímulos é mais desconfortável. Em geral, os pacientes não toleram mais do que 20 a 30 minutos de aplicação.

Quais são os cuidados necessários com o uso da TENS no tratamento?

Primeiramente, é importante lembrar que as técnicas de eletroterapia são parte de um tratamento fisioterapêutico e que é preciso aliá-las a outros procedimentos para obter os melhores resultados.

Além disso, é importante observar as contraindicações para esse tratamento. Pacientes com marcapassos e com doenças cardíacas devem evitar a aplicação de TENS, por exemplo. Nesses casos, o tratamento deve ser evitado, especialmente, sobre a região do peito. O seu uso também não é recomendado para gestantes e para as pessoas que têm doenças de pele.

Com atenção a essas questões, a pessoa responsável pelo tratamento pode ter certeza de que está utilizando um método eficaz.

Quais as vantagens da eletroterapia como complemento à fisioterapia?

Unir eletroterapia e fisioterapia pode promover resultados benéficos a diferentes tipos de tratamento. Trata-se de utilizar a eletricidade como parte de um programa fisioterapêutico ativo.

É possível integrar diferentes modalidades de tratamento, visando sempre à reabilitação do paciente. O corpo da pessoa reage, de alguma forma, aos estímulos das correntes elétricas.

A eletroterapia, salvo poucos casos, pode ser usada na maioria dos pacientes, pois não apresenta muitas contraindicações. Não provoca dependência, não é invasiva, pode ser aplicada diariamente, não tem efeitos colaterais e é bastante segura, se sob aplicação e orientação profissional adequada.

Pode ser utilizada em doenças neurológicas, ortopédicas, respiratórias e outras, em crianças e adultos.

Veja, a seguir, um resumo de seus benefícios para o paciente:

  • controle das dores;
  • redução de edemas;
  • redução de contrações musculares;
  • relaxamento dos músculos;
  • regeneração dos tecidos moles;
  • cicatrização dos ossos em fraturas;
  • otimização do desempenho dos músculos.

Enfim, a combinação entre eletroterapia e fisioterapia pode ser utilizada em diversos tratamentos, principalmente no alívio da dor, e tem demonstrado resultados extremamente positivos.

Unificar eletroterapia e fisioterapia melhora o trabalho do fisioterapeuta, oferecendo resultados eficazes em menos tempo, o que também garante a satisfação do paciente.

Aproveite para baixar e ler um material complementar, que fala sobre a tecnologia na fisioterapia! Vamos lá!

 

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Conheça técnicas que auxiliam na recuperação de lesões musculares!

As lesões musculares são muito comuns nos esportes, para tratá-las é necessário consultar um fisioterapeuta que indicará o tratamento adequado. Porém, existem técnicas que auxiliam na prevenção e na recuperação de lesões musculares e que contribuem também para o melhor desempenho do atleta.

Neste artigo, vamos mostrar algumas técnicas que podem ajudar no restabelecimento da estrutura muscular. Confira agora!

Crioterapia

É uma técnica que ajuda na recuperação de lesões musculares, na regeneração das células e na eliminação do líquido que fica dentro da célula que se danificou ao realizar a atividade física – após exercícios intensos, as membranas que revestem as células se danificam e fazem com que o líquido se encontre com o músculo, provocando inchaços.

O método baseia-se em imergir uma parte do corpo em um tanque com bastante gelo, logo após o exercício. Após 10 minutos de imersão, os vasos sanguíneos começam a se contrair, fazendo com que a circulação aumente e a musculatura relaxe. O procedimento dura aproximadamente de 10 à 20 minutos

Consumo de carboidratos após as atividades físicas

O carboidrato é responsável por fornecer energia ao músculo. Durante as atividades físicas essa substância diminui e precisa ser reposta imediatamente. O ideal é consumir um suco de fruta, em no máximo 30 minutos após os exercícios.

Descanso dos músculos

Fazer longos períodos de atividades físicas todos os dias não é adequado, pois o músculo precisa de, no mínimo, 24 horas para se recuperar. Se não houver essa pausa no seu treinamento, você poderá sofrer sérios problemas musculares. Por esse motivo, é importante fazer exercícios de forma consciente e responsável.

Bota pneumática

Esse equipamento é uma bota que envolve a perna, deixando-as elevadas. Quando a bota enche de ar, ela começa a fazer uma compressão, começando nos pés e indo até a coxa. A bota ajuda o sistema venoso e muscular a drenar resíduos de metabólitos tóxicos que permanecem no nosso corpo.

Massagem esportiva

Além de ajudar o músculo a relaxar, a massagem esportiva também ativa a circulação sanguínea, contribuindo para a diminuição de fadigas musculares e para a recuperação dos danos que os exercícios provocam nos músculos. Auxilia também na liberação dos pontos de tensão, originados por espasmos musculares em decorrência do cansaço.

Exercícios leves após os intensos

Depois da prática de algum exercício mais intenso é recomendada uma atividade mais moderada, pode ser uma leve caminhada ou até mesmo uma hidromassagem.

Outra técnica existente é o trote, que consiste em realizar uma leve corrida de 10 a 15 minutos após um treino intenso. Isso fará com que a sua musculatura se regenere e proporcione a você mais disposição para treinar.

Biofeedback eletromiográfico

O biofeedback eletromiográfico é parte integrante de técnicas utilizadas pela fisioterapia e ajuda na recuperação das funções musculares esquecidas ou perdidas após uma lesão, no relaxamento e diminuição da hiperatividade muscular, na ativação de unidades motoras e na reabilitação do controle voluntário dos músculos estriados superficiais.

Isso ocorre por meio da utilização de estímulos intrínsecos (visuais, cinestésicos, cutâneos, auditivos e vestibulares) e extrínsecos (elétrico, verbal e mecânico).

O número de fisioterapeutas tem crescido muito no mercado e para garantir o seu lugar nesse meio tão concorrido, você precisa se aprimorar para oferecer melhores resultados para seus pacientes. Portanto, conhecer novas técnicas que auxiliam na recuperação de lesões musculares pode ajudar você a ganhar destaque nesse ramo.

Gostou de conhecer as técnicas que auxiliam na recuperação de lesões musculares? Restou alguma dúvida sobre o assunto? Deixe um comentário!

 

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6 dispositivos de biofeedback que aumentam a eficiência da terapia pélvica

A maior dificuldade do treino dos Músculos do Assoalho Pélvico – MAP é fazer com que o paciente perceba o exercício que está fazendo: se está contraindo a musculatura certa, se está contraindo com força suficiente. O jeito mais moderno e eficiente de se ensinar essa contração é utilizando dispositivos de biofeedback.

 

O biofeedback consiste em um equipamento que seja capaz de fornecer uma resposta visual e/ou sonora durante o exercício permitindo que o paciente perceba e tenha consciência do seu corpo e musculatura. 

 

Neste post, falaremos de 6 dispositivos de biofeedback extremamente importantes que podem ajudar tanto paciente quanto terapeuta a atingir resultados mais eficazes e efetivos no tratamento das disfunções do assoalho pélvico.

 

1 – Biofeedback de eletromiografia EMG – Miotool ou New Miotool Uro

É um equipamento que faz a captação da atividade elétrica do músculo em microvolts através de um sensor de eletromiografia acoplado a eletrodos de superfície ou intramusculares (sondas intracavitárias).

A utilização do Biofeedback Eletromiográfico no treinamento do assoalho pélvico tem como vantagens capacitar o paciente a identificar os músculos a serem trabalhados, aumentar a percepção sensorial, reestabelecer a coordenação e o controle motor voluntário , resultando numa melhora funcional e, consequentemente, dos sintomas.

 

2 – Biofeedback de EMG com Realidade Virtual – BioMovi

 O BioMovi é um dispositivo de captura da intensidade da contração muscular. Ele pode ser utilizado em conjunto com um smartphone posicionado dentro de um óculos de realidade virtual ou, em paralelo, a um sensor de captura de movimentos. Dessa forma o usuário será levado a interagir em um empolgante cenário virtual.

Possui jogos que estimulam diferentes capacidades fisiológicas. É o primeiro jogo de realidade virtual onde as ações são controladas com o músculo. Pode ser utilizado juntamente com o Kinect* (leitor de movimentos criado pela Microsoft) ampliando sua gama de utilização e trabalhando ainda mais a parte funcional do usuário.

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1) Sensor BioMovi posicionado na musculatura do usuário ; 2) Sensor Microsoft Kinect, captando a movimentação corporal ; 3) A contração muscular captada pelo sensor do BioMovi provoca a quebra dos blocos no jogo Block Breaker ; 4) O profissional de saúde pode interferir a qualquer momento no nível de dificuldade do jogo

 

3 – Biofeedback de força

Funciona semelhantemente ao biofeedback eletromiográfico, mas ao invés de captar a atividade elétrica, usa-se um dinamômetro intracavitário (vaginal ou anal) para fazer a captação da força em Kilograma força ou Newton, através de uma célula de carga interna.

Este dispositivo pode ser utilizado tanto para avaliação de força máxima, quanto para o treinamento do biofeedback, com telas lúdicas ou gameterapia.

 

4 – Biofeedback manométrico – PelviAir

É um dos dispositivos de biofeedback que faz a captação da pressão em milímetros de mercúrio (mmHg) através de uma sonda vaginal ou anal que é inflada com ar. O Biofeedback pode ser visualizado tanto de forma analógica com o uso de um manômetro.

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 Saiba mais sobre o PelviAir Unit

É uma forma simples e eficiente de ensinar ao paciente a intensidade de contração esperada durante o tratamento.

A utilização é simples, visto que o sistema é constituído por sondas manométricas (Vaginal ou Anal), mangueira para condução de ar e Manômetro analógico. Basta realizar a introdução da sonda no paciente e ficar utilizando o manômetro como biofeedback da contração que esta sendo realizada. Esse feedback pode ser dado tanto para o paciente como para o profissional de saúde, podendo ser utilizado em sua clinica ou fornecido ao paciente para exercícios em casa.

 

 5 – Sonda vaginal para treinamento – PelviFit Trainer

O PelviFit Trainer é uma sonda vaginal capaz de fornecer ao paciente e ao fisioterapeuta pélvico uma forma rápida e prática de observar as contrações da musculatura do assoalho pélvico.

Com design anatômico, o trainer deve ser inserido na vagina, de forma que a antena fique visível para o paciente e/ou profissional. Quando o paciente realiza a contração de forma correta a antena se movimenta para baixo. Se a contração for feita de maneira errada ela se movimenta para cima.

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Dessa forma, o Pelvifit Trainer possibilita a execução de diversos exercícios fazendo com que os pacientes ganhem consciência de como contrair corretamente a musculatura.

 

6 – Unidade Pressórica de Biofeedback (UPB) – Miostab

O Miostab é um equipamento de biofeedback utilizado para quantificar alterações na pressão em uma bolsa inelástica, posicionada entre o abdômen e a maca, durante a contração abdominal . Originalmente foi criado para avaliar a capacidade dos músculos abdominais em estabilizar a coluna lombar, sendo utilizado em vários estudos.

É um instrumento válido e confiável na avaliação clínica da função muscular dos estabilizadores profundos (Transverso do Abdômen – TrA) , e tem sido utilizado no desenvolvimento de um método para a monitoração cuidadosa da estabilização lombar. É um recurso de baixo custo que possui a vantagem de ser uma técnica não invasiva, de fácil utilização e que oferece feedback visual, proporcionando tanto o treinamento quanto a avaliação do TrA, obtendo-se os melhores resultados possíveis.

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 O Biofeedback é a ferramenta ideal para aumentarmos a propriocepção do paciente. Controlar a atividade dos músculos pélvicos e abdominais durante a reabilitação torna-se fundamental para atingir sucesso na terapia. Neste contexto a utilização do biofeedback na prática clínica apresenta vários benefícios. O que você acha?

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Descubra como o uso do Biofeedback pode impactar no tratamento das disfunções do assoalho pélvico

Biofeedback é uma técnica de conscientização e relaxamento utilizada para fazer com que possamos controlarvoluntariamente funções fisiológicas que normalmente não estão sob nosso controle. Seu objetivo é aumentar o nível de relaxamento, aliviar a dor ou monitorar a atividade muscular.

Essa técnica permite reduzir o uso de fármacos, já que possibilita ao paciente ter controle sobre seu corpo em longo prazo.

sessão começa com uma análise inicial do paciente, onde são analisados históricos e realizados testes. São utilizados aparelhos muito sensíveis que coletam os sinais vindos do organismo. Essas informações são mostradas para o paciente em forma de gráficos, imagens ou sons — em tempo real.

Dessa forma, é possível acompanhar se os resultados obtidos estão dentro do esperado e efetuar ajustes necessários. Com o passar das seções, o paciente consegue distinguir o movimento que antes era involuntário e passa a conseguir controlá-lo voluntariamente.

Para entendermos melhor o biofeedback e a consciência muscular, vamos aplicá-los às disfunções do assoalho pélvico, que consistem em uma ampla gama de problemas que surgem quando a Musculatura do Assoalho Pélvico (MAP) não funciona adequadamente.

Para que os músculos funcionem adequadamente, é necessário:

  1. força (capacidade de apertar);
  2. resistência (capacidade de segurar esse aperto por um bom tempo);
  3. explosão (capacidade de contrair e relaxar rapidamente);
  4. coordenação motora (capacidade de contrair de jeitos diferentes);
  5. propriocepção (capacidade de sentir a sua própria MAP relaxada e se movendo).

Reeducação da Musculatura do Assoalho Pélvico

A reeducação dos músculos do assoalho pélvico pode tratar as disfunções e acabar com os incômodos. Vários recursos podem ser utilizados para isso. Entre eles, estão exercícios de fortalecimento para que os músculos do assoalho pélvico voltem a funcionar bem 3.

Quando feitos regularmente, os exercícios para assoalho pélvico ajudam a prevenir a incontinência urinária e o prolapso 3.

Pensava-se que bastava treinar os músculos do assoalho pélvico – MAP para reabilitar o paciente, mas pesquisas recentes tem apontado para uma relação sinérgica entre a musculatura pélvica e abdominal (Abdomino-Pélvica).

A atividade sinérgica entre os MAP e os abdominais possibilita o desenvolvimento de uma pressão de fechamento adequada e importante para manter a continência urinária e fecal. Alguns estudos demonstram que, durante a contração voluntária dos MAP, ocorre uma co-ativação dos músculos transversos abdominal, oblíquo interno, oblíquo externo e reto abdominal, ocasionando um aumento da pressão esfincteriana. 4

Sucesso do Tratamento

Controlar a atividade dos músculos pélvicos e abdominais durante a reabilitação torna-se fundamental para atingir sucesso na terapia.  Neste contexto, é extremamente importante o paciente :

  • Ter boa consciência dos Músculos do Assoalho Pélvico – MAPs
  • Ter boa consciência dos Músculos Abdominais – Transverso do Abdômen
  • Ter respiração diafragmática adequada – contração MAPs e abdômen na expiração
  • Postura correta para realização dos exercícios abdominais

Consciência Muscular e Biofeedback

A maior dificuldade do treino dos Músculos do Assoalho Pélvico – MAP é fazer com que o paciente perceba o exercício que está fazendo: se está contraindo a musculatura certa, se está contraindo com força suficiente. O jeito mais moderno e eficiente de se ensinar essa contração é utilizando um dispositivo tecnológico chamado de biofeedback. 5

O biofeedback consiste em um equipamento que seja capaz de fornecer uma resposta visual e/ou sonora durante o exercício permitindo que o paciente perceba e tenha consciência do seu corpo e musculatura. 5

Para pacientes que têm pouca ou nenhuma “sensação” da musculatura do assoalho pélvico, o biofeedback pode ser uma das melhores escolhas de tratamento para o paciente primeiramente identificar a musculatura correta que deve ser ativada durante o exercício.

Indicação do biofeedback

Os profissionais da área costumam indicar esse tratamento principalmente para pacientes que sofrem de estresse, porém, atualmente, está sendo muito utilizado também pela área esportiva, para reduzir a ansiedade antes do jogo e melhorar o desempenho. Já foram registrados resultados positivos nos seguintes casos:

  • ansiedade;
  • depressão leve;
  • epilepsia;
  • dor de cabeça;
  • falta de concentração;
  • tensão muscular;
  • reeducação neuromuscular;
  • dores crônicas;
  • hipertensão;
  • asma;
  • problemas circulatórios;
  • síndrome de Raynaud;
  • bruxismo;
  • incontinência urinária;
  • déficit de atenção em crianças.

Benefícios do Biofeedback

A utilização do biofeedback de EMGs na prática clínica apresenta vários benefícios, tanto para o paciente, quanto para o terapeuta:

Para o Paciente:

  • Aumentar a consciência da atividade psicofisiológica, reação e recuperação da estimulação;
  • Aumentar auto-eficácia e confiança na sua capacidade de auto-regulação psicofisiológica;
  • Aprender a usar o relacionamento entre pensamento, comportamento e funcionamento fisiológico;
  • Desenvolver auto-regulação psico-fisiológica geralmente não aprendida sem esta informação, tornando a aprendizagem destes procedimentos mais rápida;
  • Fornecimento de uma terapia não farmacológica, segura e eficaz.

Para o Terapeuta:

  • Fonte valorosa de diagnóstico e informação terapêutica;
  • Velocidade e a continuidade com que a informação é fornecida ao terapeuta e ao paciente;
  • Avaliação e documentação de mudanças psico-fisiológicas durante a sessão e o tratamento;
  • Aumentar o interesse e a confiança profissional para promover terapias auto-regulatórias psico-fisiológicas;
  • Quantificar os resultados da atividade muscular;
  • Fornecer ao terapeuta através de gráficos e traçados, a função e disfunção muscular;
  • Calibrar a resposta do paciente mediante a instrução verbal do terapeuta;
  • Observar se o paciente atingiu o objetivo, mediante a visualização gráfica.

Esquemático do Biofeedback

O Biofeedback consiste na interação de paciente, terapeuta e equipamento conforme esquemático abaixo:

esquematico_biofeedback_Miotec

Fig. Esquemático de funcionamento do Biofeedback

O terapeuta configura o equipamento com o protocolo necessário para a reabilitação do paciente.  O equipamento faz a captação dos sinais biológicos do paciente, enviando o biofeedback visual e sonoro para o paciente e o terapeuta.  O paciente é motivado pelo terapeuta e pelo equipamento.

Biofeedback Temáticos

O Biofeedback temático, como o próprio nome já diz, mostra o feedback dos sinais biológicos envolto em um tema mais atraente e lúdico para o paciente.

Fig.  funcionamento de um biofeedback temático – pássaro

O software de biofeedback Biotrainer da Miotec permite a utilização de diversos temas como: Aviãozinho, Asa delta, balão, fada, passarinho, e peixe.

Biofeedback com jogos – Gameterapia

Como o próprio nome já diz, essa metodologia diz respeito ao uso de videogame nas sessões fisioterapêuticas.  Essa modalidade apresenta vários benefícios, pois torna a sessão de biofeedback mais dinâmica e menos monótona.

Não tratamos aqui de videogames comuns, mas jogos que são controlados pelos estímulos biológicos registrados pelo equipamento, que fornece um biofeedback imediato que é capaz de interagir com o andamento do jogo.

Infográfico Gameterapia Miotec

Fig. Esquemático de funcionamento da gameterapia com EMG – Biorock

Os Biogames da Miotec apresentam jogos de biofeedback eletromiográfico, onde a atividade elétrica dos músculos comanda a ação dos jogos. O paciente pode se sentir um Astro do Rock acompanhando as notas da guitarra – Biorock ou sentir-se um maquinista no comando de um trem – Biotrain. Pacientes com incontinência urinária tem tido ótimos resultados quando praticam protocolos fisioterapêuticos de forma mais interativa e divertida

Realidade Virtual

A realidade virtual assim como a gameterapia fazem parte da Reabilitação Virtual, onde é possível criar um ambiente virtual favorável para treinar as capacidades fisiológicas do paciente tais como: Força muscular, equilíbrio, coordenação intra e extra-muscular, resposta muscular e flexibilidade por exemplo.

Com a realidade virtual é possível criar um ambiente mais imersivo, aumentando a dificuldade para o paciente, pois ele tem uma linha paralela com a realidade, tornando o jogo mais interativo e real.

Utilizando óculos de realidade virtual, o paciente fica totalmente imerso em um ambiente virtual utilizando sensores de biofeedback. O cenário responde aos estímulos biológicos do paciente. Nenhum outro método conhecido contempla tamanha eficiência.

Realidade Virtual Miotec

Fig.  biofeedback com realidade virtual – BioFarm

Um bom exemplo disso, é o jogo “Farm” utilizado com o dispositivo BioMovi da Miotec, onde o paciente fica imerso em um ambiente de uma fazenda. A contração do assoalho pélvico ativa diversos acontecimentos como  a movimentação de cavalo, vôo de pássaros, movimentação de um moinho.  Esse tipo de biofeedback permite uma intereção mais livre de protocolos, permitindo ao paciente experimentar seu próprio corpo enquanto se diverte.

Tipos de biofeedback

Existem vários dispositivos de biofeedback que oferecem diferentes respostas fisiológicas que podem auxiliar tanto o paciente quanto o terapeuta nesse processo de reabilitação das disfunções do assoalho pélvico, tais como:

  • Eletromiografia (EMG): faz a captação da atividade elétrica dos músculos em microvolts, sendo a mais utilizada para esse fim. Os sensores são colocados sob a pele, no músculo em que se deseja medir e cuja tensão se quer controlar. Por meio dos sinais elétricos transmitidos pelos músculos, o aparelho de feedback transmite as respostas em forma sonora ou visual, para que o paciente aprenda a controlar o nível de contração dos músculos;
  • Temperatura Periférica (TP): é proporcional ao nível de sangue na área e medida por meio das mãos e dos pés. Quanto menos sangue, menor a temperatura do músculo — e vice-versa;
  • Eletroencefalograma (EEG): demonstra a atividade cerebral quantificando as ondas beta, alfa e teta;
  • Resposta Galvânica da Pele (GSR): é muito utilizada no procedimento para aprendizagem de relaxamento, já que analisa as glândulas que produzem suor nas mãos e identifica situações de estresse ou ansiedade;
  • Aferidor de Pulso (FC): indicado para o controle do sistema cardiovascular, pois ajuda o paciente a medir a frequência cardíaca;
  • Esfigmomanômetro (PA): indicado para o controle do sistema vascular e cardiovascular.

Por ser um procedimento que depende 100% do empenho e da dedicação do paciente, é indicado para qualquer pessoa que precise controlar alguma atividade involuntária de seu corpo. O resultado depende muito do quadro de cada paciente, assim como o tempo de tratamento, por isso não há como estipular um tempo de tratamento padrão.

Justamente por ser um processo “puro”, sem uso de medicamentos, o custo-benefício dessa atividade é muito vantajoso. No momento em que o corpo do paciente aprende a controlar os movimentos que estão sendo estimulados e tratados, esse aprendizado fica memorizado. A partir daí, são necessárias apenas algumas manutenções, dependendo do caso tratado. Esse processo é diferente do que ocorre com o uso de fármacos, onde, assim que o corpo para de receber a dose, o efeito de melhoria desparece — e ainda pode haver efeito colateral.

Além de tudo isso, o paciente não se torna dependente da máquina, mas sim aprende a relaxar e fica apto a usufruir seus benefícios diariamente.

O biofeedback é muito bem-aceito e indicado pelos profissionais da saúde. Além de funcional, tem pouco ou nenhum efeito colateral, é o mínimo intrusivo possível e é acessível financeiramente.

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Conheça 10 motivos para investir em gameterapia

A evolução da medicina e as descobertas da ciência sobre o corpo humano permitiram vários avanços no campo da fisioterapia. Essa área da saúde que é tão importante no estudo, prevenção e tratamento de distúrbios na funcionalidade e biomecânica dos órgãos e sistemas humanos, cada dia apresenta novas opções para melhoria da qualidade de vida das pessoas, como a gameterapia.

Como o próprio nome já diz, essa metodologia diz respeito ao uso de videogame nas sessões fisioterapêuticas, ortopédicas e neurológicas. Já ouviu falar deste tema? Preparamos uma lista de 10 motivos pelos quais é benéfico investir nessa modalidade de tratamento. Confira!

1- A Gameterapia incentiva a atividade cerebral

A interação com os jogos de videogame permite que o paciente também faça uma atividade cerebral, pois ele precisa conhecer os desafios propostos pelo jogo, tentar ganhar e traçar estratégias, o que resulta em melhoras no quadro clínico.

2- Facilita a adaptação de crianças ao tratamento médico

Fazer sessões de fisioterapia não é fácil, principalmente para crianças, que têm dificuldade em se adaptar a rotina médica. Com o uso do videogame essa atividade será também bem mais prazerosa.

3- Torna a sessão de fisioterapia mais dinâmica e menos monótona

A gameterapia é utilizada juntamente com outros tratamentos mais tradicionais, ou seja, em sessões com 40 minutos, ela é aplicada no começo, meio ou fim da sessão, o que deixa a prática mais agradável, leve e estimulante.

4- Reduz os custos gerais do tratamento

Com a utilização da gameterapia o custo hospitalar do paciente também é reduzido, como a melhora é mais rápida, o paciente fica menos tempo em internação.

5- Une entretenimento e cuidado com a saúde

A máxima “rir é o melhor remédio” também se encaixa no propósito da gameterapia. A diversão e o entretenimento são caminhos reconhecidos pela ciência nos tratamentos de saúde.

6- Traz bons resultados em pacientes com dano cerebral

A comunidade médica tem visto com otimismo os bons resultados do uso dos videogames no tratamento de pessoas que tiveram tumores cerebrais. A resposta nas sessões de fisioterapia são potencializadas significativamente.

7- Tira o foco da dor

O uso do videogame funciona como uma distração para o paciente, já que muitos movimentos da sessão de fisioterapia tradicional acabam sendo cansativos e causam certo desconforto durante a execução.

8- Melhora o equilíbrio

Jogos com sensores de movimento tem auxiliado pacientes neurológicos e ortopédicos na melhoria do equilíbrio e coordenação motora. A concentração nas etapas do jogo é um incentivo para aperfeiçoar a resposta ao tratamento.

9- Diminui a ocorrência de depressão nos pacientes

Não é fácil passar por um tratamento de fisioterapia, por isso é comum que a verificação de quadros depressivos nos pacientes. Mas a gameterapia também é importante para reverter essa situação, médicos já observaram que a técnica reduz a ocorrência de depressão durante o processo terapêutico.

10- Amplia as alternativas de recuperação do paciente

A inserção de mecanismos de entretenimento na medicina moderna é um caminho sem volta e cheio de propostas de crescimento. Muitos especialistas em jogos estão desenvolvendo videogames para uso exclusivo na gameterapia. Um mercado promissor, que só traz melhorias para profissionais, médicos e pacientes.

 

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Você sabe a diferença entre Eletromiografia e Biofeedback Eletromiográfico ?

Para entender essa diferença necessitamos saber que ambas as técnicas são feitas com equipamentos tecnológicos que permitem a captação dos sinais provenientes da musculatura.

A grande dúvida existente é que vários equipamentos disponíveis no mercado são capazes de realizar Biofeedback Eletromiográfico, mas poucos são os que permitem fazer Eletromiografia. Isso se deve ao fato de que para um sinal de Eletromiografia seja captado é necessário que o equipamento permita a captura de uma taxa de amostragem muito grande.

Existe uma lei da física chamada “lei de nyquist”, que diz que se você quer demonstrar uma quantidade “x” de amostras de sinal, você deve poder captar uma quantidade de “2x”, ou seja, o dobro dessas amostras.

A taxa de amostragem ou a frequência de disparo da musculatura está entre 20Hz e 500Hz, ou seja, para que seja possível analisar as frequências de disparo de 500HZ, é necessário no mínimo que o equipamento permita captar 1000HZ de taxa de amostragem. Equipamentos que não tenham frequência de amostragem de 1000 HZ, no mínimo, não podem ser considerados equipamentos que realizam Eletromiografia, mas sim equipamentos que permitem que sejam capturados sinais de Biofeedback Eletromiográfico, onde o sinal captado possui poucas amostras, e representa apenas o envoltório do sinal de Eletromiografia.

Mas então qual é a diferença entre Eletromiografia e Biofeedback Eletromiográfico no que diz respeito ao dia – a – dia clínico ou de pesquisa?

Resumidamente a Eletromiografia é utilizada para avaliar o paciente e o Biofeedback Eletromiográfico para o tratamento. O sinal eletromiográfico devido ao número de amostras permite ao profissional de saúde verificar o disparo das frequências em um intervalo de tempo. Como se trata de um formato de sinal complexo, uma interpretação das informações é necessária para que se obtenha alguma conclusão do que esta sendo representado no sinal. A principal função clínica é descobrir quais as fibras musculares que estão sendo ativadas.

Como sabemos, os tipos de fibras que constituem a musculatura humana, dependem da genética de cada indivíduo. Ou seja, se o disparo de fibras acontece de 20Hz a 60Hz, esse indivíduo possui fibras do tipo Tônicas (fibra vermelha). Se o disparo for de 60Hz a 75Hz, a fibra será Intermediária (rosa) e se o disparo for de 75Hz a 500Hz, a fibra é Fásica (branca).

Descobrir o tipo de fibra que cada indivíduo possui é de fundamental importância para se definir qual será o tratamento utilizado, em uma recuperação muscular ou em uma melhoria de desempenho.

Sem a Eletromiografia é praticamente impossível descobrir essa informação. A partir do momento que se define o tipo de fibra que é predominante a cada indivíduo, é possível determinar qual é o protocolo que deve ser elaborado para as terapias de Biofeedback.

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Sinal de Eletromiografia

O Biofeedback Eletromiográfico é uma terapia mais voltada ao paciente. Nada mais é do que o sinal de Eletromiografia representado em uma amostragem menor para que fique fácil do paciente perceber o que está acontecendo com sua musculatura durante uma atividade funcional.

Existem vários tipos de Biofeedback, que incluem representação gráfica ou sonora da atividade.

A grande importância de fazer uma avaliação eletromiográfica antes de iniciar um tratamento por meio do biofeedback é o fato que dependendo do tipo de fibra que é disparado e o objetivo do tratamento os protocolos a serem aplicados serão diferentes.

Por exemplo, o protocolo de tratamento de Biofeedback aplicado em um individuo que precise de fortalecimento muscular será diferente de acordo com a predominância de fibras que provêm da genética do mesmo. Se esse tipo de avaliação não for feita previamente, não se conseguirá efetividade no tratamento.

Após a aplicação do Biofeedback é importante fazer uma reavaliação com a eletromiografia para acompanhar a evolução do paciente.

Passos para avaliação e tratamento muscular:

  • Passo 01 – Avaliação de Eletromiografia
  • Passo 02 -Treinamento de Biofedback
  • Passo 03 – Reavaliação de Eletromiografia

Com o uso do Biofeedback o cérebro do paciente começa a se condicionar qual é a melhor forma de executar os movimentos, fazendo com que se consiga melhor aproveitamento muscular.

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Sinal de Biofeedback

E agora, ficou alguma dúvida de como é essencial utilizar essas técnicas em seus atendimentos? Sem elas você continuará aplicando a subjetividade, na busca da melhora de seus pacientes.

 

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O uso da tecnologia na reabilitação física em clínicas de fisioterapia

A era tecnológica impactou todos os aspectos da vida moderna. Apesar da opinião dos mais pessimistas e críticos, que argumentam que ela nos escraviza, percebemos, cotidianamente, como as inovações podem revolucionar a vida das pessoas. Exemplo disso é o emprego da tecnologia na reabilitação física.

As clínicas de fisioterapia têm apostado em métodos de computação no tratamento de seus pacientes — e os resultados são surpreendentes. No post de hoje, vamos abordar o uso de equipamentos modernos nesse setor e mostrar como eles colaboram com o processo de reabilitação. Acompanhe!

Gameterapia: utilizando a tecnologia na reabilitação física de pacientes

Já há múltiplas pesquisas em andamento acerca do uso de jogos eletrônicos no processo de reabilitação física, especialmente, em pacientes da terceira idade e/ou com mal de Parkinson.

O carro-chefe desse tipo de estudo são as pesquisas envolvendo a utilização do console do videogame japonês Nintendo Wii. Esse aparelho usa mecanismos de acelerômetro e giroscópio em seu joystick, possibilitando que os movimentos do corpo controlem os games.

As pesquisas com o Wii na reabilitação de pacientes em fisioterapia começaram nos Estados Unidos, Canadá e Europa, mas a técnica já é largamente implementada como terapia no Brasil. A clínica de fisioterapia da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid) foi uma das primeiras a aderir ao uso do game como parte da fisioterapia.

Um estudo desenvolvido no Canadá mostrou que pacientes que foram submetidos ao tratamento com o videogame, como terapia complementar, obtiveram uma melhora nos movimentos dos membros superiores muito maior que outro grupo de pacientes, nos quais apenas a terapia convencional havia sido aplicada.

Como a técnica funciona

A terapia com o console da Nintendo ajuda os pacientes na reconquista do equilíbrio e da coordenação motora, fortalecendo os músculos e estimulando a atividade cerebral, além de promover outros benefícios. Trata-se de um método lúdico de superar as limitações impostas pela doença ou pela idade.

Atualmente, também o Xbox, da Microsoft, que é mais recente que o Wii, tem sido utilizado em sessões de gameterapia por conta de seu acessório kinect. Ele lê os movimentos do jogador, transformando-os em comandos nos games.

Como você pôde perceber, os videogames se transformaram em peças importantes nos tratamentos ortopédicos. É importante ressaltar que a terapia com games não substitui outras práticas terapêuticas, embora ela possa auxiliar na complementação do tratamento — uma vez que ela leva o paciente para outra realidade.

As sessões de gameterapia são indicadas para qualquer paciente, independentemente de sua faixa etária.

Ao final do jogo virtual, os equipamentos fornecem gráficos ao profissional, para que ele consiga analisar a evolução do tratamento.

Softwares: outros recursos inovadores no tratamento fisioterápico

Há também programas de computador desenhados para ajudar pacientes em reabilitação física. Dentre eles destaca-se o GenVirtual. Essa aplicação é uma ferramenta de musicoterapia que se utiliza do recurso de realidade aumentada para oferecer aos pacientes a acessibilidade aos instrumentos virtuais.

Como se dá o funcionamento desse software? É simples: por meio de uma webcam, capturam-se imagens de cartas que contêm o desenho das sete notas musicais, as quais estão dispostas ao alcance das mãos do paciente. A partir dessas imagens, o programa cria cubos 3D na tela do computador, que respondem tocando as notas das respectivas cartas.

O recurso tem se mostrado bastante útil no tratamento musicoterápico de crianças com distrofia muscular e que, por suas limitações físicas, ficam impossibilitadas de manejar um instrumento musical.

Desenvolvido na Universidade de São Paulo (USP) pela professora Ana Grasielle Dionísio Corrêa e sua equipe, no Laboratório de Sistemas Integráveis do Departamento de Sistemas Eletrônicos da Poli, o software foi projetado a partir da observação dos trabalhos de terapeutas ocupacionais e de musicólogos da AACD. Sua utilização é destinada, especialmente, ao tratamento de crianças com distrofia muscular, auxiliando na melhora não só das funções motoras, mas da parte cognitiva também.

Para deixar mais claro como esse tratamento funciona, é importante você saber um pouco mais sobre a musicoterapia. O tratamento utiliza os elementos musicais, como a melodia, sons e harmonia para melhorar e ampliar as funções do indivíduo. Dessa forma, ela não trabalha apenas a interação e mobilidade com os instrumentos, mas também os reconhecimentos de sons, mobilidade e memória visual.

Com o GenVirtual algumas funções são adicionadas, proporcionando diversos benefícios para os pacientes.

Biofeedback eletromiográfico: captando a atividade elétrica

O biofeedback eletromiográfico é um recurso utilizado para monitorar as atividades musculares dos pacientes. Por meio dele é possível verificar qual é a proporção de atividade de determinado músculo e, também, identificar se ele está ativo ou não.

É importante enfatizar que esse tratamento pode ser empregado em diversas áreas da medicina, uma vez que ele fornece dados sobre as reações do corpo do paciente como um todo.

Os músculos da região pélvica são responsáveis por contribuir para a qualidade das relações sexuais e, principalmente, para a continência fecal e urinária. Sendo assim, esse recurso isola os músculos adjacentes. Ao utilizar eletrodos intracavitários ou superficiais, o biofeedback eletromiográfico ajuda o paciente a trabalhar somente o assoalho pélvico, aumentando a propriocepção do paciente.

As pessoas que podem ser beneficiadas com essa técnica são aquelas que apresentam disfunções sexuais, incontinência fecal, urinária, dor muscular e de cabeça. Para alcançar um resultado satisfatório, o paciente deve realizar duas sessões semanais, com a duração de 45 minutos cada.

BioMovi: um recurso inovador

As inovações da tecnologia na reabilitação física não param por aí. Você já ouviu falar no BioMovi? É um dispositivo que pode ser utilizado junto a um smartphone, o qual é posicionado no interior dos óculos de realidade virtual do paciente e, ao mesmo tempo, também contém um sensor de eletromiografia para capturar o sinal muscular.

Essa técnica tem a finalidade de capturar a intensidade da contração muscular em microvots. Por meio dela, o paciente interage em um cenário virtual extremamente empolgante onde a atividade elétrica do músculo dá vida ao jogo.

O BioMovi permite que o profissional tenha o controle sobre o andamento do jogo, podendo alterar o grau de dificuldade, de acordo com as suas necessidades. Dessa maneira, ele também conseguirá modificar, diminuir ou aumentar o esforço muscular, o tempo de repouso e de recrutamento muscular.

O uso da tecnologia na reabilitação física veio para revolucionar os tratamentos ortopédicos, melhorando os resultados dos pacientes e, consequentemente, garantindo a satisfação deles quanto à fase de recuperação. Portanto, não deixe de investir em sua clínica. A tecnologia pode se tornar um enorme diferencial competitivo no mercado moderno.

Agora que você já sabe como o uso da tecnologia auxilia na reabilitação física, aprofunde os seus conhecimentos e descubra qual é o grande diferencial do BioMovi na reabilitação virtual e gameterapia. Boa leitura!

 

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