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    Telemedicina e pandemia: qual a relação e como tem crescido?

    Telemedicina e pandemia: qual a relação e como tem crescido?

    • 16 de julho de 2020
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    Desde 11 de março de 2020 vivemos, oficialmente, em uma pandemia. Seus efeitos na rotina e nas dinâmicas sociais são notoriamente divulgados e reconhecidos, tanto por profissionais da saúde quanto pela população geral. No entanto, a situação pode trazer ainda outras consequências, possivelmente duradouras. É o caso, por exemplo, da interface entre telemedicina e pandemia.

    Neste post faremos uma atualização sobre o que é a telemedicina e qual o seu contexto atual. Se você é da área da saúde, certamente já ouviu falar da telemedicina e sabe como ela pode revolucionar a maneira como enxergamos a profissão. Se quer saber ainda mais sobre ela, continue a leitura!

    A telemedicina

    Embora o debate sobre a telemedicina seja relativamente novo no Brasil, talvez o primeiro relato sólido do termo tenha surgido em 1950, no artigo “Telegnosis”, publicado na renomada revista Radiology. Nela, os autores descreveram pela primeira vez a transmissão de exames radiográficos a uma distância de quase 40 quilômetros.

    Se naquela época o feito já era considerado revolucionário para a medicina, hoje ele se tornou quase indispensável. Já conseguimos transmitir chamadas ao vivo, imagens em alta definição e até mesmo reconstruções 3D em segundos, para qualquer lugar do planeta.

    Em vários países, como os Estados Unidos, essa tecnologia já vem sendo utilizada pela medicina. Seja em consultas, no contato entre médicos ou no diagnóstico de exames, a telemedicina tem ferramentas preciosas à assistência médica — e, no Brasil, isso está começando a se tornar uma realidade.

    O cenário pré-2020

    Para compreendermos melhor a situação atual da telemedicina, precisamos conhecer o cenário antes dela: embora tenha entrado em pauta há alguns anos, ela ainda não estava completamente regulamentada no Brasil. As consultas à distância poderiam ser feitas apenas entre profissionais da área da saúde, como uma interconsulta ou solicitação de opinião profissional.

    O contato direto com o paciente, no entanto, sempre tinha que contar com um profissional presente. Por isso, no cenário pré-2020, a telemedicina era usada principalmente para o diagnóstico de exames de imagem ou a interconsulta com especialistas.

    Os perigos da Covid-19

    A pandemia pelo coronavírus apresenta um perfil peculiar: embora a mortalidade não seja muito alta, sendo estimada em cerca de 3,5% para a população geral, existem outras consequências importantes. A principal delas é a sobrecarga do sistema de saúde, em especial de leitos de UTI e de respiradores, que podem ser necessários em casos graves da doença.

    Além disso, a estratégia mais utilizada para frear a transmissão do vírus tem sido o distanciamento social. Embora pareça paradoxal, a lotação de centros de saúde e unidades de pronto-atendimento (UPA) pode, na verdade, auxiliar a disseminar o vírus. Por esse motivo, alternativas que evitem a lotação desses locais são muito bem-vindas.

    A telemedicina consegue auxiliar em ambas essas demandas da pandemia: com o atendimento remoto, as UPA ficam desafogadas e é possível aumentar a oferta de profissionais no mercado. Além disso, locais mais distantes, que talvez não contariam com um número eficiente de profissionais, podem ser auxiliados — bastando, é claro, o acesso à internet.

    Por esses motivos, o parlamento brasileiro aprovou, em caráter emergencial, a telemedicina durante a pandemia. Enquanto durar o período de emergência, a telemedicina poderá se estender também aos pacientes, algo inédito no Brasil. Isso já tem sido implementado em território nacional e hoje já temos diversos profissionais da saúde atendendo remotamente.

    A telemedicina após a pandemia

    A aprovação emergencial, a rigor, não permite a continuação da telemedicina após a pandemia. Segundo o texto, assim que passar a emergência pública, voltamos ao patamar anterior.

    No entanto, esse período também serve para nos munir de dados sobre a ferramenta: ao final da pandemia, saberemos mais substancialmente se a telemedicina foi eficaz ou não, dando base a argumentos sobre sua permanência. Dada a tendência anterior de regulamentação total, não será uma surpresa se ela for aprovada definitivamente.

    Telemedicina e pandemia são dois termos vistos cada vez mais juntos, atualmente. Com as ferramentas da tecnologia, ficamos mais preparados para enfrentar tanto o coronavírus quanto outros perigos à saúde.

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    A Miotec tem a missão de entender as necessidades dos pacientes e de desenvolver soluções para dar suporte aos profissionais da área da saúde, para que eles tenham mecanismos mais eficientes a favor dos tratamentos feitos. Tendo como objetivo a melhoria das capacidades físicas e motoras daqueles que precisam de tratamentos fisioterapêuticos, a Miotec desenvolve diversos produtos para contribuir com a qualidade de vida dos pacientes.

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    A Miotec

    Fundada em 2002, a MIOTEC atua na área da saúde, desenvolvendo, produzindo e comercializando ferramentas tecnológicas direcionadas à pesquisas e terapias de prevenção, reabilitação e monitoramento, objetivando melhoria do bem-estar e do desempenho físico humano.

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