Veja como o Mundo do Assoalho Pélvico se destacou com a eletromiografia e o biofeedback

A eletromiografia e biofeedback oferecem diversos benefícios para o paciente, principalmente na área da fisioterapia pélvica, pois eles ajudam a tornar a recuperação mais eficiente e rápida — quando comparado aos métodos tradicionais.

A fisioterapia é uma fase muito importante na vida de um paciente que precisa se recuperar de uma lesão, por mais simples que ela seja. Nesse sentido, contar com equipamentos de alta tecnologia contribui para que você se destaque no mercado, tendo em vista que a concorrência está cada dia mais acirrada.

Neste artigo, vamos apresentar um case de sucesso muito interessante, que é o da fisioterapeuta Cristiane Carboni, sócia-proprietária do antigo Espaço Exale (que virou O Mundo do Assoalho Pélvico), onde criou O Mundo do Assoalho Pélvico.

Cristiane Carboni é formada pela Universidade Metodista do Sul (IPA), tem dois mestrados, um em Reabilitação do Assoalho Pélvico, realizado pela Universidade de Barcelona, na Espanha, e outro em Ciências da Reabilitação, pela UFCSPA.

Com toda essa bagagem, a fisioterapeuta viu na eletromiografia e no biofeedback uma oportunidade de se destacar em seu segmento. Continue a leitura para conhecer sua trajetória!

Como atua uma fisioterapeuta pélvica?

A fisioterapeuta pélvica atua na reabilitação do assoalho pélvico de homens e mulheres em todas as etapas da vida. O atendimento vai desde a prevenção primária até a terciária. Nesse momento, são realizados diagnósticos complexos de disfunções miccionais e evacuatórias. Além disso, também são tratadas incontinências urinárias e fecais.

Seu objetivo principal é preparar o assoalho pélvico para o parto e, após, no puerpério. Além do tratamento de disfunções sexuais e dor pélvica crônica em mulheres e homens.

Toda parte técnica é aliada a muita empatia e humanização, já que estamos lidando com o lado íntimo das pessoas. O exercício pélvico domiciliar, por exemplo, é uma das partes mais importantes do tratamento, pois é nesse momento que o paciente adquire melhores hábitos e pratica os exercícios de forma orientada.

Ter a possibilidade de utilizar o PelviFit Trainer é um avanço na área. Esse instrumento é uma sonda desenvolvida para ser introduzida na vagina, com o objetivo de fornecer aos profissionais da saúde e pacientes uma maneira ágil de observar as contrações da musculatura do assoalho pélvico.

Muitas mulheres ficam inseguras por não terem certeza de estarem realizando o movimento corretamente. Assim, agora elas têm um instrumento para realizar com mais confiança os exercícios domiciliares.

Como se deu o contato do Mundo do Assoalho Pélvico com a Miotec?

O Mundo do Assoalho Pélvico foi um dos primeiros blogs de fisioterapia pélvica. Nasceu da vontade da Dra. Cristiane de tornar esse assunto, que é tabu, público e acessível à população. Junto com o blog, nasceu a clínica.

À medida que foi crescendo, uma equipe altamente qualificada foi selecionada para prestar o melhor atendimento aos clientes. Com isso, quanto mais todos se dedicam, mais cresciam as parcerias e credibilidade.

O relacionamento do Mundo do Assoalho Pélvico com a Miotec já tem oito anos. Durante esse período, a parceria entre eles se solidificou de maneira muito positiva, tanto é que a Dra. Cristiane se sente à vontade para dialogar com a equipe da Miotec sempre que é necessário.

 

(Fisioterapeutas Cristiane Carboni, Renata Schvartzman e Thaís Duarte explicam como realizam a avaliação e o tratamento de pacientes com disfunções no assoalho pélvico)

Quem ensinou a Dra. Cristiane a usar o equipamento da Miotec foi a fisioterapeuta pélvica Adriane Bertotto, a qual a contagiou com a sua paixão pela empresa. Depois disso, o primeiro aparelho foi comprado — mesmo sendo adquirido com muita dificuldade, a Dra. Cristiane alega que foi um dos melhores investimentos que fez em sua carreira.

Tanto é que, atualmente, o Mundo do Assoalho Pélvico já está adquirindo seu quarto aparelho de Eletromiografia (EMG), além do Previni (que amamos), o PelviFit, entre outros.

Além disso, a fisioterapeuta alega que não se pode avaliar o tônus muscular como um todo sem a EMG. O tônus muscular é muito complexo — com componentes ativos e passivos. Assim, para avaliar de forma completa e poder fazer um bom laudo, faz-se necessário a avaliação EMG.

O que ela tem de mais especial é a assistência no pós-venda da Miotec. Sempre que precisa, eles estão dispostos a auxiliar no que for necessário. O esforço que a Miotec faz para empreender e produzir equipamentos de ponta deixa a fisioterapeuta admirada!

Quais as principais vantagens do uso da tecnologia aos pacientes?

A tecnologia está inovando vários setores do mercado, principalmente o segmento da saúde, que conta com equipamentos de alta tecnologia e que ajudam a trazer melhores resultados na recuperação dos pacientes.

Sendo assim, podemos afirmar que ela auxilia a desenvolver laudos mais fidedignos — nesse caso, a avaliação digital com a eletromiográfica são aliadas para construir laudos diagnósticos e evolutivos.

Clinicamente, é possível observar uma maior aderência ao tratamento quando ele é associado à tecnologia. Para as crianças que são atendidas na clínica, há alternativas de realidade virtual, por exemplo. Normalmente, elas ficam positivamente ansiosas para a próxima sessão. Já os adultos variam entre a realidade virtual e o biofeedback EMG — a tela do beija-flor é a mais pedida.

Poder entender como a tecnologia funciona e fazer as correções necessárias durante a sessão mantém a motivação do paciente — que se torna sujeito ativo no tratamento, otimizando o tempo de recuperação e melhorando a sua qualidade de vida.

Como os profissionais podem se destacar a partir do uso da tecnologia?

Saber utilizar a tecnologia demanda tempo, dedicação, estudo e treino. Existem patologias completas, em que a avaliação de uma fisioterapeuta pélvica experiente é indispensável. Ter esse nível de expertise, por si só, já agrega muita credibilidade ao fisioterapeuta. Credibilidade e confiança fazem com que ninguém tenha dúvida na hora de indicar e procurar a sua clínica.

Além disso, a tecnologia oferece um atendimento humanizado, fator que é essencial para quem quer se destacar no ramo da saúde. Isso porque ela ajuda o profissional a diminuir, ao máximo, as chances de erros, fazendo com que o paciente se sinta mais confiante e reaja melhor aos tratamentos pelos quais será submetido.

A eletromiografia e o biofeedback são tecnologias que podem ajudar você a se destacar no mercado, assim como o Mundo do Assoalho Pélvico. Oferecer aos seus pacientes a possibilidade de melhorar o desempenho deles nas sessões de fisioterapia é uma vantagem que você só conseguirá garantir com o uso de equipamentos modernos.

Quer ter esse diferencial no seu consultório também? Então, entre em contato com a nossa equipe para conhecer melhor os produtos de alta tecnologia!

Fisioterapeuta SMART: Conheça as vantagens de fazer o curso!

É bem verdade que, durante toda a caminhada universitária, os ensinamentos são muito mais voltados para pesquisas do que ao mercado de trabalho. Isso deixa lacunas na formação dos profissionais que querem montar seu próprio consultório, certo? Nesse sentido, procurar por extensões profissionalizantes, como o Curso Fisioterapeuta SMART, é fundamental para a carreira de qualquer pessoa.

Esse método visa educar os interessados que não têm bagagem de empreendedorismo em seguir uma carreira autônoma. As aulas são ministradas por Betina Foscarini, fisioterapeuta gaúcha formada pela UFCSPA, que encontrou, através do empreendedorismo e do marketing uma forma de ajudar outros fisioterapeutas a terem maior valorização profissional.

E então, preparado para saber mais detalhes sobre o Curso Fisioterapeuta SMART? Continue a leitura deste post até o final!

O que é o Curso Fisioterapeuta SMART?

O Curso Fisioterapeuta SMART ajuda o fisioterapeuta a ter mais valorização e reconhecimento, pois esse é o diferencial que todos procuram. A Dra. Betina ensina passos para realizar uma gestão eficiente do consultório, fazendo com que o profissional entenda seu valor e consiga passá-lo aos potenciais pacientes.

Dessa forma, as pessoas vão procurá-lo pela referência que você é, eliminando a necessidade de entrar na famosa “batalha dos preços” com outros colegas do mercado. O motivo? Quando você se torna uma referência, o paciente irá querer consultar pelo ótimo profissional que você é, não porque você tem o menor preço.

Por que o curso foi criado?

Existe uma grande deficiência na formação dos fisioterapeutas: eles ingressam no mercado sem o conhecimento básico de como abrir um consultório, o que é importante na demonstração dos serviços, como captar pacientes etc.

Por esse motivo que o curso foi criado: para ajudar os profissionais a fazerem uma gestão eficiente na clínica, dando a eles as ferramentas necessárias para que possam compreender como os processos burocrático e principalmente financeiros funcionam. Dessa forma, eles se sentirão mais seguros em gerir a própria clínica, sem correrem o risco de ficar no vermelho.

Para quem serve esse curso?

O curso é direcionado para fisioterapeutas que querem aumentar o seu faturamento e construir um consultório com uma demanda de pacientes recorrente e sustentável.

Sendo assim, aborda questões administrativas, dando ao profissional ferramentas suficientes para que ele gerencie a clínica com eficiência, livrando-se de erros capazes de comprometer a permanência no mercado, como:

  • oferecer desconto ou trabalhar com um preço abaixo do mercado;

  • negligenciar a gestão financeira;

  • não controlar as suas fontes de captação de paciente, não dependendo de indicações e do boca-a-boca;

  • entre outros assuntos pertinentes à rotina do fisioterapêutica empreendedor.

Como o curso foi estruturado?

O curso Fisioterapeuta SMART dura 12 semanas. Em cada uma delas, um módulo específico é liberado, englobando de cinco a oito aulas.

Esses módulos contemplam diversas informações úteis para quem trabalha com consultório autônomo. Cada aula costuma ter em torno de 15 a 50 minutos, variando bastante. Conheça os 12 módulos.

START

Nesse módulo, os alunos têm uma introdução robusta ao curso. Para tanto, são abordados o ponto de partida, a importância da mentalidade para o sucesso, dicas de produtividade, boas práticas de postura profissional, planejamento estratégico, posicionamento no mercado, entre outros pontos. Trabalha-se o mindset do fisioterapeuta empreendedor.

Como se posicionar no mercado

É um módulo mais aprofundado sobre nicho, dores e desejos do paciente, reconhecimento de oportunidades e, como o próprio nome já diz, como o profissional pode se posicionar no mercado para obter sucesso.

A criação de autoridade para o mercado é muito importante. Determinados profissionais creem que contar com muitos certificados e serem respeitados por outros profissionais já basta. No entanto, se esse resultado não for divulgado com o público, a credibilidade não é, de fato, difundida.

Precificação

No terceiro módulo, a Dra. Betina dá dicas de como calcular os preços, precificar programas, atendimento e outros serviços, além de utilizar estratégias para aumentar o valor das consultas e procedimentos.

Captação de pacientes

O módulo 4, por sua vez, aborda a formação de parceria e, sobretudo, as estratégias para a captação de pacientes. Tratando desde lojas físicas ao mundo digital, Betina busca instruir os alunos sobre as melhores práticas e os ensina a como fazer com que os indiquem. Ou seja, trata-se da proatividade em relação ao mercado.

Marketing e mundo digital

Nesse módulo, a professora cita questões como a criação de marca do fisioterapeuta. Ela aponta algumas das principais estratégias de marketing digital para isso, ensinando como divulgar o trabalho em redes sociais, como Facebook e Instagram, instruindo como gravar vídeos para YouTube, construir uma lista de e-mails automatizada, usar o WhatsApp para o marketing, criar o site, entre outras ações.

Como vender

Aqui são apresentadas algumas técnicas de venda. A consulta de fisioterapia, assim como os outros produtos, é algo que precisa ser vendido (por mais que as pessoas não enxerguem isso muito bem).

Portanto, esse módulo age na educação dos alunos nesse sentido e na apresentação de dicas bastante úteis sobre como vender o atendimento, uma próxima consulta, como elaborar propostas de serviço, contratos etc.

Atendimento fisioterapêutico

Em relação ao atendimento, os fisioterapeutas têm capacidade técnica e clínica para fornecer resultados a seus pacientes. Betina, por sua vez, auxilia os alunos a criarem processos de atendimento, investindo na melhor experiência terapêutica a seus pacientes.

Além de abordar isso, nesse módulo, a Dra. Betina fala a respeito das peculiaridades de cada tipo de atendimento, instruindo sobre também a forma de sistematizar e ofertar seus serviços.

Motivação

Um pouco mais curto que os demais, o módulo 8 visa trabalhar tanto a motivação dos pacientes, o que é fundamental para que eles se mantenham engajados e alcancem seus objetivos, quanto à do fisioterapeuta, que precisa estar conectado com o seu propósito para não parar de performar.

Fidelização

Intimamente ligado ao módulo anterior, a parte de fidelização diz respeito a apresentar boas práticas de retenção de clientes. Para tanto, são apresentados desde recursos úteis até algumas dicas de relacionamentos com os pacientes.

Além do consultório

Nesse momento, é apresentado o conceito de underpromising e overdelivering, ensinando os profissionais a entregar valor aos pacientes, mesmo que fora da consulta.

Para tanto, são explicitadas algumas ações que podem ser feitas ou materiais a serem elaborados.

Gestão administrativa

Aqui, a professora fala sobre como estabelecer os pilares do negócio, fazendo uma gestão pessoal de gastos, uma construção da equipe adequada e adotando a evolução contínua como meta constante.

Gestão financeira

Por fim, são abordados conceitos como fluxo de caixa, investimentos, open doors, entre outros detalhes. Para isso, trabalha-se em cima do conceito de mindset financeiro positivo, visando instruir os pacientes a usar o dinheiro a seu favor.

Além desses módulos, o curso oferece bônus, como um treinamento para secretários (as) — são vídeos preparados exclusivamente para a preparação desses profissionais. A duração é de 12 semanas e os vídeos ficam disponíveis por um ano.

Como esse produto vai impactar a vida do fisioterapeuta e pessoas ao redor?

A seguir, listamos os principais benefícios do Curso Fisioterapeuta SMART. Acompanhe!

  • resultados rápidos: é como se o curso fosse um acelerador na carreira de um fisioterapeuta empreendedor;

  • retorno de investimento: é um curso que se paga. Pelo ganho de faturamento que ele permite com o emprego das boas práticas, o valor se paga ao longo do tempo;

  • alto índice de apreensão: por meio de ensinamentos diretos e de uma linguagem fácil, as chances de o aluno apreender grande parte dos conhecimentos compartilhados são muito grandes.

O Curso Fisioterapeuta SMART vai ajudá-lo a melhorar a gestão do seu consultório, fazendo com que você tenha uma visão mais ampla dos processos administrativos e maior controle sobre eles, diminuindo as chances de ocorrerem prejuízos que podem comprometer o faturamento.

Se interessou pelo curso? Então inscreva-se já no 2º Workshop Fisioterapeuta Smart GRATUITO, que ocorrerá de 3 a 9 de dezembro!

 

Eletromiografia de superfície: Como Ricardo Padovan conseguiu se diferenciar na fisioterapia ortopédica e esportiva

Com certeza você já ouviu falar da eletromiografia de superfície, certo? Mas você realmente sabe como essa tecnologia pode se tornar um diferencial na fisioterapia ortopédica e esportiva? É importante ressaltar que por meio dela o profissional também pode aumentar a sua receita, ter autonomia na prescrição do tratamento e auxiliar na avaliação funcional.

Para mostrar a você as vantagens da eletromiografia de superfície na prática, vamos apresentar um de nossos cases de sucesso: o fisioterapeuta Ricardo Padovan, formado pelo Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio — CEUNSP e especialista em treinamento e nutrição esportiva, bioquímica e fisiologia pela Unicamp.

Continue a leitura deste case até final e saiba como esse profissional conseguiu se diferenciar utilizando a eletromiografia de superfície na fisioterapia ortopédica e esportiva!

Como Ricardo Padovan conheceu a MIOTEC?

Para início de conversa, precisamos esclarecer que a MIOTEC é uma empresa que desenvolve, fabrica e distribui equipamentos para reabilitação física e melhoria de performance. Todos eles contam com alta tecnologia, são inovadores e com poucos ou nenhum similar no mercado nacional.

Tendo em vista toda essa credibilidade no mercado, Ricardo Padovan encontrou nela o que precisava. Após 4 anos de estudos na área de reabilitação em ortopedia, treinamento, cinesiologia e biomecânica, ele percebeu que grande parte das respostas que buscava estavam ligadas à eletromiografia.

Fisioterapeuta Ricardo Padovan palestrando sobre eletromiografia de superfície no V Simpósio Brasileiro de Pesca com Mosca, em Santo Antônio do Pinhal/SP
Fisioterapeuta Ricardo Padovan palestrando sobre eletromiografia de superfície no V Simpósio Brasileiro de Pesca com Mosca, em Santo Antônio do Pinhal/SP

Em 2004, Ricardo Padovan constatou que os melhores trabalhos nacionais com eletromiografia de superfície eram realizados com aparelhos de EMGs da marca MIOTEC.

Além disso, todos apresentavam uma proposta interessante nas opções de acessórios para serem acoplados ao EMGs, como Goniômetro, Célula de Carga e o Biofeedback.

Como a eletromiografia de superfície o ajudou?

Ricardo Padovan considera a eletromiografia de superfície como o principal fator que o diferenciou da concorrência. Utilizando essa tecnologia desde 2005, ele se tornou um dos pioneiros na utilização da EMG na prática clínica. Por meio dessa ferramenta, ele conseguiu entender o sistema locomotor de uma maneira única, clara e individualizada.

O profissional conta que, desde o início da sua profissão, a EMG o estimulou a ver o paciente como um ser único, dotado de particularidades físicas. Para Ricardo, é necessário ver o paciente como um ser singular, que deve receber um tratamento direcionado às individualidades de cada um.

Quais problemas ele enfrentava antes de poder contar com o eletromiógrafo?

Como o Dr. Ricardo Padovan trabalha com a reabilitação ortopédica e esportiva, muitas vezes, ele ficou sem respostas quando se questionava sobre algumas técnicas que eram utilizadas na reabilitação de seus pacientes, mesmo no entendimento de um gesto esportivo específico ou de um gesto normal da vida diária de um paciente.

Isso porque, desde a sua graduação até mesmo hoje em dia, ele observava muitos protocolos padronizados, como se todos os corpos fossem idênticos, funcionando e respondendo aos estímulos da mesma maneira, ou baseados em estudos de 20 a 30 anos atrás. Muitas vezes, esses estudos eram direcionados a um objetivo diferente daquele que o fisioterapeuta buscava.

A dificuldade era grande. Em muitos casos, ele se via obrigado a embasar seu protocolo de tratamento em estudos paralelos ao seu objetivo e, mesmo reabilitando seus pacientes com embasamento nas melhores referências bibliográficas, não tinha certeza que aquela conduta era a melhor para o caso.

Diante dessas dificuldades, o seu maior sonho era adquirir a eletromiografia de superfície, para trazer muitos dos trabalhos científicos estudados e já realizados para a prática clínica com os seus pacientes.

Quais são os principais usos desse equipamento e como ele ajuda os pacientes?

Depois de muitos anos de estudo, seu primeiro objetivo era entender o funcionamento do sistema locomotor. Foram centenas de eletrodos utilizados para reproduzir muitos experimentos, aprender sobre o recrutamento muscular e sua influência no funcionamento articular do sistema locomotor nas mais variadas situações.

Com o aproveitamento de todos os recursos do EMG da Miotec, é possível mensurar a força e a resistência muscular por meio da célula de carga. Isso ajuda a identificar possíveis desequilíbrios e dar rastreabilidade para o trabalho realizado. Assim, pode-se monitorar suas evoluções, e se necessário, fazer o controle das angulações articulares por meio do goniômetro biarticular.

Análise da força isométrica máxima dos músculos flexores de tronco.

Com o passar do tempo, a eletromiografia de superfície tornou-se parte do seu dia a dia no consultório. Hoje, ela é uma ferramenta quase que obrigatória na avaliação de algumas disfunções musculoesqueléticas, possibilitando diagnósticos mais precisos, além de planos de tratamento direcionados de acordo com a individualidade de cada caso e de cada paciente.

Para o Dr. Ricardo Padovan, esse trabalho, sem dúvida alguma, proporciona ao paciente um tratamento mais adequado, garantindo a qualidade, individualidade e menor tempo de reabilitação, além de quantificar os resultados de maneira rápida e segura.

Como o profissional da área de saúde pode aumentar sua receita e ter mais autonomia com esse equipamento?

O Dr. Ricardo Padovan tem pleno conhecimento de é possível aumentar a receita por meio da utilização da eletromiografia de superfície.

Mesmo que não sendo seu objetivo principal, esse aumento da receita foi uma consequência, pois, além do ganho direto com as avaliações, existe o valor indireto agregado ao trabalho, já que o paciente consegue observar, com facilidade, a qualidade e individualização do tratamento, valorizando o profissional e o tratamento realizado.

Além de tudo, a utilização da eletromiografia de superfície garante ao profissional a autonomia do seu trabalho, por embasar seus planos de tratamento ou protocolos de reabilitação em avaliações individualizadas, trabalhando de acordo com a necessidade de cada paciente.

Ricardo Padovan ainda conta que a eletromiografia de superfície é uma excelente ferramenta, que facilita o entendimento e amplia o conhecimento. Por meio dela, é possível levar o conhecimento restrito de laboratórios para dentro dos consultórios, proporcionando condições de trabalho que antes eram somente vistas nos grandes centros de pesquisa.

O Dr. Ricardo Padovan já atendeu diversos atletas de grande destaque no país, além disso, é recordista em canoagem por mais tempo remando. Isso significa que ele tem autoridade e conhecimento suficientes para falar das vantagens da eletromiografia de superfície, certo?

Você também quer ter acesso a essa tecnologia para oferecer o melhor tratamento na reabilitação de seus pacientes? Entre em contato conosco e saiba o como podemos ajudá-lo nessa missão!

Eletromiografia de superfície: nova forma de avaliação de pacientes em UTI

tecnologia vem contribuindo para a medicina e impactando em todos os âmbitos possíveis: desde a qualidade de vida do paciente, até em métodos de tratamentos mais ágeis e eficazes, melhorando, salvando e prolongando vidas. 

Quando o assunto é músculos, vemos cada vez mais uma variedade de novas metodologias que auxiliam os profissionais a identificar patologias, diagnosticar e reabilitar os movimentos do corpo. Aqui, falaremos do eletromiógrafo de superfície, que é uma nova forma de avaliação de pacientes em UTI.

Para isso, convidamos o Helson Costa, fisioterapeuta Rotina da UTI adulto do Hospital Icaraí, que fica em Niterói (RJ). Ele é pós-graduado em Fisioterapia Neurofuncional e, atualmente, mestrando em Ciências Médicas pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Portanto, ninguém melhor do que ele para nos ajudar a entender como o eletromiógrafo de superfície é um método inovador e está impactando a vida dos pacientes. 

Mas antes, vamos entender um pouco melhor esse método:

O que é eletromiografia de superfície?

A Eletromiografia de superfície (EMGs) pode ser compreendida como a tecnologia de avaliação ou monitoramento do comportamento neuromuscular. A partir da captação dos potenciais elétricos que os músculos emitem durante uma atividade, a EMGs é capaz de informar sobre diversas variáveis inerentes à função desse sistema em relação ao tempo.

filtros no exame de Eletromiografia
sinal de eletromiografia – EMG

Há muito tempo utilizada em estudos fisiológicos e biomecânicos nas diversas áreas das ciências de movimento, a tecnologia permite o aprimoramento das práticas clínicas e de pesquisa dos profissionais de saúde. Fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, odontólogosprofissionais esportivos são os que mais utilizam a técnica. Sendo assim, o principal objetivo é inferir um diagnóstico que seja claro quando o tema é contrações musculares.

Os estudos científicos mostram a necessidade, cada vez maior, de se obter métodos e recursos de avaliação física apurados e que informem, quantitativamente, as manifestações diversas do organismo: “O racional aqui está no fato de que, quanto melhor e mais apurado for o sistema de avaliação, melhores serão as estratégias terapêuticas”, diz Helson.

No caso do sistema muscular, seja ele esquelético, seja respiratório, as informações fornecidas auxiliam os profissionais de saúde na compreensão das disfunções que por ventura os pacientes apresentem em consequência das patologias; bem como ajudam na tomada de decisão terapêutica, essenciais à reabilitação ou aprimoramento de habilidades mecânicas e funcionais.

Qual é o papel do fisioterapeuta?

Atualmente, a EMGs faz parte de uma série de aparatos e metodologias de avaliações funcionais musculares. Na terapia intensiva, ela serve tanto para finalidades diagnósticas funcionais quanto instrumentos de tratamento. 

Sobre o papel do fisioterapeuta no processo, Helson comenta: “o fisioterapeuta intensivista, no exercício de suas atribuições, é o responsável pela avaliação, monitoramento e intervenção (preventiva ou terapêutica) do sistema muscular respiratório e esquelético. Após a descoberta da síndrome de restrição prolongada e fraqueza adquirida na internação em UTIs, a avaliação muscular e sua terapêutica passaram a ser o centro das atenções dos profissionais de reabilitação”.  

Assim, com a tecnologia da EMGs, essa monitorização passou a ser efetivamente interessante, pois permitiu ao fisioterapeuta entender mais profundamente a fisiologia dos sistemas musculares. Dessa forma, as estratégias de tratamento dos pacientes se tornaram mais eficazes e com desfechos clínicos mais interessantes. 

Com relação à abordagem respiratória, a EMGs “tem auxiliado muito os profissionais no reconhecimento de esforços excessivos ou assincronias respiratórias. Tem auxiliado também nos processos de reabilitação através do sistema de biofeedback, permitindo a reaprendizagem motora ou a readaptação muscular respiratória. O mesmo tem sido observado no sistema muscular esquelético periférico”, diz o fisioterapeuta.  

O profissional ainda explica que “situações inerentes à internação levam os pacientes a perderem, muitas vezes, suas habilidades motoras, comprometendo sua qualidade de vida. Nesse sentido, o sistema de biofeedback com EMGs promove condições à reabilitação de conexões neuromusculares cerebrais e periféricas, que facilitam a restauração dessas habilidades com preservação das condições mecânicas mais favoráveis”.

Fisioterapeuta Helson Costa proferindo palestra "Novas formas de avaliação em UTI: a eletromiografia de superfície" no V Congresso Carioca de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva.
Fisioterapeuta Helson Costa proferindo palestra “Novas formas de avaliação em UTI: a eletromiografia de superfície” no V Congresso Carioca de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva.

Benefícios em utilizar o Eletromiógrafo de Superfície

Saber, de forma efetiva e consistente, o quanto um grupo muscular pode ser estimulado, a magnitude do seu esforço, ou mesmo a sua tendência à fadiga permitiu aos profissionais de saúde desenvolverem métodos e recursos terapêuticos capazes de restaurarem as funções motoras e respiratórias mais precocemente.

Além disso, com o uso de eletrodos de superfície o processo é indolor e, além de tudo, não invasivo. Outra característica é que não há restrição de idade ou qualquer classificação de paciente.

Com relação às áreas do corpo, o eletromiógrafo de superfície pode ser utilizado nos músculos da face (no caso da área de odontologia, contribuindo para o trabalho de dentistas e fisioterapeutas), músculos de membros inferiores e superiores e também nos músculos que estão envolvidos na respiração.

Dessa forma, “processos como a descontinuação da respiração artificial, a restauração da manutenção postural e o retorno às atividades da vida diária, são acelerados com advento da EMGs”, completa.

Outra vantagem que podemos citar da eletromiografia superficial é que não é necessário utilizar sedativos ou anestesias para realizar o exame, o qual pode ser feito direto no consultório médico. O procedimento pode durar apenas 20 minutos, porém, pode chegar até duas horas, dependendo do caso.

Portanto, podemos dizer que a Eletromiografia de Superfície é essencial para auxiliar os profissionais com dois fatores:

  • interpretação e entendimento de mecanismos biomecânicos e fisiológicos, além de mudanças cinéticas, que ocorrem no início da prática de atividade física;
  • avaliação e compreensão de doenças que podem comprometer o aparelho locomotor e principalmente em exercícios de treinamento de força.

Experiência do cliente com o produto e com o atendimento da MIOTEC

Com relação à sua experiência, Helson comenta:

Nosso serviço de fisioterapia hospitalar aqui em Niterói, Rio de Janeiro, está desenvolvendo pesquisas inovadoras acerca do entendimento e readaptações mecânicas da musculatura respiratória dos pacientes internados na UTI e que façam uso de ventilação artificial. Os resultados preliminares têm sido norteadores das técnicas de fisioterapia respiratória; os desfechos clínicos e funcionais têm sido favoráveis”.

A Miotec ajuda seus clientes fornecendo equipamentos e tecnologias, como o eletromiógrafo de superfície, que auxiliam e melhoram seu trabalho tanto na avaliação quanto no tratamento, contribuindo, portanto, com o crescimento do profissional de forma sustentada, por meio da tecnologia.  

Quer saber mais como estar sempre atualizado com as principais tendências do mercado ou utilizar a tecnologia em suas pesquisas? Contate-nos!