Descubra como tratar as principais disfunções no assoalho pélvico

Oferecer o melhor tratamento aos pacientes é o objetivo da maioria dos profissionais da saúde, certo? Nesse sentido, o investimento em tecnologia se faz muito importante, uma vez que ela ajuda a acelerar a reabilitação e ainda proporciona resultados satisfatórios, que vão contribuir muito para a melhoria da sua imagem no segmento. Quando falamos nas principais disfunções no assoalho pélvico, nos perguntamos se a inovação tecnológica também pode contribuir nesse sentido.

A resposta é sim! A eletromiografia e o biofeedback são exemplos de equipamentos eficientes e que colaboram para um diagnóstico mais preciso e uma reabilitação eficaz. Por esse motivo, você precisa avaliar a possibilidade de realizar esse tipo de investimento.

Neste artigo vamos mostrar quais são as principais disfunções no assoalho pélvico e como fazer uma avaliação. Além disso, explicaremos como o biofeedback e a eletromiografia podem contribuir para o sucesso da reabilitação. Acompanhe!

O que é o assoalho pélvico?

O assoalho pélvico fica localizado entre o cóccix e o osso púbis, e refere-se a um conjunto de ligamentos e músculos que sustentam e “fecham” a parte inferior da pelve, também conhecida por bacia.

O assoalho pélvico desempenha um papel muito importante, pois ajuda a suportar todos os órgãos internos que ficam posicionados na região da bacia, como bexiga, útero e ânus. Além disso, controla a passagem de fezes e urina — inclusive, favorece a saída do bebê no momento que a mulher entra em trabalho de parto.

Vale destacar que essa estrutura é extremamente importante durante a gravidez, pois é ela que vai auxiliar no sustento do peso do bebê.

Quais são as principais disfunções no assoalho pélvico?

Conforme mencionado, o assoalho pélvico é um conjunto de músculos que permeiam três sistemas importantes: o urinário, o reprodutor e o intestinal. Por isso, as principais complicações nesses músculos envolvem um ou mais desses sistemas. Entre essas disfunções, as principais são:

  • incontinência urinária (escapes de urina);

  • dispareunias (dor na relação sexual, podendo haver, inclusive, impossibilidade de penetração);

  • constipação funcional;

  • distopias vaginais (quando órgãos prolapsam, a famosa “bexiga caída”) etc.

Além disso, é preconizada a prevenção de disfunções nas gestantes, em que o assoalho pélvico é sobrecarregado e é preparado para o parto com menos risco de traumas, como laceração perineal (quando rasga).

Como é possível fazer uma avaliação da área?

A avaliação é muito importante, pois existe uma diferença muito grande entre os pacientes, necessitando de um tratamento personalizado baseado nessa avaliação. Como são pelo menos três sistemas envolvidos (urinário, reprodutor e intestinal), há uma conversa inicial para reconhecimento de sinais e sintomas, além da história da paciente.

Quanto aos exames, a avaliação manual do fisioterapeuta é importante para o reconhecimento de tensões, contraturas, entre outros achados. No entanto, ela é subjetiva para um acompanhamento de antes e depois, além de ser escassa em dados quantitativos. Hoje em dia, temos formas avaliativas complementares, que não substituem o exame manual, mas que agregam muito valor à avaliação fisioterapêutica.

Ao utilizarmos o MioGraph – software utilizado com os equipamentos Miotool e New Miotool – é possível entender como funciona a atividade elétrica muscular dos pacientes, qual é a predominância das fibras e em qual momento elas entram no movimento. Isso permite também mostrar ao paciente, ao fim do tratamento, como ele evoluiu.

Quais são os principais tratamentos para disfunções no assoalho pélvico?

O tratamento sempre será baseado nas valências que estão em déficit. Portanto, se estivermos falando de músculos do assoalho pélvico, o tratamento será feito como qualquer outro músculo esquelético do corpo:

  • se houver contratura muscular ou tensão, dissolvemos o nódulo e normalizamos o tônus;

  • se faltar força, fortalecemos;

  • se faltar flexibilidade, alongamos;

  • se faltar coordenação, sincronizamos e reensinamos a paciente a contrair.

O que varia é a forma de abordar essa estrutura e os recursos utilizados.

Como a eletromiografia e o biofeedback podem ser utilizados no tratamento dessas complicações e/ou disfunções?

Como o movimento do assoalho pélvico é pouco conhecido pelos pacientes, que, por desconhecimento, sempre negligenciaram essa estrutura, há uma dificuldade de compreensão do movimento e de como a contração deve ser feita.

A eletromiografia nos ajuda por ser fidedigna ao que, de fato, está acontecendo com o músculo (se é realmente ele que está contraindo) e o que outros recursos, como pressão, podem nos dar falsos positivos.

O biofeedback facilita a nossa vida justamente ao fornecer ao paciente, de forma intuitiva e clara, a informação da sua contração — se está ou não contraindo corretamente e qual é a meta que deve atingir no treinamento proposto.

Quais são os benefícios do uso da eletromiografia e do biofeedback?

Como fisioterapeuta, é possível observar como benefícios a compreensão mais fidedigna da condição do paciente, gerando mais segurança e credibilidade devido aos resultados mais precisos, além de ser um grande agregador de valor (e de preço) na consulta.

Para o paciente, você perceberá que a aceleração do tratamento é uma grande vantagem, tendo em vista que ele compreende mais rapidamente o funcionamento do seu assoalho pélvico e adere mais ao programa terapêutico.

Nesse sentido, veja a eletromiografia como um investimento, e não como um gasto — pois ela estimula a entrada de dinheiro pelo valor agregado.

Se você se preocupa com a qualidade técnica do seu atendimento — avaliação fidedigna, análise dos resultados, facilidade na compreensão do assoalho pélvico e na execução dos exercícios — e se importa muito em proporcionar a melhor experiência terapêutica aos seus pacientes, saiba que está na hora de investir nessa tecnologia.

Perceber o quanto os pacientes ficam encantados com o biofeedback e o quanto valorizam o equipamento mostra que ele é, sim, um bom investimento para o fisioterapeuta que souber utilizá-lo.

Como você pôde perceber, a eletromiografia e o biofeedback desempenham um papel muito importante na avaliação e tratamento das principais disfunções no assoalho pélvico. Nesse momento, contar com equipamentos de qualidade fará toda a diferença no seu trabalho diário. Além do mais, seus pacientes ficarão mais satisfeitos com os resultados e, consequentemente, farão questão de divulgar seus serviços para amigos e familiares — aumentando o seu leque de oportunidades para ajudar mais pessoas.

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Ergonomia no trabalho: conheça os benefícios para o trabalhador

Disponibilizar um ambiente confortável ao colaborador é fundamental para melhorar a qualidade de vida dele no trabalho e, consequentemente, a sua satisfação em fazer parte de um time que se preocupa com o seu bem-estar. No entanto, não são todos os gestores que se importam com a ergonomia no trabalho e, por isso, enfrentam alguns desafios no caminho.

Quando um colaborador tem à sua disposição bons elementos para realizar suas atividades profissionais, até a sua produtividade é beneficiada. Com o passar do tempo, você perceberá que esses benefícios se estenderão para outros departamentos da sua clínica.

Quer entender mais sobre a ergonomia no trabalho e quais as vantagens que ela pode proporcionar aos seus funcionários? Então, continue a leitura deste post!

O que é ergonomia no trabalho?

A ergonomia no trabalho consiste no oferecimento de melhores condições para que os colaboradores possam exercer suas atividades diárias sem prejudicar as suas limitações — tanto físicas quanto psicológicas. Seu principal objetivo é aumentar a segurança e o conforto do funcionário, a fim de que ele tenha uma melhor qualidade de vida e bem-estar dentro do ambiente organizacional.

Qual a importância da ergonomia no trabalho?

A ergonomia é de suma importância para possibilitar que o colaborador exerça suas atividades laborais com segurança. Essa prática possibilitará que o seu time desempenhe atividades sem correr o risco de sofrer lesões por esforço repetitivo, adquirir uma doença que o force a realizar tratamentos contínuos e desenvolver problemas emocionais causados pelo estresse, por exemplo.

Quais são os seus benefícios para os colaboradores e a clínica?

Ao implantar a ergonomia no trabalho, você proporcionará aos seus colaboradores diversos benefícios como:

  • melhorias na saúde e qualidade de vida;​
  • diminuição de faltas devido às constantes consultas com especialistas;
  • diminuição de dores e lesões por posturas ou movimentos incorretos.

Além disso, a clínica também é favorecida. Veja os ganhos:

  • aumento da produtividade por parte dos colaboradores;
  • diminuição da necessidade de retrabalho;
  • prevenção do afastamento do colaborador por lesões.

Quais as ações que devem ser tomadas para melhorar a ergonomia no trabalho?

Primeiramente, é preciso avaliar a atual situação do ambiente de trabalho, a fim de garantir que as mudanças que serão realizadas realmente trarão resultados positivos. Depois disso, é preciso:

  • corrigir os problemas identificados;​
  • implementar novos métodos e postos de trabalho — ferramentas tecnológicas e mobílias adequadas;
  • conscientizar os colaboradores da importância do uso das técnicas adequadas para a execução das atividades laborais.

Qual a norma que regulamenta a ergonomia no trabalho?

No Brasil, a norma que regulamenta a ergonomia no trabalho é a NR-17. Ela determina todos os parâmetros que devem ser colocados em prática para adaptar as condições de trabalho às características psicológicas e físicas dos colaboradores. Segundo essa diretriz, é preciso que o gestor realize uma Análise Ergonômica do Trabalho, com o intuito de analisar pontos importantes como:

  • adequação da mobília;​
  • levantamento de peso;
  • descarga de materiais;
  • adaptação dos equipamentos às condições de trabalho.

Como você pode observar, a ergonomia no trabalho é fundamental para proporcionar um ambiente mais arrojado e produtivo. Lembre-se que todas essas questões devem ser vistas como um investimento na saúde e qualidade de vida de todos os seus colaboradores.

Agora que você já está por dentro do assunto, aproveite para entender como a tecnologia está impactando o tratamento de desvios posturais!

Fisioterapia respiratória: o que é e quais são seus objetivos?

Você sabe o que é fisioterapia respiratória? Pois bem, conhecer esse conceito é fundamental, tendo em vista que os problemas respiratórios tendem a aumentar durante as estações de outono e inverno. Em São Paulo, por exemplo, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde, em 2018, o número de atendimentos por esse tipo de problema aumentou em 30%.

A fisioterapia respiratória, por sua vez, tem o papel de recuperar e prevenir disfunções relacionadas ao processo de respiração. Com o conjunto de técnicas realizadas, essa prática ajudará a promover a máxima qualidade de vida das pessoas que sofrem com esse problema, melhorando funcionalidade do aparelho respiratório.

Quer saber mais sobre essa técnica que ajuda as pessoas a terem uma saúde melhor, aumentando o seu bem-estar? Então, continue a leitura para entender seus objetivos e benefícios!

Objetivos da fisioterapia respiratória

Como dito, o objetivo da fisioterapia respiratória é prevenir e tratar as doenças do sistema respiratório.

Por meio dessa técnica será possível melhorar a distribuição de oxigênio para o corpo todo. Dessa forma, as vias respiratórias serão desobstruídas das secreções e, com isso, a capacidade ventilatória do pulmão aumentará.

Doenças como atelectasia e pneumonia não farão mais parte da vida do paciente depois que ele seguir à risca os tratamentos da fisioterapia respiratória. Sua saúde e qualidade de vida melhorarão muito.

Benefícios proporcionados ao bem-estar do paciente

Em suma, a fisioterapia respiratória proporcionará ao paciente a oportunidade de ter uma vida melhor, e isso se deve aos benefícios que a técnica oferece. Confira os principais deles.

Aumento da resistência respiratória

A resistência respiratória é responsável por suportar a fadiga nos esforços realizados com longa duração e intensidade moderada.

Por meio da fisioterapia respiratória, é possível aumentar a capacidade que os pulmões têm de fazer o transporte adequado do oxigênio para o sangue e demais nutrientes para os tecidos. Dessa forma, o paciente conseguirá realizar suas atividades físicas diárias sem correr o risco de se sentir mal pela falta de ar.

Diminuição da fadiga

A prática de fisioterapia respiratória também auxiliará na redução da fadiga. Isso acontece porque, como explicamos no tópico anterior, a resistência da respiração é fortalecida, proporcionando ao indivíduo mais disposição para realizar suas atividades físicas e demais trabalhos rotineiros.

Melhora da mobilidade da caixa torácica e coluna dorsal

Por restabelecer o padrão respiratório funcional, a fisioterapia consegue diminuir o gasto de energia durante a respiração. Com isso, a ventilação é melhorada e, consequentemente, as secreções são eliminadas, facilitando as trocas gasosas que ajudam a melhorar a mobilidade da caixa torácica.

Os problemas com a coluna dorsal também podem ser reduzidos com a técnica. Isso porque ela ajuda a exercitar a resistência e o movimento do músculo (conhecido como transverso do abdômen), localizada desde o umbigo até a região da coluna, que é responsável por nos oferecer estabilidade.

Agora você sabe como a fisioterapia respiratória pode mudar a vida de um paciente que sofre dores constantes. Sendo assim, poder disponibilizar esse tipo de solução às pessoas que procuram o seu consultório é fundamental para se destacar no mercado.

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Tratamentos para lordose: saiba quais são!

A curvatura lordótica é a principal responsável pela estrutura na base da coluna e também o maior foco de problemas de saúde nessa área. Os tratamentos para lordose vêm sendo procurado a cada dia por mais pessoas, interessadas em se livrar do incômodo e das dores ocasionadas pelo distúrbio nas primeiras vértebras.

Dá-se o nome de lordose ao aumento da curva que todo mundo tem, na região cervical e lombar. Porém, a curvatura fora dos níveis normais é considerada uma doença e precisa ser tratada. Fatores genéticos, obesidade e má postura são as principais causas dessa condição.

Pelo rastreamento das causas e dos sintomas, é possível reverter um quadro de desequilíbrio, devolvendo saúde e conforto para a coluna. Veja quais são os principais tratamentos!

Medicação

Em um primeiro momento, a ingestão de medicamentos beneficia o bem-estar dos pacientes, diminuindo a dor e o incômodo. Nesse caso, são ministrados anti-inflamatórios e analgésicos, que funcionam também na diminuição do inchaço na área.

Considerando que não existem medicamentos específicos para a lordose, são administrados remédios para o alívio dos sintomas. Em todo caso, a receita deve ser passada por um médico especialista, como um reumatologista ou fisioterapeuta, garantindo o procedimento seguro.

Fisioterapia

Focada principalmente no fortalecimento dos músculos adjacentes, a fisioterapia para lordose consiste basicamente em exercícios acompanhados por um terapeuta responsável. Podem ser utilizados aparelhos para auxiliar a reabilitação tanto no estímulo da musculatura, como no envio de informações inteligentes para acompanhamento da equipe médica.

A lordose é mais fácil de ser corrigida durante a puberdade, e, por isso mesmo, quanto antes se procurar a fisioterapia, maiores são as chances de recuperação. Algumas práticas, como o pilates, o RPG e o gyrotonic, atuam como exercícios complementares, ideais para manter os ganhos conquistados com o tratamento para lordose.

Perda de peso

Quando a causa identificada está relacionada ao sobrepeso, o tratamento que produz mais efeito é a perda de medidas. O acompanhamento deve ser feito por uma equipe médica especializada, que vai orientar um programa que abarca alimentação, a prática de exercícios físicos e até medicamentos e cirurgias, quando necessário.

A medida também pode ser aplicada para pacientes em idade avançada, como um cuidado a mais para elevar a sua qualidade de vida.

Cirurgia

Nos casos mais graves, pode haver a indicação de intervenção cirúrgica. O tratamento prevê a aplicação de parafusos, hastes e ganchos de metal ou a aplicação de um enxerto ósseo, ambos feitos para estabilizar a coluna de modo mais eficiente.

Esse tipo de procedimento é utilizado após o paciente ter passado por outros processos ou quando há ocorrência neurológica na causa da lordose.

Quando o tratamento para lordose não é feito, o paciente pode ter agravados seus problemas de mobilidade, trazendo grandes complicações para a sua saúde e seu bem-estar. Quanto antes procurar um médico especialista, maiores são as chances de uma reabilitação de sucesso.

A coluna é uma das partes mais sensíveis do corpo, suscetível a todo tipo de variação decorrente dos hábitos que levamos. Manter a saúde das pessoas nessa região é essencial para uma vida tranquila.

Aproveite para conferir os equipamentos e técnicas especiais para estabilizar a coluna. Boa leitura!

Fisioterapia preventiva: você sabe qual a importância?

Muitas pessoas ainda acham que fisioterapia é só para quem tem problemas motores. Essa concepção é comum, já que a maioria das pessoas que procuram as clínicas sofreram algum tipo de lesão ou têm alguma doença crônica.

Entretanto, os exercícios fisioterapêuticos também são úteis não apenas como tratamento, mas também como medida profilática, que garante mais condicionamento físico e qualidade de vida. Portanto, se você quer conhecer essa nova tendência e se preparar para atender esse tipo de demanda, continue a leitura e saiba o que é fisioterapia preventiva.

O que é fisioterapia preventiva?

Os exercícios fisioterapêuticos são, normalmente, direcionados à reabilitação de pacientes com limitações motoras decorridas de lesões ou de doenças crônicas. Por sua vez, o princípio da fisioterapia preventiva é adaptar os exercícios de forma a evitar que os problemas ocorram, sobretudo na população de risco, como idosos e esportistas.

O conceito de fisioterapia preventiva está muito ligado à ideia de saúde mais global e multidisciplinar. Por isso, ela é composta por exercícios de alongamento, aliados aos de relaxamento e de respiração.

Quais os benefícios da fisioterapia preventiva para o paciente?

Por meio da prevenção, o fisioterapeuta proporciona mais qualidade de vida e disposição para seus pacientes, tudo isso sem sofrimento e com o mínimo de impactos negativos para a saúde. Entre as principais vantagens estão:

  • evitar problemas relacionados ao excesso de peso, como distensão muscular;
  • prevenir doenças causadas por movimentos repetitivos, como a LER;
  • fortalecer a musculatura de algumas regiões do corpo com exercícios localizados;
  • melhorar a motivação e reduzir dores causadas pelo trabalho;
  • aumentar as taxas de endorfina e dopamina, hormônios responsáveis pela sensação de bem estar;
  • prevenir doenças cardíacas, sobretudo em pessoas da terceira idade;
  • acelerar o metabolismo e contribuir para o emagrecimento;
  • proporcionar mais qualidade de vida, tornando possível o desempenho de atividades que antes não podiam ser realizadas.

Por trazer tantos benefícios para os pacientes e ainda ser um diferencial estratégico no mercado, considere investir hoje mesmo na terapia preventiva.

Quem pode fazer fisioterapia preventiva?

Não existem contraindicações para se submeter a esse novo método; todos podem fazer! Entretanto, existem algumas parcelas da população que têm mais especificidades e, consequentemente, se beneficiam mais dessa abordagem. Confira quais são e se prepare para atender esses pacientes na sua clínica.

Praticantes de esporte

Por se submeterem ao esforço físico por muito tempo e com muita intensidade, os esportistas devem passar por um rigoroso programa de prevenção às lesões musculares. Nesse ponto, a fisioterapia preventiva ajuda a fortalecer os músculos do abdômen, da coluna lombar e do assoalho pélvico, por meio de exercícios que aumentam a resistência e a regeneração muscular. Com isso, fica mais fácil manter o ritmo nos treinamentos.

Trabalhadores de escritórios

Quem trabalha sentado por longos períodos de tempo se beneficia muito da perspectiva profilática na fisioterapia. As empresas estão se conscientizando cada vez mais sobre a importância de incluir o alongamento e técnicas para manter a postura correta ao longo do dia de trabalho. Essa, inclusive, é uma ótima oportunidade de negócio para profissionais que se interessam por oferecer workshops e palestras institucionais.

Idosos

Para as pessoas mais velhas, a fisioterapia preventiva é primordial. Por meio dela, os idosos conseguem condicionar o corpo para desempenhar atividades que, de outra forma, seriam impossíveis de fazer, como uma caminhada mais longa ou um passeio durante o dia. Além de oferecer mais qualidade de vida, o exercício fisioterapêutico também ajuda a prevenir doenças e a manter a saúde mental.

Fazer fisioterapia como forma de prevenção é uma quebra de paradigma, já que o mais comum é que as pessoas façam somente tratamentos corretivos. Por isso, é papel do profissional divulgar os benefícios da fisioterapia preventiva para toda a população, o que ajuda a diversificar sua área de atuação, a fortalecer a categoria dos fisioterapeutas e, sobretudo, a melhorar a qualidade de vida das pessoas!

Agora que você está familiarizado com a fisioterapia preventiva, está na hora de levar essa prática para o seu consultório. Para começar, leia nosso post e veja como os equipamentos tecnológicos contribuem para um atendimento de qualidade. 

Tratamentos aplicados na musculatura orofacial: saiba como funciona

A musculatura orofacial é fundamental para a execução de diversas atividades cotidianas. Além de estar ligada à comunicação, ela também é decisiva para funções como mastigação, deglutição e respiração. Quando algo não ocorre como deveria, é essencial recorrer aos tratamentos aplicados na musculatura orofacial.

Com características específicas, esses tratamentos favorecem a conquista de resultados e a reabilitação dos pacientes em diferentes situações. Conhecê-los é imprescindível para ter uma atuação otimizada em relação à fonoaudiologia.

Portanto, veja o que são os tratamentos aplicados na musculatura e descubra como eles funcionam.

O que são os tratamentos aplicados na musculatura orofacial?

Há diversas patologias que podem afetar a musculatura orofacial. Para pacientes que sofrem com problemas de respiração, por exemplo, pode ser necessário que se submetam a uma cirurgia otorrinolaringológica. Após o procedimento, o paciente requer acompanhamento fonoaudiólogo para reabilitar a função respiratória e aprender a respirar melhor. O mesmo vale, inclusive, para quem não passou por uma operação, mas precisa de reabilitação, pois seus músculos orofaciais estão hipofuncionantes.

Outros casos incluem pessoas que sofrem com algum tipo de paralisia facial periférica,  alterações na articulação temporomandibular, acarretando problemas para mastigar e disfagia, ou seja, dificuldades para deglutir.

Então, os tratamentos aplicados à musculatura orofacial têm como objetivo readequar as funções orofaciais, assim como otimizar as contrações de suas estruturas musculares. Por meio do estímulo da contração adequada e da aprendizagem sobre os movimentos corretos, por exemplo, é possível retomar a funcionalidade dessa área, reabilitando as funções alteradas.

Esses procedimentos devem ser conduzidos por fonoaudiólogos especialistas na área, que atualmente dispõem das ferramentas inovadoras e adequadas para conseguir o melhor resultado no tratamento.  Desta forma, o indivíduo em tratamento pode recuperar seu bem-estar e a qualidade de vida.

Como funciona o tratamento?

Assim como acontece em qualquer caso, não existe uma receita pronta para os tratamentos aplicados na musculatura orofacial. Cada um serve a um propósito, e é preciso considerar aspectos individualizados para prosseguir com a maneira ideal de agir. Para entender melhor, veja como funciona essa etapa e quais são os seus pontos principais.

Investigação e diagnóstico

Tudo começa com uma avaliação para identificar quais são as necessidades específicas de cada paciente. A avaliação miofuncional clínica é feita com protocolos já validados na área fonoaudiológica  — que trazem segurança para os resultados sobre as funções e motricidade da região orofacial.

Em seguida, é realizada uma avaliação eletromiográfica da superfície. O principal objetivo é conhecer quais são as principais alterações da musculatura e de suas funções. O resultado da eletromiografia de superfície se dá em valores numéricos, os quais facilitam na comparação posterior de cada caso.

Atuação corretiva

Após a identificação de quais são as áreas e as funções que estão comprometidas, é realizado o planejamento de um tratamento específico. De forma tradicional são conhecidos os exercícios musculares apropriados para cada alteração: isométricos; isotônicos e/ou isocinéticos, sempre conduzidos pela fonoaudióloga.

Outra possibilidade — e a mais inovadora — consiste em utilizar o biofeedback. A partir do posicionamento de eletrodos de superfície inseridos na pele e do uso de um equipamento especial, o paciente consegue identificar, em tempo real, o momento de sua contração muscular. Compreendendo, assim, qual a contração desejada e qual é o movimento adequado que alcança essa contração.

Acompanhamento e reavaliação

Como os tratamentos aplicados na musculatura orofacial não são iguais para todos, cada pessoa tem uma resposta diferente. Então, cabe ao profissional de saúde ser capaz de identificar quais são os resultados e o que precisa ser alterado.

As reavaliações servem exatamente para isso. O comum é esperar entre 2 a 4 meses, dependendo da condição, para avaliar os novos resultados. A partir de uma nova eletromiografia, comparando assim com a avaliação inicial do tratamento.

Em comparação aos valores iniciais, identifica-se se houve melhora ou se o quadro permanece estagnado. A partir dessas reavaliações pode-se alterar o protocolo de tratamento.

Quais são os benefícios desse tipo de tratamento?

A consolidação dos impactos nos tratamentos aplicados na musculatura orofacial ainda é escassa na literatura. Faltam estudos abrangentes quanto ao tema — o que leva à carência de conclusões definitivas sobre como eles atuam.

No entanto, o conhecimento empírico obtido pela experiência clínica demonstra que eles são muito eficazes e garantem bons resultados. Na sequência, descubra quais são os principais pontos positivos dessas realizações.

Retomada das funções motoras

As dificuldades de contração na musculatura orofacial, bem como a execução de movimentos incorretos, causam impactos muito negativos na vida do paciente. O desafio com a respiração atrapalha o sono, por exemplo.

Já a paralisia facial compromete a atividade de mastigar, de deglutir ou de comunicar. A retomada das funções, por outro lado, permite resolver todos esses problemas. Há maior qualidade de vida, bem-estar e bons impactos no dia a dia, de forma geral. Para muitos pacientes, essa é a chance de levar uma rotina perfeitamente normal, com uso completo das principais funções e atendimento a necessidades variadas.

Aumento da motivação

Outro grande benefício dos tratamentos aplicados na musculatura orofacial é a motivação gerada pelo acompanhamento de resultados. Por meio da eletromiografia, por exemplo, é possível conhecer a contração muscular em números. Em uma reavaliação, o paciente notará que tem tido bons impactos ao observar um aumento no desempenho.

O uso de mecanismos de biofeedback também permite que os pacientes vejam, na hora, os resultados da contratura muscular . Assim, entendem como podem realizar a movimentação adequada e  aprendem a relaxar esta contratura presente.

Garantia de eficiência

A adoção de recursos de tecnologia nos tratamentos aplicados na musculatura orofacial também faz com que eles sejam muito mais diretos ao ponto. Com o reconhecimento dos padrões, o uso do biofeedback e as abordagens de otimização, os resultados são conquistados em menos tempo.

Com maior eficiência, dá para garantir uma recuperação que não apenas é acelerada, mas, também, consistente. O aprendizado definitivo sobre como usar os músculos da região evita outros quadros no futuro, de modo a gerar a máxima satisfação por parte de quem se submete ao tratamento.

Melhor posicionamento profissional

Há vantagens, inclusive, para o profissional que recorre a essas tecnologias. Graças aos resultados obtidos, é possível se consolidar no mercado, atrair mais pacientes e conseguir um melhor desempenho na carreira.

A busca por atualização (como por meio de participações em eventos e procura por equipamentos e técnicas), ainda reflete positivamente. Ao final, é possível obter sucesso na clínica.

Os tratamentos aplicados na musculatura orofacial são fundamentais para a retomada de muitas funções. Realizados com a ajuda de tecnologia, geram grandes benefícios tanto para os pacientes quanto para os profissionais.

Já que usar os equipamentos corretos é imprescindível nesses processos, entre em contato com a Miotec e veja como podemos ajudar a ter os melhores do mercado!

Este conteúdo foi produzido a partir da entrevista com a fonoaudióloga Daniele Fontes, mestre pela Faculdade de Medicina de São Paulo e especialista em motricidade orofacial.

Como a tecnologia ajuda na fidelização de pacientes?

Na área da saúde, a tecnologia trouxe contribuições relevantes para a gestão de clínicas, hospitais e consultórios, oferecendo melhores condições para funcionários e clientes. Otimizando processos diagnósticos, preventivos e administrativos, as medidas de inovação auxiliam na fidelização de pacientes, favorecendo o fluxo estável de atividades.

A telemedicina, o biofeedback e a softwares de gestão levam a avanços na rotina de serviços dos estabelecimentos de saúde. Com um atendimento de melhor qualidade, a retenção de pacientes vira tarefa mais fácil, resultando em um quadro constante de movimento.

No texto de hoje, esse é nosso tema. Confira, a seguir, como a tecnologia ajuda a fidelizar pacientes e adote já essas práticas em seu estabelecimento. Boa leitura!

Organização de dados para a fidelização de pacientes

Interação entre setores e pacientes é fundamental para um bom funcionamento. Os prontuários eletrônicos permitem organizar histórico de saúde, hábitos, medicações e tratamentos em um apenas formulário online, acessível a toda equipe responsável.

A sistematização dos dados otimiza a agenda dos profissionais e a rotina dos pacientes, reunindo exames e prescrições para concentrar o tratamento da forma mais dinâmica possível.

Medicina preventiva

Exames com realização periódica podem ser programados por meio de aplicativos e alertas criados pelas ferramentas digitais, facilitando o diagnóstico precoce de doenças.

Com maior riqueza de detalhes nos testes, é possível identificar disfunções em estágio inicial, favorecendo os tratamentos.

Diminuição de erros

Os recursos virtuais trazem maior assertividade para a equipe médica, que passa a contar com um suporte mais eficaz no atendimento.

A facilidade de acesso de materiais como exames, prontuários e relatórios, beneficia o diálogo entre as equipes, que são capazes de concluir procedimentos com o máximo de informações possível em cada caso.

Tratamento por biofeedback

Os equipamentos eletrônicos que fornecem dados relativos aos processos fisiológicos contribuem em grande medida para os tratamentos e doenças crônicas, agudas e crises relacionadas ao estresse.

Aparelhos de biofeedback permitem o desenvolvimento da medicina de comportamento, trazendo mais elementos para fortalecer a relação entre médico e paciente.

Agilidade e visão integral da saúde

A tecnologia possibilita que os processos sejam vistos em complementação ou integrados, dando maior lastro para a elaboração de tratamentos. Os pacientes, assim, sentem-se acolhidos e seguros, podendo acompanhar de perto os trabalhados desenvolvidos.

A praticidade dos exames digitais, por exemplo, agrega rapidez aos atendimentos, já que dispensa impressão e transporte dos documentos para interpretação. Com a automatização de algumas práticas, a equipe ganha produtividade e eficiência.

Uso das principais ferramentas de tecnologia

Determinados equipamentos são responsáveis por significativas melhorias, contribuindo para a fidelização de clientes. Exemplos:

  • eletromiografia: usada para o feedback muscular;
  • eletroencefalograma: quantifica atividade cerebral;
  • aferidor de pulso: usado para medir frequência cardíaca e controle cardiovascular;
  • base de dados: organiza informações cadastrais e prontuários.

A tecnologia pode impulsionar o atendimento da saúde, transformando a fidelização de pacientes em um ponto forte para o movimento dos serviços. Incorporando ferramentas inteligentes, os benefícios se estendem ao corpo de profissionais, médicos, pacientes e colaboradores, otimizando a produtividade e elevando a qualidade.

Gostou do nosso artigo? Quer saber mais dicas sobre fidelização de pacientes? Então inscreva-se agora no nosso Workshop Gratuito!

Qual a relação entre equilíbrio muscular e lesões musculares?

O equilíbrio do corpo é muito importante para a prevenção de lesões musculares, devendo ser priorizado no desenvolvimento de tratamentos de saúde e de programas atléticos. O equilíbrio é um conceito para designar quando as forças dos grupos agem em igualdade, sem diferença entre as partes e sem sobrecarregar nenhuma delas.

As boas práticas com o corpo trazem resultados duradouros e preservam os músculos de desgastes maiores, significando uma harmonização de forças para o bem-estar durante as atividades físicas e na vida cotidiana. Confira as melhores técnicas para favorecer o equilíbrio e evitar lesões musculares lendo este post!

Musculação preventiva

Fortalecer os músculos certos no amparo e sustentação dos principais grupos de força pode ser feito por um trabalho direcionado da musculação. Por exemplo, os dorsais e abdominais podem ajudar a prevenir lesões na coluna.

Aumentar a massa óssea auxilia pessoas da terceira idade no fortalecimento dos músculos e na flexibilidade, o que pode ser conquistado com exercícios proprioceptivos. Eles devem ser orientados por um fisioterapeuta, com especialidade para esse tipo de público.

Avaliação aprofundada

Todo o trabalho para equilibrar os músculos deve ser feito acompanhado por um profissional de fisioterapia, pois ele lança a melhor estratégia para harmonizar as forças do corpo. A identificação precoce de possíveis mecanismos assimétricos de força pode ser realizada com uma boa avaliação médica ortopédica.

Músculos e articulações antagonistas devem ser medidos pela amplitude de flexores, extensores e pelos graus de força excêntricas e concêntricas. Quando há diferença superior a 15% entre as resistências musculares, as chances de lesões são consideradas altas.

Práticas de aquecimento

Preparar o corpo do jeito certo para as atividades físicas pode poupar grandes desgastes musculares. Quanto mais intenso e vigoroso, maior será a necessidade de um aquecimento assistido para não dar chance para as lesões.

No frio, os músculos perdem elasticidade, tornando-se mais vulneráveis aos impactos de práticas intensas. Ao aquecer e/ou alongar a musculatura, promove-se um relaxamento essencial para minimizar o risco das lesões durante os exercícios, aumentando também a resistência.

Acompanhamento de atletas

Nos esportes, os desequilíbrios podem trazer sérias contusões, podendo interferir ou mesmo interromper a carreira de atletas. Para suportar altos impactos, a musculatura deve ser fortalecida e preparada conforme a atividade realizada.

Em fases de treinamento e pré-competições, os fisioterapeutas costumam inserir na rotina de treinos do atleta exercícios excêntricos para manter ou recobrar o equilíbrio de certo grupo muscular. Esse tipo de prática ajuda a fortalecer o corpo e torná-lo mais flexível.

O atleta deve procurar sempre um profissional de formação acadêmica reconhecida para orientar as avaliações de diagnóstico e desenvolver um tratamento individualizado, dando atenção a cada caso para uma evolução mais assertiva.

Modificar alguns hábitos diagnósticos e de preparação para as atividades físicas pode surtir mais resultado do que o esperado. Com o acompanhamento correto, as lesões musculares ficam ainda mais distantes da realidade de atletas e pessoas que praticam atividades físicas diversas.

E então, o que você achou das nossas dicas? Ficou com alguma dúvida? Conte tudo para nós aqui nos comentários. Até mais!

Descubra os benefícios da bandagem funcional

Fazer com que as estruturas musculares e articulares se posicionem corretamente é fundamental para o bem-estar. Graças a esses efeitos, os pacientes sentem alívios variados e conseguem obter a reabilitação necessária para certos problemas. Nesse sentido, a bandagem funcional se destaca na fisioterapia.

A tática utiliza recursos que garantem um bom desempenho de diversas estruturas do organismo. Como resultado, é possível ajustar o posicionamento para obter efeitos específicos — desde a prevenção até a recuperação de lesões e outros problemas.

A seguir, entenda como funciona a bandagem funcional e explore os seus benefícios.

O que é bandagem funcional?

Os tratamentos fisioterapêuticos podem usar várias técnicas e recursos para garantir o restabelecimento do movimento. Entre as possibilidades, está a bandagem funcional. Ela utiliza fitas adesivas com propriedades elásticas. Assim, é possível modificar o alinhamento de várias estruturas do organismo, de acordo com objetivos específicos.

Para ser eficiente, ela tem que ser feita com o material correto e com os conhecimentos adequados. Assim, é possível dar a sustentação ou o alívio necessário, de acordo com cada caso.

Quais são os tipos existentes?

A bandagem funcional aparece em três tipos diferentes. Apesar de usar fitas semelhantes, é a aplicação que gera a diferenciação.

A bandagem esportiva ou Athletic Taping é voltada para ajudar a lidar com lesões agudas, normalmente causadas pelo esforço excessivo de práticas físicas. Também pode ser adotada como meio de dar mais estrutura ao organismo e, assim, evitar lesões.

Já a biomecânica ou McConnell Taping tem o objetivo de direcionar o movimento de forma específica. A abordagem oferece um alinhamento de tecidos e faz com que os músculos aprendam uma nova maneira de se mexer. Assim, é possível obter a reabilitação terapêutica ou mesmo mudar aspectos cotidianos — como a postura.

A neuromuscular ou Kinesio Taping tem o objetivo principal de envolver certos músculos e articulações. Dependendo da técnica apresentada, ajuda a evitar ou diminuir inflamações, a sustentar o movimento e até a melhorar as contrações musculares.

Quais são os objetivos e a importância da Kinesio Taping?

A bandagem neuromuscular está entre as mais utilizadas. Ela tem o objetivo de oferecer aos músculos e articulações exatamente o que precisam para garantir o máximo funcionamento.

Em uma lesão, por exemplo, é comum exercer uma tensão longitudinal. Ao mesmo tempo em que isso contribui para a reabilitação, evita que o músculo seja exigido e se lesione ainda mais.

Também é um jeito de estimular a circulação ao redor, diminuir cãibras e melhorar a recuperação muscular. Há, então, diminuição das dores e melhoria no desempenho — seja no cotidiano, seja na prática esportiva. Acima de tudo, a Kinesio Taping funciona como um importante apoio para outras técnicas fisioterapêuticas. Assim, acelera a recuperação de forma estruturada.

Como é feita a aplicação?

A bandagem pode ser aplicada tanto em pacientes quanto em alunos que aprendem a prática. Independentemente disso, é fundamental recorrer às técnicas certas.

Em alguns casos, é necessário acompanhar o músculo, pois isso facilita o seu movimento. Em outros, a aplicação transversal gera tensão elástica para imobilizá-lo e permitir a sua recuperação.

Também é essencial saber quais grupos isolar e qual tensão aplicar em cada parte. Isso maximiza o potencial dessa técnica e garante efeitos que são sentidos do jeito adequado.

A bandagem funcional é uma técnica eficiente, moderna e versátil. Desde para recuperar até para evitar lesões, deve ser aplicada de forma profissional e segundo os conhecimentos adequados.

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Como sua clínica pode inovar no tratamento da escoliose?

Uma das maiores causas de afastamento de trabalhadores no Brasil é a escoliose. E não é para menos: hábitos simples, como utilizar smartphone ou computadores por tempo prolongado, podem causar tensões no pescoço e nas costas, que acarretam em sérios problemas a longo prazo. 

Por isso, é importante que os profissionais da saúde conheçam as causas, consequências e os tratamentos da escoliose, estando preparados para abordar adequadamente esse quadro cada vez mais comum nas clínicas de fisioterapia.

Características da escoliose

O que é a escoliose?

A escoliose é uma deformação morfológica da coluna vertebral. Ela é caracterizada pela mudança do alinhamento da coluna para frente, para trás, para os lados, ou até mesmo havendo uma contorção, com o ângulo variando de acordo com a gravidade do quadro.

Quais são as principais causas da escoliose?

Estima-se que 70% dos casos de escoliose não tenham origem facilmente identificável, uma vez que os hábitos desde o início da vida podem desencadear alterações na coluna vertebral. Entretanto, essa mudança também pode ser consequência de doenças neurológicas – como a paralisia cerebral ou a poliomielite –, de traumas, de processos degenerativos, ou possivelmente congênita.

Como é feito o diagnóstico?

O mais comum é que o diagnóstico seja feito a partir de uma avaliação clínica, aliada à correlação radiológica. Nessa avaliação, o profissional observa assimetrias e diferenças anatômicas nos diversos segmentos da coluna do paciente e, a partir do ângulo da curvatura da coluna, o tratamento é definido.

Quais são os métodos de tratamento?

Uma vez que a escoliose não tem cura, o objetivo principal é combater a evolução do quadro clínico. O tratamento é pensado de acordo com a idade, com a capacidade física do paciente e com o grau da curvatura causada pelo quadro. Mas, apesar das especificidades, os métodos terapêuticos mais comuns são:

  • em casos mais simples, pode-se submeter o paciente à fisioterapia, em conjunto com massagens e a prática de pilates;
  • em casos de média gravidade, alia-se os exercícios ao uso de coletes ortopédicos;
  • para casos mais graves, o paciente pode ser submetido à intervenção cirúrgica, na qual são implantadas hastes na coluna para manter a linearidade.

Inovações na abordagem clínica da escoliose

O fisioterapeuta deve estar sempre informado sobre as tendências tecnológicas na área da saúde. A inovação, aliada à gestão inteligente do negócio, são fatores decisivos para o sucesso do novo empreendedor. Já existem até aplicativos que ajudam no gerenciamento do consultório, agilizando o atendimento a baixo custo.

É possível diagnosticar sem raio-X?

Existem métodos inovadores no mercado para os profissionais que desejam trazer sofisticação e tecnologia para sua clínica. Um dos melhores e mais modernos sistemas de diagnóstico para a escoliose é o Vert 3D, da Miotec. Por meio desse sistema, os pacientes não são expostos à radiação e ainda assim podem contar com precisão e agilidade no acompanhamento da doença.

Com informações importantes à disposição, o fisioterapeuta se sentirá mais seguro para decidir sobre o método de tratamento. Ao ter a tecnologia como aliada, o profissional se destaca frente aos seus concorrentes, enquanto proporciona mais qualidade de vida e eficácia para seus pacientes, sem causar dores e desconforto.

Como tratar a escoliose minimizando impactos?

No tratamento da escoliose, há opções inovadoras e acessíveis. Para abordagens conservadoras (aquelas em que não há cirurgia), uma possibilidade é aliar os exercícios físicos a dispositivos simples e efetivos, que fornecem apoio e estabilidade para o paciente sem causar dores após longos períodos de uso.

Quando o ângulo da curvatura é muito fechado e há necessidade da cirurgia para correção da escoliose, o paciente tem alternativas modernas e altamente efetivas. Através de uma cirurgia minimamente invasiva, os médicos conseguem realizar todo o procedimento sem necessidade de longas internações, com menores chances de complicações e rápida recuperação do paciente.

O que achou das novas tecnologias na abordagem da escoliose? Pretende utilizar alguma na sua clínica? Siga-nos nas redes sociais e fique ligado nas novidades!