Fisioterapia preventiva: você sabe qual a importância?

Muitas pessoas ainda acham que fisioterapia é só para quem tem problemas motores. Essa concepção é comum, já que a maioria das pessoas que procuram as clínicas sofreram algum tipo de lesão ou têm alguma doença crônica.

Entretanto, os exercícios fisioterapêuticos também são úteis não apenas como tratamento, mas também como medida profilática, que garante mais condicionamento físico e qualidade de vida. Portanto, se você quer conhecer essa nova tendência e se preparar para atender esse tipo de demanda, continue a leitura e saiba o que é fisioterapia preventiva.

O que é fisioterapia preventiva?

Os exercícios fisioterapêuticos são, normalmente, direcionados à reabilitação de pacientes com limitações motoras decorridas de lesões ou de doenças crônicas. Por sua vez, o princípio da fisioterapia preventiva é adaptar os exercícios de forma a evitar que os problemas ocorram, sobretudo na população de risco, como idosos e esportistas.

O conceito de fisioterapia preventiva está muito ligado à ideia de saúde mais global e multidisciplinar. Por isso, ela é composta por exercícios de alongamento, aliados aos de relaxamento e de respiração.

Quais os benefícios da fisioterapia preventiva para o paciente?

Por meio da prevenção, o fisioterapeuta proporciona mais qualidade de vida e disposição para seus pacientes, tudo isso sem sofrimento e com o mínimo de impactos negativos para a saúde. Entre as principais vantagens estão:

  • evitar problemas relacionados ao excesso de peso, como distensão muscular;
  • prevenir doenças causadas por movimentos repetitivos, como a LER;
  • fortalecer a musculatura de algumas regiões do corpo com exercícios localizados;
  • melhorar a motivação e reduzir dores causadas pelo trabalho;
  • aumentar as taxas de endorfina e dopamina, hormônios responsáveis pela sensação de bem estar;
  • prevenir doenças cardíacas, sobretudo em pessoas da terceira idade;
  • acelerar o metabolismo e contribuir para o emagrecimento;
  • proporcionar mais qualidade de vida, tornando possível o desempenho de atividades que antes não podiam ser realizadas.

Por trazer tantos benefícios para os pacientes e ainda ser um diferencial estratégico no mercado, considere investir hoje mesmo na terapia preventiva.

Quem pode fazer fisioterapia preventiva?

Não existem contraindicações para se submeter a esse novo método; todos podem fazer! Entretanto, existem algumas parcelas da população que têm mais especificidades e, consequentemente, se beneficiam mais dessa abordagem. Confira quais são e se prepare para atender esses pacientes na sua clínica.

Praticantes de esporte

Por se submeterem ao esforço físico por muito tempo e com muita intensidade, os esportistas devem passar por um rigoroso programa de prevenção às lesões musculares. Nesse ponto, a fisioterapia preventiva ajuda a fortalecer os músculos do abdômen, da coluna lombar e do assoalho pélvico, por meio de exercícios que aumentam a resistência e a regeneração muscular. Com isso, fica mais fácil manter o ritmo nos treinamentos.

Trabalhadores de escritórios

Quem trabalha sentado por longos períodos de tempo se beneficia muito da perspectiva profilática na fisioterapia. As empresas estão se conscientizando cada vez mais sobre a importância de incluir o alongamento e técnicas para manter a postura correta ao longo do dia de trabalho. Essa, inclusive, é uma ótima oportunidade de negócio para profissionais que se interessam por oferecer workshops e palestras institucionais.

Idosos

Para as pessoas mais velhas, a fisioterapia preventiva é primordial. Por meio dela, os idosos conseguem condicionar o corpo para desempenhar atividades que, de outra forma, seriam impossíveis de fazer, como uma caminhada mais longa ou um passeio durante o dia. Além de oferecer mais qualidade de vida, o exercício fisioterapêutico também ajuda a prevenir doenças e a manter a saúde mental.

Fazer fisioterapia como forma de prevenção é uma quebra de paradigma, já que o mais comum é que as pessoas façam somente tratamentos corretivos. Por isso, é papel do profissional divulgar os benefícios da fisioterapia preventiva para toda a população, o que ajuda a diversificar sua área de atuação, a fortalecer a categoria dos fisioterapeutas e, sobretudo, a melhorar a qualidade de vida das pessoas!

Agora que você está familiarizado com a fisioterapia preventiva, está na hora de levar essa prática para o seu consultório. Para começar, leia nosso post e veja como os equipamentos tecnológicos contribuem para um atendimento de qualidade. 

Tratamentos aplicados na musculatura orofacial: saiba como funciona

A musculatura orofacial é fundamental para a execução de diversas atividades cotidianas. Além de estar ligada à comunicação, ela também é decisiva para funções como mastigação, deglutição e respiração. Quando algo não ocorre como deveria, é essencial recorrer aos tratamentos aplicados na musculatura orofacial.

Com características específicas, esses tratamentos favorecem a conquista de resultados e a reabilitação dos pacientes em diferentes situações. Conhecê-los é imprescindível para ter uma atuação otimizada em relação à fonoaudiologia.

Portanto, veja o que são os tratamentos aplicados na musculatura e descubra como eles funcionam.

O que são os tratamentos aplicados na musculatura orofacial?

Há diversas patologias que podem afetar a musculatura orofacial. Para pacientes que sofrem com problemas de respiração, por exemplo, pode ser necessário que se submetam a uma cirurgia otorrinolaringológica. Após o procedimento, o paciente requer acompanhamento fonoaudiólogo para reabilitar a função respiratória e aprender a respirar melhor. O mesmo vale, inclusive, para quem não passou por uma operação, mas precisa de reabilitação, pois seus músculos orofaciais estão hipofuncionantes.

Outros casos incluem pessoas que sofrem com algum tipo de paralisia facial periférica,  alterações na articulação temporomandibular, acarretando problemas para mastigar e disfagia, ou seja, dificuldades para deglutir.

Então, os tratamentos aplicados à musculatura orofacial têm como objetivo readequar as funções orofaciais, assim como otimizar as contrações de suas estruturas musculares. Por meio do estímulo da contração adequada e da aprendizagem sobre os movimentos corretos, por exemplo, é possível retomar a funcionalidade dessa área, reabilitando as funções alteradas.

Esses procedimentos devem ser conduzidos por fonoaudiólogos especialistas na área, que atualmente dispõem das ferramentas inovadoras e adequadas para conseguir o melhor resultado no tratamento.  Desta forma, o indivíduo em tratamento pode recuperar seu bem-estar e a qualidade de vida.

Como funciona o tratamento?

Assim como acontece em qualquer caso, não existe uma receita pronta para os tratamentos aplicados na musculatura orofacial. Cada um serve a um propósito, e é preciso considerar aspectos individualizados para prosseguir com a maneira ideal de agir. Para entender melhor, veja como funciona essa etapa e quais são os seus pontos principais.

Investigação e diagnóstico

Tudo começa com uma avaliação para identificar quais são as necessidades específicas de cada paciente. A avaliação miofuncional clínica é feita com protocolos já validados na área fonoaudiológica  — que trazem segurança para os resultados sobre as funções e motricidade da região orofacial.

Em seguida, é realizada uma avaliação eletromiográfica da superfície. O principal objetivo é conhecer quais são as principais alterações da musculatura e de suas funções. O resultado da eletromiografia de superfície se dá em valores numéricos, os quais facilitam na comparação posterior de cada caso.

Atuação corretiva

Após a identificação de quais são as áreas e as funções que estão comprometidas, é realizado o planejamento de um tratamento específico. De forma tradicional são conhecidos os exercícios musculares apropriados para cada alteração: isométricos; isotônicos e/ou isocinéticos, sempre conduzidos pela fonoaudióloga.

Outra possibilidade — e a mais inovadora — consiste em utilizar o biofeedback. A partir do posicionamento de eletrodos de superfície inseridos na pele e do uso de um equipamento especial, o paciente consegue identificar, em tempo real, o momento de sua contração muscular. Compreendendo, assim, qual a contração desejada e qual é o movimento adequado que alcança essa contração.

Acompanhamento e reavaliação

Como os tratamentos aplicados na musculatura orofacial não são iguais para todos, cada pessoa tem uma resposta diferente. Então, cabe ao profissional de saúde ser capaz de identificar quais são os resultados e o que precisa ser alterado.

As reavaliações servem exatamente para isso. O comum é esperar entre 2 a 4 meses, dependendo da condição, para avaliar os novos resultados. A partir de uma nova eletromiografia, comparando assim com a avaliação inicial do tratamento.

Em comparação aos valores iniciais, identifica-se se houve melhora ou se o quadro permanece estagnado. A partir dessas reavaliações pode-se alterar o protocolo de tratamento.

Quais são os benefícios desse tipo de tratamento?

A consolidação dos impactos nos tratamentos aplicados na musculatura orofacial ainda é escassa na literatura. Faltam estudos abrangentes quanto ao tema — o que leva à carência de conclusões definitivas sobre como eles atuam.

No entanto, o conhecimento empírico obtido pela experiência clínica demonstra que eles são muito eficazes e garantem bons resultados. Na sequência, descubra quais são os principais pontos positivos dessas realizações.

Retomada das funções motoras

As dificuldades de contração na musculatura orofacial, bem como a execução de movimentos incorretos, causam impactos muito negativos na vida do paciente. O desafio com a respiração atrapalha o sono, por exemplo.

Já a paralisia facial compromete a atividade de mastigar, de deglutir ou de comunicar. A retomada das funções, por outro lado, permite resolver todos esses problemas. Há maior qualidade de vida, bem-estar e bons impactos no dia a dia, de forma geral. Para muitos pacientes, essa é a chance de levar uma rotina perfeitamente normal, com uso completo das principais funções e atendimento a necessidades variadas.

Aumento da motivação

Outro grande benefício dos tratamentos aplicados na musculatura orofacial é a motivação gerada pelo acompanhamento de resultados. Por meio da eletromiografia, por exemplo, é possível conhecer a contração muscular em números. Em uma reavaliação, o paciente notará que tem tido bons impactos ao observar um aumento no desempenho.

O uso de mecanismos de biofeedback também permite que os pacientes vejam, na hora, os resultados da contratura muscular . Assim, entendem como podem realizar a movimentação adequada e  aprendem a relaxar esta contratura presente.

Garantia de eficiência

A adoção de recursos de tecnologia nos tratamentos aplicados na musculatura orofacial também faz com que eles sejam muito mais diretos ao ponto. Com o reconhecimento dos padrões, o uso do biofeedback e as abordagens de otimização, os resultados são conquistados em menos tempo.

Com maior eficiência, dá para garantir uma recuperação que não apenas é acelerada, mas, também, consistente. O aprendizado definitivo sobre como usar os músculos da região evita outros quadros no futuro, de modo a gerar a máxima satisfação por parte de quem se submete ao tratamento.

Melhor posicionamento profissional

Há vantagens, inclusive, para o profissional que recorre a essas tecnologias. Graças aos resultados obtidos, é possível se consolidar no mercado, atrair mais pacientes e conseguir um melhor desempenho na carreira.

A busca por atualização (como por meio de participações em eventos e procura por equipamentos e técnicas), ainda reflete positivamente. Ao final, é possível obter sucesso na clínica.

Os tratamentos aplicados na musculatura orofacial são fundamentais para a retomada de muitas funções. Realizados com a ajuda de tecnologia, geram grandes benefícios tanto para os pacientes quanto para os profissionais.

Já que usar os equipamentos corretos é imprescindível nesses processos, entre em contato com a Miotec e veja como podemos ajudar a ter os melhores do mercado!

Este conteúdo foi produzido a partir da entrevista com a fonoaudióloga Daniele Fontes, mestre pela Faculdade de Medicina de São Paulo e especialista em motricidade orofacial.

Como a tecnologia ajuda na fidelização de pacientes?

Na área da saúde, a tecnologia trouxe contribuições relevantes para a gestão de clínicas, hospitais e consultórios, oferecendo melhores condições para funcionários e clientes. Otimizando processos diagnósticos, preventivos e administrativos, as medidas de inovação auxiliam na fidelização de pacientes, favorecendo o fluxo estável de atividades.

A telemedicina, o biofeedback e a softwares de gestão levam a avanços na rotina de serviços dos estabelecimentos de saúde. Com um atendimento de melhor qualidade, a retenção de pacientes vira tarefa mais fácil, resultando em um quadro constante de movimento.

No texto de hoje, esse é nosso tema. Confira, a seguir, como a tecnologia ajuda a fidelizar pacientes e adote já essas práticas em seu estabelecimento. Boa leitura!

Organização de dados para a fidelização de pacientes

Interação entre setores e pacientes é fundamental para um bom funcionamento. Os prontuários eletrônicos permitem organizar histórico de saúde, hábitos, medicações e tratamentos em um apenas formulário online, acessível a toda equipe responsável.

A sistematização dos dados otimiza a agenda dos profissionais e a rotina dos pacientes, reunindo exames e prescrições para concentrar o tratamento da forma mais dinâmica possível.

Medicina preventiva

Exames com realização periódica podem ser programados por meio de aplicativos e alertas criados pelas ferramentas digitais, facilitando o diagnóstico precoce de doenças.

Com maior riqueza de detalhes nos testes, é possível identificar disfunções em estágio inicial, favorecendo os tratamentos.

Diminuição de erros

Os recursos virtuais trazem maior assertividade para a equipe médica, que passa a contar com um suporte mais eficaz no atendimento.

A facilidade de acesso de materiais como exames, prontuários e relatórios, beneficia o diálogo entre as equipes, que são capazes de concluir procedimentos com o máximo de informações possível em cada caso.

Tratamento por biofeedback

Os equipamentos eletrônicos que fornecem dados relativos aos processos fisiológicos contribuem em grande medida para os tratamentos e doenças crônicas, agudas e crises relacionadas ao estresse.

Aparelhos de biofeedback permitem o desenvolvimento da medicina de comportamento, trazendo mais elementos para fortalecer a relação entre médico e paciente.

Agilidade e visão integral da saúde

A tecnologia possibilita que os processos sejam vistos em complementação ou integrados, dando maior lastro para a elaboração de tratamentos. Os pacientes, assim, sentem-se acolhidos e seguros, podendo acompanhar de perto os trabalhados desenvolvidos.

A praticidade dos exames digitais, por exemplo, agrega rapidez aos atendimentos, já que dispensa impressão e transporte dos documentos para interpretação. Com a automatização de algumas práticas, a equipe ganha produtividade e eficiência.

Uso das principais ferramentas de tecnologia

Determinados equipamentos são responsáveis por significativas melhorias, contribuindo para a fidelização de clientes. Exemplos:

  • eletromiografia: usada para o feedback muscular;
  • eletroencefalograma: quantifica atividade cerebral;
  • aferidor de pulso: usado para medir frequência cardíaca e controle cardiovascular;
  • base de dados: organiza informações cadastrais e prontuários.

A tecnologia pode impulsionar o atendimento da saúde, transformando a fidelização de pacientes em um ponto forte para o movimento dos serviços. Incorporando ferramentas inteligentes, os benefícios se estendem ao corpo de profissionais, médicos, pacientes e colaboradores, otimizando a produtividade e elevando a qualidade.

Gostou do nosso artigo? Quer saber mais dicas sobre fidelização de pacientes? Então inscreva-se agora no nosso Workshop Gratuito!

 

 

Qual a relação entre equilíbrio muscular e lesões musculares?

O equilíbrio do corpo é muito importante para a prevenção de lesões musculares, devendo ser priorizado no desenvolvimento de tratamentos de saúde e de programas atléticos. O equilíbrio é um conceito para designar quando as forças dos grupos agem em igualdade, sem diferença entre as partes e sem sobrecarregar nenhuma delas.

As boas práticas com o corpo trazem resultados duradouros e preservam os músculos de desgastes maiores, significando uma harmonização de forças para o bem-estar durante as atividades físicas e na vida cotidiana. Confira as melhores técnicas para favorecer o equilíbrio e evitar lesões musculares lendo este post!

Musculação preventiva

Fortalecer os músculos certos no amparo e sustentação dos principais grupos de força pode ser feito por um trabalho direcionado da musculação. Por exemplo, os dorsais e abdominais podem ajudar a prevenir lesões na coluna.

Aumentar a massa óssea auxilia pessoas da terceira idade no fortalecimento dos músculos e na flexibilidade, o que pode ser conquistado com exercícios proprioceptivos. Eles devem ser orientados por um fisioterapeuta, com especialidade para esse tipo de público.

Avaliação aprofundada

Todo o trabalho para equilibrar os músculos deve ser feito acompanhado por um profissional de fisioterapia, pois ele lança a melhor estratégia para harmonizar as forças do corpo. A identificação precoce de possíveis mecanismos assimétricos de força pode ser realizada com uma boa avaliação médica ortopédica.

Músculos e articulações antagonistas devem ser medidos pela amplitude de flexores, extensores e pelos graus de força excêntricas e concêntricas. Quando há diferença superior a 15% entre as resistências musculares, as chances de lesões são consideradas altas.

Práticas de aquecimento

Preparar o corpo do jeito certo para as atividades físicas pode poupar grandes desgastes musculares. Quanto mais intenso e vigoroso, maior será a necessidade de um aquecimento assistido para não dar chance para as lesões.

No frio, os músculos perdem elasticidade, tornando-se mais vulneráveis aos impactos de práticas intensas. Ao aquecer e/ou alongar a musculatura, promove-se um relaxamento essencial para minimizar o risco das lesões durante os exercícios, aumentando também a resistência.

Acompanhamento de atletas

Nos esportes, os desequilíbrios podem trazer sérias contusões, podendo interferir ou mesmo interromper a carreira de atletas. Para suportar altos impactos, a musculatura deve ser fortalecida e preparada conforme a atividade realizada.

Em fases de treinamento e pré-competições, os fisioterapeutas costumam inserir na rotina de treinos do atleta exercícios excêntricos para manter ou recobrar o equilíbrio de certo grupo muscular. Esse tipo de prática ajuda a fortalecer o corpo e torná-lo mais flexível.

O atleta deve procurar sempre um profissional de formação acadêmica reconhecida para orientar as avaliações de diagnóstico e desenvolver um tratamento individualizado, dando atenção a cada caso para uma evolução mais assertiva.

Modificar alguns hábitos diagnósticos e de preparação para as atividades físicas pode surtir mais resultado do que o esperado. Com o acompanhamento correto, as lesões musculares ficam ainda mais distantes da realidade de atletas e pessoas que praticam atividades físicas diversas.

E então, o que você achou das nossas dicas? Ficou com alguma dúvida? Conte tudo para nós aqui nos comentários. Até mais!

Descubra os benefícios da bandagem funcional

Fazer com que as estruturas musculares e articulares se posicionem corretamente é fundamental para o bem-estar. Graças a esses efeitos, os pacientes sentem alívios variados e conseguem obter a reabilitação necessária para certos problemas. Nesse sentido, a bandagem funcional se destaca na fisioterapia.

A tática utiliza recursos que garantem um bom desempenho de diversas estruturas do organismo. Como resultado, é possível ajustar o posicionamento para obter efeitos específicos — desde a prevenção até a recuperação de lesões e outros problemas.

A seguir, entenda como funciona a bandagem funcional e explore os seus benefícios.

O que é bandagem funcional?

Os tratamentos fisioterapêuticos podem usar várias técnicas e recursos para garantir o restabelecimento do movimento. Entre as possibilidades, está a bandagem funcional. Ela utiliza fitas adesivas com propriedades elásticas. Assim, é possível modificar o alinhamento de várias estruturas do organismo, de acordo com objetivos específicos.

Para ser eficiente, ela tem que ser feita com o material correto e com os conhecimentos adequados. Assim, é possível dar a sustentação ou o alívio necessário, de acordo com cada caso.

Quais são os tipos existentes?

A bandagem funcional aparece em três tipos diferentes. Apesar de usar fitas semelhantes, é a aplicação que gera a diferenciação.

A bandagem esportiva ou Athletic Taping é voltada para ajudar a lidar com lesões agudas, normalmente causadas pelo esforço excessivo de práticas físicas. Também pode ser adotada como meio de dar mais estrutura ao organismo e, assim, evitar lesões.

Já a biomecânica ou McConnell Taping tem o objetivo de direcionar o movimento de forma específica. A abordagem oferece um alinhamento de tecidos e faz com que os músculos aprendam uma nova maneira de se mexer. Assim, é possível obter a reabilitação terapêutica ou mesmo mudar aspectos cotidianos — como a postura.

A neuromuscular ou Kinesio Taping tem o objetivo principal de envolver certos músculos e articulações. Dependendo da técnica apresentada, ajuda a evitar ou diminuir inflamações, a sustentar o movimento e até a melhorar as contrações musculares.

Quais são os objetivos e a importância da Kinesio Taping?

A bandagem neuromuscular está entre as mais utilizadas. Ela tem o objetivo de oferecer aos músculos e articulações exatamente o que precisam para garantir o máximo funcionamento.

Em uma lesão, por exemplo, é comum exercer uma tensão longitudinal. Ao mesmo tempo em que isso contribui para a reabilitação, evita que o músculo seja exigido e se lesione ainda mais.

Também é um jeito de estimular a circulação ao redor, diminuir cãibras e melhorar a recuperação muscular. Há, então, diminuição das dores e melhoria no desempenho — seja no cotidiano, seja na prática esportiva. Acima de tudo, a Kinesio Taping funciona como um importante apoio para outras técnicas fisioterapêuticas. Assim, acelera a recuperação de forma estruturada.

Como é feita a aplicação?

A bandagem pode ser aplicada tanto em pacientes quanto em alunos que aprendem a prática. Independentemente disso, é fundamental recorrer às técnicas certas.

Em alguns casos, é necessário acompanhar o músculo, pois isso facilita o seu movimento. Em outros, a aplicação transversal gera tensão elástica para imobilizá-lo e permitir a sua recuperação.

Também é essencial saber quais grupos isolar e qual tensão aplicar em cada parte. Isso maximiza o potencial dessa técnica e garante efeitos que são sentidos do jeito adequado.

A bandagem funcional é uma técnica eficiente, moderna e versátil. Desde para recuperar até para evitar lesões, deve ser aplicada de forma profissional e segundo os conhecimentos adequados.

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Como sua clínica pode inovar no tratamento da escoliose?

Uma das maiores causas de afastamento de trabalhadores no Brasil é a escoliose. E não é para menos: hábitos simples, como utilizar smartphone ou computadores por tempo prolongado, podem causar tensões no pescoço e nas costas, que acarretam em sérios problemas a longo prazo. 

Por isso, é importante que os profissionais da saúde conheçam as causas, consequências e os tratamentos da escoliose, estando preparados para abordar adequadamente esse quadro cada vez mais comum nas clínicas de fisioterapia.

Características da escoliose

O que é a escoliose?

A escoliose é uma deformação morfológica da coluna vertebral. Ela é caracterizada pela mudança do alinhamento da coluna para frente, para trás, para os lados, ou até mesmo havendo uma contorção, com o ângulo variando de acordo com a gravidade do quadro.

Quais são as principais causas da escoliose?

Estima-se que 70% dos casos de escoliose não tenham origem facilmente identificável, uma vez que os hábitos desde o início da vida podem desencadear alterações na coluna vertebral. Entretanto, essa mudança também pode ser consequência de doenças neurológicas – como a paralisia cerebral ou a poliomielite –, de traumas, de processos degenerativos, ou possivelmente congênita.

Como é feito o diagnóstico?

O mais comum é que o diagnóstico seja feito a partir de uma avaliação clínica, aliada à correlação radiológica. Nessa avaliação, o profissional observa assimetrias e diferenças anatômicas nos diversos segmentos da coluna do paciente e, a partir do ângulo da curvatura da coluna, o tratamento é definido.

Quais são os métodos de tratamento?

Uma vez que a escoliose não tem cura, o objetivo principal é combater a evolução do quadro clínico. O tratamento é pensado de acordo com a idade, com a capacidade física do paciente e com o grau da curvatura causada pelo quadro. Mas, apesar das especificidades, os métodos terapêuticos mais comuns são:

  • em casos mais simples, pode-se submeter o paciente à fisioterapia, em conjunto com massagens e a prática de pilates;
  • em casos de média gravidade, alia-se os exercícios ao uso de coletes ortopédicos;
  • para casos mais graves, o paciente pode ser submetido à intervenção cirúrgica, na qual são implantadas hastes na coluna para manter a linearidade.

Inovações na abordagem clínica da escoliose

O fisioterapeuta deve estar sempre informado sobre as tendências tecnológicas na área da saúde. A inovação, aliada à gestão inteligente do negócio, são fatores decisivos para o sucesso do novo empreendedor. Já existem até aplicativos que ajudam no gerenciamento do consultório, agilizando o atendimento a baixo custo.

É possível diagnosticar sem raio-X?

Existem métodos inovadores no mercado para os profissionais que desejam trazer sofisticação e tecnologia para sua clínica. Um dos melhores e mais modernos sistemas de diagnóstico para a escoliose é o Vert 3D, da Miotec. Por meio desse sistema, os pacientes não são expostos à radiação e ainda assim podem contar com precisão e agilidade no acompanhamento da doença.

Com informações importantes à disposição, o fisioterapeuta se sentirá mais seguro para decidir sobre o método de tratamento. Ao ter a tecnologia como aliada, o profissional se destaca frente aos seus concorrentes, enquanto proporciona mais qualidade de vida e eficácia para seus pacientes, sem causar dores e desconforto.

Como tratar a escoliose minimizando impactos?

No tratamento da escoliose, há opções inovadoras e acessíveis. Para abordagens conservadoras (aquelas em que não há cirurgia), uma possibilidade é aliar os exercícios físicos a dispositivos simples e efetivos, que fornecem apoio e estabilidade para o paciente sem causar dores após longos períodos de uso.

Quando o ângulo da curvatura é muito fechado e há necessidade da cirurgia para correção da escoliose, o paciente tem alternativas modernas e altamente efetivas. Através de uma cirurgia minimamente invasiva, os médicos conseguem realizar todo o procedimento sem necessidade de longas internações, com menores chances de complicações e rápida recuperação do paciente.

O que achou das novas tecnologias na abordagem da escoliose? Pretende utilizar alguma na sua clínica? Siga-nos nas redes sociais e fique ligado nas novidades!

Absenteísmo em clínicas: Saiba 4 dicas de como evitar este problema

O absenteísmo em clínicas é uma questão muito preocupante, tendo em vista que os profissionais deixam de atender outros pacientes em virtude daqueles que não avisaram que não compareceriam à consulta. Nesse sentido, é importante tomar providências para evitar ou, pelo menos, diminuir essas faltas.

Os motivos que levam os pacientes a se ausentarem são muitos, os quais vão desde esquecimentos à falta de tempo para desmarcar o agendamento. Levando isso em consideração, é importante criar estratégias para fortalecer o relacionamento entre médico e paciente e, com isso, aumentar a presença nas consultas marcadas.

Pensando em ajudar você, listamos, a seguir, 4 dicas eficientes que podem ser colocadas em prática o quanto antes para evitar o absenteísmo em clínicas. Confira!

1. Tenha um canal direto de comunicação com os pacientes

Oferecer ao seu cliente, pelo menos, um canal direto de comunicação é essencial para reduzir o absenteísmo em clínicas. Dessa forma, é importante divulgar o número do WhatsApp — ferramenta mais ágil e comum atualmente — e estar disponível nas redes sociais em que seus pacientes estão presentes.

Essa prática facilitará a comunicação com o paciente. Além disso, a sua secretária pode se programar para entrar em contato com cada um deles, pelo menos, 24 horas antes da consulta, a fim de confirmar a presença.

2. Ofereça um ambiente confortável

Além dos canais de atendimento, é importante oferecer um ambiente confortável aos seus pacientes. Disponibilize assentos confortáveis, acesso ao WiFi, TV e, inclusive, um espaço para servir alguns lanches, chás e café.

Com isso, os pacientes se sentirão mais motivados em comparecer às consultas e a desculpa de se ausentar pelo fato de estar cansado já não será mais problema, pois ele terá um ambiente confortável para aguardar o seu atendimento.

3. Invista em tecnologias

O uso da tecnologia tem auxiliado diversos segmentos do mercado e, na área da saúde, não é diferente. Por meio de softwares, é possível realizar agendamento das consultas online, sem precisar entrar em contato com a clínica. Além disso, esses sistemas também disponibilizam um prontuário eletrônico, no qual o médico consegue ter acesso a todo o histórico do paciente de maneira rápida e eficiente.

Ademais, os equipamentos utilizados nos tratamentos dos pacientes também têm evoluído muito e quem investe nesse tipo de tecnologia conquista a confiança do paciente. Com isso, ele se sentirá mais tranquilo ao realizar os procedimentos necessários sabendo que aqueles equipamentos ajudarão na sua recuperação.

4. Aprenda com as críticas e reclamações

Nem sempre ouvir as críticas e reclamações é uma tarefa fácil. No entanto, é necessária. Isso porque, muitas vezes, o absenteísmo em clínicas pode estar ligado ao mau atendimento, por exemplo.

Sendo assim, identificar esse tipo de falha é fundamental para garantir que o paciente retornará e ficará satisfeito com os resultados entregues. Portanto, ouça com atenção o que ele tem a dizer: esses feedbacks podem ajudá-lo a ter uma visão mais inovadora da sua clínica.

O absenteísmo em clínicas é algo que precisa ser evitado ao máximo e, para isso, é preciso colocar em prática as nossas dicas. Dessa forma, seu paciente perceberá que você trabalha com o objetivo de cuidar do bem-estar dele e, consequentemente, fortalecerá a relação entre vocês.

Ficou com alguma dúvida ou quer compartilhar suas experiências? Deixe tudo nos comentários! Vamos ajudá-lo no que for necessário.

 

Fisioterapia em idosos: o que fazer para melhorar o atendimento a esse público?

Envelhecer é natural e todos vão passar por essa etapa da vida. Contudo, apesar da maturidade emocional, esse processo acarreta em alguns desgastes de saúde, inclusive no que diz respeito à perda e ao controle de movimentos.

Com isso, a fisioterapia em idosos se firma como uma importante aliada: além de atuar com ações preventivas, pode também contribuir para a recuperação de pacientes que já lidam com esses problemas.

E o que fazer para melhorar o atendimento a esse público tão especial? Neste artigo, você encontra dicas essenciais a respeito do assunto. Confira!

Saiba ouvir

Trabalhar com fisioterapia em idosos é um constante exercício de ouvir. Afinal, eles têm anos e anos de experiências e muita história para contar. Ouvi-los durante um procedimento, inclusive, é uma forma de deixá-los mais à vontade, especialmente se a ocasião for mais delicada.

O mesmo vale para comentários e discussões a respeito do diagnóstico que ele recebeu. Ao longo do tempo, o paciente com certeza dividirá relatos de melhoras, quadros de evolução e até mesmo insatisfação caso os resultados demorem um pouco. Então, é essencial ter carinho e paciência para que ele não se sinta desmotivado.

Estabeleça diálogo

Mas não pense que ouvir é suficiente: a fisioterapia em idosos também requer interação para que seja eficiente. Portanto, mostre-se interessado e retribua o diálogo, sempre com foco em responder dúvidas e fornecer explicações acerca do tratamento.

Lembre-se de que alguns idosos podem apresentar dificuldades de audição. Caso perceba esse problema, não hesite em elevar a voz até que ele se sinta confortável e você se faça ser entendido. Essa é uma troca mútua que precisa ser constante para dar certo.

Aconselhe com respeito e cuidado

Por mais experiências que pessoas mais velhas demonstrem, em alguns casos elas precisam receber conselhos. Isso acontece muito na fisioterapia em idosos, pois eles devem receber orientações sobre práticas a evitar e hábitos a adotar para que o tratamento seja positivo.

Isso não significa que você tenha que ser imperativo e usar um tom de ordem. Aqui, é essencial ter cuidado para que o paciente seja receptivo em relação às informações e entenda que o que você fala é em função de sua melhora. Muitos deles podem recusar a princípio, mas aos poucos é possível abrir um caminho mais amplo de comunicação.

Mantenha contato

Na fisioterapia em idosos, é muito importante manter contato com os pacientes. Se eles deixam de frequentar as consultas ou demoram a agendar um retorno, pode ficar mais complicado construir um relacionamento saudável e fornecer um atendimento de qualidade.

Por isso, nunca deixe de telefonar periodicamente, seja para saber como estão, seja para lembrar a necessidade de um agendamento. Quando os pacientes percebem que você se preocupa com a recuperação deles, costumam retribuir na mesma intensidade e todos saem ganhando: eles com mais saúde e você com a certeza de que fez um ótimo trabalho.

Como você pôde entender, a fisioterapia em idosos exige bastante dedicação e tempo. Se esse último item se mostra escasso em sua rotina, não deixe seus pacientes na mão: saiba mais sobre monitoramento remoto e entenda por que investir na área.

Afinal, o que é e como funciona a fisioterapia dermato funcional?

A fisioterapia é o ramo dos cuidados com a saúde responsável por prevenir e tratar distúrbios biomecânicos. Voltada para procedimentos terapêuticos da pele e dos músculos, a fisioterapia dermato funcional, por sua vez, é usada para prevenir e recuperar disfunções de forma a obter resultados e melhoras estéticas.

Como proporciona benefícios para o corpo, esse tipo de tratamento tem como objetivo tratar e prevenir problemas ligados ao bem-estar e à qualidade de vida. Para conhecer um pouco mais sobre essa especialidade, acompanhe o post e veja por que ela pode ser indicada para você também.

O que é a fisioterapia dermato funcional?

Embora também sejam problemas de saúde, a acne, a celulite, o envelhecimento da pele e a gordura localizada dividem o campo das disfunções estéticas. A fisioterapia dermato funcional investiga as principais causas de disfunção e restabelece as características saudáveis e naturais da pele.

Para isso, ela desenvolve tratamentos que cuidam desses distúrbios e devolvem as características saudáveis ao corpo. Veja, a seguir, quais são os principais deles! 

Drenagem linfática

A drenagem linfática favorece a circulação do sangue e a oxigenação das células. Ao eliminar as toxinas do corpo, o procedimento diminui a retenção de líquidos, ajuda a melhorar o aspecto da celulite e, consequentemente, reduz medidas.

Limpeza de pele

Para combater o envelhecimento precoce, a limpeza de pele remove impurezas e devolve o aspecto saudável da pele. Quando faz parte da rotina de cuidados, ajuda a controlar a oleosidade, bem como a combater a acne, e ainda melhora o resultado de cirurgias plásticas.

Ultrassonografia

Muito usado para combater a celulite e diminuir a gordura localizada, o tratamento com ultrassom consiste na massagem das áreas afetadas para diminuir os nódulos de gordura acumulados. O procedimento pode ser feito com ou sem cosméticos.

Em que situações ela é indicada? 

O especialista atua para reabilitar o corpo e a pele após fraturas, hábitos inadequados, deformações causadas por aspectos genéticos e doenças decorrentes de lesões cerebrais. Ele cuida da recuperação do corpo e da postura, e ajuda a minimizar dores após episódios que comprometem a cognição ou quando há redução motora.

O fisioterapeuta pode também proceder preventivamente. Nesse caso, ele oferece, por exemplo, cuidados com a saúde de trabalhadores ou atletas com o objetivo de diminuir o risco de lesões.

Qual a diferença entre ela e a dermatologia? 

Diferentemente do médico dermatologista, o profissional dermato funcional não pode receitar nem ministrar medicamentos. A denominação dermato funcional inclui a restauração e a melhoria do sistema tegumentar. Por isso, passa a ser a parte estética do resultado obtido pelo tratamento.

As ações dermato funcionais devem ser sempre acompanhadas por um dermatologista responsável. E isso inclui a aplicação de peeling e drenagem linfática.

Ao elevar o bem-estar e a qualidade de vida, a fisioterapia dermato funcional vai muito além da estética. Como cuidam do corpo e de suas disfunções, os tratamentos buscam melhorias integradas e resultados duradouros. 

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Como usar a fisioterapia para a saúde da mulher? Saiba mais!

A fisioterapia para saúde da mulher pode beneficiar você em diversos sentidos, pois essa é uma área bem ampla e oferece diversas possibilidades aos profissionais. Nesse momento, você pode aproveitar a evolução da tecnologia para promover o bem-estar de seus pacientes com mais eficiência.

O organismo das mulheres sofre uma constante transformação e, assim, vários problemas de saúde podem afetá-las ao longo de suas vidas e, por isso, elas precisam recorrer a especialistas para eliminar, de uma vez por todas, esses problemas.

Sendo assim, resolvemos escrever este artigo para mostrar a você 3 áreas da fisioterapia voltadas para a saúde da mulher para informá-lo melhor sobre o assunto. Acompanhe!

Fisioterapia para gestantes

Durante a gravidez, a realização de atividades de impacto são extremamente contraindicadas. No entanto, alguns exercícios fisioterápicos leves podem ser indicados para ajudar a gestante a reduzir os riscos. Além disso, hoje em dia existem dispositivos que permitem o aumento da consciência e flexibilidade da musculatura do assoalho pélvico na preparação para o parto.

Nesse momento, fisioterapia pode ajudar até em alguns casos de gravidez de alto risco, pois ela diminui as chances do desenvolvimento de trombose e, também, alivia os efeitos fisiológicos, garantindo a estabilidade do fluxo sanguíneo no útero.

No geral, a fisioterapia ajudará a gestante a ter consciência de suas limitações e potencial e, assim, ela contribui para a diminuição do estresse — um dos grandes vilões da gestação. Além de tudo isso, os inchaços serão diminuídos, assim como os desconfortos e dores.

Mas não pense que os benefícios se estendem apenas à gestação. O pós-parto também pode ser beneficiado com a fisioterapia, pois ela ajudará a diminuir as dores e auxiliará no combate à depressão pós-parto. Ademais, também vai auxiliar na prevenção de disfunções pélvicas.

Fisioterapia para melhorar a vida sexual

A sexualidade é cercada de tabus, os quais podem agravar os problemas de disfunções sexuais. Algumas mulheres, por exemplo, têm dificuldade em atingir o orgasmo, muitas vezes, sentem dores na hora da relação sexual e, com isso, a dificuldade de lubrificação aumenta e a libido também.

Nesse momento, a fisioterapia pode se tornar uma grande aliada da mulher, pois ela ajudará a reeducar o assoalho pélvico, ajudando a paciente a entender como funciona a sua linguagem corporal, harmonizando a função erótica de ambos, aumentando, assim, o prazer e rendimento sexual.

Além disso, a fisioterapia ajuda a combater a dor pélvica crônica, uma doença muito séria que interfere na vida social, conjugal e profissional das mulheres. Nesse momento, o fisioterapeuta indicará exercícios que minimizarão as dores por meio da elevação da liberação de endorfinas, os quais auxiliarão a musculatura da pele a relaxar, a lidar com a dor e restaurar as funções desejadas pela paciente.

Fisioterapia para saúde da mulher na uroginecologia

A incontinência fecal e urinária compromete a qualidade de vida de todas as pessoas, no entanto, ela costuma se manifestar mais em mulheres do que em homens. No tratamento da incontinência fecal e urinária, a fisioterapia contribui para fortalecer o assoalho pélvico por meio de exercícios associados a alguns recursos, como o biofeedback e eletroestimulação.

A fisioterapia para saúde da mulher melhora a qualidade de vida e, assim, proporcionam um maior bem-estar, diminuindo os quadros de depressão, estresse e ansiedade pelo fato de não poder realizar algumas atividades básicas.

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