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    Urofluxometria vs Urodinâmica: Descubra a melhor alternativa para o fisioterapeuta pélvico

    Urofluxometria vs Urodinâmica: Descubra a melhor alternativa para o fisioterapeuta pélvico

    O que é e para que serve a urofluxometria? E a urodinâmica? E como elas podem auxiliar o profissional de fisioterapia em seus tratamentos? Se você já se viu pensando nessa questão, certamente sabe que, na fisioterapia pélvica, a questão do trato urinário, da retenção e perda de urina são aspectos essenciais, que merecem total atenção do profissional de fisioterapia. 

    O sistema urinário tem a responsabilidade de manter a homeostase do organismo e eliminar substâncias que estão em excesso no nosso corpo, fruto dos processos metabólicos, e todo este complexo mecanismo (composto por diversos órgãos que produzem, armazenam e eliminam os resíduos) é diretamente influenciado pela musculatura e estrutura pélvica.

    Neste delicado equilíbrio, é essencial observar como o funcionamento do sistema urinário se dá na prática em cada paciente. Isso significa, literalmente, compreender as diferentes variáveis do processo, como o fluxo urinário do começo ao fim, como os músculos estão respondendo a cada comando e estímulo, as variações de intensidade de contração, entre outros fatores. 

    Para ter esse grau de informações, dois exames podem ser solicitados pelo médico: a urofluxometria ou a urodinâmica. Ambos precisam ser realizados com equipamentos específicos, e cada um traz benefícios próprios, especialmente para o fisioterapeuta pélvico. Afinal, qual dessas opções vale a pena realizar, indicar e ter em mãos para tratar os pacientes? Vamos conhecer melhor cada uma: 

    Urofluxometria: dados rápidos numa opção fácil e não invasiva

    Na urofluxometria, o profissional consegue medir o fluxo da urina do paciente, baseando-se na quantidade de líquido que passa pela uretra num determinado período de tempo. Além de um coletor especial, conectado ao sistema de medição digital, eletrodos são posicionados e, através da análise eletromiográfica, o profissional consegue observar com precisão e em tempo real a forma como a musculatura se comporta neste processo.

    Por utilizar apenas componentes externos, a urofluxometria é considerada um exame não invasivo, que serve para analisar eventuais problemas no trato urinário sem a utilização de sondas ou eletrodos intracavitários. Ela permite identificar:

    • a demora para esvaziar a bexiga;
    • o tempo para iniciar a excreção;
    • força do jato
    • a quantidade de urina excretada

    A partir dos resultados obtidos, é possível ter a noção do nível de contração de diversos grupos musculares envolvidos no processo, bem como a participação dos músculos que auxiliam na excreção ou até mesmo a presença de alguma obstrução no trato urinário. Além disso, é possível verificar a resposta para tratamentos relacionados a problemas miccionais, ou seja, compreender e acompanhar se os exercícios e protocolos adotados estão realmente surtindo efeito para aquele paciente.

    Urodinâmica: alto grau de informações e complexidade maior

    O teste de urodinâmica é altamente completo, tanto que engloba todas as informações presentes também na urofluxometria e um pouco mais: ele permite que o profissional da saúde verifique o processo de enchimento e esvaziamento da bexiga, além da ação de abertura e fechamento dos orifícios que permitem a saída da excreção, realizada pelos esfíncteres.

    O lado negativo da urodinâmica é que este é um processo considerado invasivo, já que é necessário posicionar catéteres uretrais e sensores de pressão através das cavidades anal e uretral. O exame busca tentar imitar os sintomas relatados pelo paciente, de modo a ter uma análise mais precisa do problema. 

    Outro ponto a ser mencionado é que, assim como na urofluxometria, uma das atividades envolvidas na análise urodinâmica é a eletromiografia. Isso porque é necessário analisar os músculos envolvidos no processo miccional, tanto os responsáveis pela ação quanto os acessórios.

    Urofluxometria ou Urodinâmica? Qual escolher?

    Agora que você já sabe melhor como cada exame funciona, fica a dúvida: qual é o melhor? A resposta vai depender do grau de informações que se está buscando obter, e também do trabalho que desenvolve. 

    Para o fisioterapeuta pélvico, a urofluxometria é um exame bastante completo, que já envolve em sua natureza a eletromiografia, e que ele pode realizar diretamente em sua clínica, em diversos estágios do tratamento, permitindo realizar um acompanhamento do começo ao fim, com dados técnicos e reais sobre os resultados obtidos.

    Assim, a urofluxometria não traz todos os dados que a urodinâmica fornece – porém a um custo maior em complexidade, e de forma mais invasiva, o que pode ser considerado um tabu por parte de muitos pacientes, especialmente os do sexo masculino, como é comum ocorrer no universo da fisioterapia pélvica

    Além disso, nas relações médico-fisioterapeuta não é incomum que os profissionais acabem estabelecendo um processo de tratamento que envolva um ou outro exame mas, como já abordamos aqui no blog, nem sempre os médicos têm a necessidade de todas as informações da urodinâmica, optando por receber os dados de seu parceiro na fisioterapia pélvica, o fisioterapeuta, através da urofluxometria. 

    Conclusão: invista em uma ferramenta de retorno garantido

    Se você é fisioterapeuta pélvico, a urofluxometria pode ser uma resposta ideal não apenas pelas informações técnicas que disponibiliza mas, também, como uma alternativa de estabelecer-se como parceiro ideal para a realização dos exames. Com isso, ter em seu consultório um urofluxômetro pode ser uma opção de retorno garantido não apenas em qualidade de tratamentos mas, também, como fonte alternativa de ganhos, inclusive com o atendimento de planos de saúde

    Este é um tipo de exame simples, que permite uma análise objetiva do problema. Os dados obtidos podem ser transformados em gráficos, com base nas distintas variáveis geradas e, dessa forma, auxiliar no diagnóstico de patologias, bem como analisar respostas a tratamentos empregados.

    Mioflux: a urofluxometria pensada e desenvolvida para fisioterapeutas

    Agora que você já conhece os benefícios da urofluxometria como exame e ferramenta de trabalho, saiba que a Miotec possui o Mioflux, um aparelho com tecnologia 100% nacional de fácil usabilidade e que é capaz de produzir resultados mais precisos. É o investimento certo para quem busca a qualidade da Miotec, em uma ferramenta altamente valiosa. 

    Este equipamento foi desenvolvido especialmente para fisioterapeutas e testado por trabalhadores da área com especialidade em assoalho pélvico. Vale destacar que, para colocar a tecnologia em ação, são necessários apenas três passos:

    • configurar os sensores;
    • coletar a urina;
    • gerar o relatório.

    Ele ainda é portátil, permitindo o transporte para qualquer lugar. Isso significa que o paciente não precisa utilizar o Mioflux na frente do profissional: ele pode se deslocar para uma sala ou espaço mais reservado para se sentir mais confortável. Quer saber mais? Então clique aqui e conheça o novo Mioflux e tudo o que ele pode oferecer.





      A Miotec tem a missão de entender as necessidades dos pacientes e de desenvolver soluções para dar suporte aos profissionais da área da saúde, para que eles tenham mecanismos mais eficientes a favor dos tratamentos feitos. Tendo como objetivo a melhoria das capacidades físicas e motoras daqueles que precisam de tratamentos fisioterapêuticos, a Miotec desenvolve diversos produtos para contribuir com a qualidade de vida dos pacientes.





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        A Miotec

        Fundada em 2002, a MIOTEC atua na área da saúde, desenvolvendo, produzindo e comercializando ferramentas tecnológicas direcionadas à pesquisas e terapias de prevenção, reabilitação e monitoramento, objetivando melhoria do bem-estar e do desempenho físico humano.

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