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    Os desafios do fortalecimento do assoalho pélvico em idosos

    Os desafios do fortalecimento do assoalho pélvico em idosos

    • 11 de outubro de 2019
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    Os idosos são a população que mais sofre com os transtornos urinários, os quais podem ser prevenidos com o fortalecimento do assoalho pélvico. O envelhecimento gera um processo de perda de massa muscular generalizada, o que atinge também os músculos dessa região. Além disso, eles sofrem com várias doenças que podem gerar lesões.

    Isso pode causar uma série de transtornos, como a incontinência e o gotejamento urinário, maior predisposição a infecções do trato urinário e sensação de bexiga constantemente cheia. Quer saber mais, então continue a leitura.

    Por que trabalhar o fortalecimento do assoalho pélvico?

    Tudo isso tem um impacto tanto na saúde física quanto psicológica, podendo levar o idoso a se isolar e evitar situações embaraçosas, como reclamações de mau cheiro ou a calça molhada de urina.

    Portanto, deve haver uma grande ênfase na prevenção, o que pode ser feito com o fortalecimento da musculatura. No entanto, há vários desafios, pois não é tão fácil trabalhar as áreas mais internas do corpo com a fisioterapia.

    Como os tratamentos têm evoluído?

    Os tratamentos para fortalecer o assoalho pélvico envolvem principalmente a fisioterapia. No entanto, há uma diversidade de outras possibilidades, e falaremos sobre algumas delas a seguir:

    Cinesioterapia

    É uma forma de fisioterapia que não envolve muita tecnologia, sendo necessário somente o treinamento com o profissional. O seu principal objetivo é o fortalecimento muscular de forma a evitar tratamentos medicamentosos ou cirúrgicos.

    A partir das técnicas, o paciente faz várias séries e repetições de exercícios perineais, que envolvem as regiões abdominais, glúteas e adutoras da coxa, sem nenhum tipo de equipamento tecnológico.

    Medicamentos

    É possível também que o paciente tome alguns medicamentos que aumentam a tonificação dos músculos pélvicos pela via farmacológica. No entanto, apresentam muito mais efeitos colaterais, sendo a segunda opção de tratamento.

    São várias as possibilidades, como:

    • estrogênio, um hormônio feminino, o qual, em baixas doses, estimula o tônus da pelve. Deve ser evitado em homens e em pessoas com risco de distúrbios da coagulação;
    • imipramina e duloxetina, que são antidepressivos com uma ação direta sobre a musculatura pélvica;
    • oxibutinina (Retemic, Incontinol), Cloreto de tróspio (Spasmoplex), Solifenacina (Vesicare), Darifenacina (Fenazic), que melhoram a contração do esfíncter da uretra, mas causam vários efeitos colaterais muito significativos, como boca seca, tontura e confusão.

    Devido a esses problemas, evita-se bastante a terapia farmacológica em idosos, visto que as alterações aumentam a probabilidade de acidente e reduzem a qualidade de vida.

    Por que utilizar o biofeedback com sondas anais e vaginais?

    Uma das grandes limitações da fisioterapia era a dificuldade de saber se o idoso estava executando os exercícios corretamente. Então, foi desenvolvida uma tecnologia, a eletromiografia, que verifica a força de contração, a elasticidade e outros parâmetros musculares. Assim, é possível ter um registro detalhado sobre os movimentos dos músculos pélvicos.

    No entanto, antigamente, a eletromiografia só era utilizada para ter um diagnóstico mais preciso. Com o surgimento do biofeedback, ela se torna parte do tratamento. Nele, os resultados do exame são simplificados e projetados em uma tela. O profissional, então, ajuda o paciente a interpretar aquelas informações sozinho.

    Então, ele ensina o idoso a fazer os exercícios de fortalecimento e mostra como eles influenciam nas ondas da eletromiografia. Assim, deve-se sempre praticar os exercícios com o feedback da tela e, assim, conseguir, ao máximo, manter as ondas certas na tela. Será como uma espécie de jogo, no qual o paciente pontua à medida que faz as séries e repetições corretamente.

    Para melhorar a precisão e o conforto do paciente, a nossa empresa elaborou um sistema de biofeedback com sondas anais/vaginais para tratar as afecções motoras urinárias dos idosos. Esse é o caso da nova linha de sondas descartáveis da Miotec.

    Com essas dicas, é possível proporcionar muito mais saúde e bem-estar para o público da terceira idade. O fortalecimento do assoalho pélvico é uma medida relativamente simples, que pode evitar a necessidade de cirurgia e de tomar mais remédios.

    Quer saber mais sobre tratamentos para disfunções do assoalho pélvico? Então clique aqui para acessar o nosso post que fala sobre esse tema!

    A Miotec tem a missão de entender as necessidades dos pacientes e de desenvolver soluções para dar suporte aos profissionais da área da saúde, para que eles tenham mecanismos mais eficientes a favor dos tratamentos feitos. Tendo como objetivo a melhoria das capacidades físicas e motoras daqueles que precisam de tratamentos fisioterapêuticos, a Miotec desenvolve diversos produtos para contribuir com a qualidade de vida dos pacientes.

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    A Miotec

    Fundada em 2002, a MIOTEC atua na área da saúde, desenvolvendo, produzindo e comercializando ferramentas tecnológicas direcionadas à pesquisas e terapias de prevenção, reabilitação e monitoramento, objetivando melhoria do bem-estar e do desempenho físico humano.

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